quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Resposta à cabra Brasileira

Cara Maitê,

Acabei de ver o teu vídeo a pedir desculpa aqui à malta de Portugal!!

Tudo jóia miúda.. já vi que és uma garota "légál" e brincalhona, por isso, sei que não levas a mal se te tratar por tu...já somos amigos!!

Sabes que há uns anos atrás, quando te vi pela primeira vez, soube logo que tu tinhas dois avôs portugueses!! Essa tua beleza tinha de vir de algum lado né?

Neste momento sinto-me envergonhado de nós (Portugueses) termos ficado tão ofendidos com aquele documentario!! Afinal de contas, o pessoal brazuca é show de bola.. é sempre em festa!! Qual é o problema de um grupo de brasileiras brincarem e gozarem com "gajos" como o Camões e o Vasco da Gama, escarrar para um lago de um Mosteiro que é património mundial, deitar a baixo uma pessoa que não sabia resolver um problema no computador, que pelo que entendi, tu também não sabias resolver ... qual é o stress?? Na boa, tudo "légál", show de bola garota...

Sabes o que me lembrei???

Até era giro a malta combinar, tu falares com esse teu amigo camera man e fazemos o seguinte: Eu levo daqui o Rui de Carvalho (um conceituado actor aqui de Portugal) aí ao Brasil e a malta faz um filme caseiro com este guião:

1º Filmamos o Rui a mijar para os pés do Cristo Redentor e a fazer um V de Vitória como que a afirmar : "Estou-te a mijar para os pés e tu não podes fechar os braços para me impedir... estás a ver quem manda ó 7º maravilha do mundo??"
2º Outra imagem era o Rui num restaurante a fazer o seguinte pedido: "Oh garçon, arranja-me aí uma dose de Presidente recheado com arroz de coentros (caso não tenhas entendido ele iria pedir Lulas recheadas)..."
3º Também era "légál", o Rui gozar um bocado com a vossa história, mas infelizmente, não vai dar porque não é fácil encontrá-la... Espera lá! Já sei... arranjamos um barco e o Rui veste-se de conquistador Português a desembarcar no posto 9 em ipanema gritando o seguinte: "Quem sois vós minhas popozudas de fio dental?? E vós seus boiólas de sunga?? Que estaides a fazer assim vestidos na terra que eu descobri??? Ide-vos vestir e de seguida ide trabalhar para os campos a apanhar cana de açúcar que é para isso que vocês servem!! (esta é show, não é Maitê??)
4º Para acabar, o Rui faz um discurso à frente da estátua do Pélé a dizer: "sabem para que é que este preto era bom?? Para limpar os escarros que os vigaristas dos brazucas mandam para os lagos dos nossos mosteiros lá em Portugal!"

Vôcê curtiu a ideia Maitê??? Pensei que seria falta de respeito e de educação fazer uma coisa deste género de um país que não é o meu, mas afinal, é uma coisa normal como tu dizes.. é brincadeira.. isto há brincadeiras do carago (como se diz no norte cá da terra)!
Ah é verdade... muito importante...Depois vendemos isto à rede Globo e eles transmitem isto em horário nobre... Aposto que o Brasil vai ficar inundado em lágrimas de tanto rir!! Afinal de contas como tu disseste, o povo brasileiro, é muito brincalhão! De certeza que vai aceitar que um "manézinho" vá aí à tua terra gozar com a tua pátria!!

Um beijo pá..

E aparece mais vezes cá em Portugal. Tenho uma brincadeira que adorava fazer contigo, mas que não te conto agora... pronto está bem, eu conto... era esfregar 3 pasteis de nata (aqueles que tu comeste) na tua cara!! Deve ser mesmo o teu género de brincadeira... afinal de contas tu és tão bem humorada! É verdade, traz as tuas amigas do programas porque há pasteis para todas!!

Beijos pá

Nota: Usei o nome de Rui de Carvalho sem qualquer desrespeito à sua pessoa, antes pelo contrário, é um símbolo do nosso país daí ser a pessoa exacta para ironizar esta situação.

(Recebido por Email)

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Maitê Proença, a vergonha!


Este vídeo foi para o ar no programa Saia Justa. A actriz e escritora Maitê Proença estava em Portugal por causa de uma peça teatral e aproveitou as horas vagas para fazer algumas imagens para o programa semanal do canal GNT. O tema? Aquele mesmo assunto pobre de sempre: gozar com os portugueses. Como isso ainda não basta, ela terminou o vídeo cuspindo nos Jerónimos. A pergunta é: para quê? Será um laboratório para ela ser “o próximo chafariz” da nova novela da TV Record?
Todo o vídeo é uma ofensa a Portugal e aos portugueses. Começa por ir a Sintra para mostrar uma porta de uma casa aparentemente comum com o 3 virado para a direita e, sem perceber o significado esotérico, goza com os portugueses, pois diz que aquilo demonstra que está em Portugal - os caras nem sabem colocar direito um algarismo numa porta! Só vai a Sintra, que tem imensos monumentos, castelos e palácios, para gozar com aquilo.
Depois goza com o Tejo ser, para os portugueses, o mar, quando na realidade ela está junto ao Estuário do Tejo, onde o rio desagua no mar e ambos se confundem. Fala também no Salazar, de que ela não sabe nada, imaginando que, por ter sido um ditador, foi igual a Hitler ou a Mussolini. Goza com o túmulo de Camões, com o estilo arquitectónico manuelino, enfatizando o Manuel, nome injuriado no Brasil nas piadas sobre os portugueses e fala também no episódio no Hotel com o seu PC, quando o Hotel tem áreas de Internet e se tinha problemas com o seu Computador pessoal, deveria usar o equipamento disponível no Hotel para os clientes. O Hotel não tem obrigação de reparar os equipamentos pessoais dos clientes, sejam PC's ou carros ou máquinas de barbear ou sei lá o quê.
Eu acho que ela vai ter muita vergonha quando souber das reacções dos portugueses ao vídeo e vai pensar duas vezes antes de voltar a falar do país e dos seus habitantes. Infame, só revelou ignorância e rancor, talvez dor de cotovelo, inveja.
Quem deveria ter acesso a este vídeo eram os milhares de portugueses que gastaram muitos euros para assistir às suas peças de teatro em Portugal.
É uma vergonha gente deste tipo ser adorada e idolatrada no meu país pelos meus concidadãos.
Quando deixam cair a máscara e se revelam como verdadeiramente são mostram a profunda antipatia que existe no Brasil em relação aos portugueses, é só escárnio e mal-dizer.
Fomos pioneiros na entrega da independência a este imenso território, tornaram-me livres cerca de 50 anos depois dos EUA, mas somos olhados como os culpados de todo o mal existente.
Por acaso foi uma brasileira, mas não me admirava se fosse uma portuguesa a fazer uma coisa destas, constata-se com apreensão que, sensivelmente de há 50 anos para cá, todas as virtudes tradicionais, que nos ensinaram a respeitar e cultivar, e ajudaram grandes povos a construir as suas nações, tais como o culto da tradição, a lealdade, a valentia, a nobreza de carácter e o patriotismo, têm sido sistematicamente atacados, directa e indirectamente, pela maior parte dos meios de comunicação social, tais como a imprensa, televisão, cinema, teatro, em Portugal e no exterior, e através da publicação de revistas e livros.
Dentro da mesma linha de acção, o culto dos heróis que nos foi legado pela nossa civilização greco-latina, e que inspirou tantos dos nossos antepassados para as obras e sacrifícios com que se fez Portugal, tem estado a ser substituido pela simpatia do anti-herói, um novo homem, apático e falhado, ate fisicamente repulsivo, revoltado pacificamente (mas sem sequer se indignar) , contra tudo e contra todos, contra a sociedade e até com o próprio Deus, se nele ainda pensar.
São estes os novos homens e mulheres portugueses, despojados de sentido critico e totalmente manipulados pelos media, pensam que são livres e não compreendem que estão cada vez mais dependente da rentabilidade que podem dar à empresa onde trabalham, e vão-se convertendo mais e mais nuns autênticos escravos da sociedade de consumo, ou à mercê das conveniências politicas vigentes e arquejando debaixo dos pesados impostos que, em crescendo, impiedosamente as carregam.
A sedução e o cinismo imperam. A mentira impõe-se.
E então, estará tudo perdido? Penso que não!
O povo Português, através da sua milenária vida, tem mostrado possuir uma resistência extraordinaria à destruição e uma enorme capacidade de recuperação.
Estes episódios constantes, de ataques mais ou menos premeditados, contra nós todos e contra o nosso país, não passa de uma forma camuflada de inveja de quem não tem a riqueza histórica e social que nós possuimos, o brasileiro ao gozar, ou tentar, gozar com os portugueses, está no fundo a gozar com ele mesmo, porque a nossa história é a sua história.
Desejo a essa senhora que vá fazer reportagens para as imensas e problemáticas favelas das grandes cidades brasileiras, pode ser que encontre algum negão que a satisfaça nas suas mais elementares necessidades, ela deve ter a genética para isso, anda não encontrei nenhuma brasileira que não a tivesse, afinal a maior exportação do Brasil para Portugal é o putedo.

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Livos - Diniz - O Rei Civilizador

Na próxima sexta-feira, 9 de Outubro, às 19h30, no Espaço D. Dinis, sito na Av. António Augusto de Aguiar, 17 – 4º esq., em Lisboa, a Ésquilo – Edições e Multimédia e a Associação Cultural Nova Acrópole, realizam o lançamento do livro «DINIS – O REI CIVILIZADOR» da autoria de Helena Barbas, Maria Máxima, José Carlos Fernández e Paulo Alexandre Loução.
Este livro transmite uma visão renovada da vida e obra do rei D. Dinis, que marcou profundamente a história de Portugal. Conta também com a colaboração do professor doutor Pedro Gomes Barbosa, coordenador da área de história medieval da Universidade de Lisboa.
Os autores desta obra aprofundam as vertentes fundamentais da vida e do reinado de D. Dinis através de três conjuntos temáticos: 1 – O Rei Civilizador; 2 – O Rei Poeta; 3 –A Influência de Isabel de Aragão e o Culto do Espírito Santo.
São vários os enigmas e os estimulantes temas de reflexão a que o reinado de Dinis e Isabel nos desafiam, e que este livro aborda:
Era D. Dinis um confrade templário? Como trovador estava ligado à corrente esotérica dos Fiéis do Amor? Terá chegado a desejar que o seu filho bastardo Afonso Sanches, também ele poeta, fosse o seu sucessor? O «espírito de liberdade» vivido na Universidade denota uma simpatia de D. Dinis pelas correntes heterodoxas? Terá conseguido, na verdade, ludibriar o Papa ao criar a Ordem de Cristo, sucessora dos Templários? Qual foi o impacto do franciscanismo no seu reinado?
Era realmente um poeta de excepção que merece um lugar na história da literatura? Preferia a diplomacia à guerra? A justiça era uma prioridade sua?
Enfim, foi o verdadeiro refundador de Portugal?
E Dª Isabel, teria simpatia pelo ideal cátaro? Por que só foi canonizada três séculos depois, enquanto à sua tia, Isabel da Hungria bastaram uns anos? Por que foi censurado o texto de Pedro Mariz sobre a rainha santa? O Culto do Espírito Santo foi criado com base nalguns mistérios templários?
Estamos certos que este livro lança uma nova luz na descoberta de uma personagem histórica tão ampla e fascinante, que não deve ser encaixada à força nos limites das historiografias redutoras.

«E este foi o melhor rei e mais justiceiro e mais honrado que houve em Portugal desde o tempo do rei D. Afonso, o primeiro.»
D. Pedro, Conde de Barcelos e filho de D. Dinis
In Crónica Geral de Espanha de 1344

«Talvez não haja na história conhecida uma tão grande semelhança entre outros dois reis do que aquela que existe entre o imperador Marco Aurélio e D. Dinis. (…)
D. Dinis é o rei-lavrador, não só pelas reformas que incorporou na agricultura, pelos pinhais de Leiria que plantou e pela repovoação das terras que devolveu ao solo lusitano a sua natural fertilidade; mas também porque lavrou a terra do futuro de Portugal, quer dizer, estabeleceu os cimentos da sua história futura, abriu a terra do seu presente para que recebesse satisfeita as sementes da civilização.»

José Carlos Fernández
Filósofo, investigador e escritor

«Governando durante mais de quatro décadas (1279-1325) consolida a ideia de Portugal como reino independente e com personalidade própria, dando mostras de um amplo leque de virtudes que o tornou um dos reis mais completos de toda a Idade Média europeia. (…) D. Dinis, o soberano lusitano mais amado de todos os tempos, inclusive com o beneplácito da historiografia actual, foi, sem dúvida, um Grande Português e o Refundador de Portugal!»

Paulo Alexandre Loução
Historiador e escritor

«D. Dinis foi efectivamente um Rei sábio e justo.»

Maria Máxima
historiadora

«(…) será um pouco de tudo isto que se vai encontrar na poesia de D. Dinis. O respeito pela experiência do amor-conhecimento filosofia na linha dos Fedele d'amore; o cumprir com as regras estabelecidas na corte de Leonor de Aquitânia para o fin'amor; também – e aqui o ponto controverso – o quebrar de todas essas regras pré-estabelecidas, uma a uma, sucessiva e premeditadamente, como se as usasse como anti-tema. E ainda, uma paleta de comportamentos e emoções, estados psicológicos, modos de relacionamento que surgem da constelação do universo feminino de que se rodeou.»

Helena Barbas
Professora da Faculdade de Letras da UNL
e Crítica Literária

quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

Recordar os Portugueses mortos na 1ª Grande Guerra


Vai fazer no próximo dia 5 de Outubro 99 anos que foi implantada a 1ª República Portuguesa. Cerca de cinco anos depois deste acontecimento, Portugal entrava na 1ª Grande Guerra Mundial e, durante o ano de 1917, chegavam a França os primeiros contingentes portugueses, na sua maioria pessoas pobres, na flor da vida, arrancados da vida rural das suas terras natais.

Como testemunha esta carta:

“Mãe. Afinal fez bem vendendo a nossa cabrinha, se precisava de comer. Eu bem sei o que lhe devo como filho e não me zango. Mas tenho muita pena, isso tenho. E às vezes ponho-me a lembrar que quando aí for já ela não vem da horta, entrando em casa, para me comer à mão. A gente também ganha amizade aos animais. Mas não me zango, pois se era precisão…”

Foi com muitos destes homens como soldados que foi organizado um exército ad hoc, feito num espaço de tempo de cerca de dez meses, para defrontar a maior potência militar europeia destes tempos, a Alemanha.

O texto a seguir informa-nos sobre a Batalha de La Lys de 9 de Abril de 1918, onde os portugueses enfrentaram os alemães:

“À l’Ouest, en mars de 1918, c’est-à-dire au moment où les conditions atmosphériques permettent d’engager de grandes opérations, le commandement allemand, grâce à l’armistice russe, dispose de cent quatre-ving-douze divisions d’infanterie – vingt de plus que les Franco-Anglais. Ludendorff (…) sait que «la lutte sera formidable» (…). À trois reprises, le 21 mars sur le front de Saint-Quentin, le 9 avril sur le front de la Lys, le 27 mai sur le front du chemin des Dames, les troupes allemandes, bien qu’elles ne possèdent pas de chars d’assaut, réussissent ces opérations de rupture du front que, depuis la fin de 1914, les belligérants, en France, avaient vainement cherché à réaliser. Elles obtiennent de grands succès …
”.

Tinha razão o general Erich Ludendorff, chefe do Estado Maior do exército alemão, quando dizia que a luta ia ser formidável: os soldados portugueses sentiram-na bem na Batalha de La Lys.

De toda a parte chegam sinais de que a luta se intensifica:

“… Ao atravessar os campos as granadas caíam aos milhares! Alevantavam o chão todo! A terra fervia em cachão! (…) As aldeias ardiam como archotes alumiando a noite! (…) Lembrava o Inferno, a terra toda a arder!”


O texto do historiador francês acima referido dá-nos conta da fortaleza do exército alemão. Ainda por cima, no momento da batalha do 9 de Abril de 1918, as tropas portuguesas estavam enfraquecidas, resultante dos acontecimentos políticos ocorridos em Portugal em Dezembro de 1917:

“Mas, - coisa inevitável, - os nossos soldados, começam a revoltar-se. Sim, inevitável. Pois se de Portugal não mandam reforços e nos esquecem, e os altos comandos, sem a coragem de protestar por todas as formas contra esse desprezo, fazem todos os dias aos soldados promessas de descansos e licenças que nunca chegam, e exigem dalguns milhares de homens o doloroso esforço, que nos outros exércitos se distribui por centenas de milhares, que menos se poderá esperar? O desfalecimento, a exaustão, o desespero atingiram o auge nas nossas fileiras.” (…) “Às dez da manhã sabe-se já que os alemães, numa ofensiva de grande estilo, (…) romperam as nossas linhas e avançam. (…) Lançados ao acaso sobre as macas, os feridos de mais gravidade esperam a sua vez. Um cheiro pesado e morno a éter, sangue e entranhas violadas entontece e engulha. À beira deste ou daquele pingam nascentes de sangue. O chão é todo manchado pelo rio vermelho da vida que extravasa.”


Em poucas horas cerca de 7500 homens perderam a vida nesta batalha.

No próximo dia 5 de Outubro colocar-se-ão flores nas estátuas nacionais “aos mortos da Grande Guerra”, são as flores oficiais de homenagem do regime republicano a esses homens. Porém, em muitos países da Europa, o reconhecimento aos soldados mortos na grande guerra também vem das pequenas comunidades (embora o nosso caso não tenha comparação com o ocorrido nesses países). Por exemplo, em França, encontramos por toda a parte obeliscos, padrões e monumentos, como, por exemplo, este pequeno padrão, algures numa minúscula aldeia francesa, à memória deste soldado:

“Souvenez-vous dans vos prières de // Bussat Eugène // mort pour la France // à vingt ans // 1916”.

Valeu a pena a vida dos 10.000 soldados da República mortos na Primeira Guerra Mundial? Já sabemos o que o poeta diz. O homem está vivo enquanto perdura na memória de alguém. Por isso trazemos aqui estes homens de volta, nem que seja por um dia, para que a nossa memória colectiva não os esqueça.

