Terça-feira, 14 de Julho de 2009
Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
A Nossa Saudação
A nossa saudação é a dos antigos romanos. Um gesto largo, franco, sem reservas, inspirador de confiança e amizade.
Braço ao alto!
A mão estendida a indicar o caminho, não a si, egoisticamente, mas para que os outros o sigam também.
Mão aberta que não teme a luta porque dia a dia pratica a verdade de que dá testemunho.
A Saudação Romana é um gesto em que o braço é levantado para a frente recto, com a palma da mão para baixo. O braço é levantado às vezes paralelamente para cima ou para à terra
A saudação romana, no qual a saudação de Hitler foi também baseada, foi usada em muitos países diferentes para muitas finalidades diferentes antes da Segunda Guerra Mundial. Por exemplo, a Saudação de Bellamy, usada como garantia de fidelidade nos Estados Unidos no século XIX, e no século no inicio do século XX, era uma versão da saudação romana com algumas similaridades à saudação nazi. A saudação de Bellamy foi abandonada desde 1942 por causa dessa similaridade. O mesmo aconteceu com à maioria das outras formas de saudações romanas ao redor do mundo.
Braço ao alto, Saudação de de Paz, antítese do murro fechado do Partido Socialista, promessa de ódio e violência.
Marcadores: Saudação
Verdades e mentiras do 'Magalhães' em livro
Luís Cabrita quer lançar uma obra que conte toda a história do pequeno computador do regime
A história do computador Magalhães vai ser contada em livro. O autor é um gestor que promete contar todos os segredos do polémico computador. Leia em Executivos sem Gravata .
Luís Cabrita, presidente da Prológica, ( a Prológica integra o consórcio Youtsu que, com a JP Sá Couto, distribui os computadores em Portugal e no estrangeiro), andou meses a coligir dados sobre o computador do regime. No final, escreveu um livro que se chamará "A verdade da mentira do Magalhães".
Recentemente, foi entrevistado na sede da Prológica, em Carnaxide, para o tema de capa da edição da Exame que está agora nas bancas (com o título "O que é nacional no Magalhães) contou que já recebeu mais de dois mil emails desde que o Magalhães chegou ao mercado nacional. Muitos protestam contra algo que os desgostou, outros elogiam e, revela, outros tantos mandam mensagem simplesmente porque não conseguiram efectuar o pagamento no mês em que era suposto e que, por dificuldades económicas, solicitam um novo prazo para pagar o equipamento.
Enfim, os temas são mil e um e Luís Cabrita quer colocar tudo em livro. E já tem título "A verdade da mentira do Magalhães"
Tem potencial para best-seller.
Marcadores: Magalhães
Terça-feira, 30 de Junho de 2009
Musica - The Snow Fell - Tribute to Skrewdrivers
He sat in a room
in a square of the color of blood.
He'd rule the whole world
if there was a way that he could.
He'd sit and he'd stare
at the minreds on top of the towers.
For he was a beast
as he hatched his new plans to gain power.
(chorus)
And the snow fell
covering the dreams and ideals.
And the snow fell
freezing the blood and the wheels.
And the snow fell
they had to keep worm for survival.
And the snow fell
defeating the beast's only rival.
They took the old roads
that Napoleon had taken before.
They fought as a force as a light
against the darkness in a holy war.
One day they were looking around
and the sun was shining on the cold flowers.
The next day they were freezing to death
in the snow and the ice cold showers.
(chorus)
Then came the deadly roads
back from the stairs of their retreat.
The cold racked their bodies
but worse was the pain of defeat.
Many people who had hailed them once
now turned and looked away.
These people now knew
that the beast was on it's way.
(chorus)
You finally came back
to the borders of your fatherland.
Now enemies came
traitors everywhere at hand.
Many people who had fought and died
knowing that they had to win.
It still sickens my heart
to see the picture of the red flag in Berlin.
(chorus)
Sábado, 27 de Junho de 2009
Sexta-feira, 26 de Junho de 2009
Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Musica - Confront "Fall from Grace"
For all the lies that you built up in my head
It's my time for revenge
I cared to try but I don't care anymore
I'm understanding
So I'll leave my bleeding heart for you on your door
What seems to me are the fallacies
From a story that at one time I believed
Will I wake from this dream?
As I fall from grace
These are times I'd like erased
As I fall from grace
You stand by in the corner
While my life fades
I gave you all that I had to give
You took it all
Now I'm standing here alone outside in the cold
There was the train but ya ran away
Ya think ya lost me but you'll always find a way
To destroy my day
As I fall from grace
These are times I'd like erased
You never said you cared
That's all we needed to repair
And broke the ties that time
And it's all over this time
For all the things that you ever said
For all the lies that you built up in my head
It's my time for revenge
As I fall from grace
These are times I'd like erased
As I fall from grace
You stand by in the corner
While my life fades
As I fall from grace
These are times I'd like erased
You never said you cared
That's all we needed to repair
And broke the ties that time
And it's all over this time
Segunda-feira, 22 de Junho de 2009
Livros - Nuno Álvares Pereira
Foi graças à vontade política de Nuno Álvares Pereira, ao seu génio militar e à sua integridade que os portugueses, na grande crise do século XIV, conseguiram derrotar as forças de D. João de Castela.
E foi ele quem guardou a nação independente, preparando-a para o novo tempo português de navegação e expansão além-mar.
Mas o que sabemos desta grande figura da nossa História que nas últimas décadas caiu no esquecimento? Quase 600 anos após a sua morte, a canonização solene em Roma do Santo Condestável de Portugal não deixou de causar espanto e de levantar velhas questões. Pode um chefe de guerra chegar aos altares? Pode um santo ser guerreiro e um guerreiro ser santo? Nuno Álvares Pereira mostra-nos que sim. E não por um qualquer arrependimento tardio, por uma troca aparentemente súbita e em fim de vida da cota de malha pelo hábito de monge: entre as intrigas da corrupta corte fernandina e o poder e a glória da Casa de Avis, nas horas difíceis da revolução de Lisboa e nas batalhas de Aljubarrota, Atoleiros e Valverde que marcaram a Guerra da Independência, S. Nuno de Santa Maria sempre procurou ser, no espírito e na letra, o cavaleiro perfeito, indo contra muito daquilo que, na guerra e na paz, era regra no tempo.
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Terça-feira, 16 de Junho de 2009
Quinta-feira, 11 de Junho de 2009
PNR - "Perguntas mais frequentes"
1. COMO SE DEFINE O PNR?
2. QUAL A POSIÇÃO DO PNR NO ESPECTRO POLÍTICO PORTUGUÊS?
3. O NACIONALISMO É UMA IDEOLOGIA XENÓFOBA E VIOLENTA?
4. O PNR CONSIDERA-SE UM PARTIDO EXTREMISTA OU RADICAL?
5. A IMIGRAÇÃO É A CAUSA DE TODOS OS MALES?
6. OS IMIGRANTES SÃO NECESSÁRIOS PARA FAZER CERTOS TRABALHOS?
7. OS IMIGRANTES GERAM RIQUEZA?
8. OS PORTUGUESES TAMBÉM NÃO SÃO UM POVO EMIGRANTE?
9. ENTÃO QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DA IMIGRAÇÃO?
10. O PNR É UM PARTIDO RACISTA?
11. PORQUE SE AFIRMA O PNR CONTRA A GLOBALIZAÇÃO SE ESTA É INEVITÁVEL?
12. O PNR É ANTI-EUROPA?
1. COMO SE DEFINE O PNR?
O PNR é um partido político pró-pátria, pró-família, e pró-vida.
Pró-pátria porque tem uma concepção do mundo baseada na existência e cooperação de pátrias diferentes vivendo cada uma segundo os seus próprios costumes.
Pró-família porque é na defesa da instituição família que está a sobrevivência e o futuro de cada povo.ró-vida porque deve ser defendida uma cultura da vida, numa sociedade em harmonia com a natureza, contrária às políticas actuais que promovem uma cultura de morte, baseada no individualismo e na promoção do comportamento destrutivo (droga, aborto, lobi-gay, etc).
O PNR afirma-se nacionalista, entendendo que a Nação é o prolongamento natural da família.
A nossa casa é Portugal!
2. QUAL A POSIÇÃO DO PNR NO ESPECTRO POLÍTICO PORTUGUÊS?
O PNR é o único partido político português que se afirma nacionalista.
Quer isto dizer que é o único partido que defende os interesses nacionais acima dos interesses sectários, e para o qual cada Nação, enquanto Nação, constitui um valor supremo.
O PNR não é de direita nem de esquerda, antes situa-se acima dessas dicotomias parciais e divisionistas.
Nem esquerdas, nem direitas: os Portugueses primeiro.
3. O NACIONALISMO É UMA IDEOLOGIA XENÓFOBA E VIOLENTA?
Não. O nacionalismo atribui valor a cada Nação enquanto tal. Por isso, os nacionalistas, se exigem o respeito à sua Nação, devem igual respeito às demais nações e afastam de si qualquer tentação imperialista, expansionista ou colonialista.
Pelo contrário, insistem na defesa da soberania e independência dos povos, que são por vezes ameaçadas por conflitos fronteiriços e pela corrida aos recursos naturais.
4. O PNR CONSIDERA-SE UM PARTIDO EXTREMISTA OU RADICAL?
Não. O PNR pretende intervir na sociedade através da discussão pública e participando na vida política.Ao invés, o sistema é que adopta uma posição extremista em relação ao PNR, impedindo-o de participar em paridade com outros partidos e deturpando as suas ideias e propostas.
O PNR congrega pessoas de várias tendências, idades e estratos sociais, desde o patriota orgulhoso da herança dos seus antepassados, ao cidadão-comum interessado em mudar a situação actual do país, até ao simpatizante preocupado com o futuro de Portugal e dos Portugueses.
É o bastante para serem bem acolhidos no seio do nacionalismo.O PNR congrega, não divide.
5. A IMIGRAÇÃO É A CAUSA DE TODOS OS MALES?
Não. O PNR entende que cada povo pode enriquecer a sua cultura através do contacto com outros povos ou civilizações. Mas expressa igualmente a sua preocupação com as tendências mundialistas e multiculturais, das quais a imigração é apenas uma das faces, e que constituem uma ameaça à identidade, independência, e segurança nacionais.
Migrações sempre existiram e sempre existirão, nós somos contra as políticas que promovem a invasão imigrante, não contra o imigrante.
O PNR bate-se contra a imigração desregulada, contra a importação de mão-de-obra barata, contra o nivelamento por baixo dos salários, contra o aumento da criminalidade, contra a proliferação de guetos e zonas de não-direito, contra o aumento do desemprego.
O PNR aponta o dedo aos governantes, que não se importam com os portugueses mas sim com o seu próprio umbigo, e que são responsáveis pelas políticas suicidas que estão a destruir Portugal.
6. OS IMIGRANTES SÃO NECESSÁRIOS PARA FAZER CERTOS TRABALHOS?
Não. Antes de mais, se as profissões indiferenciadas fossem remuneradas com justiça haveria muitos portugueses interessados em segui-las, como sempre houve. Aliás, o facto dos portugueses fazerem esses trabalhos lá fora é prova disso, mas se são pagos miseravelmente é porque há quem se sujeite a eles por qualquer preço, o que faz com que o nível salarial baixe cada vez mais.
Efectivamente, os imigrantes que partem desesperadamente à procura de uma vida melhor vão mentalizados para aceitar quaisquer tipo de condições, ficando à mercê de uma nova forma de escravatura e de multinacionais sem escrúpulos, que são quem realmente beneficia das políticas imigracionistas, não o próprio imigrante.
7. OS IMIGRANTES GERAM RIQUEZA?
Não, geram tanta riqueza como outra pessoa qualquer, mas regra geral o imigrante ainda beneficia das benesses custeadas pelos portugueses e que lhes são dadas pelos governos, subservientes do mundialismo e capitalismo selvagem que alimenta as suas negociatas.
Os imigrantes podem contribuir para o aumento do PIB, mas isto se não forem incluídas as despesas que a presença deles em Portugal implica, e que fazem com que eles na verdade contribuam para o empobrecimento do Estado.
Junte-se ao valor do défice os milhões que já foram, e ainda são, gastos com habitação social, rendimentos mínimos, abonos a famílias que não param de crescer, recrutamento de polícias para vigiar certos bairros, custos com serviços prisionais, subsídios de desemprego, assistência hospitalar e sanitária, cursos profissionais e de língua portuguesa, etc., etc., tudo isto custa muitos milhões aos contribuintes.
8. OS PORTUGUESES TAMBÉM NÃO SÃO UM POVO EMIGRANTE?
Sim. Mas, antes de mais, os Portugueses que habitam em território nacional não podem ser constituídos reféns dos que, por motivos pessoais ou materiais, demandaram para outros países.
Além disso, é preciso ter em conta ainda que a maior parte dos emigrantes portugueses instalou-se em países europeus, como a França, a Alemanha ou a Suíça, não pondo em causa os costumes e os aspectos civilizacionais dos países de acolhimento.
E é preciso notar também que outros países, como os Estados Unidos, são desde sempre países de imigração. Não é esse o caso de Portugal.
9. ENTÃO QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DA IMIGRAÇÃO?
Uma das primeiras coisas que um governo do PNR faria seria acabar com as actuais políticas de imigração e inverter os actuais fluxos migratórios, que empurram o português para o estrangeiro e atraem os estrangeiros para Portugal, substituíndo os naturais por imigrantes.
Para isso, obviamente, seria necessário denunciar os acordos de Shengen e restaurar imediatamente as fronteiras, apostando num maior controlo das mesmas para combater a criminalidade e a imigração ilegal.
O PNR meteria imediatamente em marcha um programa de repatriamento de imigrantes indigentes, que nada produzem ou que cometem crimes.
10. O PNR É UM PARTIDO RACISTA?
Não. O racismo é uma doutrina que assenta na superioridade de uma raça sobre as outras. Ora, os nacionalistas são os únicos que verdadeiramente respeitam as diferenças entre raças, povos e nações, e que pretendem que estas não desapareçam.
O PNR condena o terror das agressões racistas, verbais ou físicas, e de que são vítimas muitos portugueses no seu dia-a-dia.
O que o PNR pretende é tão-só assegurar aos Portugueses o direito a viverem e a trabalharem numa pátria soberana e próspera, em segurança e liberdade.
11. PORQUE SE AFIRMA O PNR CONTRA A GLOBALIZAÇÃO SE ESTA É INEVITÁVEL?
A chamada globalização é responsável pela dissolução de identidades, culturas, soberanias, fronteiras, pátrias e bandeiras, e em última análise é a palavra que melhor define o mundialismo vigente, ou seja o modelo de destruição das nações posto em prática pela Nova Ordem Mundial.
A chamada direita capitalista e liberal vende-nos a ideia de que globalização é progresso económico, o que é falso, já que esta é responsável, entre muitas outras coisas, pela deslocalização dos centros de decisão que arrastam consigo para o estrangeiro as fábricas e empresas.
A chamada esquerda revolucionária reformulou o seu discurso, apresentando-se agora «por uma alter-globalização», ou globalização alternativa, que defende o multiculturalismo e a mundialização responsável pela degradação do nosso nível de vida.
Ambas, esquerdas e direitas, são inimigas da nação, e o PNR é a única força política que se opõe verdadeiramente à globalização, que é um monstro de duas cabeças: capitalista e multicultural.
A globalização não é inevitável e o seu avanço pode ser contrariado com políticas económicas e sociais que privilegiem e defendam o Nacional, e o PNR é o único partido político português que o propõe.
12. O PNR É ANTI-EUROPA?
Não. Repudiamos energicamente o super-estado federalista, os acordos de Schengen que aboliram fronteiras, o centralismo da moeda única, os acordos de política agrícola e pesca comum, os subsídios ao desmantelamento da nossa indústria e à não-produção.
Defendemos a amizade e cooperação entre os diversos povos e estados europeus, não a sua fusão, submissão ou dissolução.
As nações da Europa podem entender-se em determinadas matérias, nomeadamente em áreas como a investigação científica, a cooperação cultural ou militar, mas não queremos privar os povos europeus da sua soberania e liberdade, colocando o seu destino nas mãos de banqueiros e eurocratas.
Nós não somos uma província de Bruxelas, somos uma Nação com 900 anos de História que tem das mais antigas fronteiras do mundo.
http://www.pnr.pt/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=61&Itemid=103
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2009
10 de Junho - Exaltação Patriótica - O Ser Português...
Ser português é ser etnicamente e culturalmente português, é falar a nossa língua, é comer bacalhau com todos ao Domingo, é conduzir à direita, e negar a existência de raças.
É ser do Benfica e afirmar que o Eusébio é português, é ter um B.I. enorme que se dobra todo, é poder votar em referendos que não servem para nada,
É ter um Martunis indonésio que rapidamente se torna "símbolo nacional" apenas porque se afogou num Tsunami com a camisola do Deco, é andar há décadas a ser roubado e enganado pelos políticos mas quando há eleições pensar que "isto agora vai mudar"
É ir ao shopping no fim-de-semana com o fato de treino Nike da feira do relógio, é ouvir um sociólogo qualquer dizer na televisão que o cozido à portuguesa é um prato tradicional judaico-muçulmano e acreditar apesar de ser um prato à base de carne de porco, é ler livros da Margarida Rebelo Pinto e dizer aos amigos que "farto-me da ler", é ter pena porque o Mantorras não foi ao consulado português pedir um passaporte para jogar na "selecção de todos nós", é apitar no sinal de trânsito mal muda para verde mas desatinar com o taxista que faz o mesmo
É queixar-se da invasão económica espanhola mas não dar importância ao facto de haver mais pretos e brasileiros cá do que produtos espanhóis, é ver na TV que em Auschwitz morreram 6 milhões de judeus mais os 6 milhões de ciganos e 6 milhões de jeovás e acreditar piamente deixando cair uma lágrima
É estar atolado de neve na Serra da Estrela e culpar o Estado de não lhe ir levar correntes para as rodas, é não acreditar que o Paulo Portas e o Herman José sejam panascas e jurar que o Carlos Cruz é inocente "porque apresenta bem", é pagar 100 contos de renda durante uma vida para comprar casa e não ligar ao facto dos pretos receberem casas de borla há 30 anos e ainda reclamarem, é pagar 5 contos por um bilhete de futebol ou pela descodificação do Sexy Hot mas refilar sempre que as associações de protecção animal pedem uma esmola
É acreditar que ser homossexual não é uma doença mas sim "uma opção sexual", é dizer que o PREC e o COPCON são sinónimos de liberdade, é gastar milhões em estádios e ver velhotes com reformas de miséria ou em dificuldades nas farmácias, é saber que há portugueses a serem assassinados na África do Sul e não ligar nenhuma mas meter lenços brancos na janela pelos timorenses ou acender velas pelo Tsunami.
É ver o Povo português ser constantemente roubado por gangues de pretos, brasileiros, romenos ou ucranianose e continuar a duvidar que seja racismo, é ir ao hospital e estar 6 horas à espera para lhe receitarem um placebo ou um medicamento à conta do qual o médico vai ganhar umas férias, é o culpado do acidente ser o carro que tem o arranjo mais caro, é ver a pesca e a agricultura a acabar e as fábricas a fechar e ainda achar que a UE tem sido porreira em mandar milhões para os Torres Coutos e outros mais
É ver a bófia a multar traiçoeiramente nas auto-estradas apesar de ser lá que há menos acidentes, fazer Street Racing e picanços autorizado nos Subarus, Audis e BMWs e mesmo assim achar que pode ser para reduzir a sinistralidade, é imaginar o Carnaval do Rio como o tradicional e original, é achar que os sindicatos defendem os trabalhadores portugueses apesar destes concordarem com a vinda de mais imigrantes
É receber menos que os outros cidadãos europeus e pagar o mesmo por serviços piores e mesmo assim acreditar quando ouve dizer que tal se deve a uma crise passageira que se agravou mundialmente, ou ao défice, é acreditar que os juízes têm 3 meses de férias porque trabalham durante esse período, é achar que cabo-verdianos e angolanos têm mais a ver connosco do que espanhóis e italianos, é ver suspeitos de pedofilia serem recebidos com palmas no Parlamento e continuar a tolerar e a acreditar nos políticos, é aceitar que os imigrantes são indispensáveis para produzir riqueza e aumentar a natalidade
É ir à bruxa e alterar a sua vida consoante o que esta lhe diz, é nunca ter ido ao estrangeiro mas afirmar peremptoriamente e a toda a hora que "isto só em Portugal", é colocar a hipótese do CDS ser de extrema-direita "porque o Mário Soares assim o disse", é compreender os GNR que decapitam suspeitos de roubo em Sacavém por serem toxicodependentes mas criticar ferozmente os que espancam assassinos na Cova da Moura por serem pretos, é acreditar que se o Le Pen ganhar em França "os portugueses vão sofrer imenso", é acreditar nos "estudos científicos" que aparecem sempre que é necessário justificar algo anormal, é afirmar com aparente convicção "não sou racista" mas não querer que a filha case com um preto ou recusar morar num bairro africano, é ter uma TV que sempre que fala no Hitler ou no III Reich só apresenta imagens de guerra ou documentários sobre judeus
É ter simpatia pela "firmeza do Sócrates" só porque ele tem ar de duro e arrogante, é acreditar que os judeus foram perseguidos ao longo de toda a História "apenas por serem diferentes" ou por capricho de alguém, é acreditar nos comunas que dizem ter havido fascismo em Portugal, é ver o vizinho ser assaltado e fingir não ver ou dizer "não é nada comigo", é fazer comentários exaltados explicando que "os nacionalistas são extremistas e perigosos" mas não fazer a mínima ideia do que é a ETA ou as FP25, etc, etc, etc...
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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009
Eleições Europeias - Números, Análise e PNR
Vistas da provincia onde me encontro, no país de verdade, onde as pessoas ainda são simples, tradicionais e vivem segundo regras diferentes da vida das grandes cidades e zonas urbanas, estas eleições, no entanto, foram vividas de igual forma e passaram completamente ao lado da vida da maioria, com abstenções altissimas, demonstrando mais um vez que o povo, a grande massa dos eleitores está a borrifar-se para a Europa e para este tipo de eleições, consideram-nas apenas uma luta pelos 22 "tachos" disponiveis e afastam-se completamente da participação efectiva da escolha dos "tachos" e sua distribuição partidária.
Num país de 9.601.744 inscritos para votar, apenas compareceram ás urnas 3.557.240, o que prefaz uma abstenção de 6.044.504 (62,95%) do universo possivel de eleitores (segundo a RTP)
Ora isto é ridiculo quando pensamos nos partidos do sistema e na suas declarações televisivas, com o PSD estupidamente embriagado por uma parca e ridicula "vitória", o PS a guardar a vingança para depois, claramente já a pensar nas legislativas, o PCP eternamente vitorioso, o BE a ser tratado novamente com a maior das benevolências pela comunicação social, fazendo multiplas declarações exibidas em directos sucessivos como se de um comicio se tratasse, e o CDS respirando de alivio porque as sondagens e projecções se enganaram novamente e os betinhos da Largo do Caldas lá conseguiram manter os dois madatos.
Se pensarmos que o PSD obteve apenas 1.127.128 votos e o PS 945.362, num pais de 9.601.744 eleitores, isto é uma palhaçada e as eleições nem deviam ser legitimadas, aliás, se querem eleições, ao menos que sejam obrigatórias no voto, ou seja, um cidadão, um voto, obrigatório por lei, assim é que devia ser, mas essa é outra discussão.
Quanto aos pequenos partidos, nada de novo, total indiferença, como se não existissem.
Abastendo-me de falar de alguns deles, remeto-me directamente ao meu partido, o PNR, que obteve nestas eleições, de tão grande abstenção, uma significativa subida no número de votantes, em relação ás legislativas de 2005.
Em Fevereiro de 2005, ultimo acto eleitoral em Portugal, sem contar os referendos, o PNR obteve 9.374 votos, ( 0,16%), nestas Europeias, encabeçadas exemplarmente pelo Humberto Nuno de Oliveira, o PNR obteve 13.029 votos, (0,37%), o que é, quanto a mim, notável para um pequeno partido como o PNR, sem os recursos nem a simpatia dos grandes meios de comunicação social, que são aberta e abjectamente parcias em relação ao bloco central (PS e PSD) e alguns mesmo, declaradamente anti-PNR.
Não sei qual as conclusões que o partido, a sua direcção e orgãos directivos vão retirar destes resultados, mas quando a mim, simples eleitor, simpatizante e votante do PNR, é para mim uma alegria a subida do número de eleitores e quero endereçar a partir daqui os meus parabéns ao Humberto Nuno de Oliveira, que quanto a mim, e já o tinha referido antes, foi impecável e inteligentemente escolhido para encabeçar esta lista ao Parlamento Europeu e que fez uma boa campanha, uma excelente campanha, muito digna, muito limpa, esclarecedora quanto ás ideias do partido no que á Europa diz respeito, porque era disso que se tratava, e não a politica de sargeta, confusa, sem ideias, ideológicamente parecida, baixa e deselegante, que os grandes partidos conduziram e que nos entra pela casa dentro através dos noticiários.
Um abraço Humberto, de um camarada alentejano, bem haja, que com a sua coragem, verticalidade, honestidade, intlectual e ideológica, foi a grande revelação destas eleições e marcou a diferença nos debates e entrevistas onde apareceu.
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Quarta-feira, 3 de Junho de 2009
Terça-feira, 2 de Junho de 2009
A Doutrina do Choque
É realmente deprimente ver como toda a gente, a população em geral, se deixou surpreender nos últimos dias e semanas por parte das TVs e restantes meios de comunicação social tendo por tema a chamada Gripe A ou Gripe Suína.
O presidente do México dirigiu uma mensagem á nação mexicana dizendo que a nova estripe de Gripe era uma pandemia e que o vírus era novo e incurável, mais disse que já havia causado vários mortos, de imediato toda a gente diz e faz: não comam carne de porco, não vão á escola, ao cinema, paralisem o país.....mas ninguém disse: Não tenham medo! Como poderiam dizer isso quando é exactamente o medo que procuram.
Pesquisando um pouco fora do gritante pânico mediático e histérico que se formou nas TVs e etc, podemos encontrar que o vírus afinal é o mesmo que apareceu faz uns anos na Ásia, ficou conhecido como Gripe Asiática, e apenas se tratou de uma cortina de fumo para encobrir a grave situação económica que se vivia na Ásia nessa altura.
A situação no México é similar, na mesma altura do comunicado do presidente de México, o senado mexicano estava aprovando uma iniciativa que propõe uma lei para legalizar as drogas, para legalizar o porte de doses mínimas de marijuana, cocaína, ópio, cristal e outras drogas, perdoem-me a falta de atenção, mas nos noticiários mexicanos ninguém falou nisto, que esta lei seria posta para aprovação na câmara dos deputados dia 28 ( Esta es la nota del periodico milenio) http://www.milenio.com/node/204108
Nada de grave não é verdade? Pois outra das leis que foi aprovada foi a “Lei da Policia Federal” com a qual se legalizam e aprovam, entre outras coisas, o seguinte:
-A utilização de agentes policiais sem uniforme em casos em que envolva e justifica investigação (Bravo! Policias á paisana, civis armados, mais assalto à mão armada e mais sequestros impunes)
-A escuta das chamadas telefónicas (adeus privacidade)
-A Polícia Federal vai agora ser capaz de intervir e reter e-mails, se for necessário
-Á polícia são dadas todas as facilidades para a solicitar às empresas privadas informações pessoais de clientes para fins de investigação
-A Corporação policial levará a cabo actividades de vigilância, identificação, monitorização e acompanhamento do público em sites da Internet, a fim de evitar comportamento criminoso. (Ou, mais precisamente para evitar golpes, passeatas, movimentos civis, e assim por diante. Não esqueçamos que o centenário da revolução está mesmo ao virar da esquina)
Esta nota esta disponivel aqui: http://sdpnoticias.com/sdp/contenido/2009/04/23/382531
Além disso, a 18 de Abril de o Fundo Monetário Internacional aprovou um crédito de 47,000 milhões de dólares solicitados pelo governo do México para enfrentar a crise, 47,000,000,000 dólares ou seja, U $ 658.000.000.000 de pesos mexicanos, dentro um ano, isto significa que se houvesse a dívida externa, e actualmente há, é grande, mas, como sempre, quem paga é o povo, mas voltando ao assunto, os noticiários apenas deram a notícia, para não mencionar o risco de um tal empréstimo nem o que significa ou a magnitude que este tem em afectar a população mexicana.E a última razão para se ter criado uma psicose por uma doença curável é esta: O presidente Obama fez uma visita ao México em 16 de Abril, do que é que se falou? Alguns dizem que se falou de segurança nacional, a verdade é que Obama chegou a fazer um acordo (O Comando do Norte) em que aceita que os militares dos E.U.A. possam entrar México e gradualmente assumir o território dos poços de petróleo e reservas dos aquíferos. Merda! Nem ele próprio António López de Santa Anna!!
Tudo isso pode muito bem ter sido a causa de algumas marchas, encerramentos rodoviários, manifestações civis, tumultos armados pelos Narcotraficantes, mas tudo foi apanhado e parado pela curiosamente oportuna Gripe Suína, que foi oportuna, já que as agências governamentais (sindicatos) não funcionaram, as pessoas não vão para as ruas e por implicação para não comentar nada. A única coisa que podia fazer era ficar em casa sem nenhuma outra opção sem ser ligar a TV todos os 15 minutos para ver se havia algum lugar onde pudesse evitar a gripe, e cada 2 ou 3 horas por noticiários dando sempre as mesmas notícias.
É uma epidemia ou terrorismo de Estado? O seguinte vídeo explica mais ou menos o que estamos a viver nestes momentos:
Procurem por: SHOCK DOCTRINE, No You Tube
Recordam-se do Chupacabras, isto faz tudo parte da mesma cadeia de informação….
Marcadores: Conspiração, Gripe Suína
Sábado, 23 de Maio de 2009
Comissão Europeia considera Magalhães ilegal
Todos os programas ligados ao Plano Tecnológico da Educação, do qual o Magalhães é o mais emblemático, estão em causa. Para a Comissão Europeia, o Governo português não agiu de modo transparente, porque as empresas foram tratadas de modo desigual.
Benefícios exclusivos para:
- Intel
- Microsoft
- JP Sá Couto
Dizem as notícias que o Governo nega ter sido condenado pela Europa. É normal… foi acusado e não condenado… de onde virá esta arte de aparentar negar um facto negando-se outro numa frase 100% verdadeira.
As conclusões da Comissão liderada por Durão Barroso são preliminares e fazem parte da chamada fase pré-contenciosa da acção. Esta foi instaurada por incumprimento de Portugal da directiva 2004/18/CE (norma que regula a contratação pública na UE, de forma a assegurar a livre circulação de bens e serviços no Mercado Único Europeu). O processo nasceu de uma queixa apresentada pela empresa Accer na Direcção-Geral do Mercado Interno.»
Marcadores: Governo, José Sócrates, Magalhães
Livros - À Unha!...Os Forcados
O autor deste livro, também ele um antigo forcado, faz a história da festa brava, desde as suas origens mais remotas à actualidade.
As praças de touros, as técnicas utilizadas para as «pegas» e uma relação exaustiva e minuciosa de todos os grupos de forcados.
Trata-se de um álbum de glórias para os aficionados, ilustrado com 235 fotografias históricas.
Revestidos em tela de seda com ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura.
A edição especial tem acabamento em tela de seda, com ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura.
Todos os exemplares desta edição são numerados e assinados pelo editor.
Marcadores: Livros
Terça-feira, 19 de Maio de 2009
Livros - Guerra Colonial , As Razões de Salazar
Marcadores: Guerra Colonial, Livros, Salazar
Marcha da MP, Compromisso Solene
Peito altivo, voz firme, o filiado marcha orgulhoso ao lançar ao vento o seu hino predilecto que é, ele próprio, um programa de acção: - os nossos passos dirigem-se para a construção do Portugal novo, «Torres e torres erguendo» - esbarramos no caminho com o Ódio, a Mentira, o desinteresse….Que importa! – Continuaremos «rasgões, clareiras abrindo» - promessa da velha fronde lusitana, somos o «Tronco em flor que estende os ramos – e a nossa canção anuncia o amanhecer de um Portugal melhor. O Portugal com que sonha a «Mocidade que passa»No discurso de abertura da primeira reunião de dirigentes da MP, nas instalações do Conservatório Nacional, Nobre Guedes garantia que: «a Mocidade Portuguesa não pretende fazer dos seus filiados um corpo de exército de soldadinhos de chumbo – mas educá-los na admiração das virtudes militares e dar-lhes as condições e resistência física, como as de resistência moral, para poderem ser bons soldados, sempre que a Pátria precise utilizá-los nesta nobre função»
«Filiados da M.P.! Ides afirmar pública e solenemente o vosso propósito de servir os ideais que vos guiam!
Dizei:
- Jurais consagrar a vossa vida à consolidação e ao engrandecimento do Império Português aquém e além mar?
Resposta: Sim!
- Jurais empenhar todos os esforços para cumprir devotadamente os vossos deveres de cristãos e portugueses?
Resposta: Sim!
- Jurais fidelidade aos vossos chefes enquanto vos conduzirem no caminho do trabalho, do dever e da honra?
Resposta: Sim!
- Estais dispostos a lutar sempre para obter mais e melhor por Portugal?
Resposta: Sim! Mais e melhor por Portugal!»
Marcadores: Mocidade Portuguesa
Sexta-feira, 15 de Maio de 2009
Teorias da Conspiração
Fala-se de crise, fala-se de bancos na falência, de multinacionais a negociar com governos, em jeito de ultimato, trocando manutenção de postos de trabalho por uns "míseros" milhões em ajudas. As bolsas crasharam, estamos em recessão, estamos em depressão... os bancos centrais dão ordens de impressão de mais uns milhares de fotocópias de algo a que perversamente chamamos de dinheiro... que pelos vistos, tal manobra faz desvalorizar o seu próprio valor - uau, que tenacidade - o petróleo, bem escasso, mal contabilizado nessas contas - ora acaba amanhã, ou acabou ontem ou afinal dura mais 100 anos - continua entre sacos de plástico e poliéster a alimentar os motores - sem evolução - que dele dependem, ninguém no Mundo lhes quer alternativas, gastam muito ? Melhor. Poluem muito e as manifestações já chateiam? Ok, inventamos um catalisador e obrigamos desde o princípio dos anos 90 a usarem-no em todos os veículos novos. Simples, rápido e facilmente ultrapassada a questão.
No carro temos tudo (têm os outros, vaidosos, porque eu continuo a usar os velhinhos carros dos anos 70 e 80), GPS, ar condicionado, bancos aquecidos com massagem, vidros eléctricos, Xénon, DVD, computador de bordo que nos diz quanto temos no depósito, quanto podemos gastar, quanto estamos a gastar, quando temos de ir a oficina, que a luz do stop está fundida, mas… no meio de tanta tecnologia e cérebros de engenheiros queimados, a tecnologia que nos move, e que nos obriga a continuar a abastecer e a gastar os mesmos 6 a 8 litros aos 100Km, essa continua imutável... engraçado, certas coisas realmente não evoluem... deve ser estigma, coitadinho do motor de combustão...
Mas voltando à vaca morna, o preço do petróleo subiu muito - no póquer chama-se de bluff - apertou-se a teta até doer, e depois torceu-se só para deixar marca... afinal, sem entrar em grandes dissertações, parece que estava a ser “alavancado”, agora baixou, muito, estabilizará nos 100 Dólares daqui a uns tempos (para mais tarde confirmar/eu avisei), a pandemia da gripe das aves era iminente, era um facto, era indesmentível, ia acontecer diziam os sábios de bata branca, subiram os preços, a loucura generalizou-se, puff, fez-se fumaça, não se viu fogo... a crise do arroz, 2 quilos por pessoa no supermercado, a triplo do preço, puff... quantos lotes (toneladas) querem hoje ?
Não vivemos em castelos, já não existem cruzadas, mas tal como cantava a cançonetista, precisamos - urgentemente - de um herói... ou de um oftalmologista... digo eu (em regime de bitaite...)