António Mota de Aguiar

Livros - O Espião de D. João II

O formidável Espião de D. João II possuía qualidades e talentos comparáveis aos de um James Bond e Indiana Jones, reunidos num só homem. A memória fotográfica, uma capacidade espantosa para aprender línguas, a arte do disfarce para assumir as mais diversas identidades, a mestria no manejo de todas as armas do seu tempo e, sobretudo, uma imensa coragem e espírito de sacrifício, aliados ao culto cavaleiresco da mulher e do amor que o fascinavam, fazem dele uma personagem histórica única e inspiradora.
El-rei D. João II escolhia-o para as missões mais secretas, certo que qualquer outro falharia. Talvez esse secretismo seja a razão do seu nome de família e do seu rosto terem ficado, para sempre, na penumbra.
Em 1487, Pêro da Covilhã foi enviado de Portugal, ao mesmo tempo que Bartolomeu Dias, a descobrir por terra, aquilo que o navegador ia demandar por mar: uma rota para as especiarias da Índia e notícias do encoberto Preste João.
Ao espião esperava-o uma longa peregrinação de cerca de seis anos pelas regiões do Mar Vermelho e costas do Índico até Calecut e, também, pela Pérsia, África Oriental, Arábia e Etiópia, descobrindo povos e culturas em lugares hostis, cujos costumes lhe eram completamente estranhos. Na pele de um enigmático mercador do Al-Andalus, o Escudeiro-guerreiro do Príncipe Perfeito realizou proezas admiráveis que causaram espanto no mundo do seu tempo.
Neste romance fascinante, Deana Barroqueiro convida-nos a seguir o trilho de Pêro da Covilhã na sua fabulosa odisseia recheada de aventuras, amores, conquistas e descobertas inolvidáveis…

Informação recebida da editora Ésquilo

sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

A nova bandeira do (des)governo


terça-feira, 15 de Setembro de 2009

Capitalismo Selvagem

ACTIMEL:
A ter em grande atenção

O ACTIMEL fornece ao organismo uma bactéria chamada L.CASEI. Esta substância
é gerada normalmente por 98% dos organismos, mas quando é administrada
externamente por um tempo prolongado, o corpo deixa de fabricar e
'esquece-se' que deve fazê-lo e como fazê-lo, sobretudo em pessoas menores de 14 anos.
Na realidade, surgiu como um medicamento para essas poucas pessoas que não a
fabricam, mas esse universo era tão pequeno que o medicamento se tornou, não rentável
Para o tornar rentável, foi vendida a sua patente a empresas do sector alimentar. A Secretaria Estado da Saúde (Espanha) obrigou a ACTIMEL (a seríssima) indicar na sua publicidade que o produto não deve ser consumido por um tempo prolongado! E cumpriram! No entanto de uma forma tão subtil que nenhum consumidor o percebe ( p.ex. 'desafio actimel: tome durante 14 dias'). Se uma mãe decide completar a dieta com ACTIMEL, não recebe nenhum aviso sobre a sua inconveniência e não vê que pode estar a causar um dano importante ao futuro dos seus filhos ou ao seu, devido às manipulações publicitarias da multinacional DANONE para incrementar os seus benefícios, sem se importar com a saúde dos consumidores.

segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

Campanha Feminina contra Homossexuais

Vamos a enviar às nossas mulheres, esposas, companheiras, namoradas!
Há que promover este movimento tão nobre, voluntarioso e generoso!
Vamos apoiar o mulherio nesta campanha mais que justa!!!
Irritadas com a explosão da onda gay no mundo inteiro, as mulheres finalmente foram à luta e lançaram uma campanha mundial com a distribuição em massa desta t-shirt.

domingo, 23 de Agosto de 2009

Lembrar Manuel Maria Múrias

"Basta! Portugal não é uma quinta, nem nós somos só os seus seareiros. Portugal somos todos nós, intelectuais e cavadores de enxada, patrões e operários, os que morreram e os que estão para vir, homens e mulheres na sucessão dos séculos, caminho do futuro! Sendo Direita, assumimo-nos frontalmente como força destinada à Vitória. Somos mais e somos melhores! Nem aqui, nem além-mar em África, pactuámos com o inimigo. Continuamos em guerra começada em 1961. Perdermos muitas batalhas, mas enquanto um de nós for vivo e puder falar, manteremos na alma, marcada a fogo e sangue, a certeza inabalável de que vamos salvar Portugal!"

Manuel Maria Múrias, Editorial no Semanário "A Rua", década de 70

Activista dos direitos dos animais procurado pelo FBI

Daniel Andreas San Diego, de 31 anos, natural de São Francisco (EUA) e fanático activista de organizações defensoras dos "direitos dos animais" (quem diria?...), especialista em informática e que se gaba de ser super-vegetariano, não ingerindo nenhum alimento com produtos animais, integra desde Abril desde ano a lista dos terroristas mais procurados pelo FBI, a par do famoso Osama Bin Laden, do egípcio Ayman al-Zahawiri (suspeito nº 2 da Al-Qaeda) ou Adam Gadahn, da mesma organização.
Daniel San Diego é suspeito de atentados bombistas perpetrados contra empresas onde se diz serem feitos testes em animais. O FBI tem indícios de que foi ele o autor dos atentados contra as empresas Chiron e Shaklee, na Califórnia, em Agosto e Setembro de 2003. San Diego terá actuado por acreditar que as referidas empresas produziam produtos testados com animais.
Daniel San Diego está há seis anos em fuga e o FBI acredita que a publicidade internacional provocada pela sua inclusão, em Abril de 2009, na lista dos mais procurados terroristas do mundo, pode dar um novo impulso às buscas.
Fica cada vez mais provado que este tipo de gentalha, organizações de defesa de animais e afins, a par com as organizações de defesa do ambiente e organizações de defesa dos paneleiros, são os neo-terroristas e os neo-comunistas, uma nova forma de activismo de esquerda, muito militante e organizado e que é preciso denúnciar e combater por todas formas possíveis e necessárias.

quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

PNR entrega listas de Oposição Nacional - 2009

Terminado o prazo de entrega de candidaturas às próximas Eleições Legislativas, o PNR informa que apresentou listas nos seguintes círculos (seguidos do respectivo Cabeça-de-Lista):

- Aveiro - Maria Marques;
- Beja - Simão Varandas;
- Braga - Pedro Frade;
- Bragança - Carlos Marques;
- Castelo Branco - João Vaz;
- Coimbra - Vítor Ramalho;
- Évora - João Coutinho;
- Faro - Rui Roque;
- Leiria - João Amaral;
- Lisboa - Pinto Coelho;
- Portalegre - Caetano Ferreira;
- Porto - Alberto Lima;
- Santarém - Humberto Oliveira;
- Setúbal - Duarte Branquinho;
- Viana do Castelo - André Leite;
- Viseu - Teresa Póvoas;
- Madeira - Vasco Leitão;
- Fora da Europa - Luís Fernandes.

No âmbito das Eleições Autárquicas, apresentou listas para as seguintes Câmaras Municipais (seguidas dos respectivos Cabeças-de-Lista):
- Cascais - Isabel Coutinho;
- Lisboa - Pinto Coelho.

E às seguintes Assembleias Municipais (seguidas dos respectivos Cabeças-de-Lista):
- Faro - Rui Roque;
- Lisboa - Vasco Leitão.

O PNR apresentou ainda candidaturas às seguintes Freguesias (seguidas dos respectivos Cabeças-de-Lista):
- Estoril (Cascais) - João Coutinho;
- Marvila (Lisboa) - Joaquim Santos;
- Santo Condestável (Lisboa) - José Craveiro Lopes;
- São João de Brito (Lisboa) - Duarte Branquinho.

Para a apresentação de todas as candidaturas foi necessária a colaboração directa de cerca de 300 pessoas, às quais deixamos a nossa mensagem de agradecimento, em especial ao nosso Presidente José Pinto-Coelho, que se empenharam nesta enorme tarefa, de recolha de certidões, elaboração e entrega de listas, etc., processo extremamente burocrático e penoso para aqueles que não orbitam nos partidos do sistema.
Também por isso, mas por muito mais, é agora necessário apresentar a todos os portugueses a alternativa de Oposição Nacional, encabeçada pelo PNR - Partido Nacional Renovador.

PNR - Comissão Política, Quarta-feira, 20 de Agosto de 2009.

Sócrates....O Ditador !!! Por António Barreto

Sócrates....O Ditador !!!
por António Barreto

Único senhor a bordo tem um mestre e uma inspiração.
Com Guterres, o primeiro-ministro aprendeu a ambição pessoal, mas,
contra ele, percebeu que a indecisão pode ser fatal, ao ponto de, com
zelo, se exceder.
Prefere decidir mal, mas rapidamente, do que adiar para estudar.
Em Cavaco, colheu o desdém pelo seu partido.
Com os dois e com a sua própria intuição autoritária, compreendeu que
se pode governar sem políticos.
Onde estão os políticos socialistas ?
Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são
responsáveis pelo seu passado?
Uns saneados, outros afastados.
Uns reformaram-se da política, outros foram encostados.
Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão.
Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro.
Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas
empresas que dependem do Governo.
Manuel Alegre resiste, mas já não conta.
Medeiros Ferreira ensina e escreve.
Jaime Gama preside sem poderes.
João Cravinho emigrou.
Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção,
que o socialismo ainda existe.
António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão.
Almeida Santos justifica tudo.
Freitas do Amaral, "ofereceu-se, vendeu-se" e reformou-se !
Alberto Martins apagou-se.
Mário Soares ocupa-se da globalização.
Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores.
João Soares espera.
Helena Roseta foi à sua vida independente.
Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância.
O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado.
Os sindicalistas quase não existem.
O actual pensamento dos socialistas resume-se a uma lengalenga
pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do
governo e da luta contra o défice.
O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso
do que a meditação budista.
Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento
público esteve, como hoje, tão adverso e tão farto da política e dos
políticos. Sem hesitar, apanhou a onda.
Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates.
Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião,
mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento.
Mas nada de essencial está em causa.
Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente.
As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino são pura diversão.
Não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada
têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o
primeiro-ministro.
É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais.
Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o
incomodou realmente.
Mas tratava-se, politicamente, de uma questão menor.
Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo
estava sob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá.
O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário, Crispado, Despótico,
Irritado, Enervado, Detestando ser contrariado.
Não admite perguntas que não estavam previstas ou antes combinadas.
Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber.
Tem os seus sermões preparados todos os dias.
Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de
informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação.
O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade,
nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na
teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob
seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um
funcionário que se exprimiu em privado.
O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive,
feito já de medo e apreensão.
A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de
cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa.
A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação.
As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm
de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações.
Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e
sem oposição à altura, Sócrates trata de si.
Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns
interesses económicos, Sócrates governa.
Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de
secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas
últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do
Estado.
Nomeia e saneia a bel-prazer.
Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos.
É possível.
Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De
incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta
de carinho dos portugueses pela liberdade.

sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

Aljubarrota, aniversário da batalha

AO CONDESTÁVEL DE PORTUGAL

Em nome da minha geração

Não me consumo na vigília ardente
das armas, lendo e orando, nem destroço
Entre pendões, enamorado e moço
As hostes inimigas, frente a frente

Céptico olhar, o meu; calmo e descrente
De altas visões de místico alvoroço
Ando no mundo...sou de agora. Posso
Ser, quando muito, como toda a gente

Ah, não habita em mim a voz lendária
De outras idades...nem com a mão segura
Empunho o gládio! Mas o sonho antigo

Voga sempre na brisa incerta e vária,
Paira indeciso sobre a terra impura
E em cada coração busca um abrigo.

João Cabral do Nascimento

quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

Aconteceu, 25 anos atrás

Los Angeles, 12 de Agosto de 1984, Carlos Lopes, um português franzino com 37 anos deixava a concorrência para trás e conquistava a medalha de ouro na Maratona Masculina Olímpica, a bandeira nacional subia ao mais alto mastro do estádio olímpico e o Hino Nacional fazia-se ouvir, por entre as brumas da memória este pequeno rectângulo de conquistadores continuava vivo.
Aconteceu, há 25 anos, quando os atletas nacionais ainda eram portugueses de raça e de sangue....

terça-feira, 4 de Agosto de 2009

Pois, pois...........


segunda-feira, 3 de Agosto de 2009

Poderes ocultos movimentam-se nos bastidores

PNR - Partido Nacional Renovador :A censura continua!

Está em curso uma campanha dentro do circo que já é campanha para a legislativas, o BE à muito que tinha lançado o repto, o PS respondeu afirmativamente, primeiramente através das organizações mais juvenis do partido, depois, gradualmente outros sectores até chegar ao programa de governo, o (des)governante Pinócrates disse até recentemente num encontro de charme com bloggers, que a sua geração, (a dele), tinha tratado mal os homossexuais, logo vêem os admiradores dizerem que é coragem política, que é justiça, que é o raio que os parta, dou por mim a admirar o regime de Teerão, onde a Homossexualidade é crime punido com enforcamento
É caso para perguntar: Será que chegará o dia em que será obrigatório pegar de marcha-atrás na nossa Pátria?

«Dia 31 de Julho, o presidente do PNR, José Pinto-Coelho, foi convidado pelo canal de televisão TVI24 para participar num debate sobre a decisão do Tribunal Constitucional de rejeitar o pedido de casamento entre duas lésbicas. O tema do programa, ou a pergunta que serve de mote, é "concorda com o casamento de pessoas do mesmo sexo?". No convite, a TVI24 informava que estaria presente o advogado das fulanas, a defender o ponto de vista das próprias, e que "do outro lado" estaria o presidente do PNR, como representante do único partido político português que defende a família como célula base da comunidade e se afirma contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quando Pinto-Coelho, que aceitou o convite, já se encontrava à porta dos estúdios da TVI, foi informado que já havia outro convidado para defender esse ponto de vista e que portanto a sua participação tinha sido... cancelada. Esta situação, só por si, já seria grave e inadmissível, mas ao observar o dito "debate" constata-se que afinal não havia outro convidado nenhum e, mais uma vez, a única opinião permitida foi a politicamente correcta. Confirma-se, mais uma vez, que o PNR - Partido Nacional Renovador - incomoda muita gente e que é a verdadeira OPOSIÇÃO NACIONAL ao sistema - cujos partidos, nesta e noutras matérias, defendem todos uma ideia parecida - sem excepção»

Fonte: http://www.terraportuguesa.net/2009/07/tal-historia-da-liberdade-de-expressao.html

terça-feira, 28 de Julho de 2009

Livros - "Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola"

Pré-publicação do livro "Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola"

O pai desapareceu em angola há 34 anos. A filha investigou e escreveu um livro que revela uma rede de prisões clandestinas E uma lista oficial de nomes de portugueses desaparecidos.

“Quiseram correr com os brancos de Angola", a afirmação é de Leonor Figueiredo nesta entrevista ao Correio da Manhã

Segundo esta entrevista, este livro vai publicar uma lista inédita, do MNE (Ministério dos Negócios Estrangeiros), com mais de duas centenas de nomes de portugueses desaparecidos em Angola e que que Portugal entregou Angola ao MPLA muito mais cedo do que se pensava. Cerca de meio ano antes.

Segundo a jornalista e autora: «As autoridades portuguesas estiveram lá, na última etapa, como se não estivessem. Se formos ver o que se passou, eles fizeram muito pouco pelos portugueses que lá estavam e que sempre lá estiveram. Viam-nos quase como se não fôssemos portugueses, mas como os brancos que “se meteram” com os movimentos. Tiveram o mérito da ponte aérea – com muita ajuda estrangeira. Angola foi abandonada, com portugueses dentro. E as coisas têm que ter dignidade. Admiro os países que trazem para a pátria os seus mortos de guerra e lhe conferem essa dignidade. Em Portugal é o contrário. Ainda temos corpos de soldados portugueses da I Guerra Mundial na Europa e ainda há corpos de soldados portugueses nas ex-colónias africanas. O Estado português não dignifica os seus mortos. E portanto não se dignifica a si próprio.»

segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Livros - Os Últimos Navios do Império

Com este livro Os Últimos Navios do Império, o Arqt. Telmo Gomes aumenta a sua produção de pinturas sobre navios históricos portugueses, que Edições Inapa tem publicado desde 1995, constituindo uma colecção única com os livros-albuns Navios Portugueses - Séc. XIV a XIX, Embarcações Portuguesas e Navios Portugueses no Oriente. O autor afirma : «Os navios como as pessoas têm alma, e perdura depois através dos tempos, como uma recordação...».
E são essas recordações que com este livro propomos relembrar. Eles foram protagonistas das pequenas histórias,gloriosas umas,tantas vezes dramáticas outras,que aqui narramos; são pedaços das suas «vidas» abnegadamente, servindo a Marinha de Portugal.

Porque as conspirações existem...

O homem nunca foi à Lua". Dizer isso certamente chama a atenção, da mesma forma que o rumor semelhante de que nenhum avião caiu no Pentágono em 11 de Setembro, que diga-se de passagem, faz muito mais sentido e parece-se mais com a verdade do que dizer que efectivamente um avião se despenhou mesmo contra as paredes do Pentágono, mas essa é outra história.

Visto que já existem outras páginas de qualidade na internet desmentindo o rumor espúrio, nesta referência vamos-nos limitar a abordar apenas dois elementos relacionados à questão:

Recentemente o website moontruth.com divulgou um sensacional vídeo mostrando o que seria um teste para a futura fraude realizada pela NASA. Quatro anos antes de 1969 lá estava um astronauta descendo as escadas de um módulo lunar dizendo as palavras "Um pequeno passo para um homem, um gigantesco...".

De repente, acontece um erro e o que parecia estar sendo transmitido em directo da Lua revela-se estar sendo filmado em estúdio. É um erro de gravação, é apenas um actor vestido com roupas espaciais.

O vídeo se espalhou pela internet, principalmente pelos blogs, entusiasmando muitos que já acreditavam na 'farsa da Apollo'. Mas bastava qualquer pessoa investigar o domínio moontruth.com para descobrir que estava registrado pela heterodoxa empresa de propaganda 'The Viral Factory'.

Já na página de entrada descobri ao que a empresa se propõe:

"Comunicação viral é claramente uma enorme oportunidade para fazer sua marca crescer. Acerte em cheio e a recompensa será enorme. Seus consumidores espalharão sua mensagem por você, a velocidades impressionantes para uma quantidade fenomenal de pessoas. Erre e sua proposta cuidadosamente montada irá pouco além da caixa de entrada dos directores de marketing."

A incompreensível destruição dos projectos do Saturno V
Mesmo entre entusiastas dos avanços aeroespaciais circula o rumor de que os projetos do colossal foguete Saturno V que levou as missões Apollo, até hoje o maior foguete lançador já construído, teriam sido destruídos pelos americanos.

Até o autor desta referência já levou a sério o rumor, a versão que ouvi dava conta de que isto teria sido feito pela NASA para impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias para o desenvolvimento do vaivem espacial. Outras versões dos rumores (ao que parecem, mais comuns) dizem que os projectos foram destruídos pelo Congresso americano para evitar que 'caíssem em mãos erradas'.

Em 1996 John Lewis escreveu em seu livro Mining the Sky que havia procurado pelos projectos do Saturno V há alguns anos e concluído que teriam sido "perdidos".

Finalmente, em 2000, Paul Shawcross, do escritório do Inspector Geral da NASA ,desmentiu o boato. Ele respondeu que os projectos do foguete lançador Saturno 5 estão armazenados em microfilme no Marshall Space Flight Center, e que "os Arquivos Federais na Geórgia também teriam mais de 2.900 pés cúbicos de documentos relacionados ao lançador".

Shawcross notou contudo que "o problema em recriar o Saturno 5 não é encontrar os desenhos, é encontrar os fornecedores que podem prover as peças de meados dos anos 60, e o facto de que as bases de lançamento e prédios de construção de veículos foram convertidos para o vaivem espacial, assim você não tem de onde lançar [o Saturno 5]. Quando se tiver refeito o projecto para se ajustar às peças disponíveis hoje e remodificar as bases de lançamento, pode simplesmente ter começado com um projecto completamente novo".