Marcadores: Conspiração
Os jornalistas e o efeito "Bola de Neve"
Actualmente de tudo se faz uma tempestade, nasce um arrufo. Facilmente se destrói o prazer. Facilmente se aponta o dedo, dificilmente se esquece o amor, a paz, mas facilmente se apanha uma pedra, e atira-se, apenas para ver se parte alguma coisa e os cacos que pode produzir, é a outra versão de atirar barro á parede para ver se pega....... e para ouvir o barulho que faz ao estilhaçar as simples vidraças que envolvem os outros... que nos envolve a todos... que nós somos...
Parecemos todos fortes, queremos todos parecer demasiado fortes, demasiado perfeitos, demasiados únicos, quando nos devíamos preocupar apenas em sermos felizes, na partilha dos afectos, entremeados de alguns rasgos de ironia e mau humor (muito), para dar tempero, mas ter como finalidade o prazer dos bons momentos, da cumplicidade, da convivência, custará tanto sermos felizes com pequenos gestos ? Não falo apenas de amor, falo de pessoas, de relações, de minutos, de tempo... falo de magoar e assumir o erro, pedir desculpa (desde que seja de forma sincera, não importa o número de vezes, todos nos erramos)... falo de honestidade... falo de verdade e respeito...
Esticamos sempre um pouco mais, só para ver se sai mais sangue, se sai mais dor das nossas almas, como se o mal que trazemos cá dentro nos saísse do corpo com esses devaneios furiosos contra os outros... mas não sai, só acumula ainda mais, e afasta-nos de quem no fundo mais queremos, de quem mais nós gostamos, como se estivéssemos por vezes sedentos de saber até que ponto podemos contar com eles... mas ninguém, por mais que goste de nós, por mais que nos estime, aguenta festas meigas de mãos cardadas... Jornalistas, curiosa gente esta que habita este planeta... curiosa gentalha em que nós (alguns) acreditamos cegamente, mas continuamos a ser o que somos, que sempre seremos...........somos como somos, não inventem mais!!
Marcadores: Contradições, Jornalistas
Quinta-feira, 14 de Maio de 2009
Navios Portugueses - Classe Vouga
VOUGA (V) D 334 25 - 01 - 1933/03 - 06 - 1967LIMA (L) D 333 25 - 05 - 1933/16 - 10 - 1965
TEJO (T) D 335 04 - 05 - 1932/09 - 02 - 1965
DOURO (DR)D 332 16 - 08 - 1935/ ?? -12 - 1959
DÃO (D) D 331 27 - 07 - 1934/29 - 09 - 1960
Foram construídos os dois primeiros em Inglaterra, nos estaleiros Yarrow, e os restantes na Soc. de Construções Navais em Lisboa. Dois outros construídos em Portugal, foram vendidos à Colômbia após serem completados. Os navios desta classe foram modernizados nos anos cinquenta.
DESLOCAMENTO 1588 tons.
DIMENSÕES 96 * 9,5 * 5,7 metros
ARMAMENTO 4 peças de 120 mm : 3 de 20 mm; 2 calhas lança bombas; 2 reparos quádruplos. de tubos lança – torpedos; MINAS :40
PROPULSÃO 2 grupos de turbinas a vapor de 33 000 H.P. - 2 veios = 36 nós
GUARNIÇÃO 184 homens
Classe VOUGA Alterações
ARMAMENTO 2 peças de 120 mm ; 1 dupla e três simples de 40 mm; 3 de 20 mm: 1 reparo quádruplo de tubos lança - torpedos ; 1 SQUID A/S; 2 calhas lança bombas
RADARES: 1 de aviso aéreo MLA - 1 B , 1 de navegação, 1 de controle de tiro
SONARES: ASDIC
Marcadores: Navios Portugueses
A Morte e o Suicidio
O facto de alguém se matar não é errado, da mesma forma como alguém não se matar também não é errado. Isso pode parecer confuso, mas decorre do simples fato de que moral não existe. Isso pode parecer estranho, mas pode ser explicado facilmente da seguinte forma: valores não existem. Isso pode, agora, parecer ilegal, mas não se pode alegar a inexistência das leis, visto que estão devidamente e concretamente registadas – em blocos branquinhos de celulose ecologicamente correcta fatiada em dimensões e gramaturas oficiais – na forma de símbolos linguísticos tradicionais da cultura vigente no espaço geográfico dominado por certa população de hominídeos civilizados. Livros dessa natureza dizem, baseados em valores que não existem, o que não podemos fazer se nós, que não somos livres, quisermos permanecer livres – isto é, obedecer do lado de fora da cadeia. Sua finalidade última é determinar, geralmente em Times New Roman tamanho 12, os parâmetros para a vida em sociedade, ou seja, para a moral, para o bem... [inutilia truncat] O raciocínio circular pára aqui – se alguém quiser continuar rodopiando legalmente em filosofias relativistas até induzir o vómito, nihil obstat. Isso pode parecer estranho, mas podemos negar sua existência com um porém concreto: não existem leis, mas somente comportamentos legislados. Morrer ou se matar, apesar de corresponderem à mesma realidade objectiva, são coisas distintas subjectivamente. Se o suicídio fosse errado em si mesmo, ao cortarmos os pulsos, o sangue, em vez de jorrar, nos daria uma lição de moral. A morte não é moralmente condenável apenas por ser biologicamente inevitável. Portanto, se matar não é errado, mas está errado, e isso basicamente se explica assim: um macaco manda, o outro treme. Que general permitiria que seu exército se matasse antes da guerra? Aquele que não tem poder de sê-lo, visto que é impossível um general sem exército. A lógica da moral contra o suicídio tem duas faces: os líderes o proíbem para poderem continuar no controle, como sempre foi, visto que, mesmo depilados, permanecemos uma macacada hierárquica. Mas por que os controlados, quotidianamente, anonimamente, seguramente, proíbem-se uns aos outros o suicídio? Pelo mesmo motivo que há denúncias anónimas de roubo de chocolate no supermercado. Como são proibidos, mas não podem se vingar da opressão de seus líderes – e essa impotência lhes corrói –, a vingança se desvia para seus iguais: – punam todos os imorais, todos os criminosos de si mesmos, todos os monstros covardes que fizerem o que não posso fazer, que realizam a paz que não posso ter! Formigas orquestradas, dividindo a labuta de carregar folhas de civilização ao formigueiro. Se houvesse três carregando uma folha, mas uma delas a soltasse, aumentando o esforço das outras duas, estas encarnariam prontamente, cheias de rancor e inveja, aquilo que mais detestam: e a oprimiriam até que se tornasse tão desgraçada quanto elas próprias, e continuasse a carregar a folha indefinidamente, rumo a uma morte natural. Essa é a outra face da moral contra o suicídio. Uma miséria de escravos democráticos. Há excepções, mas estão no corredor da morte.
Domingo, 10 de Maio de 2009
Morte, Existencialismo e Absurdo
Os existencialistas defendem, muitas vezes, que as nossas vidas são absurdas, na medida em que vivemos na certeza de que um dia serão ceifadas pela morte. Se encararmos a nossa condição com exactidão, teremos de reconhecer a ausência de sentido de esperança, e que é inevitável que as nossas vidas terminem no nada. A questão que obviamente se levanta é se, perante a falta de sentido da vida, devemos cometer suicídio. Olhamos para o mundo procurando sinais da existência de sentido, mas o mundo permanece silencioso. O problema em torno do suicídio prende-se com a negação da liberdade que este implica, uma tentativa de escapar ao dilema trágico em que nos encontramos, e com a rejeição da possibilidade de se procurar afirmar a nossa dignidade face á morte. É necessário estabelecer valores num mundo que, em si próprio, não os possui. O suicídio aceita o absurdo como final e universal. Não somos obrigados a condicionar o nosso futuro devido à omnipresença da morte. A experiência do absurdo permite-nos experimentar, em simultâneo, a nossa condição de seres únicos, dignos e livres.
Frequentemente, argumenta-se que, se deus não existe, se não existe a imortalidade, a vida é absurda. Camus(1955) apresenta muito bem esta ideia, contrastando o modo como gostamos de encarar o mundo (ordeiro, moral, e racional) com a realidade de um mundo frio e insensível. Nagel (1971) enfatiza este ponto ao observar que empenhamos imensos cuidados e esforços nos nossos projectos, apenas para descobrir que os resultados podem ser decepcionantes e que, a longo prazo, nem sequer existem resultados, uma vez que acabamos por morrer. Este tipo de percepção cria frequentemente uma situação em que o suicídio se apresenta como uma solução tentadora. Porém, muitos filósofos criticam esta ideia por não considerar, com seriedade suficiente, a necessidade de desenvolvermos uma atitude audaz, apesar do absurdo da nossa situação. Ou seja, o facto de os nossos projectos poderem resultar em nada não implica necessariamente que deixemos de tentar realizá-los, pois não deixa de ser excitante tomar a decisão de fazer alguma coisa, apesar de se saber que o fim último da acção é transitório. Para muitos existencialistas, o reconhecimento do absurdo é isto mesmo: percebe-se a futilidade da acção e, ao mesmo tempo, age-se como se continuar a agir ou parar de agir fosse igualmente absurdo, e, no caso do suicídio, deixar de agir de todo.
Marcadores: Absurdo, Existencialismo, Morte, Suicidio
Sexta-feira, 8 de Maio de 2009
Os Estudantes é que sabem
Fotografia tirada dia 3-04-2009, no cortejo da queima das fitas , em Coimbra.
Os estudantes é que sabem...
Marcadores: Estudantes, Humor, José Sócrates
Quinta-feira, 7 de Maio de 2009
Manifestação pela defesa da Festa Brava no Campo Pequeno
Pede-se então a todos os aficionados que estejam presentes no Campo Pequeno, afim de mostrarmos todos juntos que a Festa dos Toiros está para durar...e mostrar que mais do que nunca a aficion portuguesa está unida e decidida em defender a tradição dos toiros em Portugal.
Devemos dar sempre um sentido á morte
O gosto pela vida é algo imprescindível para quem quer viver e ser feliz nessa vivência; a visão da morte, portanto, depende da visão da vida que temos; morrer não é o mesmo que experimentar a morte; além da separação entre matéria e alma, espírito e corpo, a morte é o ápice da realização do indivíduo, pois é somente nesse momento que ele se encontra por inteiro consigo mesmo.Agora, ser feliz é, de alguma forma, aprender a morrer, já que morrer é inevitável; assim, saber lidar com essa situação limite e que todos, sem excepção, devem experimentar, é a chave para saborear a vida assim como ela é, com suas limitações, aberrações, contradições e negações; ama-se e gosta-se da vida não por falta de problemas ou porque ela seja eterna, mas, simplesmente, pelo fato de gostar de viver.Alguns estudiosos acreditam na imortalidade da alma humana, mas ainda que seja verdadeira essa prerrogativa, não deve interferir nem deixar que a pessoa viva plenamente a sua vida; e o facto de que cientificamente ou filosoficamente apenas os fenómenos constam, também não deve trazer um gosto amargo ou desesperado a vida; morrer, assim, é deixar para outra oportunidade o que se pode realizar bem agora, é transferir a própria caminhada para um outro, é não aproveitar bem as chances que se tem. Morrer em vão é cair no vazio da própria existência ou deixar que o medo impeça de caminhar sempre na direcção certa, devemos aproveitar a morte como forma de protesto ou de honra, de amor, devemos sempre dar um significado à nossa morte.
Terça-feira, 5 de Maio de 2009
Gripe Suína - Verdade ou Mentira, alarmismo certamente
No passado dia 2 de Abril de 2009, durante a reunião do G7, integrado pela EU, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália e Japão, chegou-se a duas conclusões fundamentais
1 – A economia mundial necessitava de uma mudança
2 – O FMI destinaria 500,000 milhões de dólares para ajudar as economias emergentes, (leia-se países pobres dispostos a colaborar), pois bem, os dados estavam lançados.
Logo depois uma reunião privada entre o recém-eleito Presidente Barack Obama, dos EUA, e Filipe Calderón, Presidente do México realizada a 16 e 17 de Abril e seguidamente, quinta-feira, dia 23 de Abril, e sem nada o fazer prever, o Presidente do México, de surpresa, convoca uma reunião de emergência com o seu gabinete para logo de seguida e já durante a noite, o Ministro da Saúde do México, José Angel Córdoba Vollalobos anunciava a nível nacional a aparição do Vírus da Gripe Suína em Território Mexicano, e medidas imediatas como a suspensão das aulas a todos os níveis no Distrito Federal (DF) e no Estado do México.
A 24 de Abril o G7 declara que a economia mundial deveria colocar-se em marcha este ano e que se laçariam todas as acções necessárias para isso acontecer.
Finalmente segunda-feira, dia 27 de Abril, a empresa farmacêutica Sanofi Aventis anuncia que injectou 100 Milhões de Euros num novo plano de vacinas e doaria 236.000 doses ao México como apoio ao controlo da doença.
De tudo isto vejamos o seguinte:
1 – Desde há mais de 2 anos que a indústria farmacêutica a nível mundial tinha problemas financeiros por causa da queda na venda de medicamentos.
2 - Se não se criam Guerras têm que se criar doenças (a economia mundial deve colocar-se em marcha, lembram-se?)
3 – O México é o perfeito trampolim para lançar uma doença, ali acorrem turistas de todas as partes do mundo, curiosamente os países que primeiro anunciaram doentes que estiveram no México, e que estão a reforçar o cerco sanitário são os países que integram o G7, só a seguir os outros países começam a ter um cuidado especial em relação á suposta epidemia de gripe.
O que sucedeu a seguir? O México decreta a suspensão da actividade em todas as empresas do DF e do estado do México, e as aulas em todas as escolas foram suspensas até ao dia 6 de Maio, quando o Governo fará uma análise da farsa onde muito provavelmente, a declaração já está estudada, vai declarar que graças às medidas que se tomaram a tempo e ao apoio do povo a essas medidas puderam controlar a epidemia de gripe suína.
4 – Devemos pensar do que estamos a falar agora a nível internacional? Do vírus da gripe suína ou da crise financeira?
Isto é de antemão um alívio para o Banco Mundial e para as bolsas do mundo, devemos passar a mensagem da farsa para que não nos continuem a enganar como no passado, o México e outros países são pasto fácil para o lançamento de alarmismos infundados, basta lembrar ainda há pouco tempo a Gripe das Aves, com origem no Sudoeste Asiático, o leite contaminado na China, os Óvnis nos EUA e o Chupacabras no próprio México e parte da América Central e do Sul.
Embora da vez mais pessoas estejam informadas, existem sempre as não informadas, e mesmo entre as informadas e mais cultas existe sempre nestes alarmismos um factor inexplicável de medo e confusão, os principais noticiários informativos de todo o mundo abrem com este tipo de noticias de um dia para o outro, e a corrida às farmácias é generalizada esgotando diversos tipos de medicamentos, veja-se, por exemplo, a quantidade de máscaras vendidas em pouco tempo com as acções das marcas dos fabricantes a dispararem, no México chegam a custar 7 pesos cada máscara, imaginem o riso de quem orquestrou isto ao ver toda a gente com as máscaras colocadas.
Se alguém pensa que com esta paragem o México perde muito, engana-se, vai ser para ali canalizado o dinheiro do FMI, e imaginem a ganância das indústrias farmacêuticas a nível mundial, e como acaba de anunciar o Ministro da Economia do México, não é por dinheiro que vão parar de combater a doença, e por último os empresários consideram esta paragem um alívio, pagando apenas metade dos salários aos seus empregados.
O presidente Mexicano anunciou que a doença tem cura, confrontando no povo com as medidas preventivas, com cálculos e gráficos.
Mas onde estão os mortos e onde estão concentrados os doentes vivos?
Eu pergunto mais:
1 – Se realmente é tão contagioso como nos querem fazer crer, como e onde estão os familiares dos mortos e dos doentes?
2 – Se a gripe suína é uma mutação do vírus original dos porcos, então a origem da infecção deveria ter começado no campo e não nas cidades e zonas urbanas como inicialmente nos foi noticiado, embora depois algumas reportagens posteriores nos queiram dar a entender que as primeiras vítimas foram camponeses, teatro, puro teatro.
3 – Porque não mostraram uma única reportagem ou entrevista com nenhum doente, é certo que já entrevistaram familiares, dizendo estes que os seus parentes estão doentes mas que graças aos medicamentos estão estáveis, mas se esses mesmos familiares estiveram em contacto directo com o vírus não seria mais lógico que estivessem também infectados, doentes ou de quarentena?
4 – Porque não dizem nem revelam os nomes dos medicamentos retro-virais que estão “curando” toda esta gente doente?
Em Portugal, foi anunciado o primeiro caso de infecção com esta suposta Gripe perigosa, não se conhece a identidade da pessoa, não se conhece o paradeiro nem mais informações sobre esta pessoa ou familiares, é esta fantástica maneira do Governo português lidar com a situação, ou também já faz parte da farsa? É este o fantástico plano de emergência que vai impedir o alastramento do suposto vírus ou apenas mais uma peça na engrenagem?
Onde estão os fantásticos jornalistas de investigação que tudo descobrem, fruto das inúmeras fontes de informação no interior das mais diversas instituições, passando por cima do segredo de justiça, violando e publicando tudo o que “vende”, não são agora capazes de revelar os verdadeiros contornos desta teia, investigando o outro lado da noticia, há muito que deixou de haver este tipo de jornalista independente, ou melhor, estão mortos ou desempregados, fruto apenas de quererem ser independentes e não embarcarem em alarmismos.
Mesmo para quem seja menos informado acerca deste tipo de manipulações governamentais e informativas a nível mundial devia, deve, achar estranho duas supostas quase pandemias de gripe mortal em tão pouco tempo, no espaço de quatro anos a gripe das aves, primeiro, e agora a gripe suína, colocam o nível de alarmismo de novo nos patamares superiores do medo.
Marcadores: Gripe Suína
Livros - Homens que Pegam Toiros
Porque se enfrenta um Homem a um animal, de características tão peculiares, como o Toiro Bravo? Porque lhe há-de bater as palmas em desafio e apresentar-lhe o peito, com desdém, apenas e só com o intuito de o envolver em abraço? Porque o faz generosamente sem nada receber em troca senão o carinho e o aplauso do público ou um sorriso de mulher?