Para saber mais
- Are Apollo Moon Photos Fake?
- The hoax of the Moon hoax
- Michael Shermer´s brilliant "Moon Hoax"
- Saturn 5 Blueprints Safely in Storage

sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Beja e a descaracterização crescente das Cidades portuguesas

É conhecida a obra do Sr. Pinócrates como Engº Cívil, todos nos lembramos de ver os magníficos projectos arquitectónicos saídos da pena de tão ilustre Engº formado nessa escola de Referência que foi a Universidade Independente.
Pois é, não sei se isso está a influenciar o trabalho de outros Engºs e Arquitectos ligados de alguma forma ás obras do regime Pinócrates, mas o que sei é que na capital do Baixo Alentejo, minha querida cidade de Beja, estão a ser construidos alguns mamarrachos dignos de nota, alvo de criticas e merecedores de lágrimas.
Como se não bastasse as obras do malfadado, absurdo e ridiculo programa Polis, que veio descaracterizar a cidade no seu coração, veja-se, por exemplo, o resultado das tristes obras do Jardim do Bacalhau e Praça Diogo Fernandes, agora é no recinto do Hospital e na Escola Secundária D. Manuel I que a polémica reside.
Segundo o Jornal Público "a construção de um pavilhão polidesportivo coberto na Escola Secundária D. Manuel I e de um novo hospital de dia para doentes oncológicos na cidade de Beja está a merecer forte contestação do executivo municipal e até de alguns dirigentes da organização local do Partido Socialista, tendo como justificação a "má" qualidade arquitectónica dos edifícios. (...) Luís Miranda, que já foi deputado na Assembleia da República, insurgiu-se contra as "vergonhas" arquitectónicas que estão a ser instaladas pelo Governo na capital do Baixo Alentejo. (...)
Também a construção do novo hospital de dia destinado a doentes oncológicos mereceu uma apreciação ainda mais crítica de Luís Miranda, que comparou o novo equipamento a um "palheiro", caracterização que vingou na opinião pública da cidade.
Se os fins são nobres e necessários, já as devidas susceptibilidades e arquitectura locais deviam ser tidas em conta, as criticas chovem de todos os quadrantes políticos na cidade, o que deve querer dizer alguma coisa.
Uma coisa que eu acho interessante neste tipo de obras sociais, as populações nunca são ouvidas, aqueles para quem estas infraestruturas são construidas não são vistos nem achados neste tipo de situações, são sempre apanhados de surpresa e apenas com o desenrolar das obras se apercebem
dos crimes arquitectónicos praticados um pouco por todo o país desde há 35 anos, descaracterizando as nossas vilas e cidades.

terça-feira, 14 de Julho de 2009

Diferenças que fazem toda a diferença


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quarta-feira, 8 de Julho de 2009

A Nossa Saudação

A nossa saudação é a dos antigos romanos. Um gesto largo, franco, sem reservas, inspirador de confiança e amizade.
Braço ao alto!
A mão estendida a indicar o caminho, não a si, egoisticamente, mas para que os outros o sigam também.
Mão aberta que não teme a luta porque dia a dia pratica a verdade de que dá testemunho.
A Saudação Romana é um gesto em que o braço é levantado para a frente recto, com a palma da mão para baixo. O braço é levantado às vezes paralelamente para cima ou para à terra
A saudação romana, no qual a saudação de Hitler foi também baseada, foi usada em muitos países diferentes para muitas finalidades diferentes antes da Segunda Guerra Mundial. Por exemplo, a Saudação de Bellamy, usada como garantia de fidelidade nos Estados Unidos no século XIX, e no século no inicio do século XX, era uma versão da saudação romana com algumas similaridades à saudação nazi. A saudação de Bellamy foi abandonada desde 1942 por causa dessa similaridade. O mesmo aconteceu com à maioria das outras formas de saudações romanas ao redor do mundo.
Braço ao alto, Saudação de de Paz, antítese do murro fechado do Partido Socialista, promessa de ódio e violência.

Verdades e mentiras do 'Magalhães' em livro

Luís Cabrita quer lançar uma obra que conte toda a história do pequeno computador do regime

A história do computador Magalhães vai ser contada em livro. O autor é um gestor que promete contar todos os segredos do polémico computador. Leia em Executivos sem Gravata .

Luís Cabrita, presidente da Prológica, ( a Prológica integra o consórcio Youtsu que, com a JP Sá Couto, distribui os computadores em Portugal e no estrangeiro), andou meses a coligir dados sobre o computador do regime. No final, escreveu um livro que se chamará "A verdade da mentira do Magalhães".

Recentemente, foi entrevistado na sede da Prológica, em Carnaxide, para o tema de capa da edição da Exame que está agora nas bancas (com o título "O que é nacional no Magalhães) contou que já recebeu mais de dois mil emails desde que o Magalhães chegou ao mercado nacional. Muitos protestam contra algo que os desgostou, outros elogiam e, revela, outros tantos mandam mensagem simplesmente porque não conseguiram efectuar o pagamento no mês em que era suposto e que, por dificuldades económicas, solicitam um novo prazo para pagar o equipamento.

Enfim, os temas são mil e um e Luís Cabrita quer colocar tudo em livro. E já tem título "A verdade da mentira do Magalhães"

Tem potencial para best-seller.

terça-feira, 30 de Junho de 2009

Musica - The Snow Fell - Tribute to Skrewdrivers

Homenagem a todos os que combateram e morreram na terrível frente Russa lutando por um ideal que continua vivo, hail!!!

Versão dos Rahowa


He sat in a room
in a square of the color of blood.
He'd rule the whole world
if there was a way that he could.
He'd sit and he'd stare
at the minreds on top of the towers.
For he was a beast
as he hatched his new plans to gain power.

(chorus)
And the snow fell
covering the dreams and ideals.
And the snow fell
freezing the blood and the wheels.
And the snow fell
they had to keep worm for survival.
And the snow fell
defeating the beast's only rival.

They took the old roads
that Napoleon had taken before.
They fought as a force as a light
against the darkness in a holy war.
One day they were looking around
and the sun was shining on the cold flowers.
The next day they were freezing to death
in the snow and the ice cold showers.

(chorus)

Then came the deadly roads
back from the stairs of their retreat.
The cold racked their bodies
but worse was the pain of defeat.
Many people who had hailed them once
now turned and looked away.
These people now knew
that the beast was on it's way.

(chorus)

You finally came back
to the borders of your fatherland.
Now enemies came
traitors everywhere at hand.
Many people who had fought and died
knowing that they had to win.
It still sickens my heart
to see the picture of the red flag in Berlin.

(chorus)

sábado, 27 de Junho de 2009

Son Of Britain...Saga

Porque é bom recordar.....



sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Deus meu......

terça-feira, 23 de Junho de 2009

Musica - Confront "Fall from Grace"



For all the things that you ever said
For all the lies that you built up in my head
It's my time for revenge
I cared to try but I don't care anymore
I'm understanding
So I'll leave my bleeding heart for you on your door
What seems to me are the fallacies
From a story that at one time I believed
Will I wake from this dream?

As I fall from grace
These are times I'd like erased
As I fall from grace
You stand by in the corner
While my life fades

I gave you all that I had to give
You took it all
Now I'm standing here alone outside in the cold
There was the train but ya ran away
Ya think ya lost me but you'll always find a way
To destroy my day

As I fall from grace
These are times I'd like erased

You never said you cared
That's all we needed to repair
And broke the ties that time
And it's all over this time

For all the things that you ever said
For all the lies that you built up in my head
It's my time for revenge

As I fall from grace
These are times I'd like erased
As I fall from grace
You stand by in the corner
While my life fades

As I fall from grace
These are times I'd like erased

You never said you cared
That's all we needed to repair
And broke the ties that time
And it's all over this time

segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Livros - Nuno Álvares Pereira

Foi graças à vontade política de Nuno Álvares Pereira, ao seu génio militar e à sua integridade que os portugueses, na grande crise do século XIV, conseguiram derrotar as forças de D. João de Castela.
E foi ele quem guardou a nação independente, preparando-a para o novo tempo português de navegação e expansão além-mar.
Mas o que sabemos desta grande figura da nossa História que nas últimas décadas caiu no esquecimento? Quase 600 anos após a sua morte, a canonização solene em Roma do Santo Condestável de Portugal não deixou de causar espanto e de levantar velhas questões. Pode um chefe de guerra chegar aos altares? Pode um santo ser guerreiro e um guerreiro ser santo? Nuno Álvares Pereira mostra-nos que sim. E não por um qualquer arrependimento tardio, por uma troca aparentemente súbita e em fim de vida da cota de malha pelo hábito de monge: entre as intrigas da corrupta corte fernandina e o poder e a glória da Casa de Avis, nas horas difíceis da revolução de Lisboa e nas batalhas de Aljubarrota, Atoleiros e Valverde que marcaram a Guerra da Independência, S. Nuno de Santa Maria sempre procurou ser, no espírito e na letra, o cavaleiro perfeito, indo contra muito daquilo que, na guerra e na paz, era regra no tempo.

terça-feira, 16 de Junho de 2009

A Criança que calou uma audiência

quinta-feira, 11 de Junho de 2009

PNR - "Perguntas mais frequentes"

1. COMO SE DEFINE O PNR?
2. QUAL A POSIÇÃO DO PNR NO ESPECTRO POLÍTICO PORTUGUÊS?
3. O NACIONALISMO É UMA IDEOLOGIA XENÓFOBA E VIOLENTA?
4. O PNR CONSIDERA-SE UM PARTIDO EXTREMISTA OU RADICAL?
5. A IMIGRAÇÃO É A CAUSA DE TODOS OS MALES?
6. OS IMIGRANTES SÃO NECESSÁRIOS PARA FAZER CERTOS TRABALHOS?
7. OS IMIGRANTES GERAM RIQUEZA?
8. OS PORTUGUESES TAMBÉM NÃO SÃO UM POVO EMIGRANTE?
9. ENTÃO QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DA IMIGRAÇÃO?
10. O PNR É UM PARTIDO RACISTA?
11. PORQUE SE AFIRMA O PNR CONTRA A GLOBALIZAÇÃO SE ESTA É INEVITÁVEL?
12. O PNR É ANTI-EUROPA?

1. COMO SE DEFINE O PNR?
O PNR é um partido político pró-pátria, pró-família, e pró-vida.
Pró-pátria porque tem uma concepção do mundo baseada na existência e cooperação de pátrias diferentes vivendo cada uma segundo os seus próprios costumes.
Pró-família porque é na defesa da instituição família que está a sobrevivência e o futuro de cada povo.ró-vida porque deve ser defendida uma cultura da vida, numa sociedade em harmonia com a natureza, contrária às políticas actuais que promovem uma cultura de morte, baseada no individualismo e na promoção do comportamento destrutivo (droga, aborto, lobi-gay, etc).
O PNR afirma-se nacionalista, entendendo que a Nação é o prolongamento natural da família.
A nossa casa é Portugal!

2. QUAL A POSIÇÃO DO PNR NO ESPECTRO POLÍTICO PORTUGUÊS?
O PNR é o único partido político português que se afirma nacionalista.
Quer isto dizer que é o único partido que defende os interesses nacionais acima dos interesses sectários, e para o qual cada Nação, enquanto Nação, constitui um valor supremo.
O PNR não é de direita nem de esquerda, antes situa-se acima dessas dicotomias parciais e divisionistas.
Nem esquerdas, nem direitas: os Portugueses primeiro.

3. O NACIONALISMO É UMA IDEOLOGIA XENÓFOBA E VIOLENTA?
Não. O nacionalismo atribui valor a cada Nação enquanto tal. Por isso, os nacionalistas, se exigem o respeito à sua Nação, devem igual respeito às demais nações e afastam de si qualquer tentação imperialista, expansionista ou colonialista.
Pelo contrário, insistem na defesa da soberania e independência dos povos, que são por vezes ameaçadas por conflitos fronteiriços e pela corrida aos recursos naturais.

4. O PNR CONSIDERA-SE UM PARTIDO EXTREMISTA OU RADICAL?
Não. O PNR pretende intervir na sociedade através da discussão pública e participando na vida política.Ao invés, o sistema é que adopta uma posição extremista em relação ao PNR, impedindo-o de participar em paridade com outros partidos e deturpando as suas ideias e propostas.
O PNR congrega pessoas de várias tendências, idades e estratos sociais, desde o patriota orgulhoso da herança dos seus antepassados, ao cidadão-comum interessado em mudar a situação actual do país, até ao simpatizante preocupado com o futuro de Portugal e dos Portugueses.
É o bastante para serem bem acolhidos no seio do nacionalismo.O PNR congrega, não divide.

5. A IMIGRAÇÃO É A CAUSA DE TODOS OS MALES?
Não. O PNR entende que cada povo pode enriquecer a sua cultura através do contacto com outros povos ou civilizações. Mas expressa igualmente a sua preocupação com as tendências mundialistas e multiculturais, das quais a imigração é apenas uma das faces, e que constituem uma ameaça à identidade, independência, e segurança nacionais.
Migrações sempre existiram e sempre existirão, nós somos contra as políticas que promovem a invasão imigrante, não contra o imigrante.
O PNR bate-se contra a imigração desregulada, contra a importação de mão-de-obra barata, contra o nivelamento por baixo dos salários, contra o aumento da criminalidade, contra a proliferação de guetos e zonas de não-direito, contra o aumento do desemprego.
O PNR aponta o dedo aos governantes, que não se importam com os portugueses mas sim com o seu próprio umbigo, e que são responsáveis pelas políticas suicidas que estão a destruir Portugal.
6. OS IMIGRANTES SÃO NECESSÁRIOS PARA FAZER CERTOS TRABALHOS?
Não. Antes de mais, se as profissões indiferenciadas fossem remuneradas com justiça haveria muitos portugueses interessados em segui-las, como sempre houve. Aliás, o facto dos portugueses fazerem esses trabalhos lá fora é prova disso, mas se são pagos miseravelmente é porque há quem se sujeite a eles por qualquer preço, o que faz com que o nível salarial baixe cada vez mais.
Efectivamente, os imigrantes que partem desesperadamente à procura de uma vida melhor vão mentalizados para aceitar quaisquer tipo de condições, ficando à mercê de uma nova forma de escravatura e de multinacionais sem escrúpulos, que são quem realmente beneficia das políticas imigracionistas, não o próprio imigrante.

7. OS IMIGRANTES GERAM RIQUEZA?
Não, geram tanta riqueza como outra pessoa qualquer, mas regra geral o imigrante ainda beneficia das benesses custeadas pelos portugueses e que lhes são dadas pelos governos, subservientes do mundialismo e capitalismo selvagem que alimenta as suas negociatas.
Os imigrantes podem contribuir para o aumento do PIB, mas isto se não forem incluídas as despesas que a presença deles em Portugal implica, e que fazem com que eles na verdade contribuam para o empobrecimento do Estado.
Junte-se ao valor do défice os milhões que já foram, e ainda são, gastos com habitação social, rendimentos mínimos, abonos a famílias que não param de crescer, recrutamento de polícias para vigiar certos bairros, custos com serviços prisionais, subsídios de desemprego, assistência hospitalar e sanitária, cursos profissionais e de língua portuguesa, etc., etc., tudo isto custa muitos milhões aos contribuintes.

8. OS PORTUGUESES TAMBÉM NÃO SÃO UM POVO EMIGRANTE?
Sim. Mas, antes de mais, os Portugueses que habitam em território nacional não podem ser constituídos reféns dos que, por motivos pessoais ou materiais, demandaram para outros países.
Além disso, é preciso ter em conta ainda que a maior parte dos emigrantes portugueses instalou-se em países europeus, como a França, a Alemanha ou a Suíça, não pondo em causa os costumes e os aspectos civilizacionais dos países de acolhimento.
E é preciso notar também que outros países, como os Estados Unidos, são desde sempre países de imigração. Não é esse o caso de Portugal.

9. ENTÃO QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DA IMIGRAÇÃO?
Uma das primeiras coisas que um governo do PNR faria seria acabar com as actuais políticas de imigração e inverter os actuais fluxos migratórios, que empurram o português para o estrangeiro e atraem os estrangeiros para Portugal, substituíndo os naturais por imigrantes.
Para isso, obviamente, seria necessário denunciar os acordos de Shengen e restaurar imediatamente as fronteiras, apostando num maior controlo das mesmas para combater a criminalidade e a imigração ilegal.
O PNR meteria imediatamente em marcha um programa de repatriamento de imigrantes indigentes, que nada produzem ou que cometem crimes.

10. O PNR É UM PARTIDO RACISTA?
Não. O racismo é uma doutrina que assenta na superioridade de uma raça sobre as outras. Ora, os nacionalistas são os únicos que verdadeiramente respeitam as diferenças entre raças, povos e nações, e que pretendem que estas não desapareçam.
O PNR condena o terror das agressões racistas, verbais ou físicas, e de que são vítimas muitos portugueses no seu dia-a-dia.
O que o PNR pretende é tão-só assegurar aos Portugueses o direito a viverem e a trabalharem numa pátria soberana e próspera, em segurança e liberdade.

11. PORQUE SE AFIRMA O PNR CONTRA A GLOBALIZAÇÃO SE ESTA É INEVITÁVEL?
A chamada globalização é responsável pela dissolução de identidades, culturas, soberanias, fronteiras, pátrias e bandeiras, e em última análise é a palavra que melhor define o mundialismo vigente, ou seja o modelo de destruição das nações posto em prática pela Nova Ordem Mundial.
A chamada direita capitalista e liberal vende-nos a ideia de que globalização é progresso económico, o que é falso, já que esta é responsável, entre muitas outras coisas, pela deslocalização dos centros de decisão que arrastam consigo para o estrangeiro as fábricas e empresas.
A chamada esquerda revolucionária reformulou o seu discurso, apresentando-se agora «por uma alter-globalização», ou globalização alternativa, que defende o multiculturalismo e a mundialização responsável pela degradação do nosso nível de vida.
Ambas, esquerdas e direitas, são inimigas da nação, e o PNR é a única força política que se opõe verdadeiramente à globalização, que é um monstro de duas cabeças: capitalista e multicultural.
A globalização não é inevitável e o seu avanço pode ser contrariado com políticas económicas e sociais que privilegiem e defendam o Nacional, e o PNR é o único partido político português que o propõe.

12. O PNR É ANTI-EUROPA?
Não. Repudiamos energicamente o super-estado federalista, os acordos de Schengen que aboliram fronteiras, o centralismo da moeda única, os acordos de política agrícola e pesca comum, os subsídios ao desmantelamento da nossa indústria e à não-produção.
Defendemos a amizade e cooperação entre os diversos povos e estados europeus, não a sua fusão, submissão ou dissolução.
As nações da Europa podem entender-se em determinadas matérias, nomeadamente em áreas como a investigação científica, a cooperação cultural ou militar, mas não queremos privar os povos europeus da sua soberania e liberdade, colocando o seu destino nas mãos de banqueiros e eurocratas.
Nós não somos uma província de Bruxelas, somos uma Nação com 900 anos de História que tem das mais antigas fronteiras do mundo.

http://www.pnr.pt/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=61&Itemid=103

quarta-feira, 10 de Junho de 2009

10 de Junho - Exaltação Patriótica - O Ser Português...

Ser português é ser etnicamente e culturalmente português, é falar a nossa língua, é comer bacalhau com todos ao Domingo, é conduzir à direita, e negar a existência de raças.
É ser do Benfica e afirmar que o Eusébio é português, é ter um B.I. enorme que se dobra todo, é poder votar em referendos que não servem para nada,
É ter um Martunis indonésio que rapidamente se torna "símbolo nacional" apenas porque se afogou num Tsunami com a camisola do Deco, é andar há décadas a ser roubado e enganado pelos políticos mas quando há eleições pensar que "isto agora vai mudar"
É ir ao shopping no fim-de-semana com o fato de treino Nike da feira do relógio, é ouvir um sociólogo qualquer dizer na televisão que o cozido à portuguesa é um prato tradicional judaico-muçulmano e acreditar apesar de ser um prato à base de carne de porco, é ler livros da Margarida Rebelo Pinto e dizer aos amigos que "farto-me da ler", é ter pena porque o Mantorras não foi ao consulado português pedir um passaporte para jogar na "selecção de todos nós", é apitar no sinal de trânsito mal muda para verde mas desatinar com o taxista que faz o mesmo
É queixar-se da invasão económica espanhola mas não dar importância ao facto de haver mais pretos e brasileiros cá do que produtos espanhóis, é ver na TV que em Auschwitz morreram 6 milhões de judeus mais os 6 milhões de ciganos e 6 milhões de jeovás e acreditar piamente deixando cair uma lágrima
É estar atolado de neve na Serra da Estrela e culpar o Estado de não lhe ir levar correntes para as rodas, é não acreditar que o Paulo Portas e o Herman José sejam panascas e jurar que o Carlos Cruz é inocente "porque apresenta bem", é pagar 100 contos de renda durante uma vida para comprar casa e não ligar ao facto dos pretos receberem casas de borla há 30 anos e ainda reclamarem, é pagar 5 contos por um bilhete de futebol ou pela descodificação do Sexy Hot mas refilar sempre que as associações de protecção animal pedem uma esmola
É acreditar que ser homossexual não é uma doença mas sim "uma opção sexual", é dizer que o PREC e o COPCON são sinónimos de liberdade, é gastar milhões em estádios e ver velhotes com reformas de miséria ou em dificuldades nas farmácias, é saber que há portugueses a serem assassinados na África do Sul e não ligar nenhuma mas meter lenços brancos na janela pelos timorenses ou acender velas pelo Tsunami.
É ver o Povo português ser constantemente roubado por gangues de pretos, brasileiros, romenos ou ucranianose e continuar a duvidar que seja racismo, é ir ao hospital e estar 6 horas à espera para lhe receitarem um placebo ou um medicamento à conta do qual o médico vai ganhar umas férias, é o culpado do acidente ser o carro que tem o arranjo mais caro, é ver a pesca e a agricultura a acabar e as fábricas a fechar e ainda achar que a UE tem sido porreira em mandar milhões para os Torres Coutos e outros mais
É ver a bófia a multar traiçoeiramente nas auto-estradas apesar de ser lá que há menos acidentes, fazer Street Racing e picanços autorizado nos Subarus, Audis e BMWs e mesmo assim achar que pode ser para reduzir a sinistralidade, é imaginar o Carnaval do Rio como o tradicional e original, é achar que os sindicatos defendem os trabalhadores portugueses apesar destes concordarem com a vinda de mais imigrantes
É receber menos que os outros cidadãos europeus e pagar o mesmo por serviços piores e mesmo assim acreditar quando ouve dizer que tal se deve a uma crise passageira que se agravou mundialmente, ou ao défice, é acreditar que os juízes têm 3 meses de férias porque trabalham durante esse período, é achar que cabo-verdianos e angolanos têm mais a ver connosco do que espanhóis e italianos, é ver suspeitos de pedofilia serem recebidos com palmas no Parlamento e continuar a tolerar e a acreditar nos políticos, é aceitar que os imigrantes são indispensáveis para produzir riqueza e aumentar a natalidade
É ir à bruxa e alterar a sua vida consoante o que esta lhe diz, é nunca ter ido ao estrangeiro mas afirmar peremptoriamente e a toda a hora que "isto só em Portugal", é colocar a hipótese do CDS ser de extrema-direita "porque o Mário Soares assim o disse", é compreender os GNR que decapitam suspeitos de roubo em Sacavém por serem toxicodependentes mas criticar ferozmente os que espancam assassinos na Cova da Moura por serem pretos, é acreditar que se o Le Pen ganhar em França "os portugueses vão sofrer imenso", é acreditar nos "estudos científicos" que aparecem sempre que é necessário justificar algo anormal, é afirmar com aparente convicção "não sou racista" mas não querer que a filha case com um preto ou recusar morar num bairro africano, é ter uma TV que sempre que fala no Hitler ou no III Reich só apresenta imagens de guerra ou documentários sobre judeus
É ter simpatia pela "firmeza do Sócrates" só porque ele tem ar de duro e arrogante, é acreditar que os judeus foram perseguidos ao longo de toda a História "apenas por serem diferentes" ou por capricho de alguém, é acreditar nos comunas que dizem ter havido fascismo em Portugal, é ver o vizinho ser assaltado e fingir não ver ou dizer "não é nada comigo", é fazer comentários exaltados explicando que "os nacionalistas são extremistas e perigosos" mas não fazer a mínima ideia do que é a ETA ou as FP25, etc, etc, etc...

segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Eleições Europeias - Números, Análise e PNR

Vistas da provincia onde me encontro, no país de verdade, onde as pessoas ainda são simples, tradicionais e vivem segundo regras diferentes da vida das grandes cidades e zonas urbanas, estas eleições, no entanto, foram vividas de igual forma e passaram completamente ao lado da vida da maioria, com abstenções altissimas, demonstrando mais um vez que o povo, a grande massa dos eleitores está a borrifar-se para a Europa e para este tipo de eleições, consideram-nas apenas uma luta pelos 22 "tachos" disponiveis e afastam-se completamente da participação efectiva da escolha dos "tachos" e sua distribuição partidária.
Num país de 9.601.744 inscritos para votar, apenas compareceram ás urnas 3.557.240, o que prefaz uma abstenção de 6.044.504 (62,95%) do universo possivel de eleitores (segundo a RTP)
Ora isto é ridiculo quando pensamos nos partidos do sistema e na suas declarações televisivas, com o PSD estupidamente embriagado por uma parca e ridicula "vitória", o PS a guardar a vingança para depois, claramente já a pensar nas legislativas, o PCP eternamente vitorioso, o BE a ser tratado novamente com a maior das benevolências pela comunicação social, fazendo multiplas declarações exibidas em directos sucessivos como se de um comicio se tratasse, e o CDS respirando de alivio porque as sondagens e projecções se enganaram novamente e os betinhos da Largo do Caldas lá conseguiram manter os dois madatos.
Se pensarmos que o PSD obteve apenas 1.127.128 votos e o PS 945.362, num pais de 9.601.744 eleitores, isto é uma palhaçada e as eleições nem deviam ser legitimadas, aliás, se querem eleições, ao menos que sejam obrigatórias no voto, ou seja, um cidadão, um voto, obrigatório por lei, assim é que devia ser, mas essa é outra discussão.
Quanto aos pequenos partidos, nada de novo, total indiferença, como se não existissem.
Abastendo-me de falar de alguns deles, remeto-me directamente ao meu partido, o PNR, que obteve nestas eleições, de tão grande abstenção, uma significativa subida no número de votantes, em relação ás legislativas de 2005.
Em Fevereiro de 2005, ultimo acto eleitoral em Portugal, sem contar os referendos, o PNR obteve 9.374 votos, ( 0,16%), nestas Europeias, encabeçadas exemplarmente pelo Humberto Nuno de Oliveira, o PNR obteve 13.029 votos, (0,37%), o que é, quanto a mim, notável para um pequeno partido como o PNR, sem os recursos nem a simpatia dos grandes meios de comunicação social, que são aberta e abjectamente parcias em relação ao bloco central (PS e PSD) e alguns mesmo, declaradamente anti-PNR.
Não sei qual as conclusões que o partido, a sua direcção e orgãos directivos vão retirar destes resultados, mas quando a mim, simples eleitor, simpatizante e votante do PNR, é para mim uma alegria a subida do número de eleitores e quero endereçar a partir daqui os meus parabéns ao Humberto Nuno de Oliveira, que quanto a mim, e já o tinha referido antes, foi impecável e inteligentemente escolhido para encabeçar esta lista ao Parlamento Europeu e que fez uma boa campanha, uma excelente campanha, muito digna, muito limpa, esclarecedora quanto ás ideias do partido no que á Europa diz respeito, porque era disso que se tratava, e não a politica de sargeta, confusa, sem ideias, ideológicamente parecida, baixa e deselegante, que os grandes partidos conduziram e que nos entra pela casa dentro através dos noticiários.
Um abraço Humberto, de um camarada alentejano, bem haja, que com a sua coragem, verticalidade, honestidade, intlectual e ideológica, foi a grande revelação destas eleições e marcou a diferença nos debates e entrevistas onde apareceu.

quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Mistério !!

É caso para perguntar: Para onde foi o resto??


terça-feira, 2 de Junho de 2009

O melhor candidato



Humberto Nuno de Oliveira

A Doutrina do Choque

É realmente deprimente ver como toda a gente, a população em geral, se deixou surpreender nos últimos dias e semanas por parte das TVs e restantes meios de comunicação social tendo por tema a chamada Gripe A ou Gripe Suína.
O presidente do México dirigiu uma mensagem á nação mexicana dizendo que a nova estripe de Gripe era uma pandemia e que o vírus era novo e incurável, mais disse que já havia causado vários mortos, de imediato toda a gente diz e faz: não comam carne de porco, não vão á escola, ao cinema, paralisem o país.....mas ninguém disse: Não tenham medo! Como poderiam dizer isso quando é exactamente o medo que procuram.
Pesquisando um pouco fora do gritante pânico mediático e histérico que se formou nas TVs e etc, podemos encontrar que o vírus afinal é o mesmo que apareceu faz uns anos na Ásia, ficou conhecido como Gripe Asiática, e apenas se tratou de uma cortina de fumo para encobrir a grave situação económica que se vivia na Ásia nessa altura.
A situação no México é similar, na mesma altura do comunicado do presidente de México, o senado mexicano estava aprovando uma iniciativa que propõe uma lei para legalizar as drogas, para legalizar o porte de doses mínimas de marijuana, cocaína, ópio, cristal e outras drogas, perdoem-me a falta de atenção, mas nos noticiários mexicanos ninguém falou nisto, que esta lei seria posta para aprovação na câmara dos deputados dia 28 ( Esta es la nota del periodico milenio) http://www.milenio.com/node/204108


Nada de grave não é verdade? Pois outra das leis que foi aprovada foi a “Lei da Policia Federal” com a qual se legalizam e aprovam, entre outras coisas, o seguinte:
-A utilização de agentes policiais sem uniforme em casos em que envolva e justifica investigação (Bravo! Policias á paisana, civis armados, mais assalto à mão armada e mais sequestros impunes)
-A escuta das chamadas telefónicas (adeus privacidade)
-A Polícia Federal vai agora ser capaz de intervir e reter e-mails, se for necessário
-Á polícia são dadas todas as facilidades para a solicitar às empresas privadas informações pessoais de clientes para fins de investigação
-A Corporação policial levará a cabo actividades de vigilância, identificação, monitorização e acompanhamento do público em sites da Internet, a fim de evitar comportamento criminoso. (Ou, mais precisamente para evitar golpes, passeatas, movimentos civis, e assim por diante. Não esqueçamos que o centenário da revolução está mesmo ao virar da esquina)


Esta nota esta disponivel aqui: http://sdpnoticias.com/sdp/contenido/2009/04/23/382531
Além disso, a 18 de Abril de o Fundo Monetário Internacional aprovou um crédito de 47,000 milhões de dólares solicitados pelo governo do México para enfrentar a crise, 47,000,000,000 dólares ou seja, U $ 658.000.000.000 de pesos mexicanos, dentro um ano, isto significa que se houvesse a dívida externa, e actualmente há, é grande, mas, como sempre, quem paga é o povo, mas voltando ao assunto, os noticiários apenas deram a notícia, para não mencionar o risco de um tal empréstimo nem o que significa ou a magnitude que este tem em afectar a população mexicana.E a última razão para se ter criado uma psicose por uma doença curável é esta: O presidente Obama fez uma visita ao México em 16 de Abril, do que é que se falou? Alguns dizem que se falou de segurança nacional, a verdade é que Obama chegou a fazer um acordo (O Comando do Norte) em que aceita que os militares dos E.U.A. possam entrar México e gradualmente assumir o território dos poços de petróleo e reservas dos aquíferos. Merda! Nem ele próprio António López de Santa Anna!!

Tudo isso pode muito bem ter sido a causa de algumas marchas, encerramentos rodoviários, manifestações civis, tumultos armados pelos Narcotraficantes, mas tudo foi apanhado e parado pela curiosamente oportuna Gripe Suína, que foi oportuna, já que as agências governamentais (sindicatos) não funcionaram, as pessoas não vão para as ruas e por implicação para não comentar nada. A única coisa que podia fazer era ficar em casa sem nenhuma outra opção sem ser ligar a TV todos os 15 minutos para ver se havia algum lugar onde pudesse evitar a gripe, e cada 2 ou 3 horas por noticiários dando sempre as mesmas notícias.

É uma epidemia ou terrorismo de Estado? O seguinte vídeo explica mais ou menos o que estamos a viver nestes momentos:

Procurem por: SHOCK DOCTRINE, No You Tube

Recordam-se do Chupacabras, isto faz tudo parte da mesma cadeia de informação….

sábado, 23 de Maio de 2009

Comissão Europeia considera Magalhães ilegal

Via SOL:


Todos os programas ligados ao Plano Tecnológico da Educação, do qual o Magalhães é o mais emblemático, estão em causa. Para a Comissão Europeia, o Governo português não agiu de modo transparente, porque as empresas foram tratadas de modo desigual.
Benefícios exclusivos para:
- Intel
- Microsoft
- JP Sá Couto
Dizem as notícias que o Governo nega ter sido condenado pela Europa. É normal… foi acusado e não condenado… de onde virá esta arte de aparentar negar um facto negando-se outro numa frase 100% verdadeira.

«A Comissão Europeia (CE) considera que Portugal infringiu as leis comunitárias da concorrência ao adjudicar por ajuste directo, e não por concurso público, todos os programas governamentais ligados ao Plano Tecnológico da Educação. Está em causa a distribuição gratuita ou a preços reduzidos de mais de um milhão de computadores a alunos e professores – incluindo os 500 mil ‘Magalhães’ que o Executivo de José Sócrates prometeu distribuir pelos alunos do 1.º Ciclo.
As conclusões da Comissão liderada por Durão Barroso são preliminares e fazem parte da chamada fase pré-contenciosa da acção. Esta foi instaurada por incumprimento de Portugal da directiva 2004/18/CE (norma que regula a contratação pública na UE, de forma a assegurar a livre circulação de bens e serviços no Mercado Único Europeu). O processo nasceu de uma queixa apresentada pela empresa Accer na Direcção-Geral do Mercado Interno.»

Livros - À Unha!...Os Forcados

O autor deste livro, também ele um antigo forcado, faz a história da festa brava, desde as suas origens mais remotas à actualidade.
As praças de touros, as técnicas utilizadas para as «pegas» e uma relação exaustiva e minuciosa de todos os grupos de forcados.
Trata-se de um álbum de glórias para os aficionados, ilustrado com 235 fotografias históricas.

Revestidos em tela de seda com ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura.
A edição especial tem acabamento em tela de seda, com ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura.
Todos os exemplares desta edição são numerados e assinados pelo editor.

terça-feira, 19 de Maio de 2009

Livros - Guerra Colonial , As Razões de Salazar

Lançamento de Livro de autoria de José Lemos Vale
"Guerra Colonial: As Razões de Salazar"
Dia 24 de Maio, pelas 16 Horas
Na Livraria Bertrand do Centro Comercial Dolce Vita, em Coimbra

Marcha da MP, Compromisso Solene

Peito altivo, voz firme, o filiado marcha orgulhoso ao lançar ao vento o seu hino predilecto que é, ele próprio, um programa de acção: - os nossos passos dirigem-se para a construção do Portugal novo, «Torres e torres erguendo» - esbarramos no caminho com o Ódio, a Mentira, o desinteresse….Que importa! – Continuaremos «rasgões, clareiras abrindo» - promessa da velha fronde lusitana, somos o «Tronco em flor que estende os ramos – e a nossa canção anuncia o amanhecer de um Portugal melhor. O Portugal com que sonha a «Mocidade que passa»
No discurso de abertura da primeira reunião de dirigentes da MP, nas instalações do Conservatório Nacional, Nobre Guedes garantia que: «a Mocidade Portuguesa não pretende fazer dos seus filiados um corpo de exército de soldadinhos de chumbo – mas educá-los na admiração das virtudes militares e dar-lhes as condições e resistência física, como as de resistência moral, para poderem ser bons soldados, sempre que a Pátria precise utilizá-los nesta nobre função»

«Filiados da M.P.! Ides afirmar pública e solenemente o vosso propósito de servir os ideais que vos guiam!
Dizei:
- Jurais consagrar a vossa vida à consolidação e ao engrandecimento do Império Português aquém e além mar?
Resposta: Sim!
- Jurais empenhar todos os esforços para cumprir devotadamente os vossos deveres de cristãos e portugueses?
Resposta: Sim!
- Jurais fidelidade aos vossos chefes enquanto vos conduzirem no caminho do trabalho, do dever e da honra?
Resposta: Sim!
- Estais dispostos a lutar sempre para obter mais e melhor por Portugal?
Resposta: Sim! Mais e melhor por Portugal!»

sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Teorias da Conspiração

Fala-se de crise, fala-se de bancos na falência, de multinacionais a negociar com governos, em jeito de ultimato, trocando manutenção de postos de trabalho por uns "míseros" milhões em ajudas. As bolsas crasharam, estamos em recessão, estamos em depressão... os bancos centrais dão ordens de impressão de mais uns milhares de fotocópias de algo a que perversamente chamamos de dinheiro... que pelos vistos, tal manobra faz desvalorizar o seu próprio valor - uau, que tenacidade - o petróleo, bem escasso, mal contabilizado nessas contas - ora acaba amanhã, ou acabou ontem ou afinal dura mais 100 anos - continua entre sacos de plástico e poliéster a alimentar os motores - sem evolução - que dele dependem, ninguém no Mundo lhes quer alternativas, gastam muito ? Melhor. Poluem muito e as manifestações já chateiam? Ok, inventamos um catalisador e obrigamos desde o princípio dos anos 90 a usarem-no em todos os veículos novos. Simples, rápido e facilmente ultrapassada a questão.
No carro temos tudo (têm os outros, vaidosos, porque eu continuo a usar os velhinhos carros dos anos 70 e 80), GPS, ar condicionado, bancos aquecidos com massagem, vidros eléctricos, Xénon, DVD, computador de bordo que nos diz quanto temos no depósito, quanto podemos gastar, quanto estamos a gastar, quando temos de ir a oficina, que a luz do stop está fundida, mas… no meio de tanta tecnologia e cérebros de engenheiros queimados, a tecnologia que nos move, e que nos obriga a continuar a abastecer e a gastar os mesmos 6 a 8 litros aos 100Km, essa continua imutável... engraçado, certas coisas realmente não evoluem... deve ser estigma, coitadinho do motor de combustão...
Mas voltando à vaca morna, o preço do petróleo subiu muito - no póquer chama-se de bluff - apertou-se a teta até doer, e depois torceu-se só para deixar marca... afinal, sem entrar em grandes dissertações, parece que estava a ser “alavancado”, agora baixou, muito, estabilizará nos 100 Dólares daqui a uns tempos (para mais tarde confirmar/eu avisei), a pandemia da gripe das aves era iminente, era um facto, era indesmentível, ia acontecer diziam os sábios de bata branca, subiram os preços, a loucura generalizou-se, puff, fez-se fumaça, não se viu fogo... a crise do arroz, 2 quilos por pessoa no supermercado, a triplo do preço, puff... quantos lotes (toneladas) querem hoje ?
Não vivemos em castelos, já não existem cruzadas, mas tal como cantava a cançonetista, precisamos - urgentemente - de um herói... ou de um oftalmologista... digo eu (em regime de bitaite...)