São perguntas que os menos entendidos, leigos até, poderão fazer, buscando uma resposta que, até esta data, só lhes poderia ser dada através de tradição, cultura, amor-próprio, a coragem de suplantar-se a si mesmo, dignidade, respeito e admiração.Mas não será somente tudo isto, não sendo pouco, a razão que leva um Homem fardar-se de moço de forcado, procurando a glória enfrentando, por vezes, a morte.
Tudo está no Toiro, esse animal de incógnitas, sublime e relevante. Faltava um estudo aprofundado, racional e lógico para que se entenda uma das artes mais sublimes, da nossa cultura popular, tantas vezes defendida por gente erudita.
Ao abrigo de uma tese, a Dra Teresa Soares, arquitectou de uma forma apaixonada uma visão realista, indo ao encontro dos bastidores, ao âmago da questão, para que de uma forma cuidada saltar a “teia”, para nos brindar com a galhardia, a firmeza e a elegância que lhe são reconhecidas, e realizar a mais bela das “pegas”.
Este é um livro, que não mais um, que deverá ser lido, estudado e consultado, com lugar obrigatório em qualquer estante de um bom aficionado.
Que Deus reparta Sorte!
(In Raúl Bexiga Caldeira)
Sábado, 2 de Maio de 2009
Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
Casa Branca: Lar de Satã?
O quinto ponto estende para baixo na mente da cabra, que representa Lucifer. Observe o pentagram acima da disposição das ruas de Washington em que a parte sul do pentagram cai na casa branca. Ou seja, onde o espírito de Satan deve residir!!! É sabido também que a coruja é um dos animais símbolos do satanismo. Veja que vista de cima, o desenho do contorno da casa branca se parece muito (MUITO MESMO!) com uma coruja! E Mais!!! Veja que colocado quase que subliminarmente, na nota de um dolar, tem a imagem de uma coruja pousada!!!
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Terça-feira, 28 de Abril de 2009
António de Oliveira Salazar, aniversário de seu nascimento
Homenagem a um dos maiores Portugueses de todos os tempos, sem comparação entre os seus pares na politica do no século XX português, a história se encarregará de o colocar na galeria dos nossos maiores, apenas comparável a D. Afonso Henriques, D. Nuno Alvares Pereira, Infante D. Henrique, D. João II e Afonso de Albuquerque, apenas para citar alguns.
Nesta data de aniversário, quando passam os 120 anos do seu nascimento, em dias dificeis para todos os nacionalistas e portugueses em geral, deixo a minha eterna saudade e homengem a este grande português, homem, estadista e patriota, viveu para pátria e pela pátria, dificilmente voltará a ser igualado em talento politico, económico, teve uma visão estratégica do portugal do seu tempo e soube tirar partido do melhor da pátria entre os seu povo, unindo-o contra as ameaças externas e protegendo sempre o mais alto interesse da nação contra tudo e contra todos.
Orgulhosamente sós deviamos ter continuado, Salazar, serás para sempre imortal nos corações dos verdadeiros portugueses
Marcadores: Salazar
Afinal quem é pobre??
Estava há dias a falar com um amigo meu Nova-iorquino, que conhece bem Portugal, o Eddie Habbaz que muita gente conhece no iate clube do Porto onde chegou a fazer umas regatas em Leixões no Red Falcon.
E dizia-lhe eu à boa maneira portuguesa de “coitadinhos” :
- Sabes Eddie, nós os portugueses somos pobres ...
E esta foi a sua resposta:
- Manuel, como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capaz de pagar por um litro de gasolina mais do triplo do que pago eu?
Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de telefone móvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?
Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços bancários e cartas de crédito ao triplo que nos custam nos EUA, ou quando podem pagar por um carro, que a mim me custa 12.000 dólares, o equivalente 20.000?
Podem dar 8.000 dólares de presente ao vosso governo e nós não. Não te entendo.
Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal,tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes, cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%. Nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 20% pagais ainda impostos municipais.
Além disso, são vocês que têm “ impostos de luxo” como são os impostos na gasolina e gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc, que faz com que esses produtos cheguem em certos casos até certos a 300 % do valor original., e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários,impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das empresas, de circulação automóvel.
Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso, pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado Português, vai abaixo, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.
Sois pobres onde Manuel?
Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e autarcas.
Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e de Empresas ligadas ao Estado.
Deixa-te de merdas Manuel, sois pobres onde? Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre a renda se ganhamos menos de 3000 dólares ao mês por pessoas, isto é mais ou menos os vossos 2000 € .
Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e electricidade. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto que nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.
Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.
Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.
Que vou responder ao Eddie?
Marcadores: Comparação, EUA, Pobres, Ricos
Sábado, 25 de Abril de 2009
35 anos depois, com cada vez mais razões para o luto
Só num país de loucos, governantes e grande parte do povo que lhes deu a maioria para governarem, é que se festeja uma data que recorda um acontecimento que nos levou directamente e objectivamente ao estado em que nos encontramos actualmente, pobres, desmembrados, traidos, vendidos, europeus á força, injustiçados, desrespeitados, passamos de uma situação de dominio directamente para uma situação de subserviência e 35 anos depois, olhando para o percurso do país, só os que não querem ver é que podem ter motivos para festejar seja o que fôr.
De facto dá que pensar... principalmente por ser tão real!
(Autor desconhecido)
Marcadores: 25 de Abril
Domingo, 19 de Abril de 2009
Mais uma Sócralhada!!!
Espante-se, indigne-se e passe a informação:
- Em Portugal segundo a nova lei, a interrupção voluntária da gravidez (aborto) dá direito a 30 dias de Licença com 100% do ordenado !
- Mas uma mulher que esteja grávida e que se veja forçada a ficar de baixa antes do parto, sem este ser de risco, recebe um subsídio de 65% do seu ordenado ;
- E uma mãe que tenha de assistir na doença um seu filho menor, recebe apenas 65% do seu ordenado ...!!!!
- Há coisas fantásticas, não há?
Marcadores: José Sócrates, Sócralhada
No país do "É fartar vilanagem"
Para distribuição, tal como a recebi, não lhe acrescentei nem um ponto. Acho que só peca por defeito, pois acredito haver muito mais:
PARA QUE A PLEBE SAIBA:
Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola
José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)- (Preso, mas.....)
Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD
Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP
Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho',Saiu com 10 milhões de indemnização!!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)
António Vitorino: Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)
Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD
José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES
João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.
Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação
Agora - Vogal do CA do BES
Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas ( que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte )
Agora - Presidente da Lusoponte , com quem se tem de renegociar o contrato.
Etc ... etc ... etc ...
O que é isto? Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no seu esplendor. Somem agora as casitas de Lisboa a 35 euritos de renda em média, entregues quase todas a gente muito necessitada. Andam milhares a ver se conseguem pagar os empréstimos, renegociando os spreads, dilantando os prazos de pagamento, etc, e estes ' desgraçados' nem - IMI, Esgotos, Condomínio, Seguros, nada. Não são proprietários , portanto nem rendimentos colectáveis, como se alguém que anda 30 anos a pagar a casa, tenha rendimentos dela.
Enfim, acho que isto só lá vai com outro 1755.
Cunha ou Gamanços? Penso que as duas coisas e mais clientelismo partidário e compadrio.......e depois este ESTADO até quer que se declarem as prendas de casamento e o seu valor.
Já é tempo de parar! Não te cales, DENUNCIA!
Marcadores: Clientelismo, Nepotismo
Sábado, 11 de Abril de 2009
Moldávia: manifestação convocada no Facebook
"O protesto dos anti-comunistas contra a vitória do Partido Comunista nas eleições da Moldávia foi convocado pelo Facebook e pelo Twitter.
Um dia depois dos protestos, os manifestantes ainda estão nas ruas e saquearam vários edifícios do governo, segundo o The New York Times. O mar de jovens que se juntou espontaneamente na praça central da capital, Chisinau, foi convocado através de mensagens colocadas nos sites Twitter e Facebook e de mensagens enviadas por telemóvel.
Os manifestantes criaram uma rede no Twitter onde se podia aderir e dar força ao protesto através dos novos tópicos que iam surgindo. O objectivo era que pessoas de todo o mundo pudessem acompanhar o protesto.Esta terça feira, após a criação de centenas de contas de apoio ao protesto no Twitter, o serviço de Internet foi cortado na cidade de Chisinau. Um sinal de que as autoridades não iriam permitir que mais nenhum protesto acontecesse.
Segundo o director de teatro, Mihai Fusu, "a Moldávia é um país fechado, e os jovens querem acesso à Europa". Por isso utilizam a Internet para demonstrar que "a Moldávia é um país pequeno, pobre e vergonhoso", acrescentando que "os jovens falam sobre a sua necessidade de liberdade, da Europa e de uma vida diferente".
Fonte: diario.iol.pt
Por mim podiam trocar conosco, nós saimos e eles entram, desculpem, vendem-se, e depois que se lixem!!
Sábado, 4 de Abril de 2009
Assim vai Portugal
“Pires de Lima, ex-bastonário da Ordem dos Advogados, diz que o ministro dos Assuntos Parlamentares Santos Silva fez «figura de palhaço» ao defender o primeiro-ministro José Sócrates no âmbito do caso Freeport.”
Lido AQUI
«Para mim, isto é uma figura de palhaço. Estão convencidos que enganam o público ou que somos todos estúpidos e não percebemos o que eles estão a fazer. Estou a referir-me ao Sr. ministro Santos Silva. Foi uma vergonha a reacção dele. Um verdadeiro escândalo. (...) Estamos a cair no ridículo»
Lido AQUI
'Houve uma fase, por via do seu divórcio, que o senhor presidente me pediu se eu não me importava de emprestar as minhas contas para que não se soubesse da sua situação financeira', afirmou Paula Nunes, referindo que não se recorda dos valores em causa. De acordo com o magistrado do Ministério Público, os depósitos em numerário na conta de Paula Neves, variavam entre os 140 e os 2500 contos.
As verbas depositadas na conta, segundo adiantou Paula Neves, eram gastas em despesas correntes da Câmara, como ramos de flores para aniversariantes. A antiga chefe de gabinete de Isaltino Morais, confirmou ainda que as verbas em causa eram provenientes de donativos prestados por vários empresários, que se encontravam frequentemente com o autarca na Câmara de Oeiras.
Lido AQUI
A empresa da mãe do primeiro-ministro, que está a ser investigada no âmbito do Freeport, surge envolvida num processo de corrupção na Câmara da Amadora, o qual abarca outras figuras relevantes do PS
Lido AQUI
Retirado daqui: O Guardião
Marcadores: Actualidade
Sábado, 21 de Março de 2009
Livros - Memórias de um alcoólico
Raramente, na vida das pessoas, existem situações de encontros com os quais não se espera, mas que se tornam agradáveis surpresas, mas vou mais além, encontrar situações com as quais nos consguimos identificar e por vezes até confundir tornam-se muito dificeis de surgir nos dias que correm, mesmo que essas situações sejam apenas um relato escrito num livro, entre milhares, milhões de livros já escritos até hoje.
Aconteceu-me a mim sob a forma deste magnifico livro intitulado «Memórias de um alcoólico», de Jack London, ou de preferirem John Barleycorn, ao lerem o livro percebem de certeza.
«Olhando para trás, vi como a acessibilidade do alcool me fez gostar dele. Numa geração nascem comparativamente poucos alcoólicos. E por alcoólico quero dizer um homem cuja quimica anseia pelo alcool e que o arrasta irrestivelmente para ele. A grande mairia dos bebedores habituais não só nasceu sem o desejo do alcool, como tem verdadeira repugnância por ele. Nem a primeira, ne a vigésima, nem a centésima bebida conseguem fazê-los gostar. Mas aprendem, da mesma maneira que os homens aprendem a fumar; embora seja muito mais fácil aprender a fumar do que aprender a beber. Aprendem porque o alcool é muito acessivel, A vantagem é que a geração vindoura não terá de carregar esse fardo. Não tendo acesso ao alcool nunca lhe sentirá a falta. Significará isso que a vida será mais abundante para os rapazes entretanto nascidos e prestes a tornarem-se homens - E para as raparigas nascidas entranto e prestes a partilhar as vidas deles.»
Marcadores: Alcoólicos, Livros
Sexta-feira, 20 de Março de 2009
SE A ESPANHA QUER GIBRALTAR, QUANDO TENCIONA DEVOLVER OLIVENÇA?
OLIVENÇA NA IMPRENSA BRITÂNICA
Daniel Hannan, político, escritor e jornalista inglês, com vasta obrapublicada sobre política europeia, debruçou-se agora, com saber eperspicácia, sobre a Questão de Olivença em artigo no Telegraph, cuja tradução para português se transcreve (segue-se o original em inglês)
«SE A ESPANHA QUER GIBRALTAR, QUANDO TENCIONA DEVOLVER OLIVENÇA?
Daniel Hanan
E se tivesse sido ao contrário? E se a Espanha tivesse tomado um pedaçode território de alguém, forçado a nação derrotada a cedê-lo num tratado subsequente, e o mantivesse ligado a si? Comportar-se-ia Madrid como querque a Grã-Bretanha se comporte em relação a Gibraltar? Ni pensarlo! Como é que eu posso estar tão certo disso? Exactamente porque existe um caso assim. Em 1801, a França e a Espanha, então aliadas, exigiram que Portugal abandonasse a sua amizade tradicional com a Inglaterra e fechasseos seus portos aos navios britânicos. Os portugueses recusaram firmemente, na sequência do que Bonaparte e os seus confederados espanhóis marcharam sobre o pequeno reino. Portugal foi vencido, e, pelo Tratado de Badajoz, obrigado a abandonar a cidade de Olivença, na margem esquerda do Guadiana. Quando Bonaparte foi finalmente vencido, as Potências europeias reuniram-se no Congresso de Viena de Áustria para estabelecer um mapa lógico das fronteiras europeias. O Tratado daí saído exigiu um regresso à fronteira hispano-portuguesa (ou, se se preferir, Luso-espanhola) anteriora 1801. A Espanha, após alguma hesitação, finalmente assinou o mesmo em1817. Mas nada fez para devolver Olivença. Pelo contrário, trabalhou arduamente para extirpar a cultura portuguesa na região, primeiro proibindo o ensino do Português, depois banindo abertamente o uso da língua.Portugal nunca deixou de reclamar Olivença, apesar de não se ter movimentado para forçar esse resultado (ameaçou hipoteticamente com a ideiade ocupar a cidade durante a Guerra Civil de Espanha, mas finalmente recuou). Embora os mapas portugueses continuem a mostrar uma fronteira por marcar em Olivença, a disputa não tem sido colocada na ordem do dia no contexto das excelentes relações entre Lisboa e Madrid. Agora vamos analisar os paralelismos com Gibraltar. Gibraltar foi cedida à Grã-Bretanha pelo Tratado de Utrecht (1713), tal como Olivença foi cedida à Espanha pelo Tratado de Badajoz (1801). Em ambos os casos, o país derrotado pode reclamar com razões que assinou debaixo de coacção, mas é isto que acontece sempre em acordos de paz. A Espanha protesta que algumas das disposições do Tratado de Utrechtforam violadas; que a Grã-Bretanha expandiu a fronteira para além do que fora estipulado primitivamente; que implementou uma legislação de auto-determinação local em Gibraltar que abertamente é incompatível com a jurisdição britânica especificada pelo Tratado; e (ainda que este aspecto seja raramente citado) que fracassou por não conseguir evitar a instalação de Judeus e Muçulmanos no Rochedo. Com quanta muito mais força pode Portugal argumentar que o Tratado de Badajoz foi derrogado. Foi anulado em1807 quando, em violação do que nele se estipulava, as tropas francesas e espanholas marcharam por Portugal adentro na Guerra Peninsular. Alguns anos mais tarde, foi ultrapassado pelo Tratado de Viena. Certamente, a Espanha pode razoavelmente objectar que, apesar dos pequenos detalhes legais, a população de Olivença é leal à Coroa Espanhola. Ainda que o problema nunca tenha passado pelo teste de um referendo, parece com certeza que a maioria dos residentes se sente feliz como está. A língua portuguesa quase morreu excepto entre os mais velhos. A cidade (Olivenza em espanhol) é a sede de um dos mais importantes festivais tauromáquicos da época, atrai castas e matadores muito para além dos sonhos de qualquer pueblo de tamanho similar. A lei portuguesa significaria o fim da tourada de estilo espanhol e um regresso à obscuridade provinciana. Tenho a certeza que os meus leitores entendem aonde tudo isto vai levar. Este "blog" sempre fez da causa da auto-determinação a sua própria causa. A reclamação do direito a Olivença (e a Ceuta e Melilla), por partede Espanha, assenta no argumento rudimentar de que as populações lá residentes querem ser espanholas. Mas o mesmo princípio certamente se aplica a Gibraltar, cujos habitantes,em 2002, votaram (17 900 votos contra 187!!!) no sentido de permanecer debaixo de soberania britânica.A Grã-Bretanha, a propósito, tem todo o direito de estabelecer conexões entre os dois litígios. A única razão por que os portugueses perderam Olivença foi porque honraram os termos da sua aliança connosco. Eles são os nossos mais antigos e confiáveis aliados, tendo lutado ao nosso lado durante 700 anos - mais recentemente, com custos terríveis, quando entraram na Primeira Guerra Mundial por causa da nossa segurança. O nosso Tratado dealiança e amizade de 1810 explicitamente compromete a Grã-Bretanha no sentido de trabalhar para a devolução de Olivença a Portugal. A minha verdadeira intenção, todavia, é a de defender que estes problemas não devem prejudicar as boas relações entre os litigantes rivais. Enquanto Portugal não mostra intenção de renunciar à sua reclamação formalem relação a Olivença, aceita que, enquanto as populações locais quiserem permanecer espanholas, não há forma de colocar o tema na ordem do dia. Não será muito de esperar que a Espanha tome um atitude semelhante vis-a-vis Gibraltar. Uma vez que este texto certamente atrairá alguns comentários algo excêntricos de espanhóis, devo clarificar previamente, para que fique registado, que não é provável que estes encontrem facilmente um hispanófilo mais convicto de que eu. Eu gosto de tudo o que respeita ao vosso país: o seu povo, as suas festas, a sua cozinha, a sua música, a sua literatura, a sua fiesta nacional. Amanhã à noite, encontrar-me-ão no Sadler´s Wells, elevado até um lugar mais nobre e mais sublime pela voz de Estrlla Morente. Acreditem em mim, señores, nada tenho de pessoal contra vós: o problema é que não podem pretender ter uma coisa e o seu contrário.