Os jornalistas e o efeito "Bola de Neve"

Actualmente de tudo se faz uma tempestade, nasce um arrufo. Facilmente se destrói o prazer. Facilmente se aponta o dedo, dificilmente se esquece o amor, a paz, mas facilmente se apanha uma pedra, e atira-se, apenas para ver se parte alguma coisa e os cacos que pode produzir, é a outra versão de atirar barro á parede para ver se pega....... e para ouvir o barulho que faz ao estilhaçar as simples vidraças que envolvem os outros... que nos envolve a todos... que nós somos...
Parecemos todos fortes, queremos todos parecer demasiado fortes, demasiado perfeitos, demasiados únicos, quando nos devíamos preocupar apenas em sermos felizes, na partilha dos afectos, entremeados de alguns rasgos de ironia e mau humor (muito), para dar tempero, mas ter como finalidade o prazer dos bons momentos, da cumplicidade, da convivência, custará tanto sermos felizes com pequenos gestos ? Não falo apenas de amor, falo de pessoas, de relações, de minutos, de tempo... falo de magoar e assumir o erro, pedir desculpa (desde que seja de forma sincera, não importa o número de vezes, todos nos erramos)... falo de honestidade... falo de verdade e respeito...
Esticamos sempre um pouco mais, só para ver se sai mais sangue, se sai mais dor das nossas almas, como se o mal que trazemos cá dentro nos saísse do corpo com esses devaneios furiosos contra os outros... mas não sai, só acumula ainda mais, e afasta-nos de quem no fundo mais queremos, de quem mais nós gostamos, como se estivéssemos por vezes sedentos de saber até que ponto podemos contar com eles... mas ninguém, por mais que goste de nós, por mais que nos estime, aguenta festas meigas de mãos cardadas... Jornalistas, curiosa gente esta que habita este planeta... curiosa gentalha em que nós (alguns) acreditamos cegamente, mas continuamos a ser o que somos, que sempre seremos...........somos como somos, não inventem mais!!



quinta-feira, 14 de Maio de 2009

Navios Portugueses - Classe Vouga

VOUGA (V) D 334 25 - 01 - 1933/03 - 06 - 1967
LIMA (L) D 333 25 - 05 - 1933/16 - 10 - 1965
TEJO (T) D 335 04 - 05 - 1932/09 - 02 - 1965
DOURO (DR)D 332 16 - 08 - 1935/ ?? -12 - 1959
DÃO (D) D 331 27 - 07 - 1934/29 - 09 - 1960

Foram construídos os dois primeiros em Inglaterra, nos estaleiros Yarrow, e os restantes na Soc. de Construções Navais em Lisboa. Dois outros construídos em Portugal, foram vendidos à Colômbia após serem completados. Os navios desta classe foram modernizados nos anos cinquenta.

DESLOCAMENTO 1588 tons.
DIMENSÕES 96 * 9,5 * 5,7 metros
ARMAMENTO 4 peças de 120 mm : 3 de 20 mm; 2 calhas lança bombas; 2 reparos quádruplos. de tubos lança – torpedos; MINAS :40
PROPULSÃO 2 grupos de turbinas a vapor de 33 000 H.P. - 2 veios = 36 nós
GUARNIÇÃO 184 homens

Classe VOUGA Alterações

ARMAMENTO 2 peças de 120 mm ; 1 dupla e três simples de 40 mm; 3 de 20 mm: 1 reparo quádruplo de tubos lança - torpedos ; 1 SQUID A/S; 2 calhas lança bombas
RADARES: 1 de aviso aéreo MLA - 1 B , 1 de navegação, 1 de controle de tiro
SONARES: ASDIC


A Morte e o Suicidio

O facto de alguém se matar não é errado, da mesma forma como alguém não se matar também não é errado. Isso pode parecer confuso, mas decorre do simples fato de que moral não existe. Isso pode parecer estranho, mas pode ser explicado facilmente da seguinte forma: valores não existem. Isso pode, agora, parecer ilegal, mas não se pode alegar a inexistência das leis, visto que estão devidamente e concretamente registadas – em blocos branquinhos de celulose ecologicamente correcta fatiada em dimensões e gramaturas oficiais – na forma de símbolos linguísticos tradicionais da cultura vigente no espaço geográfico dominado por certa população de hominídeos civilizados. Livros dessa natureza dizem, baseados em valores que não existem, o que não podemos fazer se nós, que não somos livres, quisermos permanecer livres – isto é, obedecer do lado de fora da cadeia. Sua finalidade última é determinar, geralmente em Times New Roman tamanho 12, os parâmetros para a vida em sociedade, ou seja, para a moral, para o bem... [inutilia truncat] O raciocínio circular pára aqui – se alguém quiser continuar rodopiando legalmente em filosofias relativistas até induzir o vómito, nihil obstat. Isso pode parecer estranho, mas podemos negar sua existência com um porém concreto: não existem leis, mas somente comportamentos legislados. Morrer ou se matar, apesar de corresponderem à mesma realidade objectiva, são coisas distintas subjectivamente. Se o suicídio fosse errado em si mesmo, ao cortarmos os pulsos, o sangue, em vez de jorrar, nos daria uma lição de moral. A morte não é moralmente condenável apenas por ser biologicamente inevitável. Portanto, se matar não é errado, mas está errado, e isso basicamente se explica assim: um macaco manda, o outro treme. Que general permitiria que seu exército se matasse antes da guerra? Aquele que não tem poder de sê-lo, visto que é impossível um general sem exército. A lógica da moral contra o suicídio tem duas faces: os líderes o proíbem para poderem continuar no controle, como sempre foi, visto que, mesmo depilados, permanecemos uma macacada hierárquica. Mas por que os controlados, quotidianamente, anonimamente, seguramente, proíbem-se uns aos outros o suicídio? Pelo mesmo motivo que há denúncias anónimas de roubo de chocolate no supermercado. Como são proibidos, mas não podem se vingar da opressão de seus líderes – e essa impotência lhes corrói –, a vingança se desvia para seus iguais: – punam todos os imorais, todos os criminosos de si mesmos, todos os monstros covardes que fizerem o que não posso fazer, que realizam a paz que não posso ter! Formigas orquestradas, dividindo a labuta de carregar folhas de civilização ao formigueiro. Se houvesse três carregando uma folha, mas uma delas a soltasse, aumentando o esforço das outras duas, estas encarnariam prontamente, cheias de rancor e inveja, aquilo que mais detestam: e a oprimiriam até que se tornasse tão desgraçada quanto elas próprias, e continuasse a carregar a folha indefinidamente, rumo a uma morte natural. Essa é a outra face da moral contra o suicídio. Uma miséria de escravos democráticos. Há excepções, mas estão no corredor da morte.

domingo, 10 de Maio de 2009

Morte, Existencialismo e Absurdo

Os existencialistas defendem, muitas vezes, que as nossas vidas são absurdas, na medida em que vivemos na certeza de que um dia serão ceifadas pela morte. Se encararmos a nossa condição com exactidão, teremos de reconhecer a ausência de sentido de esperança, e que é inevitável que as nossas vidas terminem no nada. A questão que obviamente se levanta é se, perante a falta de sentido da vida, devemos cometer suicídio. Olhamos para o mundo procurando sinais da existência de sentido, mas o mundo permanece silencioso. O problema em torno do suicídio prende-se com a negação da liberdade que este implica, uma tentativa de escapar ao dilema trágico em que nos encontramos, e com a rejeição da possibilidade de se procurar afirmar a nossa dignidade face á morte. É necessário estabelecer valores num mundo que, em si próprio, não os possui. O suicídio aceita o absurdo como final e universal. Não somos obrigados a condicionar o nosso futuro devido à omnipresença da morte. A experiência do absurdo permite-nos experimentar, em simultâneo, a nossa condição de seres únicos, dignos e livres.
Frequentemente, argumenta-se que, se deus não existe, se não existe a imortalidade, a vida é absurda. Camus(1955) apresenta muito bem esta ideia, contrastando o modo como gostamos de encarar o mundo (ordeiro, moral, e racional) com a realidade de um mundo frio e insensível. Nagel (1971) enfatiza este ponto ao observar que empenhamos imensos cuidados e esforços nos nossos projectos, apenas para descobrir que os resultados podem ser decepcionantes e que, a longo prazo, nem sequer existem resultados, uma vez que acabamos por morrer. Este tipo de percepção cria frequentemente uma situação em que o suicídio se apresenta como uma solução tentadora. Porém, muitos filósofos criticam esta ideia por não considerar, com seriedade suficiente, a necessidade de desenvolvermos uma atitude audaz, apesar do absurdo da nossa situação. Ou seja, o facto de os nossos projectos poderem resultar em nada não implica necessariamente que deixemos de tentar realizá-los, pois não deixa de ser excitante tomar a decisão de fazer alguma coisa, apesar de se saber que o fim último da acção é transitório. Para muitos existencialistas, o reconhecimento do absurdo é isto mesmo: percebe-se a futilidade da acção e, ao mesmo tempo, age-se como se continuar a agir ou parar de agir fosse igualmente absurdo, e, no caso do suicídio, deixar de agir de todo.

sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Os Estudantes é que sabem

Fotografia tirada dia 3-04-2009, no cortejo da queima das fitas , em Coimbra.

Os estudantes é que sabem...




quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Manifestação pela defesa da Festa Brava no Campo Pequeno


"Sou Português, Sou Aficionado"

Hoje, dia 7 de Maio, no Campo Pequeno 1ª Grande Manifestação a Favor da Festa Brava em Portugal, com o mote "Sou Português, Sou Aficionado".
Pede-se então a todos os aficionados que estejam presentes no Campo Pequeno, afim de mostrarmos todos juntos que a Festa dos Toiros está para durar...e mostrar que mais do que nunca a aficion portuguesa está unida e decidida em defender a tradição dos toiros em Portugal.
Esta manifestação conta com o apoio da AMVAT (Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas), ANGF (Associação Nacional de Grupos de Forcados), APCTL (Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide), APET (Associação Portuguesa de Empresários Taurinos) e SNTP (Sindicato Nacional de Toureiros Portugueses).


Devemos dar sempre um sentido á morte

O gosto pela vida é algo imprescindível para quem quer viver e ser feliz nessa vivência; a visão da morte, portanto, depende da visão da vida que temos; morrer não é o mesmo que experimentar a morte; além da separação entre matéria e alma, espírito e corpo, a morte é o ápice da realização do indivíduo, pois é somente nesse momento que ele se encontra por inteiro consigo mesmo.Agora, ser feliz é, de alguma forma, aprender a morrer, já que morrer é inevitável; assim, saber lidar com essa situação limite e que todos, sem excepção, devem experimentar, é a chave para saborear a vida assim como ela é, com suas limitações, aberrações, contradições e negações; ama-se e gosta-se da vida não por falta de problemas ou porque ela seja eterna, mas, simplesmente, pelo fato de gostar de viver.Alguns estudiosos acreditam na imortalidade da alma humana, mas ainda que seja verdadeira essa prerrogativa, não deve interferir nem deixar que a pessoa viva plenamente a sua vida; e o facto de que cientificamente ou filosoficamente apenas os fenómenos constam, também não deve trazer um gosto amargo ou desesperado a vida; morrer, assim, é deixar para outra oportunidade o que se pode realizar bem agora, é transferir a própria caminhada para um outro, é não aproveitar bem as chances que se tem. Morrer em vão é cair no vazio da própria existência ou deixar que o medo impeça de caminhar sempre na direcção certa, devemos aproveitar a morte como forma de protesto ou de honra, de amor, devemos sempre dar um significado à nossa morte.

terça-feira, 5 de Maio de 2009

Gripe Suína - Verdade ou Mentira, alarmismo certamente

No passado dia 2 de Abril de 2009, durante a reunião do G7, integrado pela EU, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália e Japão, chegou-se a duas conclusões fundamentais
1 – A economia mundial necessitava de uma mudança
2 – O FMI destinaria 500,000 milhões de dólares para ajudar as economias emergentes, (leia-se países pobres dispostos a colaborar), pois bem, os dados estavam lançados.

Logo depois uma reunião privada entre o recém-eleito Presidente Barack Obama, dos EUA, e Filipe Calderón, Presidente do México realizada a 16 e 17 de Abril e seguidamente, quinta-feira, dia 23 de Abril, e sem nada o fazer prever, o Presidente do México, de surpresa, convoca uma reunião de emergência com o seu gabinete para logo de seguida e já durante a noite, o Ministro da Saúde do México, José Angel Córdoba Vollalobos anunciava a nível nacional a aparição do Vírus da Gripe Suína em Território Mexicano, e medidas imediatas como a suspensão das aulas a todos os níveis no Distrito Federal (DF) e no Estado do México.
A 24 de Abril o G7 declara que a economia mundial deveria colocar-se em marcha este ano e que se laçariam todas as acções necessárias para isso acontecer.
Finalmente segunda-feira, dia 27 de Abril, a empresa farmacêutica Sanofi Aventis anuncia que injectou 100 Milhões de Euros num novo plano de vacinas e doaria 236.000 doses ao México como apoio ao controlo da doença.
De tudo isto vejamos o seguinte:
1 – Desde há mais de 2 anos que a indústria farmacêutica a nível mundial tinha problemas financeiros por causa da queda na venda de medicamentos.
2 - Se não se criam Guerras têm que se criar doenças (a economia mundial deve colocar-se em marcha, lembram-se?)
3 – O México é o perfeito trampolim para lançar uma doença, ali acorrem turistas de todas as partes do mundo, curiosamente os países que primeiro anunciaram doentes que estiveram no México, e que estão a reforçar o cerco sanitário são os países que integram o G7, só a seguir os outros países começam a ter um cuidado especial em relação á suposta epidemia de gripe.
O que sucedeu a seguir? O México decreta a suspensão da actividade em todas as empresas do DF e do estado do México, e as aulas em todas as escolas foram suspensas até ao dia 6 de Maio, quando o Governo fará uma análise da farsa onde muito provavelmente, a declaração já está estudada, vai declarar que graças às medidas que se tomaram a tempo e ao apoio do povo a essas medidas puderam controlar a epidemia de gripe suína.
4 – Devemos pensar do que estamos a falar agora a nível internacional? Do vírus da gripe suína ou da crise financeira?
Isto é de antemão um alívio para o Banco Mundial e para as bolsas do mundo, devemos passar a mensagem da farsa para que não nos continuem a enganar como no passado, o México e outros países são pasto fácil para o lançamento de alarmismos infundados, basta lembrar ainda há pouco tempo a Gripe das Aves, com origem no Sudoeste Asiático, o leite contaminado na China, os Óvnis nos EUA e o Chupacabras no próprio México e parte da América Central e do Sul.
Embora da vez mais pessoas estejam informadas, existem sempre as não informadas, e mesmo entre as informadas e mais cultas existe sempre nestes alarmismos um factor inexplicável de medo e confusão, os principais noticiários informativos de todo o mundo abrem com este tipo de noticias de um dia para o outro, e a corrida às farmácias é generalizada esgotando diversos tipos de medicamentos, veja-se, por exemplo, a quantidade de máscaras vendidas em pouco tempo com as acções das marcas dos fabricantes a dispararem, no México chegam a custar 7 pesos cada máscara, imaginem o riso de quem orquestrou isto ao ver toda a gente com as máscaras colocadas.
Se alguém pensa que com esta paragem o México perde muito, engana-se, vai ser para ali canalizado o dinheiro do FMI, e imaginem a ganância das indústrias farmacêuticas a nível mundial, e como acaba de anunciar o Ministro da Economia do México, não é por dinheiro que vão parar de combater a doença, e por último os empresários consideram esta paragem um alívio, pagando apenas metade dos salários aos seus empregados.
O presidente Mexicano anunciou que a doença tem cura, confrontando no povo com as medidas preventivas, com cálculos e gráficos.
Mas onde estão os mortos e onde estão concentrados os doentes vivos?
Eu pergunto mais:
1 – Se realmente é tão contagioso como nos querem fazer crer, como e onde estão os familiares dos mortos e dos doentes?
2 – Se a gripe suína é uma mutação do vírus original dos porcos, então a origem da infecção deveria ter começado no campo e não nas cidades e zonas urbanas como inicialmente nos foi noticiado, embora depois algumas reportagens posteriores nos queiram dar a entender que as primeiras vítimas foram camponeses, teatro, puro teatro.
3 – Porque não mostraram uma única reportagem ou entrevista com nenhum doente, é certo que já entrevistaram familiares, dizendo estes que os seus parentes estão doentes mas que graças aos medicamentos estão estáveis, mas se esses mesmos familiares estiveram em contacto directo com o vírus não seria mais lógico que estivessem também infectados, doentes ou de quarentena?
4 – Porque não dizem nem revelam os nomes dos medicamentos retro-virais que estão “curando” toda esta gente doente?