(trad. C. Luna)
Marcadores: Olivença
Quarta-feira, 18 de Março de 2009
Livros - O Grande Livro dos Portugueses Esquecidos
Esta é uma história (quase) desconhecida e apagada da memória colectiva de um povo, que não soube e/ou não quiz merecer muitos dos seus melhores filhos. Ou seja, seguindo Camões, sujeitos à lei da morte dela se não libertaram de todo. Po incúria de todos nós.
Esta é uma história (quase) esquecida de portugueses, muitos deles vencedores na Europa e no Mundo, em disputa com outros e/ou com eles mesmos, mas que continuaram omissos, a maioria deles, no apreço dos seus conterrâneos.
Com esta anamnese tentamos iludir esse olvido, fazendo regressar à vida, libertos do pó dos aquivos por breves momentos de um tempo de leitura, estes portugueses Esquecidos.
Sabia que na corte de Catarina, a Grande, existia um médico português? Próximo da czarina, Ribeiro Sanches serviu a soberana russa sendo considerado um dos grandes percursores da reforma pombalina. Em Londres ardeu em praça pública Cavaleiro de Oliveira, escritor e diplomata que não se quis calar editando polémicos escritos. Encarcerado na Junqueira morreu aquele a que os alemães chamaram de “Newton português” – Bento de Moura, físico e inventor. Herói da independência do Brasil, Andrade da Silva descobriu o terceiro elemento químico, o lítio.
Talentosos, lutadores e por vezes ignorados em vida, contam-se os atribulados percursos de vida de homens e mulheres que, dentro ou fora do país, deixaram um inquestionável contributo. Esquecidos, mas de extraordinárias vidas, é na verdade uma aventura a descoberta destes portugueses pelo mundo...
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Segunda-feira, 9 de Março de 2009
Jornadas sobre o Português Oliventino
As «Jornadas sobre o Português Oliventino», realizadas no passado dia28-02-2009 em Olivença, constituíram uma notável manifestação dos oliventinos na defesa das suas tradições e da sua língua, e demonstraram avontade e determinação das gerações mais novas em preservar a sua identidade e a sua cultura. Congratulamo-nos com a oportunidade de testemunharmos um momento novo na afirmação de Olivença. Estão de Parabéns, ao terem organizado e levado por diante as «Jornadas», os Oliventinos de Além Guadiana!
Para melhor conhecimento, consulte-se:.
http://alemguadiana.blogs.sapo.pt.
www.alemguadiana.com.
http://www.youtube.com/user/alemguadiana
alemguadiana@hotmail.com
Marcadores: Olivença
Sábado, 7 de Março de 2009
Magalhães Móvel
Um carro económico fabricado em Portugal Magalhães Móvel
MAIS UM EVENTO DO SÓCRATES...
O HOMEM NÃO PÁRA ...
Prevê-se até ao fim do próximo ano, produzir e vender 1.000.000 destes maravilhosos descapotáveis.
Para quem se inscrever através da internet, o valor do Magalhães Móvel é de 99€ !!!
E já traz o novo chip nas matrículas…


Marcadores: Plano Tecnológico
Quarta-feira, 4 de Março de 2009
Livros - Afonso de Albuquerque - O sonho da India
Logo que Vasco da Gama voltou da India com as naus desmanteladas e tripulações muito reduzidas, toda a Nação Portuguesa se alvoroçou. O empreendimento em que uma geração inteira se tinha gasto fora coroado de êxito retumbante. Estavam finalmente abertas de par em par as portas do Oriente, que durante mil e quinhentos anos se conservaram cerradas á Europa.
Se quisermos compreeender o sentir deste povo, quando se descobriu o caminho maritimo para a India, bastar-nos-á visitar a Igreja de Belém. Toda a alegria exuberante de uma raça moça e vigorosa, o seu encanatamento perante os novos horizontes que se lhe iam deparando, visões de fantásticas regiões longinquas, tudo está representado, para sempre, na pedra daquela estranha flora quimérica que ornamenta a arquitectura conhecida por Manuelina.
Ai, no meio da confusão de cabos entrelaçados, algas e conchas, junto de colunas encrostadas como rochedos submersos, sob as abóbadas que t~em a beleza de grutas submarinas, podemos perceber os ecos de um hino triunfal ás maravilhas do mar. Belém comemora um sonho que se tornou realidade, um milagre levado a cabo.
A expansão portuguesa de além-mar é fenómeno inexplicável à face da história. O desejo de espansão supôe falta de espaço e os portugueses tinham mais que o bastante na sua linda Pátria pequenina; a população era muito inferior a dois milhões de almas. A Nação acabava de sair de uma luta secular, de vida ou de morte, primeiro com os mouros e depois com os castelhanos. A razão por que havia este povo de sentir-se instigado a espalhar-se pelo mundo desconhecido, depois de ter alcançado a paz pela vitória sobre os seus vizinhos, é enigma indecifráfel.
«O reino está muito pobre e minguado de gente para guarnecer as terras de além-mar. Seria impossivel conservá-las!» Assim dissera o sábio infante D. Pedro em 1436, quando se premeditava a conquista de Tânger. Não se pode negar que fossem sensatas as suas palavras. Todavia, menos de um século depois, sem qualquer auxilio de homens ou de dinheiro estranhos, Portugal estava senhor, não só de todas as cidades mais importantes de Marrocos, mas também de territórios em toda a costa de África, e impunha a sua vontade a metade dos reies da Ásia.
Não é de admirar que esta grandeza não fosse duradoura. Maravilha é que tenha existido. Para que um país com os recursos de portugal, podesse conservar as suas conquistas, seria indispensável uma raça de heróis e o génio que os dirigisse. A cópia de heróis não sofreu interrupção, mas o génio não é hereditário. Houve, certamente, inúmeros grandes homens. Os séculos quinze e dezasseis foram épocas de vida e produziram personalidades dinâmicas em todos os países, mas o dominio português, para além-dos-mares, foi inaugurado e estabelecido por dois espiritos superiores que muito sobrelevam à sua geração: O infante D.Henrique - o Navegador - foi a força que impeliu a nação a explorar o Atlântico desconhecido, a rasgar os mistérios do Globo terreste, lançando-a assim no caminho da India; e o grande Afonso de Albuquerque assentou os alicerces do Império no Oriente.
Na história desse século poderemos ler os noms de muitos que talharam para si reinos com a espada, mas Albuquerque é único entre eles. Precisamente como as explorações portuguesas, projectadas sistemáticamente e cientificamente realizadas, diferem da aventura fantástica de Colombo, tambem Albuquerque nada tem de comum com os conquistadores espanhóis fanfarrões do Novo Mundo.
Não foi nehum soldado da fortuna em busca de despojos. Não procurava riquezas para si e os tesouros do oriente não o engodavam.
Escravo de uma ideia, só para ela queria viver e por ela trabalhar. Ora nos surge marinheiro, ora soldado, estadista, administrador ou diplomata, com igual competência e saber em todas as situações, pondo sempre as suas múltiplas faculdades ao serviço de um único fim: fundar um poderoso império no Oriente, exaltar o sei Rei e a sua Pátria.
Não são os êxitos guerreiros de Afonso de Albuquerque, por muito assombrosos que sejam, que nos revelam a verdadeira grandeza do homem. No campo de batalha Albuquerque é um dos mais brilhantes cabos de guerra do seu tempo, que fazia a guerra à moda feroz da sua época; mas quanto a obra construtiva é único.
A obra de Albuquerque foi, essenssialmente, construtiva, Reconhecemo-lo quando o vemos ocupado no gigantesco edificio que havia delineado, erguendo-o parcelarmente, prodigalizando os mesmos cuidados a todos os promenores, sem nunca perder de vista o conjunto. Albuquerque construia para o futuro, para durar - «as coisas que fazia», observou um contemporâneo, queria, «que durassem para sempre». Felizmente para ele, nunca chegou a saber que a sua obra, pela própria natureza das coisas, não podia ter continuidade. Nasceu muito antes do seu tempo e os principios em que ele fundava o dominio colonial só em meados do século XX triunfariam.
Governar homens de outra raça sem os escravizar, respeitar-lhes os custumes e conceder-lhes a liberdade religiosa, fazê-los experimentar uma justiça que eles desconheciam, deixa-los tomar parte no governo, educar e formar as novas gerações - podem ser os fins declarados de toda a administração colonial de meados do século XX, e por isso recentes. Não teria lembrado a muitos contemporâneos de Albuquerque ou posteriores, que um povo conquistado podia tornar-se mais feliz com a conquista. Considerar os naturais de uma colónia, não como meros servidores do branco, mas como súbditos do mesmo estado, cujas liberdades são garantidas pela mesma bandeira, é uma ideia recente. De todas estas ideias Albuquerque foi um precursor que tanto ultrapassara a sua época que, ao vagar o seu lugar, não havia quem o ocupasse.
Foi somente depois de a Europa ter tido na Ásia a experiência de trezentos anos, que homens de outra nação chegaram ás conclusões que ele tinha descoberto por si, havia tanto tempo, se se orientaram por teorias semelhantes ás dele.
Homem de vontade indomável, Albuquerque teve muito quem o contrariasse em vida, especialmente entre os seus subordinados; todavia, parece que nenhum conquistador deixou atrás de si uma impressão de perda mais profunda, nem mais geral. Quando a sua mão de ferro deixou de pesar sobre a India - o India chorou e foi rezar-lhe no túmulo. Os capitães endiabrados e a soldadesca brava que se lhe haviam submetido, enraivecidamente, à disciplina, verificaram que quase não valia a pena servir outro senhor.
O novo governador, Lopo Soares, homenzinho irascivel e espalhafatoso, viu-se perante uma multidão de descontentes, europeus e indigenas, e reconheceu que, para suceder a um gigante, era preciso ser gigante.
E, nos anos seguintes, os veteranos, de longas barbas e cobertos de cicatrizes, falavam, de respiração contida, do tempo de Afonso de Albuquerque, como de dias alcióneos que não podiam voltar mais. E assim foi. Nenhum dos sucessores de Albuquerque teve talento para continuar a sua obra.
Provavelmente nem o próprio Albuquerque poderia levar a cabo o seu grandioso projecto. Os impérios com que sonhava eram demasiados vastos, para que um país pequeno os podesse sustentar; todavia, enquanto ele viveu, estavam longe de parecer impossiveis.
Com efeito, em seis anos de governo, sempre manietado pela falta de homens, de navios e de dinheiro, bem como pela estreiteza de vistas e pelas suspeitas injustas do Rei, Albuquerque fez sentir a sua influência desde a Arábia até á China, e apossou-se das chaves do Oceano Índico.
A Pérsia, o Sião e a Abissinia solicitavam a sua amizade, ao mesmo tempo que uma dúzia de reizetes indianos inquietos, se informavam dos seus desejos, enviando-lhe emabaixadas respeitosas.
«Pera os tratos da India se fazerem como cumpre a vosso serviço», escrevia ele a D. Manuel, dai-me «nela três mil homens, bem armados». Nunca lhe deram o que pedia; mas, quando morreu, Portugal era a potência que na Ásia mais se fazia temer.
Por única recompensa teva a ingratidão do real.
Marcadores: Afonso de Albuquerque, Livros
Terça-feira, 3 de Março de 2009
Faz-se justiça, matam-se os assassinos
Mataram um assassino de não se sabe bem quantos milhares de Portugueses, se o meu falecido pai fosse vivo este seria certamente um dia de festa, ele que se lembrava bem do terror que era apenas ouvir falar no nome "nino" entre a tropa portuguesa naquelas paragens do nosso Império.
Pensar que ainda viveu exilado em território nacional durante 5 anos, é pena a memória das pessoas ser curta e o governo ter deixado este terrorista viver em descanso ente nós.
Teve a morte que merecia, violenta, passado á bala e a golpes de faca, que tenha sofrido o suficiente antes de dar o ultimo suspiro e que a terra lhe seja bastante pesada.
Pai, onde quer que estejas, este já não te atormenta mais os pesadelos.
Marcadores: Guiné, Nino Vieira
Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009
A suposta crise
Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros-quentes.
Não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia os melhores cachorros-quentes da região.
Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.
As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas.
Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.
O negócio prosperava...
Os seus cachorros-quentes eram os melhores!
Com o dinheiro que ganhou conseguiu pagar uma boa escola ao filho.
O miúdo cresceu e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.
Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo cachorros-quentes feitos com os melhores ingredientes e gastando dinheiro em cartazes, e teve uma séria conversa com o pai:
- Pai, não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Há que economizar!
Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: Bem, se o meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isto, então só pode ter razão!
Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior).
Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores).
Para economizar, deixou de mandar fazer cartazes para colocar na estrada.
Abatido pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.
Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo até chegarem a níveis insuportáveis.
O negócio de cachorros-quentes do homem, que antes gerava recursos... faliu.
O pai, triste, disse ao filho: - Estavas certo filho, nós estamos no meio de uma grande crise.
E comentou com os amigos, orgulhoso: - 'Bendita a hora em que pus o meu filho a estudar economia, ele é que me avisou da crise ...'
Vivemos num mundo contaminado de más noticias e se não tomarmos o devido cuidado, essas más noticias influenciar-nos-ão ao ponto de nos roubarem a prosperidade.
O texto original foi publicado em 24 de Fevereiro de 1958 num anúncio da Quaker State Metals Co.
Marcadores: Crise
Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009
Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009
11/9 - Hoje e sempre, embuste!!
Ainda e sempre acerca do embuste que foram os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, encontrei um artigo muito bem elaborado sobre a teoria da cospiração:
Pode ser visto aqui: http://mateusbohner.wordpress.com/
INTRODUÇÃO
«Antes de mais nada é necessário deixar bem claro que o objetivo deste artigo não é incentivar o ódio contra o povo norte-americano, afinal eles são vítimas nessa história. Nem apoiar terroristas de qualquer origem, apesar destes também serem vítimas dessa história. Muito menos acobertar ou inocentar Osama Bin Laden, o que seria um absurdo, pois ele mesmo já assumiu o papel de vilão da história.O objetivo deste artigo é desmascarar os verdadeiros vilões (que por sinal são muito mais poderosos que um saudita das cavernas) e tentar derrubar esse muro de mentiras que foi construído em torno dos acontecimentos do dia 11 de setembro de 2001, antes que elas entrem definitivamente para os livros de história e iludam nossos filhos e netos, assim como estão nos iludindo. Isso se os planos desses vilões não vierem estragar os nossos planos de ter filhos e netos, ou mesmo de dar um futuro para eles.Lembro que esta não é minha opinião, mas sim uma busca pela verdade, na qual você pode tirar suas próprias conclusões e no final ajudar a entender aonde vai acabar este caminho escuro e perigoso por onde a humanidade está seguindo»
Marcadores: 11 de Setembro
Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009
Sobre a morte e o morrer
Uma das coisas certas da vida é a morte, mas as nossas vidas são absurdas, na medida em que vivemos na certeza de que um dia serão ceifadas pela morte.
O reavivar do interesse pelo tema da morte, que atravessa diversos campos do saber, revela a sua articulação nas diferentes áreas históricas e culturais, dando a conhecer os aspectos universais da morte e do morrer.
Mas o interesse pela morte não se deve limitar ao âmbito académico e profissional. Na verdade, a natureza da morte, bem como a própria realidade da morte e do morrer, têm sido considerados como estando na base da cultura, remetendo para a estruturação da própria vida.
Se encararmos com exactidão, teremos de reconhecer a ausência de sentimento da esperança, e que è inevitável que as nossas vidas terminem no nada. É inevitável que todos morramos um dia, o que faz da contemplação da morte um exercício que diz respeito a todas as pessoas.
A uma dada altura da vida, a pessoa tem de se confrontar com a morte, quer com a sua quer com a dos seus entes queridos. É nesta altura que a contemplação da morte pode conduzir a uma reflexão profunda sobre a sua inevitabilidade e sobre o processo de morrer.
A minha morte representa o fim das minhas possibilidades, o completo colapso e o fim do meu mundo. A nossa morte é diferente da morte dos outros.
O acto de morrer pertence à pessoa que está a morrer, e aqueles que permanecem vivos não podem experienciar a perda do ser que está a acontecer a essa pessoa. Só podemos estar junto da pessoa, mas não podemos ser essa pessoa. Assim, de certa forma, todas as pessoas morrem sozinhas.
A questão que obviamente se levanta muitas vezes, é se, perante a falta de sentido da vida, devemos cometer suicídio. Olhamos para o mundo procurando sinais da existência de sentido, mas o mundo permanece silencioso, o que fazer?? O suicídio aceita o absurdo como final e universal. Não somos obrigados a condicionar o nosso futuro devido à omnipresença da morte e a experiência do absurdo permite-nos experimentar, em simultâneo, a nossa condição se seres únicos, dignos e livres.
Marcadores: Morte
Sábado, 31 de Janeiro de 2009
Sobre a avaliação dos professores
Já que muitos jornalistas, comentadores e sobretudo os politicos do PS e (des)governo da Nação defendem e compreendem (?) o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc.).
Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, por exemplo os médicos.
A carreira seria dividida em duas:
Médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e Médico.
A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um portefólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiva análise relativa aos pacientes.
O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc. A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética...
Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que os nossos 'especialistas' na área da educação e todos em geral não terão dificuldade em levar o exercício até ao fim.
A questão é saber se consideram aceitável o modelo?
Caso a resposta seja afirmativa, então vamos lá, porque não aplicar o mesmo modelo, tão virtuoso, a todas as profissões? Será???!!!
Já agora...
Poderiam começar a 'experiência' pela Assembleia da República e pelos (des)governo dos (des)governantes...pelos titulares de cargos públicos
(E já agora, desmistifique-se de uma vez por todas a ideia que os professores não são nem nunca foram avaliados - ISSO É PROPAGANDA E MENTIRA... Foram sempre avaliados por outros métodos e sistemas, porque há centenas de métodos de avaliação)
(Recebido por e-mail)
Marcadores: Avaliação de professores
Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009
O Saudosista apoia o Humberto e o PNR
Na linha do Ultimo Reduto, do Estado Novo, do Alma Pátria do Cidade do Sossego, do Pena e Espada, do Área Nacional e depois do pensamento expresso no próprio Reverentia Lusa - o Saudosista tambem apoia a candidatura nacionalista de Humberto Nuno Oliveira ao Parlamento Europeu
Bem estruturada, pensada e posta em práctica esta condidatura pode ser uma "pedrada no charco", ou melhor, no pântano em que Portugal se encontra enterrado.
Marcadores: Parlamento Europeu, PNR
Livros - Enciclopédia da Morte e da Arte de Morrer

Enciclopédia da Morte e da Arte de Morrer
História, ciência e cultura. O tema da morte convoca várias áreas e domínios do saber. Da origem e evolução de temas como o suicídio, pecado e doença, ao próprio conceito de morte, esta enciclopédia inclui uma apontável variedade de entradas. Tocando a biologia, medicina, sociedade, psicologia, religião e filosofia, esta pode ser uma excelente fonte de consulta para especialistas e estudantes.
Perguntas a remeteram a diferentes áreas do conhecimento, mas a abarcarem a complexidade do tema da morte. Envolvendo diferentes especialistas, esta enciclopédia, organizada por entradas, permite uma consulta de temas tão díspares como a sexualidade, o controlo, a perda, o aborto, a eutanásia...
Marcadores: Livros
Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009
Isto é uma Fantochada
Medina Carreira comenta a situação do país, a propósito do Magalhães e a propósito do estado da Nação, ARRASADOR:
Marcadores: Magalhães, Medina Carreira
Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009
Meine Ehre Heisst Treue
Os valões vão pagar um pesado tributo na Estónia. O grupo ao qual pertence o Hauptscharfuhrer Moreau recebe, em cheio, uma granada soviética. Moreau cai por terra, como se tivesse sido atingido por um raio. Quando volta a si, vê que a cabeça do seu chefe está perto, arrancada pela explosão. Tenta apanhar a pistola-metralhadora e apercebe-se que já não tem o braço direito. O sangue sai aos borbotões do buraco enorme que tem no ombro, facto estranho, pois ainda não sente nada. Moreau, que partiu para a legião Wallonie com a primeira coluna, que escapou de Doretz, do Cáucaso e do Kessel de Tcherkassy, quer continuar a combater. Procura pegar na arma com a mão esquerda, mas tambem já não tem a mão esquerda....Dirige-se, então, para a retaguarda, como um fantasma sem braços, com o qual a morte não quer nada.
A 25 de Agosto, Dorpat e tomada. Os russos avançam sobre a Reval (Tallin), a capital e grande porto da Estónia.
Êxodo. Milhares de carroças de refugiados misturam-se ás centenas de camiões militares.
O Brigadefuhrer Wagner convoca Léon Degrelle para lhe pedir que monte uma barragem. Na base da rectaguarda da Wallonie só já há feridos e os homens dos serviços, os quais, na sua maioria, já têm mais de setenta anos.
O Kampfgruppe que improvisam, é constituido por uns cinquenta «combatentes», comandados por dois oficiais belgas. Um tem o braço atravessado por uma bala e o outro o peito aberto.
Das quatro companhias, que estiveram empenhadas na frente, só sobram 32 homens dos 260 que eram na véspera....O brigadefuhrer Wagner decide:
- Pela primeira vez na história do exército alemão, condecoro-vos a todos com a Cruz de Ferro, Sem uma única excepção.
Não há possibilidade se qualquer cerimónia. O chefe do Movimento Rexista, numa noite chuvosa, vai a cada um dos abrigos onde os seus homens, solitários, velam.
Os Russos, nalguns casos, estão a 10 metros. Degrelle pendura-lhes no peito a fita e a cruz, beija as faces hirsutas e felicita os «borguinhões», um a um. Os soldados tranquilizam-no:
- Não há problema, chefe, os vermelhos não passarão.....
A ofensiva inimiga è detida na Estónia. Os Waffen SS da Wallonie tiveram 95 % dos seus, atingidos pelo fogo inimigo. Só resta um punhado para ser passado em revista pelo Obergruppenfuhrer Felix Steiner, comandante do Corpo Germânico. O Sturmbannfuhrer Degrelle receberá, tambem, a insignia em ouro dos combates próximos, que é concedido após 50 acções corpo-a-corpo.
Adolf Hitler convoca-ao ao supremo quartel-general, para o condecorar pessoalmente e dizer-lhe:
- Se tivesse um filho, gostaria que fosse você.
Alguns meses mais tarde, a Estónia estará perdida. os russos empurrarão as ultimas forças do Reich para a Curlândia. esse Kessel, esquecido por todos conseguirá deter o assalto dos soviéticos até ao fim da guerra. Os sobreviventes de umas vinte divisões conseguirão, a um contra dez, aguentar do Outono de 1944 à Primavera de 1945.
Apesar dos «Irmãos da Floresta» que resistirão durante vários anos, três nações vão desaparecer da carta política da Europa e da História do nosso tempo.
Para escapar à captura e à morte, alguns punhados de estonianos e de letões das Waffen SS, acompanhados por camaradas alemães e neerlandeses, atravessarão o Báltico para irem para a Suécia.
Em barcos de pesca à vela, germanos e baltas reviverão, numa última aventurosa travessia, as sagas dos Vikings.
As Waffen SS, de Henri Landemer
Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009
O que é a Globalização??
Pergunta: Qual é a mais correcta definição de Globalização?
Resposta: Morte da Princesa Diana.
Pergunta: Como?
Resposta: Uma princesa inglesa com um namorado egipcio tem um acidente de carro num tunel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bebado de whisky escocês , que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas; a princesa foi tratada por um médico americano , que usou medicamentos brasileiros e isto é-te escrito por um portugues, usando tecnologia de Bill Gates, e você provavelmente estará a ler isto num clone da IBM que usa chips feitos em Taiwan, e num monitor coreano montado por trabalhadores do Bangladesh numa fábrica de Singapura, transportado em camiões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, re-empacotado por mexicanos e finalmente vendido a todos nós por judeus.
Isto é, caros amigos , GLOBALIZAÇÃO!!
Marcadores: Globalização
Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
Lembrar sempre Olivença
Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org
Viva o 1.º de Dezembro!
No próximo 1.º de Dezembro comemoram-se 368 anos da Restauração da Independência.
Logo em 5 de Dezembro de 1640, Olivença, assim que lhe chegaram notícias da revolta, repudiou o domínio filipino e fez jus à divisa que lhe fora outorgada pelos Reis de Portugal: NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA!
Ocupada militarmente em 1801, desde então sob administração espanhola e forçadamente separada das demais terras portuguesas, Olivença constitui alerta eloquente para todos aqueles que querem um Portugal verdadeiramente livre e independente.
Lembrando a NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA, e apelando à participação cívica de todos na defesa da sua portugalidade, o Grupo dos Amigos de Olivença participará como habitualmente nas comemorações públicas do Dia da Restauração.
Convidam-se todos os associados e apoiantes a integrarem a Comitiva do Grupo dos Amigos de Olivença que se concentrará, no dia 1.º de Dezembro, às 15:30 horas, frente à Casa do Alentejo, dali saindo para comparecer nas cerimónias oficiais que terão lugar às 16:00 horas, na Praça dos Restauradores, em Lisboa.
Para Lembrar e Reencontrar Olivença!
Marcadores: 1º de Dezembro, Olivença
Terça-feira, 18 de Novembro de 2008
Livros - Mocidade Portuguesa
Durante décadas, em Lisboa, na Avenida da Liberdade, e um pouco por todas as ruas das cidades portuguesas, jovens rapazes desfilavam orgulhosos, de bandeira em punho, exibindo a sua inconfundível farda verde e caqui. A Pátria, Deus e Salazar - o homem que criou a Mocidade Portuguesa (MP) com o objectivo de efectuar a «formação integral» da juventude, com vista a moldar «homens de carácter». Os novos homens para um Estado Novo. A MP, organização tutelada pelo Estado durante aproximadamente quatro décadas (de 1936 a 1974), em pleno Salazarismo, enquadrou a juventude em idade escolar, obrigatoriamente entre os 7 e os 14 anos, voluntariamente até à idade da incorporação militar. Criada à imagem e semelhança de organizações de juventude de outros paises europeus. De norte a sul do país, a MP organizou paradas, acampamentos e sessões de ginástica.
Terça-feira, 4 de Novembro de 2008
Momentos....
Um jornalista do Correio da Manhã descobre que existe um bordel em Lisboa ao qual vão todos os políticos e decide investigar.
Fala com a Meretriz e pergunta:
- o Mário Soares vinha aqui?- Sim, claro! Dava gosto, um cavalheiro. As melhores meninas, o melhor champanhe, as melhores gorjetas. Cada vez que vinha, era uma festa.
- Santana vem?- Sim! Mas não é a mesma coisa. Pede sempre desconto, nunca pede champanhe, nunca está de acordo com a conta, queixa-se sempre e ameaça-nos com o SEF.
- Paulo Portas, também vem?- Sim, mas não procura meninas, procura sim, meninos.
- E a Leite?- Bem, essa é o contrário; procura meninas e não meninos.
- E o Sócrates?- Também vem, mas esse fica pouco tempo. Entra, dá um beijo na mãe e sai.
Marcadores: José Sócrates
Terça-feira, 28 de Outubro de 2008
Livros - As Waffen SS
Nas tabernas enfumaradas de Munique, nos anos vinte, um punhado de homens protege os oradores de um novo movimento: o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães.
Na noite de 30 de Janeiro de 1933, quando Adolf Hitler é eleito Chanceler do Reich, são já cerca de 50.000 e ostentam, nos seus bonés negros, a caveira de prata.
Serão 100.000 a servir nas Waffen SS, em princípios de 1940, e 1 milhão, conco anos mais tarde, quando do «Crepúsculo dos Deuses». Vindos de mais de 30 nações da Europa, esses voluntários constituem um verdadeiro exército, que só obedece às suas próprias leis.
Durante 5 anos, batem-se sob a Bandeira Negra, suscitando o entusiasmo e o ódio. Matam e são mortos.
O chefe deles, Heinrich Himmler, exige que sejam ao meso tempo temerários e implacáveis.
Serão, até ao fim, soldados políticos, que prolongam, pelo ferro e pelo fogo, em todos os campos de batalha de um mundo em ruinas, o combate da Ordem Negra.
«Quero - dizia outrora Adolf Hitler, em Nuremberga -, uma juventude violenta, dominadora, incorruptível, corajosa e cruel. Suportará o mal e não terá qualquer fraqueza. O seu olhar será o de um animal selvagem, livre e indomável. A minha juventude será forte e magnífica. Será hábil em todos os exercícios físicos. Farei desaparecer milhares de anos de domesticação. Quero ter o puro e nobre produto da natureza. É com esse material que farei o mundo. Não quero uma educação de intlectuais; a ciência estragou a juventude. Deve aprender a dominar e a vencer as epreensões da morte. Eis a justa medida de uma juventude heróica»
Marcadores: Waffen SS
Terça-feira, 21 de Outubro de 2008
O foco da Crise
América do Norte, os "States", cabeça e garante do capitalismo selvagem e imperialismo arrogante, berço e sede das multi-nacionais mais "multi-nacionais"; onde o modo de funcionar de um sistema, com os seus mecanismos e processos, deu, e de certo modo ainda dá, a impressão de estarem lá localizados os fios mais ou menos invisiveis das "marionetas" do grande espectáculo do capital acumulado e desperdiçado, procurando lucro e acumulação, procurando onde encontrar lucro à medida da acumulação, crescendo a acumulação por forma a que o lucro, para ter a sua medida, se busca em prácticas e especulações a crescerem com a mobilidade dos capitais acumulados e à deriva. A inflação, as crises monetárias do Dolar, as despesas que parecem sem sentido, os Estados (isto é, em cada país, todos nós) a suportarem durande décadas as despesas e os não ganhos de alguns para que esses possam continuar a encontrar taxas de lucros compatíveis com os capitais acumulados e que não têm outro sentido que não seja o de promover maisor acumulação.
Para a frente, América, para a frente USA, acumula, acumula.....até rebentar.
Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008
Para todos os homens e rapazes
Nesta era dos jogos de computador e dos telemóveis, deve continuar a haver um espaço para as brincadeiras interminaveis, para as casas na árvore, para as histórias do mar e dos piratas, dos navegadores e aventureiros, histórias de incrivel coragem dos nossos antepassados. A única coisa que dizemos todos da nossa infância é que nos parece que na altura tinhamos mais tempo para tudo, ora os Domingos continuam lá, e os enormes Verões - que continuam a ser enormes - também, se soubermos olhar bem para eles e retirar do tempo prazer de viver.
O crescimento de um rapaz é sobretudo feito de curiosidade e nestes tempos conturbados de incertezas e hesitações, tanto homens como rapazes têm prazer, mas sobretudo, necessidade, de ler histórias como a da viagem de Vasco da Gama para a India, as viagens de Diogo Cão a progredir na costa africana, as batalhas na India portuguesa, Malaca, Ormuz, Afonso de Albuquerque, a batalha de Diu, as histórias devem ser contadas e recontadas senão as memórias delas vão morrendo aos poucos.
As histórias de coragem podem ser lidas como aventuras apenas, ou talvez como inspiração, exemplos de actos extraordinários feitos por pessoas comuns ou não.
Será antiquado? Depende. Os homens e os rapazes de hoje continuam os mesmos, ou deveriam continuar, e ainda se interessam pelos mesmos assuntos, se bem que esses assuntos estejam disfarçados pelo modernismo.
Rapazes, não se preocupem com a genialidade, nem se preocupem por não ser espertos. Acreditem sobretudo no trabalho árduo, na perseverança e determinação. O melhor lema para uma longa caminhada é: Não refiles. Segue em frente.
O teu futuro está nas tuas mãos. Nunca duvides disto. Não sejas convencido. O rapaz convencido, como o homens convencido, não tem muito mais de consiga fazer. É um fala barato que gaba a sua mercadoria banal. É sempre a lata vazia a que faz mais barulho. Sê honesto, bondoso e leal. Lembra-te que o mais dificil é aprender a não ser egoista. E esta é uma das melhores qualidades de um homem.
Ama a Pátria, os campos e as serras até perder de vista
Mantêm-te saudável, de corpo e de espírito
Marcadores: Rapazes
Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008
Magalhães - O mais escandaloso golpe de propaganda do ano
O Sócrates tem vindo a revelar do que é capaz, este homem é perigoso e a máquina Socialista é feroz, vejamos:
Os noticiários têm vindo a abrir, e a incluir muitas peças, com pompa e circunstância, anunciando sucessivamente o lançamento do 'Primeiro computador portátil português', o 'Magalhães'. A RTP refere que é 'um projecto português produzido em Portugal' A SIC refere que 'um produto desenvolvido por empresas nacionais e pela Intel' e que a 'concepção é portuguesa e foi desenvolvida no âmbito do Plano Tecnologico.' Na realidade, só com muito boa vontade é que o que foi dito e escrito é verdadeiro. O projecto não teve origem em Portugal, já existe desde 2006 e é da responsabilidade da Intel. Chama-se Classmate PC e é um laptop de baixo custo destinado ao terceiro mundo e já é vendido há muito tempo através da Amazon. As notícias foram cuidadosamente feitas de forma a dar ideia que o 'Magalhães' é algo de completamente novo e com origem em Portugal. Não é verdade. Felizmente, existem alguns blogues atentos. Na imprensa escrita salvou-se, que se tenha dado conta, a notícia do Portugal Diário: 'Tirando o nome, o logótipo e a capa exterior, tudo o resto é idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006. Aliás, esta é já a segunda versão do produto.' Pelos vistos, o jornalista Filipe Caetano foi o único a fazer um trabalhinho de investigação em vez de reproduzir o comunicado de imprensa do Governo.
A ideia é destruir os esforços de Negroponte para o OLPC.
O criador do MIT Media Lab criou esta inovação, o portátil de 100 dólares...A Intel foi um dos parcceiros até ver o seu concorrente AND ser escolhida como fornecedor. Saiu do consórcio e criou o Classmate, que está a tentar impor aos países em desenvolvimento.
Sócrates acaba de aliar-se, SEM CONCURSO, à Intel, para destruir o projecto de Negroponte. A JP Sá Couto, que ja fazia os Tsumanis, tem assim, SEM CONCURSO, todo o mercado nacional do primeiro ciclo.
Tudo se justifica em nome de um número de propaganda política terceiro-mundista.
Para os pivots (ex-jornalistas?) Rodrigues dos Santos ou José Alberto Carvalho, o importante é debitar chavões propagandísticos em vez de fazer perguntas.
Se não fosse a blogosfera - que o ministro da propaganda Santos Silva ainda não controla - esta propaganda não seria desmascarada. Os jornalistas da imprensa tradicional têm vindo a revelar-se de uma ignorância, seguidismo e preguiça atroz.
Marcadores: Governo, Magalhães, Propaganda
Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008
Livros - PORTO DO GRAAL
«Irrompendo do inconsciente dos povos, os mitos são as ‘notícias’ que nos chegam dos arquétipos inexprimíveis (...).»
Lima de Freitas
Lima de Freitas, pintor, escritor e ensaísta, foi, sem dúvida, um homem que esteve muito à frente do seu tempo e uma das personalidades mais notáveis do século XX português. Frontal a transmitir as suas ideias e reflexões sobre a sociedade moderna e a rica tradição mítico-espiritual portuguesa, ou mitolusista, se quisermos empregar o neologismo criado por ele próprio, nunca deixou de chamar a atenção para a existência da «Alma Lusa». Porém, não foi um nostálgico do passado, mas sim, protagonista efectivo na emergência do Novo Paradigma e no estudo da relação do «Portugal invisível» com a Europa telúrico-espiritual e com outras tradições culturais da humanidade.