Em Portugal, foi anunciado o primeiro caso de infecção com esta suposta Gripe perigosa, não se conhece a identidade da pessoa, não se conhece o paradeiro nem mais informações sobre esta pessoa ou familiares, é esta fantástica maneira do Governo português lidar com a situação, ou também já faz parte da farsa? É este o fantástico plano de emergência que vai impedir o alastramento do suposto vírus ou apenas mais uma peça na engrenagem?
Onde estão os fantásticos jornalistas de investigação que tudo descobrem, fruto das inúmeras fontes de informação no interior das mais diversas instituições, passando por cima do segredo de justiça, violando e publicando tudo o que “vende”, não são agora capazes de revelar os verdadeiros contornos desta teia, investigando o outro lado da noticia, há muito que deixou de haver este tipo de jornalista independente, ou melhor, estão mortos ou desempregados, fruto apenas de quererem ser independentes e não embarcarem em alarmismos.
Mesmo para quem seja menos informado acerca deste tipo de manipulações governamentais e informativas a nível mundial devia, deve, achar estranho duas supostas quase pandemias de gripe mortal em tão pouco tempo, no espaço de quatro anos a gripe das aves, primeiro, e agora a gripe suína, colocam o nível de alarmismo de novo nos patamares superiores do medo.

Livros - Homens que Pegam Toiros

Porque se enfrenta um Homem a um animal, de características tão peculiares, como o Toiro Bravo? Porque lhe há-de bater as palmas em desafio e apresentar-lhe o peito, com desdém, apenas e só com o intuito de o envolver em abraço? Porque o faz generosamente sem nada receber em troca senão o carinho e o aplauso do público ou um sorriso de mulher?
São perguntas que os menos entendidos, leigos até, poderão fazer, buscando uma resposta que, até esta data, só lhes poderia ser dada através de tradição, cultura, amor-próprio, a coragem de suplantar-se a si mesmo, dignidade, respeito e admiração.Mas não será somente tudo isto, não sendo pouco, a razão que leva um Homem fardar-se de moço de forcado, procurando a glória enfrentando, por vezes, a morte.
Tudo está no Toiro, esse animal de incógnitas, sublime e relevante. Faltava um estudo aprofundado, racional e lógico para que se entenda uma das artes mais sublimes, da nossa cultura popular, tantas vezes defendida por gente erudita.
Ao abrigo de uma tese, a Dra Teresa Soares, arquitectou de uma forma apaixonada uma visão realista, indo ao encontro dos bastidores, ao âmago da questão, para que de uma forma cuidada saltar a “teia”, para nos brindar com a galhardia, a firmeza e a elegância que lhe são reconhecidas, e realizar a mais bela das “pegas”.
Este é um livro, que não mais um, que deverá ser lido, estudado e consultado, com lugar obrigatório em qualquer estante de um bom aficionado.
Que Deus reparta Sorte!

(In Raúl Bexiga Caldeira)

sábado, 2 de Maio de 2009

O que mudou nos EUA?

quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Casa Branca: Lar de Satã?


Os Estados Unidos, por ser o mais poderoso país do mundo, é uma nação opressora, radical e violenta diante os demais países e principalmente com seus inimigos. Sendo assim, muitos acreditam que os E.U.A é o verdadeiro inferno ou a residência do diabo.
Há pessoas que acham que um presidente americano vai ser o próximo "Anticristo". Para justificar tal teoria, veja os seguintes gráficos e imagens abaixo, que os crentes de tal fato afirmam ser a prova definitiva:
De acordo com a doutrina de ocultistas/satânicos, os quatro pontos superiores da cabeça da cabra representam os quatro elementos do mundo, o fogo, a água, a terra, e o ar. O quinto ponto inferior representa o espírito de Lúcifer.
O quinto ponto estende para baixo na mente da cabra, que representa Lucifer. Observe o pentagram acima da disposição das ruas de Washington em que a parte sul do pentagram cai na casa branca. Ou seja, onde o espírito de Satan deve residir!!! É sabido também que a coruja é um dos animais símbolos do satanismo. Veja que vista de cima, o desenho do contorno da casa branca se parece muito (MUITO MESMO!) com uma coruja! E Mais!!! Veja que colocado quase que subliminarmente, na nota de um dolar, tem a imagem de uma coruja pousada!!!

APENAS COINCIDÊNCIA???

terça-feira, 28 de Abril de 2009

António de Oliveira Salazar, aniversário de seu nascimento

Homenagem a um dos maiores Portugueses de todos os tempos, sem comparação entre os seus pares na politica do no século XX português, a história se encarregará de o colocar na galeria dos nossos maiores, apenas comparável a D. Afonso Henriques, D. Nuno Alvares Pereira, Infante D. Henrique, D. João II e Afonso de Albuquerque, apenas para citar alguns.
Nesta data de aniversário, quando passam os 120 anos do seu nascimento, em dias dificeis para todos os nacionalistas e portugueses em geral, deixo a minha eterna saudade e homengem a este grande português, homem, estadista e patriota, viveu para pátria e pela pátria, dificilmente voltará a ser igualado em talento politico, económico, teve uma visão estratégica do portugal do seu tempo e soube tirar partido do melhor da pátria entre os seu povo, unindo-o contra as ameaças externas e protegendo sempre o mais alto interesse da nação contra tudo e contra todos.
Orgulhosamente sós deviamos ter continuado, Salazar, serás para sempre imortal nos corações dos verdadeiros portugueses

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Afinal quem é pobre??

Estava há dias a falar com um amigo meu Nova-iorquino, que conhece bem Portugal, o Eddie Habbaz que muita gente conhece no iate clube do Porto onde chegou a fazer umas regatas em Leixões no Red Falcon.
E dizia-lhe eu à boa maneira portuguesa de “coitadinhos” :
- Sabes Eddie, nós os portugueses somos pobres ...
E esta foi a sua resposta:
- Manuel, como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capaz de pagar por um litro de gasolina mais do triplo do que pago eu?
Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de telefone móvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?
Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços bancários e cartas de crédito ao triplo que nos custam nos EUA, ou quando podem pagar por um carro, que a mim me custa 12.000 dólares, o equivalente 20.000?
Podem dar 8.000 dólares de presente ao vosso governo e nós não. Não te entendo.
Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal,tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes, cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%. Nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 20% pagais ainda impostos municipais.
Além disso, são vocês que têm “ impostos de luxo” como são os impostos na gasolina e gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc, que faz com que esses produtos cheguem em certos casos até certos a 300 % do valor original., e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários,impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das empresas, de circulação automóvel.
Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso, pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado Português, vai abaixo, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.
Sois pobres onde Manuel?
Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e autarcas.
Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e de Empresas ligadas ao Estado.
Deixa-te de merdas Manuel, sois pobres onde? Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre a renda se ganhamos menos de 3000 dólares ao mês por pessoas, isto é mais ou menos os vossos 2000 € .
Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e electricidade. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto que nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.
Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.
Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.
Que vou responder ao Eddie?

sábado, 25 de Abril de 2009

35 anos depois, com cada vez mais razões para o luto

Só num país de loucos, governantes e grande parte do povo que lhes deu a maioria para governarem, é que se festeja uma data que recorda um acontecimento que nos levou directamente e objectivamente ao estado em que nos encontramos actualmente, pobres, desmembrados, traidos, vendidos, europeus á força, injustiçados, desrespeitados, passamos de uma situação de dominio directamente para uma situação de subserviência e 35 anos depois, olhando para o percurso do país, só os que não querem ver é que podem ter motivos para festejar seja o que fôr.

Em ano de eleições, três actos eleitorais, que, quiz a "democracia", se juntassem todos no mesmo ano e mais uma vez serão realizados separadamete, numa acção de despesismo sem precedentes, quando podiamos perfeitamente votar para tudo num unico acto eleitoral, os autarcas, muitas vezes já com as máquinas partidárias por trás a mexer os cordelinhos, de todas as cores politicas, não medem despesas para agradar aos eleitores, e isso é ver concertos e festas pelo país todo, parecem tontinhos a festejar o que todos chamam de "liberdade", mas qual liberdade?, a farsa hoje mudou de nome?, os abutres cresceram e os vilões roubam o povo sob o olhar dos chacais imóveis, contemplando o espectáculo do abismo para onde arrastaram o país.
Não deviam falar, os politicos demagogos, dos lugares comuns nesta altura, as balelas do crescimento que tivemos, das coisas que alcançamos, da liberdade, da justiça, blá, blá, blá, .......do país que somos hoje há luz dos acontecimentos de 1974, sem primeiro falar do que poderiamos ser sem esses acontecimentos, porque a história paralela era um bom exercício de pensamento para muitos, esta é a pergunta que deixo a quem ler estas linhas, quem seriamos hoje sem os acontecimentos do fatidico dia de 25 do 4 de 74?? Alguém para para pensar um pouco naquilo que poderiamos ter alcançado com uma transição pacifica, veja-se o exemplo de Espanha aqui ao lado, da explosão de desenvolvimento depois de uma transição pacifica para a chamada "democracia", embora e bem mantendo o Rei como soberano e portador da identidade cultural e histórica de um povo.
Podemos sm olhar para trás e ver 35 anos de vilanagem, de oportunidades perdidas, de desperdício de dinheiros públicos, de corrupção, de abandomo dos campos, de imigração, o país está a saldo dos estrangeiros, o desemprego aumenta a um ritmo assustador, quem vai empregar estas pessoas nos próximos anos? Quem são os investidores que ousam investir num país falido á beira da bancarrota??
Deixo um texto de autor desconhecido sobre a matéria e que me foi enviado via e-mail:
Obrigado 25a. Estamos orgulhosos.
De facto dá que pensar... principalmente por ser tão real!
Uma adolescente de 16 anos pode fazer livremente um aborto mas não pode pôr um piercing.
Um jovem de 18 anos recebe 200 € do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma 236 € depois de toda uma vida do trabalho.
Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco. O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.
Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 2.000 habitantes; o Governo diz que não precisa de mais polícias.
Um professor é sovado por um aluno e o Governo diz que a culpa é das causas sociais.
O café da esquina fechou porque não tinha WC para homens, mulheres e empregados. No Fórum Montijo o WC da Pizza Hut fica a 100mts e não tem local para lavar as mãos.
O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque não paga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos).
Nas prisões são distribuídas gratuitamente seringas por causa do HIV, mas é proibido consumir droga nas prisões!
No exame final de 12º ano és apanhado a copiar chumbas o ano, o primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa, mandou por fax e é engenheiro.
Um jovem de 14 anos mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal. Um jovem de 15 leva um chapada do pai, por ter roubado dinheiro para droga, é violência doméstica!
A uma família a quem a casa ruiu e não tem dinheiro para comprar outra, o estado não tem dinheiro para fazer uma nova, tem de viver conforme pode.
6 presos que mataram e violaram idosos vivem numa sela de 4 e sem wc privado, não estão a viver condignamente e aí a associação de direitos humanos faz queixa ao tribunal europeu.
A militares que combateram em África a mando do governo da época na defesa do território nacional não lhes é reconhecido nenhuma causa nem direito de guerra, mas o primeiro-ministro elogia as tropas que estão em defesa da pátria no KOSOVO, AFEGANISTÃO E IRAQUE.
Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, não pagas às finanças a tempo e horas, passado um dia, já estas a pagar juros.F
echas a janela da tua varanda e estás a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.
Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num ofício respeitável, é exploração de trabalho infantil, se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe!
Numa farmácia pagas 0.50€ por uma seringa que se usa para dar um medicamento a uma criança. Se fosses drogado, não pagavas nada!
Obrigado 25 Abril. Estamos orgulhosos.

(Autor desconhecido)

domingo, 19 de Abril de 2009

Mais uma Sócralhada!!!

Espante-se, indigne-se e passe a informação:
- Em Portugal segundo a nova lei, a interrupção voluntária da gravidez (aborto) dá direito a 30 dias de Licença com 100% do ordenado !
- Mas uma mulher que esteja grávida e que se veja forçada a ficar de baixa antes do parto, sem este ser de risco, recebe um subsídio de 65% do seu ordenado ;
- E uma mãe que tenha de assistir na doença um seu filho menor, recebe apenas 65% do seu ordenado ...!!!!
- Há coisas fantásticas, não há?

No país do "É fartar vilanagem"

Para distribuição, tal como a recebi, não lhe acrescentei nem um ponto. Acho que só peca por defeito, pois acredito haver muito mais:

PARA QUE A PLEBE SAIBA:

Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola

José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)- (Preso, mas.....)

Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD

Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP

Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho',Saiu com 10 milhões de indemnização!!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)

António Vitorino: Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)

Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD

José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES

João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.

Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação
Agora - Vogal do CA do BES

Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas ( que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte )
Agora - Presidente da Lusoponte , com quem se tem de renegociar o contrato.

Etc ... etc ... etc ...

O que é isto? Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no seu esplendor. Somem agora as casitas de Lisboa a 35 euritos de renda em média, entregues quase todas a gente muito necessitada. Andam milhares a ver se conseguem pagar os empréstimos, renegociando os spreads, dilantando os prazos de pagamento, etc, e estes ' desgraçados' nem - IMI, Esgotos, Condomínio, Seguros, nada. Não são proprietários , portanto nem rendimentos colectáveis, como se alguém que anda 30 anos a pagar a casa, tenha rendimentos dela.
Enfim, acho que isto só lá vai com outro 1755.
Cunha ou Gamanços? Penso que as duas coisas e mais clientelismo partidário e compadrio.......e depois este ESTADO até quer que se declarem as prendas de casamento e o seu valor.
Já é tempo de parar! Não te cales, DENUNCIA!

sábado, 11 de Abril de 2009

Moldávia: manifestação convocada no Facebook

"O protesto dos anti-comunistas contra a vitória do Partido Comunista nas eleições da Moldávia foi convocado pelo Facebook e pelo Twitter.
Um dia depois dos protestos, os manifestantes ainda estão nas ruas e saquearam vários edifícios do governo, segundo o The New York Times. O mar de jovens que se juntou espontaneamente na praça central da capital, Chisinau, foi convocado através de mensagens colocadas nos sites Twitter e Facebook e de mensagens enviadas por telemóvel.
Os manifestantes criaram uma rede no Twitter onde se podia aderir e dar força ao protesto através dos novos tópicos que iam surgindo. O objectivo era que pessoas de todo o mundo pudessem acompanhar o protesto.Esta terça feira, após a criação de centenas de contas de apoio ao protesto no Twitter, o serviço de Internet foi cortado na cidade de Chisinau. Um sinal de que as autoridades não iriam permitir que mais nenhum protesto acontecesse.
Segundo o director de teatro, Mihai Fusu, "a Moldávia é um país fechado, e os jovens querem acesso à Europa". Por isso utilizam a Internet para demonstrar que "a Moldávia é um país pequeno, pobre e vergonhoso", acrescentando que "os jovens falam sobre a sua necessidade de liberdade, da Europa e de uma vida diferente".

Fonte: diario.iol.pt

Por mim podiam trocar conosco, nós saimos e eles entram, desculpem, vendem-se, e depois que se lixem!!

sábado, 4 de Abril de 2009

Assim vai Portugal

“Pires de Lima, ex-bastonário da Ordem dos Advogados, diz que o ministro dos Assuntos Parlamentares Santos Silva fez «figura de palhaço» ao defender o primeiro-ministro José Sócrates no âmbito do caso Freeport.”
Lido AQUI

«Para mim, isto é uma figura de palhaço. Estão convencidos que enganam o público ou que somos todos estúpidos e não percebemos o que eles estão a fazer. Estou a referir-me ao Sr. ministro Santos Silva. Foi uma vergonha a reacção dele. Um verdadeiro escândalo. (...) Estamos a cair no ridículo»
Lido AQUI

'Houve uma fase, por via do seu divórcio, que o senhor presidente me pediu se eu não me importava de emprestar as minhas contas para que não se soubesse da sua situação financeira', afirmou Paula Nunes, referindo que não se recorda dos valores em causa. De acordo com o magistrado do Ministério Público, os depósitos em numerário na conta de Paula Neves, variavam entre os 140 e os 2500 contos.
As verbas depositadas na conta, segundo adiantou Paula Neves, eram gastas em despesas correntes da Câmara, como ramos de flores para aniversariantes. A antiga chefe de gabinete de Isaltino Morais, confirmou ainda que as verbas em causa eram provenientes de donativos prestados por vários empresários, que se encontravam frequentemente com o autarca na Câmara de Oeiras.
Lido AQUI

A empresa da mãe do primeiro-ministro, que está a ser investigada no âmbito do Freeport, surge envolvida num processo de corrupção na Câmara da Amadora, o qual abarca outras figuras relevantes do PS
Lido AQUI

Retirado daqui: O Guardião

sábado, 21 de Março de 2009

Livros - Memórias de um alcoólico

Raramente, na vida das pessoas, existem situações de encontros com os quais não se espera, mas que se tornam agradáveis surpresas, mas vou mais além, encontrar situações com as quais nos consguimos identificar e por vezes até confundir tornam-se muito dificeis de surgir nos dias que correm, mesmo que essas situações sejam apenas um relato escrito num livro, entre milhares, milhões de livros já escritos até hoje.
Aconteceu-me a mim sob a forma deste magnifico livro intitulado «Memórias de um alcoólico», de Jack London, ou de preferirem John Barleycorn, ao lerem o livro percebem de certeza.

«Olhando para trás, vi como a acessibilidade do alcool me fez gostar dele. Numa geração nascem comparativamente poucos alcoólicos. E por alcoólico quero dizer um homem cuja quimica anseia pelo alcool e que o arrasta irrestivelmente para ele. A grande mairia dos bebedores habituais não só nasceu sem o desejo do alcool, como tem verdadeira repugnância por ele. Nem a primeira, ne a vigésima, nem a centésima bebida conseguem fazê-los gostar. Mas aprendem, da mesma maneira que os homens aprendem a fumar; embora seja muito mais fácil aprender a fumar do que aprender a beber. Aprendem porque o alcool é muito acessivel, A vantagem é que a geração vindoura não terá de carregar esse fardo. Não tendo acesso ao alcool nunca lhe sentirá a falta. Significará isso que a vida será mais abundante para os rapazes entretanto nascidos e prestes a tornarem-se homens - E para as raparigas nascidas entranto e prestes a partilhar as vidas deles.»

sexta-feira, 20 de Março de 2009

SE A ESPANHA QUER GIBRALTAR, QUANDO TENCIONA DEVOLVER OLIVENÇA?

OLIVENÇA NA IMPRENSA BRITÂNICA

Daniel Hannan, político, escritor e jornalista inglês, com vasta obrapublicada sobre política europeia, debruçou-se agora, com saber eperspicácia, sobre a Questão de Olivença em artigo no Telegraph, cuja tradução para português se transcreve (segue-se o original em inglês)

«SE A ESPANHA QUER GIBRALTAR, QUANDO TENCIONA DEVOLVER OLIVENÇA?

Daniel Hanan
E se tivesse sido ao contrário? E se a Espanha tivesse tomado um pedaçode território de alguém, forçado a nação derrotada a cedê-lo num tratado subsequente, e o mantivesse ligado a si? Comportar-se-ia Madrid como querque a Grã-Bretanha se comporte em relação a Gibraltar? Ni pensarlo! Como é que eu posso estar tão certo disso? Exactamente porque existe um caso assim. Em 1801, a França e a Espanha, então aliadas, exigiram que Portugal abandonasse a sua amizade tradicional com a Inglaterra e fechasseos seus portos aos navios britânicos. Os portugueses recusaram firmemente, na sequência do que Bonaparte e os seus confederados espanhóis marcharam sobre o pequeno reino. Portugal foi vencido, e, pelo Tratado de Badajoz, obrigado a abandonar a cidade de Olivença, na margem esquerda do Guadiana. Quando Bonaparte foi finalmente vencido, as Potências europeias reuniram-se no Congresso de Viena de Áustria para estabelecer um mapa lógico das fronteiras europeias. O Tratado daí saído exigiu um regresso à fronteira hispano-portuguesa (ou, se se preferir, Luso-espanhola) anteriora 1801. A Espanha, após alguma hesitação, finalmente assinou o mesmo em1817. Mas nada fez para devolver Olivença. Pelo contrário, trabalhou arduamente para extirpar a cultura portuguesa na região, primeiro proibindo o ensino do Português, depois banindo abertamente o uso da língua.Portugal nunca deixou de reclamar Olivença, apesar de não se ter movimentado para forçar esse resultado (ameaçou hipoteticamente com a ideiade ocupar a cidade durante a Guerra Civil de Espanha, mas finalmente recuou). Embora os mapas portugueses continuem a mostrar uma fronteira por marcar em Olivença, a disputa não tem sido colocada na ordem do dia no contexto das excelentes relações entre Lisboa e Madrid. Agora vamos analisar os paralelismos com Gibraltar. Gibraltar foi cedida à Grã-Bretanha pelo Tratado de Utrecht (1713), tal como Olivença foi cedida à Espanha pelo Tratado de Badajoz (1801). Em ambos os casos, o país derrotado pode reclamar com razões que assinou debaixo de coacção, mas é isto que acontece sempre em acordos de paz. A Espanha protesta que algumas das disposições do Tratado de Utrechtforam violadas; que a Grã-Bretanha expandiu a fronteira para além do que fora estipulado primitivamente; que implementou uma legislação de auto-determinação local em Gibraltar que abertamente é incompatível com a jurisdição britânica especificada pelo Tratado; e (ainda que este aspecto seja raramente citado) que fracassou por não conseguir evitar a instalação de Judeus e Muçulmanos no Rochedo. Com quanta muito mais força pode Portugal argumentar que o Tratado de Badajoz foi derrogado. Foi anulado em1807 quando, em violação do que nele se estipulava, as tropas francesas e espanholas marcharam por Portugal adentro na Guerra Peninsular. Alguns anos mais tarde, foi ultrapassado pelo Tratado de Viena. Certamente, a Espanha pode razoavelmente objectar que, apesar dos pequenos detalhes legais, a população de Olivença é leal à Coroa Espanhola. Ainda que o problema nunca tenha passado pelo teste de um referendo, parece com certeza que a maioria dos residentes se sente feliz como está. A língua portuguesa quase morreu excepto entre os mais velhos. A cidade (Olivenza em espanhol) é a sede de um dos mais importantes festivais tauromáquicos da época, atrai castas e matadores muito para além dos sonhos de qualquer pueblo de tamanho similar. A lei portuguesa significaria o fim da tourada de estilo espanhol e um regresso à obscuridade provinciana. Tenho a certeza que os meus leitores entendem aonde tudo isto vai levar. Este "blog" sempre fez da causa da auto-determinação a sua própria causa. A reclamação do direito a Olivença (e a Ceuta e Melilla), por partede Espanha, assenta no argumento rudimentar de que as populações lá residentes querem ser espanholas. Mas o mesmo princípio certamente se aplica a Gibraltar, cujos habitantes,em 2002, votaram (17 900 votos contra 187!!!) no sentido de permanecer debaixo de soberania britânica.A Grã-Bretanha, a propósito, tem todo o direito de estabelecer conexões entre os dois litígios. A única razão por que os portugueses perderam Olivença foi porque honraram os termos da sua aliança connosco. Eles são os nossos mais antigos e confiáveis aliados, tendo lutado ao nosso lado durante 700 anos - mais recentemente, com custos terríveis, quando entraram na Primeira Guerra Mundial por causa da nossa segurança. O nosso Tratado dealiança e amizade de 1810 explicitamente compromete a Grã-Bretanha no sentido de trabalhar para a devolução de Olivença a Portugal. A minha verdadeira intenção, todavia, é a de defender que estes problemas não devem prejudicar as boas relações entre os litigantes rivais. Enquanto Portugal não mostra intenção de renunciar à sua reclamação formalem relação a Olivença, aceita que, enquanto as populações locais quiserem permanecer espanholas, não há forma de colocar o tema na ordem do dia. Não será muito de esperar que a Espanha tome um atitude semelhante vis-a-vis Gibraltar. Uma vez que este texto certamente atrairá alguns comentários algo excêntricos de espanhóis, devo clarificar previamente, para que fique registado, que não é provável que estes encontrem facilmente um hispanófilo mais convicto de que eu. Eu gosto de tudo o que respeita ao vosso país: o seu povo, as suas festas, a sua cozinha, a sua música, a sua literatura, a sua fiesta nacional. Amanhã à noite, encontrar-me-ão no Sadler´s Wells, elevado até um lugar mais nobre e mais sublime pela voz de Estrlla Morente. Acreditem em mim, señores, nada tenho de pessoal contra vós: o problema é que não podem pretender ter uma coisa e o seu contrário.
(trad. C. Luna)

quarta-feira, 18 de Março de 2009

Livros - O Grande Livro dos Portugueses Esquecidos


Esta é uma história (quase) desconhecida e apagada da memória colectiva de um povo, que não soube e/ou não quiz merecer muitos dos seus melhores filhos. Ou seja, seguindo Camões, sujeitos à lei da morte dela se não libertaram de todo. Po incúria de todos nós.
Esta é uma história (quase) esquecida de portugueses, muitos deles vencedores na Europa e no Mundo, em disputa com outros e/ou com eles mesmos, mas que continuaram omissos, a maioria deles, no apreço dos seus conterrâneos.
Com esta anamnese tentamos iludir esse olvido, fazendo regressar à vida, libertos do pó dos aquivos por breves momentos de um tempo de leitura, estes portugueses Esquecidos.

Sabia que na corte de Catarina, a Grande, existia um médico português? Próximo da czarina, Ribeiro Sanches serviu a soberana russa sendo considerado um dos grandes percursores da reforma pombalina. Em Londres ardeu em praça pública Cavaleiro de Oliveira, escritor e diplomata que não se quis calar editando polémicos escritos. Encarcerado na Junqueira morreu aquele a que os alemães chamaram de “Newton português” – Bento de Moura, físico e inventor. Herói da independência do Brasil, Andrade da Silva descobriu o terceiro elemento químico, o lítio.

Talentosos, lutadores e por vezes ignorados em vida, contam-se os atribulados percursos de vida de homens e mulheres que, dentro ou fora do país, deixaram um inquestionável contributo. Esquecidos, mas de extraordinárias vidas, é na verdade uma aventura a descoberta destes portugueses pelo mundo...

segunda-feira, 9 de Março de 2009

Jornadas sobre o Português Oliventino

As «Jornadas sobre o Português Oliventino», realizadas no passado dia28-02-2009 em Olivença, constituíram uma notável manifestação dos oliventinos na defesa das suas tradições e da sua língua, e demonstraram avontade e determinação das gerações mais novas em preservar a sua identidade e a sua cultura. Congratulamo-nos com a oportunidade de testemunharmos um momento novo na afirmação de Olivença. Estão de Parabéns, ao terem organizado e levado por diante as «Jornadas», os Oliventinos de Além Guadiana!

Para melhor conhecimento, consulte-se:.
http://alemguadiana.blogs.sapo.pt.
www.alemguadiana.com.
http://www.youtube.com/user/alemguadiana
alemguadiana@hotmail.com

sábado, 7 de Março de 2009

Magalhães Móvel

José Sócrates prepara-se para lançar mais uma Inovação Tecnológica Revolucionária…Ele prometeu trazer inovação e está a cumprir……………………………………………………..depois do Magalhães para as Escolas…… o Magalhães para as Estradas Portuguesas!!!

Um carro económico fabricado em Portugal Magalhães Móvel
MAIS UM EVENTO DO SÓCRATES...
O HOMEM NÃO PÁRA ...

Prevê-se até ao fim do próximo ano, produzir e vender 1.000.000 destes maravilhosos descapotáveis.
Para quem se inscrever através da internet, o valor do Magalhães Móvel é de 99€ !!!
E já traz o novo chip nas matrículas…

quarta-feira, 4 de Março de 2009

Livros - Afonso de Albuquerque - O sonho da India

Logo que Vasco da Gama voltou da India com as naus desmanteladas e tripulações muito reduzidas, toda a Nação Portuguesa se alvoroçou. O empreendimento em que uma geração inteira se tinha gasto fora coroado de êxito retumbante. Estavam finalmente abertas de par em par as portas do Oriente, que durante mil e quinhentos anos se conservaram cerradas á Europa.
Se quisermos compreeender o sentir deste povo, quando se descobriu o caminho maritimo para a India, bastar-nos-á visitar a Igreja de Belém. Toda a alegria exuberante de uma raça moça e vigorosa, o seu encanatamento perante os novos horizontes que se lhe iam deparando, visões de fantásticas regiões longinquas, tudo está representado, para sempre, na pedra daquela estranha flora quimérica que ornamenta a arquitectura conhecida por Manuelina.
Ai, no meio da confusão de cabos entrelaçados, algas e conchas, junto de colunas encrostadas como rochedos submersos, sob as abóbadas que t~em a beleza de grutas submarinas, podemos perceber os ecos de um hino triunfal ás maravilhas do mar. Belém comemora um sonho que se tornou realidade, um milagre levado a cabo.
A expansão portuguesa de além-mar é fenómeno inexplicável à face da história. O desejo de espansão supôe falta de espaço e os portugueses tinham mais que o bastante na sua linda Pátria pequenina; a população era muito inferior a dois milhões de almas. A Nação acabava de sair de uma luta secular, de vida ou de morte, primeiro com os mouros e depois com os castelhanos. A razão por que havia este povo de sentir-se instigado a espalhar-se pelo mundo desconhecido, depois de ter alcançado a paz pela vitória sobre os seus vizinhos, é enigma indecifráfel.
«O reino está muito pobre e minguado de gente para guarnecer as terras de além-mar. Seria impossivel conservá-las!» Assim dissera o sábio infante D. Pedro em 1436, quando se premeditava a conquista de Tânger. Não se pode negar que fossem sensatas as suas palavras. Todavia, menos de um século depois, sem qualquer auxilio de homens ou de dinheiro estranhos, Portugal estava senhor, não só de todas as cidades mais importantes de Marrocos, mas também de territórios em toda a costa de África, e impunha a sua vontade a metade dos reies da Ásia.
Não é de admirar que esta grandeza não fosse duradoura. Maravilha é que tenha existido. Para que um país com os recursos de portugal, podesse conservar as suas conquistas, seria indispensável uma raça de heróis e o génio que os dirigisse. A cópia de heróis não sofreu interrupção, mas o génio não é hereditário. Houve, certamente, inúmeros grandes homens. Os séculos quinze e dezasseis foram épocas de vida e produziram personalidades dinâmicas em todos os países, mas o dominio português, para além-dos-mares, foi inaugurado e estabelecido por dois espiritos superiores que muito sobrelevam à sua geração: O infante D.Henrique - o Navegador - foi a força que impeliu a nação a explorar o Atlântico desconhecido, a rasgar os mistérios do Globo terreste, lançando-a assim no caminho da India; e o grande Afonso de Albuquerque assentou os alicerces do Império no Oriente.
Na história desse século poderemos ler os noms de muitos que talharam para si reinos com a espada, mas Albuquerque é único entre eles. Precisamente como as explorações portuguesas, projectadas sistemáticamente e cientificamente realizadas, diferem da aventura fantástica de Colombo, tambem Albuquerque nada tem de comum com os conquistadores espanhóis fanfarrões do Novo Mundo.
Não foi nehum soldado da fortuna em busca de despojos. Não procurava riquezas para si e os tesouros do oriente não o engodavam.
Escravo de uma ideia, só para ela queria viver e por ela trabalhar. Ora nos surge marinheiro, ora soldado, estadista, administrador ou diplomata, com igual competência e saber em todas as situações, pondo sempre as suas múltiplas faculdades ao serviço de um único fim: fundar um poderoso império no Oriente, exaltar o sei Rei e a sua Pátria.
Não são os êxitos guerreiros de Afonso de Albuquerque, por muito assombrosos que sejam, que nos revelam a verdadeira grandeza do homem. No campo de batalha Albuquerque é um dos mais brilhantes cabos de guerra do seu tempo, que fazia a guerra à moda feroz da sua época; mas quanto a obra construtiva é único.
A obra de Albuquerque foi, essenssialmente, construtiva, Reconhecemo-lo quando o vemos ocupado no gigantesco edificio que havia delineado, erguendo-o parcelarmente, prodigalizando os mesmos cuidados a todos os promenores, sem nunca perder de vista o conjunto. Albuquerque construia para o futuro, para durar - «as coisas que fazia», observou um contemporâneo, queria, «que durassem para sempre». Felizmente para ele, nunca chegou a saber que a sua obra, pela própria natureza das coisas, não podia ter continuidade. Nasceu muito antes do seu tempo e os principios em que ele fundava o dominio colonial só em meados do século XX triunfariam.
Governar homens de outra raça sem os escravizar, respeitar-lhes os custumes e conceder-lhes a liberdade religiosa, fazê-los experimentar uma justiça que eles desconheciam, deixa-los tomar parte no governo, educar e formar as novas gerações - podem ser os fins declarados de toda a administração colonial de meados do século XX, e por isso recentes. Não teria lembrado a muitos contemporâneos de Albuquerque ou posteriores, que um povo conquistado podia tornar-se mais feliz com a conquista. Considerar os naturais de uma colónia, não como meros servidores do branco, mas como súbditos do mesmo estado, cujas liberdades são garantidas pela mesma bandeira, é uma ideia recente. De todas estas ideias Albuquerque foi um precursor que tanto ultrapassara a sua época que, ao vagar o seu lugar, não havia quem o ocupasse.
Foi somente depois de a Europa ter tido na Ásia a experiência de trezentos anos, que homens de outra nação chegaram ás conclusões que ele tinha descoberto por si, havia tanto tempo, se se orientaram por teorias semelhantes ás dele.
Homem de vontade indomável, Albuquerque teve muito quem o contrariasse em vida, especialmente entre os seus subordinados; todavia, parece que nenhum conquistador deixou atrás de si uma impressão de perda mais profunda, nem mais geral. Quando a sua mão de ferro deixou de pesar sobre a India - o India chorou e foi rezar-lhe no túmulo. Os capitães endiabrados e a soldadesca brava que se lhe haviam submetido, enraivecidamente, à disciplina, verificaram que quase não valia a pena servir outro senhor.
O novo governador, Lopo Soares, homenzinho irascivel e espalhafatoso, viu-se perante uma multidão de descontentes, europeus e indigenas, e reconheceu que, para suceder a um gigante, era preciso ser gigante.
E, nos anos seguintes, os veteranos, de longas barbas e cobertos de cicatrizes, falavam, de respiração contida, do tempo de Afonso de Albuquerque, como de dias alcióneos que não podiam voltar mais. E assim foi. Nenhum dos sucessores de Albuquerque teve talento para continuar a sua obra.
Provavelmente nem o próprio Albuquerque poderia levar a cabo o seu grandioso projecto. Os impérios com que sonhava eram demasiados vastos, para que um país pequeno os podesse sustentar; todavia, enquanto ele viveu, estavam longe de parecer impossiveis.
Com efeito, em seis anos de governo, sempre manietado pela falta de homens, de navios e de dinheiro, bem como pela estreiteza de vistas e pelas suspeitas injustas do Rei, Albuquerque fez sentir a sua influência desde a Arábia até á China, e apossou-se das chaves do Oceano Índico.
A Pérsia, o Sião e a Abissinia solicitavam a sua amizade, ao mesmo tempo que uma dúzia de reizetes indianos inquietos, se informavam dos seus desejos, enviando-lhe emabaixadas respeitosas.
«Pera os tratos da India se fazerem como cumpre a vosso serviço», escrevia ele a D. Manuel, dai-me «nela três mil homens, bem armados». Nunca lhe deram o que pedia; mas, quando morreu, Portugal era a potência que na Ásia mais se fazia temer.
Por única recompensa teva a ingratidão do real.



terça-feira, 3 de Março de 2009

Faz-se justiça, matam-se os assassinos

Mataram um assassino de não se sabe bem quantos milhares de Portugueses, se o meu falecido pai fosse vivo este seria certamente um dia de festa, ele que se lembrava bem do terror que era apenas ouvir falar no nome "nino" entre a tropa portuguesa naquelas paragens do nosso Império.
Pensar que ainda viveu exilado em território nacional durante 5 anos, é pena a memória das pessoas ser curta e o governo ter deixado este terrorista viver em descanso ente nós.
Teve a morte que merecia, violenta, passado á bala e a golpes de faca, que tenha sofrido o suficiente antes de dar o ultimo suspiro e que a terra lhe seja bastante pesada.
Pai, onde quer que estejas, este já não te atormenta mais os pesadelos.

quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

A suposta crise

Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros-quentes.
Não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia os melhores cachorros-quentes da região.
Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.
As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas.
Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.
O negócio prosperava...
Os seus cachorros-quentes eram os melhores!
Com o dinheiro que ganhou conseguiu pagar uma boa escola ao filho.
O miúdo cresceu e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.
Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo cachorros-quentes feitos com os melhores ingredientes e gastando dinheiro em cartazes, e teve uma séria conversa com o pai:
- Pai, não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Há que economizar!
Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: Bem, se o meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isto, então só pode ter razão!
Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior).
Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores).
Para economizar, deixou de mandar fazer cartazes para colocar na estrada.
Abatido pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.
Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo até chegarem a níveis insuportáveis.
O negócio de cachorros-quentes do homem, que antes gerava recursos... faliu.
O pai, triste, disse ao filho: - Estavas certo filho, nós estamos no meio de uma grande crise.
E comentou com os amigos, orgulhoso: - 'Bendita a hora em que pus o meu filho a estudar economia, ele é que me avisou da crise ...'
Vivemos num mundo contaminado de más noticias e se não tomarmos o devido cuidado, essas más noticias influenciar-nos-ão ao ponto de nos roubarem a prosperidade.

O texto original foi publicado em 24 de Fevereiro de 1958 num anúncio da Quaker State Metals Co.

terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Livros - Flags of the Third Reich


quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

11/9 - Hoje e sempre, embuste!!