«Tudo o que a Revolução Francesa e, depois, o Positivismo de Augusto Conte e as teorias marxistas nos trouxeram tende a dissolver-se no dealbar da Nova Era. Esse mote que viciou, escravizou a mentalidade dos homens do Poder, embotando--lhes a capacidade de se identificarem com o Povo que também são, (...) há-de esbater-se (...) na poderosa muralha dos Mitos Lusos. (...)(...) Portugal não tem razão para se envergonhar perante as restantes nações da Europa. Pelo contrário, temos muito para ensinar-lhes, para dar-lhes. Isso é um pouco o Império do Espírito Santo. [A Missão a cumprir] tem a ver com as nossas qualidades maiores: a fraternidade humana que temos arreigada; a ideia de universalidade; o desenho do Quinto Império (...).»
Lima de Freitas
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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008
Anti-Moderno pois claro
Sou um homem do século XIX e não do século XXI, o que não quer dizer que seja menos atento que os actuais.
Proclamo-me anti-moderno, a modernidade apenas trouxe regressão e miséria, infelicidade e analfabetismo, basta olhar a vida e a actualidade por outro prisma, senão repara
em, o que é que a modernidade trouxe de bom? Podem dizer imensas coisas, desde a saude á educação, eu penso exactamente o contrário, não é mais feliz quem vive mais mas sim quem vive melhor e mais feliz com a vida que conhece, e por isso quem antigamente vivia apenas 50 anos e morria de cancro sem saber que o tinha morria mais feliz do que aquele a quem lhe é diagnosticado um cancro e passa os próximos 2 ou 3 anos nos hospitais a fazer tratamentos dolorosos com tudo o que isso acarreta em termos familiares e pessoais, dor, angustia, impotencia, para no fim morrer de igual forma e muitas vezes de maneira pouco digna, é a morte antes da morte.
A modernidade trouxe-nos o fundamentalismo ecologico derivado á loucura poluidora mundial que por sua vez deriva do capitalismo selvagem.
As saudades que eu tenho de ver os antigos da minha terra, hoje infelizmente quase todos mortos, passarem na minha rua com as suas carroças de bestas a caminho das suas hortas de onde retiravam o sustento do dia a dia, couves, batatas, alhos, cebolas, feijão e fruta, num cantinho o sitio dos animais, um porco ou dois na engorda juntamente com a criação de galinhas, coelhos, codornizes e pombos, o homem era independente e feliz nesses tempos porque em ultimo caso não dependia de patrões para comer, não tinha créditos a pagar no fim de cada mês, não tinha preocupações com empréstimos e podia apreciar as coisas boas da vida enquanto enrolava um cigarro de onça no fim de cada dia na conversa de taberna entre iguais a bebericar um copo de vinho da região ou um medronho caseiro sem a fiscalização da ASAE.
Hoje em dia se deixarmos um qualquer miúdo de 30 anos sem trabalho e sem rendimentos de qualquer espécie ele ou vai roubar, mendiga ou morre de fome ou doença relacionada, tudo porque nem sabe cultivar para comer.
Sou anti-moderno porque defendo tradições ancestrais completamente incompativeis com os actuais padrões do politicamente correcto.
A modernidade trouxe-nos uma educação que raia as fronteiras do absurdo, no país onde á apenas 40 anos se aprendia em 4 anos a ler e escrever correctamente o português, onde se aprendia a geografia nacional e mundial, onde se aprendia matemática para a vida, onde se aprendia moral e bons custumes, a escola era de onde saiam os homens e mulheres formados para a vida em apenas 4 anos, aprendia o burro e o inteligente, o rico e o pobre, basta pensar nisto e olhar a rebaldaria que é hoje a escola portuguesa para vermos que regredimos alguns séculos na educação dos nossos filhos, daqui a 30 ou 40 anos não teremos pessoas válidas para governar este pobre país, a educação actual é uma anedota, os professores, que deveriam ensinar e educar, estão atolados em papelada e borucracia, não há tempo para ensinar nada a ninguém, foram transformados em bodes espiatórios da incapacidade do (des)governo em formar e educar as nossas crianças, as velhas escolas do Estado-Novo, com toda a sua simbologia e formalismo foram transformadas em réplicas ridiculas dos modelos estrangeiros, clones de sistemas que não são os nossos, décadas de desenvolvimento de um sistema escolar com provas dadas foram simplesmente deitados fora pelo cano abaixo, nem os próprios edificios escaparam a esta febre transformadora liderada há muitos anos pelos Socialistas onde Sócrates é o expoente máximo da doutrina anti-escolar, os lindos edificios escolares do Estado-Novo têm sido vendidos e cedidos ao desbarato, não raras vezes a estrangeiros que os transformam e separam da sua traça arquitectónica tradicional e tão caracteristica, outros têm sido cedidos a organizações esquerdistas de ambientalistas e outros grupos anarquicos, é como passar uma esponja sobre a memória colectiva de várias gerações de portugueses e portuguesas, é como entregar a milhões de pessoas um atestado de incompetência geral.
Marcadores: Anti-Moderno, Educação
As ovelhas negras
Eu penso que o PNR, embora tivesse mais por onde pegar, faz bem em recordar ás pessoas o problema da imigração e faz bem em promover desta forma o debate sobre o tema, embora á partida se a ideia tem origem no PNR fica logo condicionada.
Não devemos fazer de um tema simples uma ideia complexa, Portugal tem as portas escancaradas e qualquer um cá entra com os mais diversos prepósitos, desde roubar a servir de econderijo provisório todas as intenções são válidas, aos olhos dos estrangeiros o país serve para tudo nos dias que correm.
As fronteiras deviam ser fechadas e deviamos sair da porcaria que é o chamado espaço schengen, só a pronúncia disto me dá azia, é claro que isto nunca será possivel com este (des)governo, e não concordo com a ideia que alguns imigrantes fazem falta a Portugal, só faz falta quem está, e se querem lamentar a falta de alguem lamentem-se dos portugueses que já morreram por causas directamente relacionadas com a imigração legal e ilegal.
A permanencia de estrangeiros em território português é devassa das tradições nacionais, é causa de desemprego na directa relação em que podemos pensar que um posto de trabalho ocupado por um estrangeiro podia ser ocupado por um português, mas isso já é causa de mais discussão porque o português actual não quer um trabalho, quer um emprego, o que são coisas diferentes.
Mas o problema da imigração tem diferentes pontos de vista, visto da província onde me encontro, com muito orgulho por sinal, o problema tem de ser visto se forma diferente daquela que é vista nas grandes cidades, um pouco por todo o país o estrangeiro imigrante tem vindo a impôr-se ostensivamente ás populações locais de forma gradual mas objectiva, como que programada, o caso dos Alemães no interior é um caso exemplar desta forma de integração forçada a que me refiro, com eles vieram um sem número de problemas e vivencias tóxicas e desconhecidas para as populações do interior português, é a droga cultivada, é a indumentária diferente, o aspecto fisico diferente, é a cultura anglo-saxónica que tem uma componente tolerante que eu considero prejudicial e contra natura ás origens e cultura portuguesas.
Nos ultimos anos o estrangeiro tem vindo, pouco a pouco, a deixar o isolamento da serra para se imiscuir nas vilas e aldeias, como?, comprando casas tradicionais já no interior das aldeias e lugares do interior para a seguir construir o que lhes apetece sobre as ruinas daquelas que já foram casas de felizes familias portuguesas, onde é que fica a arquitectura tradicional portuguesa nesta situação?
Por quanto tempo mais temos de levar com estas aberrações em cima? Isto está a tornar-se um autêntico cavalo de Troia que tem de ser travado o quanto antes, penso que devemos todos, nos nossos contactos diários com os estrangeiros, transmitir um sentimento de mau estar pela sua presença, tratá-los mal, tratá-los de forma a que sintam que não gostamos deles, que sintam que não são bem vindos no nosso país.
O caso dos africanos então é de gritar aos céus, pensar que fizeram uma guerra terrorista contra nós nas nossas províncias ultramarinas para nos expulsar e agora vêm para cá como se nada fosse com eles é qualquer coisa de absurdo e intoleravel.
Por tudo isto eu apoio a iniciativa do PNR, embora como eu já disse antes, haveria mais por onde se pegar no estado em que o país está.
Marcadores: Estrangeiros, Imigração, PNR
Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008
Liga dos Últimos - Identidade e Resistência
Depois de ter visto no passado fim-de-semana as queixas ao Provedor do Telespectador da RTP por causa do programa "A Liga dos Ultimos", não posso deixar de afirmar o meu apoio e admiração pelo referido programa e repudiar todas as criticas efectuadas e o tempo de antena dado a algumas pessoas para expressarem os seus fracos argumentos contra os conteúdos exibidos no programa.
Marcadores: Liga dos Ultimos
Sábado, 20 de Setembro de 2008
Reflexão diária
Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos, outros porém, antes mesmo de os ouvirmos já sabemos que são mesmo burros
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008
Leituras no pós 11/9, para compreender o mundo actual
A procura da verdade é urgente mas cada vez mais difícil. A mundividência empacotada que as televisões e os jornais nos oferecem e fazem entrar á força casa dentro está adulterada; o excesso de informação dos dias de hoje é um novelo infinito de teorias de tudo para todo o gosto. Podemos, dada a finitude da vida humana, não ser capazes de aceder a verdades metafísicas (se é que elas existem) mas tal não se aplica a factos efectivos. Acreditamos na capacidade mas acima de tudo no direito que temos para aceder á verdade empírica acerca dos factos históricos, sociais, económicos e políticos que determinam e condicionam directamente a forma como vivemos e encaramos o mundo.
Para quem deseja saber um pouco mais acerca dos mecanismos conspirativos pelos quais toda a humanidade é hoje controlada, e para que nenhuma teoria da conspiração corra o risco de incorrer em devaneios ociosos, recomendo a leitura de quatro livros essenciais:
"ADMIRÁVEL MUNDO NOVO” de Aldous Huxley,1932:
Obra de ficção onde o autor descreve uma sociedade futurista que reflecte o seu desencanto com o mundo industrializado. Huxley, lança o alerta para a potencial ameaça que o progresso tecnológico representa para os direitos civis mais básicos dos indivíduos. Pensámos que nem mesmo Huxley, alguma vez previu que as profecias que imaginou em 1932 para o ano de 2500, começariam a realizar-se tão rapidamente. O mundo novo descrito por Huxley é um mundo sem valores humanos fundamentais, os indivíduos são criados em série e todos ocupam o lugar que lhes foi atribuído numa sociedade mecanizada. Em 1949, Huxley afirmava: “Na próxima geração, acho que os senhores do mundo descobrirão que o condicionamento infantil e as narcopsicoses são mais eficazes como instrumentos de governo do que os garrotes e os calabouços (...) e que a avidez de poder pode ser saciada tão cabalmente se através da indução, se conseguir que as pessoas amem a sua escravidão...”
“1984” de George Orwell,1945:
Nesta obra de ficção, escrita em 1945, Orwell descreve um estado futurista onde uma sociedade hiper vigiada não conhece o conceito de liberdade. Esta obra inspirou o famoso reality show televisivo “BigBrother” onde um grupo de pessoas se submete á vigilância permanente de todos os seus actos. Num olhar atento pela conjectura hodierna facilmente se percebe a relação directa entre a disseminação do medo global e a progressiva perda das liberdades individuais em nome da segurança. Com isto fica claro que “1984” não é um mero romance de ficção política mas a expressão da inteligência visionária de George Orwell. Um alerta para todos. Obrigatório.
“DESMANTELAR A AMÉRICA” (Ensaios de Lisboa) de Oswald le Winter, 2001:
Oswald le Winter, para além das inúmeras missões que cumpriu como espião para o governo dos Estados Unidos, trabalhou para a CIA entre 1965 e 1995. Foi chefe do ITAC na NATO e ascendeu a major-general no Exército. Em 1988 denuncia os crimes da CIA e em 1998 é condenado á prisão por alegada fraude numa operação conjunta entre a CIA, o FBI e o MI-6. Está exilado em Lisboa desde 2000. No final de 2001, publica exclusivamente em língua portuguesa “Desmantelar a América”, com seis edições em apenas dois meses. Ao contrário das obras de Orwell ou Huxley, esta obra de Oswald não é ficcional mas sim reveladora das tramas reais com que actualmente os “senhores do mundo” manipulam a nossa vida nas suas mais variadas dimensões. “Desmantelar a América” expõe os mecanismos essenciais das agências governamentais dos Estados Unidos para a protecção e expansão de um Império em que, os valores éticos da Constituição democrática apenas servem de pele de cordeiro para encobrir um lobo voraz.Entre as inacreditáveis revelações deste livro, o destaque vai para a acusação da implicação da CIA no caso Camarate e para a teoria sobre a participação dos serviços secretos americanos na execução dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001. De leitura Obrigatória.
“DEMOCRACIA E SECRETISMO” ( Mais Ensaios de Lisboa) de Oswald le Winter, 2002:
Oswald le Winter volta á carga para dizer o que não foi dito em “Desmantelar a América”.Na Segunda parte das crónicas de Lisboa, são desvendados pormenores inéditos acerca dos atentados de Oklahoma e dos assassinatos de John F. Kennedy, Malcom X e Martin Luther King. A tese que atribui á administração Bush a execução do11 de Setembro é aqui reforçada com argumentos sóbrios e de inegável validade. Na descrição da capacidade holística do sistema ECHELON e do funcionamento dos satélites espiões, são expostos factos que elevam de vez George Orwell ao panteão dos visionários. Porque razão os Estados unidos são o maior supermercado de armas biológicas? Quem lucra com os assassinatos dos direitos civis no ocidente? Qual o interesse real da guerra da América ao Islão? Quais os portugueses que pertencem á poderosa Sociedade Bildberg? Para conhecer a resposta a esta e a outras perguntas, leiam o livro!
Ler atentamente cada um destes livros é ampliar a consciência, é abrir os olhos para lá das aparências e dos factos superficiais! É ser politicamente incorrecto.
A liberdade passa pela informação e a ignorância é uma forma de submissão ao sistema vigente.
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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008
11/9, Sete anos depois, verdade ou mentira?

Num tempo de fraude universal dizer a verdade é um acto revolucionário.
George Orwell
O maior e mais opressivo império na terra é o império anglo-americano. Por este queremos significar o Império Britânico, do qual os Estados Unidos da América são uma parte. Foram os homens de negócios judeus do Império anglo-americano que estabeleceram e têm mantido os Grandes Negócios como um meio de explorar e oprimir os povos de muitas nações. Este facto aplica-se particularmente às cidades de Londres e Nova Iorque, a fortaleza dos Grandes Negócios. Este facto é tão manifesto na América que existe um provérbio a respeito da cidade de Nova Iorque que diz: "os judeus são donos dela, os católicos irlandeses governam-na, e os americanos pagam as facturas."
Em A Declaração de Factos da Sociedade Torre de Vigia em 1933 na Alemanha Nazi
Carroll Quigley: The Anglo-American Establishment
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Domingo, 27 de Julho de 2008
Quintas da Fonte, por Mário Crespo
O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!"
"O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter.
"Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias.
Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência.
A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos".
Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008
Livros - Forcado
Livro FORCADO, da autoria de Joaquim Grave (texto) e Francisco Romeiras (fotografia).
Uma obra que trata essa figura tão lusitana de uma forma diferente, levando o leitor às origens dos jogos taurinos protagonizados pelos nossos antepassados, analisando a simbologia, a ética e a motivação dos homens que, em pleno século XXI, ousam bater as palmas a um toiro bravo sem qualquer outra defesa que a força dos braços e a generosidade do seu coração.
Ao longo de 240 páginas, de atraente grafismo, no formato 29x25 cm, em edição de capa dura, “FORCADO” descreve, no texto e em mais de 200 fotografias, os momentos que tornam mágico e arrebatador esse personagem tão especial, o Forcado.
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Sexta-feira, 4 de Julho de 2008
Mais um....É fartar vilanagem!!
Marques Mendes - Novo Pensionista !
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Segunda-feira, 30 de Junho de 2008
Livros - Assim Matam os Portugueses
Porque somos Portugueses e porque somos humanos, individuais, únicos, porque todos temos uma história, conhecemos uma situação, apeteceu-nos agir, fazer, actuar, queremos vingança, justiça, a sede de sangue, a vertigem do crime, a bebedeira das emoções, um tiro de caçadeira ecoa nos montes, uma lâmina brilha no escuro, um momento, uma fracção de segundo transformada em eternidade, para o bem e para o mal.
A história de qualquer homicídio é a história das pessoas que morrem, das pessoas que matam e das que tentam encontrar os responsáveis pelo crime. São histórias de crimes cometidos por dinheiro, por ciúme, por loucura. As armas são pistolas, caçadeiras, facas ou as próprias mãos. Os assassinos são homens e mulheres, novos e velhos. Desde o pacato cabo da GNR que matou três raparigas, ao reformado que um dia assassinou metade de uma aldeia e se suicidou, passando pelo famoso caso da Praia do Osso da Baleia e pela sucessão de mortes ligadas aos estranhos negócios da noite do Porto. A psicologia do assassino é um mistério difícil de desvendar. Mas será que os portugueses têm um modo especial de matar?
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008
LIvros - PORTUGAL - TESOURO ESPIRITUAL DA EUROPA
Este livro aborda os grandes temas da riquíssima tradição simbólica e espiritual portuguesa abordada por um dos grandes pensadores europeus.
O Culto do Espírito Santo, o mito Fundador de Portugal, a criatividade popular, as raízes pagãs da cultura lusitana, são alguns dos temas focados de forma magistral por Gilbert Durand.
Em anexo é inserida correspondência inédita entre Gilbert Durand e Lima de Freitas.
Gilbert Durand é um dos grandes filósofos e autores de temas espirituais e míticos dos últimos 40 anos a nível mundial.Uma figura estrangeira que aborda a cultura portuguesa.
Quinta-feira, 8 de Maio de 2008
Luftwaffe Aircrew Reenactors
The Luftwaffe Aircrew Reenactors Association is an international network of living historians and reenactors who bring life to the study and recreation of the German combat aviator of the Second World War.
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008
34 anos de traição
«Desde a data de Nossa Fundação, 5 de Outubro de 1143, que Portugal sofreu mudanças que passaram pela ribalta mundial aos dias desastrosos de crise que vivemos hoje. Lutando contra os mouros nossos Homens mereceram ser Honrados e seus nomes ficaram na história. Vencidas as tentativas de ocupação espanhola, que nos deixaram grandes marcas na Nossa História.
Os Descobrimentos foram o auge na Nossa História e todos devemos ter orgulho neste capítulo do Nosso País. Seguiram-se as invasões francesas, foi um momento de tristeza vivido pelos Portugueses, mas não nos deixamos cair e seguimos em frente. Portugal e as suas colónias eram um Grande Império e arrasavam nos quatro cantos do mundo. Caímos talvez em mãos erradas e fomos perdendo a potência que havia em nós. A Conferência de Berlim tirou-nos o título de Grande Império, mas continuamos em busca da vitória. Seguiram-se tempos de miséria e pobreza em Portugal e a Primeira Grande Guerra veio dar a Portugal um desânimo que só viríamos a ultrapassar muitos anos depois, com o aparecimento do Estado Novo.
Apesar do que dizem os “entendidos”, acreditamos que o Estado Novo foi o melhor regime de Governo para Portugal alguma vez visto. Não é que fossemos uma nação poderosa, mas éramos nós, sem dívidas nem pactos. Tínhamos as nossas colónias, os nossos rendimentos, o nosso povo, não necessitávamos de ajuda de outros países que só se interessavam nas Nossas riquezas. Éramos um país isolado, mas com orgulho!
Seguiu-se o 25 de Abril de 1974 e muita coisa mudou. Gente interesseira fez com que o Nosso Portugal caísse em mãos erradas e passamos a ser uma nação desunida e “violada” pelos países que se haviam apoderado de Nós. Democracia é a palavra a que eles apelidam os tempos, maus digam-se, em que vivemos. Fomos de “bestiais a bestas”, os desgraçados da Europa. Neste momento, com a “União” Europeia, somos um país carenciado e necessitado, tendo em quase tudo das piores estatísticas da Europa.
E agora questiono: Será que foi este o país que D. Afonso Henriques sonhou um dia vir a “ter”? Ou será que fomos “enterrados” com este regime democrático? Falando em democracia… Será que ela existe?
Partidos comunistas, uma ideologia sem o mínimo de credibilidade, são apoiados indirectamente, enquanto que, partidos Nacionalistas, que defendem os Ideais de Portugal e dos Portugueses, são escorraçados da Sociedade. Haverá a tão desejada liberdade de expressão?
Este texto, se chegado a alguém dos ditos democratas seria certamente um escândalo, mas se sair uma entrevista com algum comunista a dizer de suas ideias ninguém contestava e todos diziam “ámen” a tamanhas insanas palavras.
A imigração é um problema a resolver urgentemente. O País é Nosso! Vêm para cá gentes de outros países, de outras raças, que nada contribuem para a União do Nosso Povo. Neste momento há quinhentos mil desempregado e quinhentos mil imigrantes, ou seja, quinhentas mil pessoas que não entendem que o seu lugar não é aqui mas sim em qualquer parte do seu país. Será coincidência, ou negligência do Governo? Eu acredito, aliás, nós, Nacionalistas, acreditamos vir um dia a ter um país limpo e puro, onde toda gente será feliz e onde não haverão misturas culturais ou étnicas, seremos todos Portugueses.
O combate ao vandalismo, às drogas, à prostituição e a outros temas que nos afligem, dizem eles estar activo, nada vemos! Assim Portugal tem elevada taxa de criminalidade, de toxicodependentes, de prostituição… é preciso combater como deve ser esses cancros da Nossa Nação! Um dia o povo vai reflectir e vai ver do que Portugal precisa e assim vamos Renascer a Nação.
Acredito numa Pátria Poderosa, com gente que governará em prol dos interesses de Portugal.
Unidos Venceremos! »
Este texto podia ser mais um dos muitos existentes por aí , em blogs, em páginas de internet, mas não o é. Este texto foi escrito por um aluno de 14 anos, do 9º ano, no âmbito de um programa de "textos livres" a contar para avaliação ( a ideia parece boa ). No entanto, após a entrega deste trabalho, a professora chegou à brilhante conclusão que este texto não tinha sido escrito pelo aluno, devido ao conteúdo não ser o adequado, e devido a não ter erros ortográficos ( que os tem, mas ela não os viu ). Ao que parece vai reunir com outros professores para decidir o que fazer.... Eu pergunto, será crime uma pessoa dizer a verdade? Será crime uma pessoa ter orgulho no seu passado ? Será que se a pessoa em questão escrevesse um texto sobre a antiga União Soviética ou sobre Cuba este seria censurado ?
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008
Livros - Reconquista Cristã
O Museu Militar e a Ésquilo edições e multimédia vão proceder ao lançamento do livro «Reconquista Cristã – Nas Origens de Portugal» da autoria de Pedro Gomes Barbosa, historiador e coordenador de história medieval da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, que terá lugar no Museu Militar, largo dos Caminhos de Ferro (em frente à estação de St.ª Apolónia), em Lisboa, terça-feira, 22 de Abril, às 18h30.
A apresentação estará a cargo do Prof. Doutor Hermenegildo Fernandes, medievalista e docente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O Coronel Manuel Ribeiro de Faria, director do Museu Militar, presidirá à sessão.
Pedro Gomes Barbosa
In «Nota Prévia»
Terça-feira, 8 de Abril de 2008
Navios Portugueses - Liz

Mandado construir na Itália por intermédio do Governo Português para a Inglaterra, o LIZ foi entregue à M.G.P. em 20 - 12 - 1914. Em 31 - 5 - 1915 foi transferido para a Royal Navy em Sesimbra, tendo alterado o nome para ARNO. Afundou-se devido a uma colisão em 1915 .
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Quarta-feira, 19 de Março de 2008
Estado de Espírito
Desapareço a vapor
fico fechado ao lado
sentindo-me só
passando despercebido
À garrafa agarrado
o meu nome é ...
Desapareço ao teu lado
de fora fico a ver
As pessoas para onde vão?
Dentro dos autocarros
levados são levados
Comida por liberdade
O meu nome é João e vivo ao teu lado
O meu nome é Yuri do continente gelado
O meu numero é zero nesta democracia
Deixa-me pertencer eu quero pertencer-te
OIOAI e Xutos e Pontapés
Serve esta letra, e a música se assim o quiserem, para ilustrar o meu estado de espírito actualmente.
Não poderia estar mais triste, o meu país, ou melhor, o (des)governo do meu país, encarrega-se de colocar de parte pessoas capazes, válidas, úteis, trabalhadoras e honestas. Pessoas como eu!
É assim que me sinto ao ver ou ouvir as noticias dos telejornais, rádios e restante tralha informativa servida por lambe-botas.
O (des)governo da Rebública, na pessoa do palhaço titular da pasta da Agricultura, prepara-se para extinguir, por decreto, várias raças de cães......!!!!......sim, como se isso fosse a coisa mais normal do mundo e resolvesse todos os problemas. O tal palhaço da Agricultura deve ter andado a fazer provas de vinho a mais nos ultimos tempo, é a única explicação lógica que encontro.
Faz lembrar a proibição de porte e uso de armas de fogo, como se fossem as armas a matar as pessoas, pessoas matam pessoas, com armas ou sem armas, no caso dos animais os cães não são culpados, a ultima culpa será sempre dos donos dos animais, mas o (des)governo opta pelo mais fácil, a extinção das raças ditas perigosas, como se as outras o não fossem, ridiculo, isto não passa de uma manobra politica para que apenas as forças policiais passem a deter o exclusivo na posse de Rotweillers, por exemplo, e para finalizar ainda não percebi a razão pela qual os Pastores Alemães não estarem incluidos na lista.
Mas ao mesmo tempo, o tal (des)governo, que é do PS, supostamente os maiores defensores das liberdades e garantias dos cidadãos, os libertadores de Abril, prepara-se também para legislar contra os piercings e demais enfeites que alguns energúmenos teimam em colocar nos sitios mas recônditos do corpo.
Se em relação aos pobres animais já toda a gente viu que o (des)governo não vai recuar, infelizmente, em relação aos desvairados que por ai andam todos furados já toda a gente percebeu que vai ficar tudo na mesma.
Isto e mais do que por ai vem não é mais do que o reflexo da impotência do (des)governo face a um conjunto de situações para as quais não tem solução, como não se consegue resolver o que realmente faz falta então atalha-se caminho e bate-se no que se pode, ataca-se o que estiver á mão e proíbe-se o que calha, é a politica das "regrazinhas"
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Segunda-feira, 10 de Março de 2008
Gritos de Revolta
Revolta, indignação, verdade e frontalidade:
http://magudemagude.blogspot.com/
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Feliz e Contente
Corriam os anos da revolução da treta. Em 1975, com o país paralisado por bandalhos empenhados em promover e implementar o PREC, por entre quedas de governos, greves, fugas, nacionalizações, reformas agrárias, etc, eis que surge na televisão o senhor Contente e o senhor Feliz. Nicolau Breyner e um jovem, então desconhecido, Herman José.
Terça-feira, 4 de Março de 2008
Saudosos automóveis
Não sou nenhum especialista em assuntos hi-tec! Muito pelo contrário....Estou só pensando alto. Todas as mudanças que acontecem todos os dias têm-me feito pensar em carros, uma paixão que tenho, especialmente carros antigos!
Dizem que os automóveis de hoje são descartáveis. A chaparia parece feita de papel e todo o restante é de plástico, correcto, mas não é por isso que são descartáveis, os motivos são outros:
Quando eu era criança, nos ínícios dos anos 70, a minha familia tinha vários automóveis, Renault 4L, Fiats, Opel, Fordsons....etc, em pouco tempo os carros ficavam cheios de ferrugem, principalmente naqueles pontos críticos dos modelos: guarda-lamas, porta das malas, à volta dos vidros, embaladeiras, dentro das portas...etc. Quem ainda hoje possui um carros desses sabe do que eu estou falando, mas também sabe que tudo é reparável e recuperável.
Na minha opinião, os carros de hoje são descartáveis justamente por causa da alta tecnologia utilizada. Vamos comparar dois automóveis considerados antigos hoje, um fabricado em 1930 e outro em 1970. O que mudou? Basicamente nada! O design é diferente, a potência aumentou bastante, há mais conforto, mais segurança, mas a essência, o principio básico, é exactamente o mesmo. Ambos são movidos a motores a explosão, usam o mesmo combustível e nenhuma electrónica, ou computadores. E é exactamente esta simplicidade que fez com que ambos continuem existindo e funcionando até hoje. A sua manutenção ainda é possível! Isto é fantástico.
Daqui para frente, cada vez mais os automóveis terão componentes electrônicos e menos peças mecânicas. Como encontrar à venda em 2057, por exemplo, um módulo de injecção electrónica de um carro fabricado em 2000 ou 2010? Ou o sistema que comanda a caixa “tiptronic” fabricada em 2008? Não vai adiantar recorrer àquele velho amigo mecânico ou torneiro! Essa época acabou.
Além disso, há outra agravante: a oxidação. Circuitos electrónicos oxidam com imensa facilidade. Não vai adiantar aquela história de carro guardadinho na garagem anos a fio e tapado com uma capa. A electrônica certamente irá avariar pelo simples facto dos anos passarem, isto é desolador e revoltante.
Marcadores: Automóveis, Descartável
Navios Portugueses - Classe Douro
VOUGA (V) 31 -12- 1920 / 16 - 5 -1931
Marcadores: Navios Portugueses
A música que faz falta
Nos dias que actualmente atravessamos e nos dias que se adivinham, cada vez mais dá vontade de possuir um bom instrumento musical.
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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
Outros tempos, outras escolas, melhor ensino
«Singram de novo as lusas caravelas.
O vento da fortuna enfuna as velas...
Avante! Avante! Havemos de chegar!
Resplandece no céu a nova aurora!
Alguém encarna o Portugal de outrora,
A própria alma da Pátria: É Salazar!»
João Ilharco, professor do ensino primário, fez os versos para esta página que a Escola Portuguesa - Boletim do Ensino Primário Oficial - dedica a Salazar a 9 de Maio de 1935.
«...se tens saudades da escola sem doutrina moral, sem objectivos, sem intuitos constructivos, sem pensamentos e sem chefes, sem orientação e sem comando; se te não afazes à actividade dirigida, nem te conformas com a existência de uma fiscalização com sanções; se te seduzem outras vozes que não sejam daqueles a quem está confiado o dever de te guiarem e de te esclarecerem; se desejarias ensinar o que quisesses e como quisesses; se lamentas não poderes já conduzir os teus educandos ao alvedrio dos teus sentimentos pessoais, das tuas simpatias, das tuas inclinações ou das tuas paixões...
Nesse caso, dir-te-ei que não és um dos nossos, ainda mesmo que fales do 28 de Maio ou cantes hossanas a salazar!»
«Na hora mais grave, no momento em que a descrença principiava a apoderar-se dos espíritos ansiosos, um homem surgiu em Portugal, quase desconhecido e trazendo consigo, na sua bagagem, apenas o seu diploma de lente universitário. Quem era? poucos o sabiam. Entretanto, aqueles que com ele haviam privado e não eram muitos, apontavam-no como dono de uma inteligência rara, duma pertinácia desconhecedora de obstáculos, de uma vontade inquebrantável, duma serenidade apta para resistir aos sismos mais violentos, despenhados à sua roda resistências tenazes e traiçoeiras ou pela intriga dissolvente e mortal»
Escola Portuguesa - Boletim do ensino Primário Português, 1935
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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008
Regresso ao futuro
«A economia liberal que nos deu o super-capitalismo, a concorrência desenfreada, a amoralidade económica, o trabalho-mercadoria, o desemprego de milhões de homens, morreu já. Receio apenas que, em violenta reacção contra os seus excessos, vamos cair noutros que não seriam socialmente melhores.
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
Nobre Raça Rottweiler
Foi com um misto de indignação, tristeza e revolta que li o editorial da Sábado de 21 de Fevereiro de 2008.
Nele vi apenas mais um vil ataque cerrado da comunicação social contra a nobre raça de cães Rottweiler, neste caso da revista Sábado, mas poderia ser de qualquer órgão da comunicação social portuguesa como tem acontecido concertadamente sempre que existe algum incidente envolvendo cães desta raça.
Todos os cães mordem, todos os cães podem ser e são, em teoria e em potência, um perigo e uma ameaça, mas não vejo este tipo de ataques contra mais nenhuma raça de canídeos, nem contra Pastores Alemães, nem contra Buldogues, nem contra os cães de fila de diversas origens, nem mesmo contra os temidos Pitbulls, mais nenhuma raça de cães consegue esta triste exposição mediática sempre que acontecem incidentes, apenas os Rottweilers.
Falam da questão genética da raça, absurdo, os Pitbull são muito mas sensíveis à questão genética, para além de originalmente serem uma raça que nasce com diferentes aparências entre os diferentes indivíduos, por vezes numa ninhada são todos desiguais o que revela bem a "qualidade" da sua genética, para além disso, têm sido cruzados indiscriminadamente e sem controlo com fim a apurar a sua maldade e ferocidade, mas nem por isso são atacados como os nobres Rottweilers.
Não tenho nada contra os Pitbull, muito pelo contrário, adoro-os como adoro os Rottweiler ou qualquer outra raça de cães, quero apenas fazer a comparação e alertar para uma injustiça.
Mas mais à frente na mesma edição da revista, uma entrevista a um médico veterinário onde o mesmo revela que existem famílias que vivem em pânico com os seus animais e alguns são mesmo reféns dos seus animais, ora ai está o problema, os donos, são sempre os donos, os mesmos que adquirem um Rottweiler porque está na moda, sem terem condições psicológicas nem materiais para possuírem cães deste porte, o cão indicado para essas pessoas é um Caniche, e mesmo assim cuidado!
Um cão revela o carácter do seu dono, do meio onde vive, do lugar onde está e das pessoas que o rodeiam, existem regras claras para ter um animal como um Rottweiler que devem ser respeitadas sob pena de continuarem a acontecer incidentes, a culpa nunca será dos cães.
Ainda gostaria também de saber porque não são procuradas e divulgadas as inúmeras histórias e episódios de bravura e heroísmo protagonizadas por cães Rottweiler em dedicação e amor aos seus donos? Porquê esta cruzada contra uma raça especifica? Poderá isto ser apelidado de racismo e xenofobia animal?
Voltando ao Editorial da Sábado, quando defendem a morte do cão que atacou, a preocupação dos jornalistas para com as criancinhas devia ser extensível aos episódios de pedofilia que acontecem todos os dias, onde milhares de crianças são abusadas, violadas e sodomizadas e os pedófilos são postos em liberdade, porque não defender a pena de morte para quem practica semelhante monstruosidade? Será o Rottweiler que ataca mais responsável do que o pedófilo que abusa e sodomiza?
Os verdadeiros monstros são os homens!
Quanto mas conheço as pessoas mais amo os animais, os cães principalmente, o meu Rottweiler em particular!
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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008
Venceremos
«Lembra-te, amigo, que minando os fundamentos da Nossa Terra, cavando os alicerces da Nossa Pátria, cimentados por um labor tantas vezes secular, as toupeiras das alfurjas, os morcegos das lojas maçónicas, os judeus sem berço, sem pai, sem mãe, sem passado nem futuro, errantes como cães vadios, cegos da luz gloriosa do dia, da luz bendida de Deus, se escondem nas cavernas sombrias onde tudo é negro, coaxando as senhas grotescas dos iniciados, miando os seus palavrões vazios, destilando a peçonha corrosiva dos seus venenos»
AEV (Acção Escolar de Vanguarda) 1934
«Nós repudianos os falsos princípios que constituem a ossatura doutrinária do cumunismo. Negamos, por falso e iverosímel, o conceito da ideia da Pátria-Humanidade; que a História se explique apenas por intermédio do facto económico[...] nós venceremos com Salazar, por Portugal. Venceremos porque Salazar, com mão forte e segura, nos indica o caminho claro da vitória. Venceremos, porque o chefe austero de todos os portugueses, quer que a mocidade o acompanhe para o resgate completo. Venceremos, porque Salazar, com mão forte e segura, nos indica o caminho claro da Vitória! Venceremos, porque não deixamos cair das nossas mãos, a bandeira da Revolta!»
Oliveira e Silva, presidente da AEV, 1934
Marcadores: Acção Escolar de Vanguarda



