Ainda e sempre acerca do embuste que foram os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, encontrei um artigo muito bem elaborado sobre a teoria da cospiração:
Pode ser visto aqui: http://mateusbohner.wordpress.com/

INTRODUÇÃO

«Antes de mais nada é necessário deixar bem claro que o objetivo deste artigo não é incentivar o ódio contra o povo norte-americano, afinal eles são vítimas nessa história. Nem apoiar terroristas de qualquer origem, apesar destes também serem vítimas dessa história. Muito menos acobertar ou inocentar Osama Bin Laden, o que seria um absurdo, pois ele mesmo já assumiu o papel de vilão da história.O objetivo deste artigo é desmascarar os verdadeiros vilões (que por sinal são muito mais poderosos que um saudita das cavernas) e tentar derrubar esse muro de mentiras que foi construído em torno dos acontecimentos do dia 11 de setembro de 2001, antes que elas entrem definitivamente para os livros de história e iludam nossos filhos e netos, assim como estão nos iludindo. Isso se os planos desses vilões não vierem estragar os nossos planos de ter filhos e netos, ou mesmo de dar um futuro para eles.Lembro que esta não é minha opinião, mas sim uma busca pela verdade, na qual você pode tirar suas próprias conclusões e no final ajudar a entender aonde vai acabar este caminho escuro e perigoso por onde a humanidade está seguindo»

terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Sobre a morte e o morrer

Uma das coisas certas da vida é a morte, mas as nossas vidas são absurdas, na medida em que vivemos na certeza de que um dia serão ceifadas pela morte.
O reavivar do interesse pelo tema da morte, que atravessa diversos campos do saber, revela a sua articulação nas diferentes áreas históricas e culturais, dando a conhecer os aspectos universais da morte e do morrer.
Mas o interesse pela morte não se deve limitar ao âmbito académico e profissional. Na verdade, a natureza da morte, bem como a própria realidade da morte e do morrer, têm sido considerados como estando na base da cultura, remetendo para a estruturação da própria vida.
Se encararmos com exactidão, teremos de reconhecer a ausência de sentimento da esperança, e que è inevitável que as nossas vidas terminem no nada. É inevitável que todos morramos um dia, o que faz da contemplação da morte um exercício que diz respeito a todas as pessoas.
A uma dada altura da vida, a pessoa tem de se confrontar com a morte, quer com a sua quer com a dos seus entes queridos. É nesta altura que a contemplação da morte pode conduzir a uma reflexão profunda sobre a sua inevitabilidade e sobre o processo de morrer.
A minha morte representa o fim das minhas possibilidades, o completo colapso e o fim do meu mundo. A nossa morte é diferente da morte dos outros.
O acto de morrer pertence à pessoa que está a morrer, e aqueles que permanecem vivos não podem experienciar a perda do ser que está a acontecer a essa pessoa. Só podemos estar junto da pessoa, mas não podemos ser essa pessoa. Assim, de certa forma, todas as pessoas morrem sozinhas.
A questão que obviamente se levanta muitas vezes, é se, perante a falta de sentido da vida, devemos cometer suicídio. Olhamos para o mundo procurando sinais da existência de sentido, mas o mundo permanece silencioso, o que fazer?? O suicídio aceita o absurdo como final e universal. Não somos obrigados a condicionar o nosso futuro devido à omnipresença da morte e a experiência do absurdo permite-nos experimentar, em simultâneo, a nossa condição se seres únicos, dignos e livres.

sábado, 31 de Janeiro de 2009

Sobre a avaliação dos professores

Já que muitos jornalistas, comentadores e sobretudo os politicos do PS e (des)governo da Nação defendem e compreendem (?) o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc.).
Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, por exemplo os médicos.
A carreira seria dividida em duas:
Médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e Médico.
A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um portefólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiva análise relativa aos pacientes.
O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc. A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética...
Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que os nossos 'especialistas' na área da educação e todos em geral não terão dificuldade em levar o exercício até ao fim.
A questão é saber se consideram aceitável o modelo?
Caso a resposta seja afirmativa, então vamos lá, porque não aplicar o mesmo modelo, tão virtuoso, a todas as profissões? Será???!!!
Já agora...
Poderiam começar a 'experiência' pela Assembleia da República e pelos (des)governo dos (des)governantes...pelos titulares de cargos públicos
(E já agora, desmistifique-se de uma vez por todas a ideia que os professores não são nem nunca foram avaliados - ISSO É PROPAGANDA E MENTIRA... Foram sempre avaliados por outros métodos e sistemas, porque há centenas de métodos de avaliação)

(Recebido por e-mail)


quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

O Saudosista apoia o Humberto e o PNR

Na linha do Ultimo Reduto, do Estado Novo, do Alma Pátria do Cidade do Sossego, do Pena e Espada, do Área Nacional e depois do pensamento expresso no próprio Reverentia Lusa - o Saudosista tambem apoia a candidatura nacionalista de Humberto Nuno Oliveira ao Parlamento Europeu
Bem estruturada, pensada e posta em práctica esta condidatura pode ser uma "pedrada no charco", ou melhor, no pântano em que Portugal se encontra enterrado.

Livros - Enciclopédia da Morte e da Arte de Morrer


Enciclopédia da Morte e da Arte de Morrer

História, ciência e cultura. O tema da morte convoca várias áreas e domínios do saber. Da origem e evolução de temas como o suicídio, pecado e doença, ao próprio conceito de morte, esta enciclopédia inclui uma apontável variedade de entradas. Tocando a biologia, medicina, sociedade, psicologia, religião e filosofia, esta pode ser uma excelente fonte de consulta para especialistas e estudantes.
Perguntas a remeteram a diferentes áreas do conhecimento, mas a abarcarem a complexidade do tema da morte. Envolvendo diferentes especialistas, esta enciclopédia, organizada por entradas, permite uma consulta de temas tão díspares como a sexualidade, o controlo, a perda, o aborto, a eutanásia...

segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Isto é uma Fantochada

Medina Carreira comenta a situação do país, a propósito do Magalhães e a propósito do estado da Nação, ARRASADOR:

terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

Meine Ehre Heisst Treue

Os valões vão pagar um pesado tributo na Estónia. O grupo ao qual pertence o Hauptscharfuhrer Moreau recebe, em cheio, uma granada soviética. Moreau cai por terra, como se tivesse sido atingido por um raio. Quando volta a si, vê que a cabeça do seu chefe está perto, arrancada pela explosão. Tenta apanhar a pistola-metralhadora e apercebe-se que já não tem o braço direito. O sangue sai aos borbotões do buraco enorme que tem no ombro, facto estranho, pois ainda não sente nada. Moreau, que partiu para a legião Wallonie com a primeira coluna, que escapou de Doretz, do Cáucaso e do Kessel de Tcherkassy, quer continuar a combater. Procura pegar na arma com a mão esquerda, mas tambem já não tem a mão esquerda....Dirige-se, então, para a retaguarda, como um fantasma sem braços, com o qual a morte não quer nada.
A 25 de Agosto, Dorpat e tomada. Os russos avançam sobre a Reval (Tallin), a capital e grande porto da Estónia.
Êxodo. Milhares de carroças de refugiados misturam-se ás centenas de camiões militares.
O Brigadefuhrer Wagner convoca Léon Degrelle para lhe pedir que monte uma barragem. Na base da rectaguarda da Wallonie só já há feridos e os homens dos serviços, os quais, na sua maioria, já têm mais de setenta anos.
O Kampfgruppe que improvisam, é constituido por uns cinquenta «combatentes», comandados por dois oficiais belgas. Um tem o braço atravessado por uma bala e o outro o peito aberto.
Das quatro companhias, que estiveram empenhadas na frente, só sobram 32 homens dos 260 que eram na véspera....O brigadefuhrer Wagner decide:
- Pela primeira vez na história do exército alemão, condecoro-vos a todos com a Cruz de Ferro, Sem uma única excepção.
Não há possibilidade se qualquer cerimónia. O chefe do Movimento Rexista, numa noite chuvosa, vai a cada um dos abrigos onde os seus homens, solitários, velam.
Os Russos, nalguns casos, estão a 10 metros. Degrelle pendura-lhes no peito a fita e a cruz, beija as faces hirsutas e felicita os «borguinhões», um a um. Os soldados tranquilizam-no:
- Não há problema, chefe, os vermelhos não passarão.....
A ofensiva inimiga è detida na Estónia. Os Waffen SS da Wallonie tiveram 95 % dos seus, atingidos pelo fogo inimigo. Só resta um punhado para ser passado em revista pelo Obergruppenfuhrer Felix Steiner, comandante do Corpo Germânico. O Sturmbannfuhrer Degrelle receberá, tambem, a insignia em ouro dos combates próximos, que é concedido após 50 acções corpo-a-corpo.
Adolf Hitler convoca-ao ao supremo quartel-general, para o condecorar pessoalmente e dizer-lhe:
- Se tivesse um filho, gostaria que fosse você.
Alguns meses mais tarde, a Estónia estará perdida. os russos empurrarão as ultimas forças do Reich para a Curlândia. esse Kessel, esquecido por todos conseguirá deter o assalto dos soviéticos até ao fim da guerra. Os sobreviventes de umas vinte divisões conseguirão, a um contra dez, aguentar do Outono de 1944 à Primavera de 1945.
Apesar dos «Irmãos da Floresta» que resistirão durante vários anos, três nações vão desaparecer da carta política da Europa e da História do nosso tempo.
Para escapar à captura e à morte, alguns punhados de estonianos e de letões das Waffen SS, acompanhados por camaradas alemães e neerlandeses, atravessarão o Báltico para irem para a Suécia.
Em barcos de pesca à vela, germanos e baltas reviverão, numa última aventurosa travessia, as sagas dos Vikings.

As Waffen SS, de Henri Landemer

segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

O que é a Globalização??

Pergunta: Qual é a mais correcta definição de Globalização?
Resposta: Morte da Princesa Diana.
Pergunta: Como?
Resposta: Uma princesa inglesa com um namorado egipcio tem um acidente de carro num tunel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bebado de whisky escocês , que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas; a princesa foi tratada por um médico americano , que usou medicamentos brasileiros e isto é-te escrito por um portugues, usando tecnologia de Bill Gates, e você provavelmente estará a ler isto num clone da IBM que usa chips feitos em Taiwan, e num monitor coreano montado por trabalhadores do Bangladesh numa fábrica de Singapura, transportado em camiões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, re-empacotado por mexicanos e finalmente vendido a todos nós por judeus.
Isto é, caros amigos , GLOBALIZAÇÃO!!

quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

Lembrar sempre Olivença

Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org

Viva o 1.º de Dezembro!
No próximo 1.º de Dezembro comemoram-se 368 anos da Restauração da Independência.
Logo em 5 de Dezembro de 1640, Olivença, assim que lhe chegaram notícias da revolta, repudiou o domínio filipino e fez jus à divisa que lhe fora outorgada pelos Reis de Portugal: NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA!
Ocupada militarmente em 1801, desde então sob administração espanhola e forçadamente separada das demais terras portuguesas, Olivença constitui alerta eloquente para todos aqueles que querem um Portugal verdadeiramente livre e independente.
Lembrando a NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA, e apelando à participação cívica de todos na defesa da sua portugalidade, o Grupo dos Amigos de Olivença participará como habitualmente nas comemorações públicas do Dia da Restauração.
Convidam-se todos os associados e apoiantes a integrarem a Comitiva do Grupo dos Amigos de Olivença que se concentrará, no dia 1.º de Dezembro, às 15:30 horas, frente à Casa do Alentejo, dali saindo para comparecer nas cerimónias oficiais que terão lugar às 16:00 horas, na Praça dos Restauradores, em Lisboa.
Para Lembrar e Reencontrar Olivença!

terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Livros - Mocidade Portuguesa

Durante décadas, em Lisboa, na Avenida da Liberdade, e um pouco por todas as ruas das cidades portuguesas, jovens rapazes desfilavam orgulhosos, de bandeira em punho, exibindo a sua inconfundível farda verde e caqui. A Pátria, Deus e Salazar - o homem que criou a Mocidade Portuguesa (MP) com o objectivo de efectuar a «formação integral» da juventude, com vista a moldar «homens de carácter». Os novos homens para um Estado Novo. A MP, organização tutelada pelo Estado durante aproximadamente quatro décadas (de 1936 a 1974), em pleno Salazarismo, enquadrou a juventude em idade escolar, obrigatoriamente entre os 7 e os 14 anos, voluntariamente até à idade da incorporação militar. Criada à imagem e semelhança de organizações de juventude de outros paises europeus. De norte a sul do país, a MP organizou paradas, acampamentos e sessões de ginástica.

terça-feira, 4 de Novembro de 2008

Momentos....

Um jornalista do Correio da Manhã descobre que existe um bordel em Lisboa ao qual vão todos os políticos e decide investigar.
Fala com a Meretriz e pergunta:
- o Mário Soares vinha aqui?- Sim, claro! Dava gosto, um cavalheiro. As melhores meninas, o melhor champanhe, as melhores gorjetas. Cada vez que vinha, era uma festa.
- Santana vem?- Sim! Mas não é a mesma coisa. Pede sempre desconto, nunca pede champanhe, nunca está de acordo com a conta, queixa-se sempre e ameaça-nos com o SEF.
- Paulo Portas, também vem?- Sim, mas não procura meninas, procura sim, meninos.
- E a Leite?- Bem, essa é o contrário; procura meninas e não meninos.
- E o Sócrates?- Também vem, mas esse fica pouco tempo. Entra, dá um beijo na mãe e sai.

terça-feira, 28 de Outubro de 2008

Livros - As Waffen SS

Nas tabernas enfumaradas de Munique, nos anos vinte, um punhado de homens protege os oradores de um novo movimento: o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães.
Na noite de 30 de Janeiro de 1933, quando Adolf Hitler é eleito Chanceler do Reich, são já cerca de 50.000 e ostentam, nos seus bonés negros, a caveira de prata.
Serão 100.000 a servir nas Waffen SS, em princípios de 1940, e 1 milhão, conco anos mais tarde, quando do «Crepúsculo dos Deuses». Vindos de mais de 30 nações da Europa, esses voluntários constituem um verdadeiro exército, que só obedece às suas próprias leis.
Durante 5 anos, batem-se sob a Bandeira Negra, suscitando o entusiasmo e o ódio. Matam e são mortos.
O chefe deles, Heinrich Himmler, exige que sejam ao meso tempo temerários e implacáveis.
Serão, até ao fim, soldados políticos, que prolongam, pelo ferro e pelo fogo, em todos os campos de batalha de um mundo em ruinas, o combate da Ordem Negra.

«Quero - dizia outrora Adolf Hitler, em Nuremberga -, uma juventude violenta, dominadora, incorruptível, corajosa e cruel. Suportará o mal e não terá qualquer fraqueza. O seu olhar será o de um animal selvagem, livre e indomável. A minha juventude será forte e magnífica. Será hábil em todos os exercícios físicos. Farei desaparecer milhares de anos de domesticação. Quero ter o puro e nobre produto da natureza. É com esse material que farei o mundo. Não quero uma educação de intlectuais; a ciência estragou a juventude. Deve aprender a dominar e a vencer as epreensões da morte. Eis a justa medida de uma juventude heróica»

terça-feira, 21 de Outubro de 2008

O foco da Crise

América do Norte, os "States", cabeça e garante do capitalismo selvagem e imperialismo arrogante, berço e sede das multi-nacionais mais "multi-nacionais"; onde o modo de funcionar de um sistema, com os seus mecanismos e processos, deu, e de certo modo ainda dá, a impressão de estarem lá localizados os fios mais ou menos invisiveis das "marionetas" do grande espectáculo do capital acumulado e desperdiçado, procurando lucro e acumulação, procurando onde encontrar lucro à medida da acumulação, crescendo a acumulação por forma a que o lucro, para ter a sua medida, se busca em prácticas e especulações a crescerem com a mobilidade dos capitais acumulados e à deriva. A inflação, as crises monetárias do Dolar, as despesas que parecem sem sentido, os Estados (isto é, em cada país, todos nós) a suportarem durande décadas as despesas e os não ganhos de alguns para que esses possam continuar a encontrar taxas de lucros compatíveis com os capitais acumulados e que não têm outro sentido que não seja o de promover maisor acumulação.
Para a frente, América, para a frente USA, acumula, acumula.....até rebentar.

sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Para todos os homens e rapazes

Nesta era dos jogos de computador e dos telemóveis, deve continuar a haver um espaço para as brincadeiras interminaveis, para as casas na árvore, para as histórias do mar e dos piratas, dos navegadores e aventureiros, histórias de incrivel coragem dos nossos antepassados. A única coisa que dizemos todos da nossa infância é que nos parece que na altura tinhamos mais tempo para tudo, ora os Domingos continuam lá, e os enormes Verões - que continuam a ser enormes - também, se soubermos olhar bem para eles e retirar do tempo prazer de viver.
O crescimento de um rapaz é sobretudo feito de curiosidade e nestes tempos conturbados de incertezas e hesitações, tanto homens como rapazes têm prazer, mas sobretudo, necessidade, de ler histórias como a da viagem de Vasco da Gama para a India, as viagens de Diogo Cão a progredir na costa africana, as batalhas na India portuguesa, Malaca, Ormuz, Afonso de Albuquerque, a batalha de Diu, as histórias devem ser contadas e recontadas senão as memórias delas vão morrendo aos poucos.
As histórias de coragem podem ser lidas como aventuras apenas, ou talvez como inspiração, exemplos de actos extraordinários feitos por pessoas comuns ou não.
Será antiquado? Depende. Os homens e os rapazes de hoje continuam os mesmos, ou deveriam continuar, e ainda se interessam pelos mesmos assuntos, se bem que esses assuntos estejam disfarçados pelo modernismo.
Rapazes, não se preocupem com a genialidade, nem se preocupem por não ser espertos. Acreditem sobretudo no trabalho árduo, na perseverança e determinação. O melhor lema para uma longa caminhada é: Não refiles. Segue em frente.
O teu futuro está nas tuas mãos. Nunca duvides disto. Não sejas convencido. O rapaz convencido, como o homens convencido, não tem muito mais de consiga fazer. É um fala barato que gaba a sua mercadoria banal. É sempre a lata vazia a que faz mais barulho. Sê honesto, bondoso e leal. Lembra-te que o mais dificil é aprender a não ser egoista. E esta é uma das melhores qualidades de um homem.
Ama a Pátria, os campos e as serras até perder de vista
Mantêm-te saudável, de corpo e de espírito

segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Magalhães - O mais escandaloso golpe de propaganda do ano

O Sócrates tem vindo a revelar do que é capaz, este homem é perigoso e a máquina Socialista é feroz, vejamos:
Os noticiários têm vindo a abrir, e a incluir muitas peças, com pompa e circunstância, anunciando sucessivamente o lançamento do 'Primeiro computador portátil português', o 'Magalhães'. A RTP refere que é 'um projecto português produzido em Portugal' A SIC refere que 'um produto desenvolvido por empresas nacionais e pela Intel' e que a 'concepção é portuguesa e foi desenvolvida no âmbito do Plano Tecnologico.' Na realidade, só com muito boa vontade é que o que foi dito e escrito é verdadeiro. O projecto não teve origem em Portugal, já existe desde 2006 e é da responsabilidade da Intel. Chama-se Classmate PC e é um laptop de baixo custo destinado ao terceiro mundo e já é vendido há muito tempo através da Amazon. As notícias foram cuidadosamente feitas de forma a dar ideia que o 'Magalhães' é algo de completamente novo e com origem em Portugal. Não é verdade. Felizmente, existem alguns blogues atentos. Na imprensa escrita salvou-se, que se tenha dado conta, a notícia do Portugal Diário: 'Tirando o nome, o logótipo e a capa exterior, tudo o resto é idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006. Aliás, esta é já a segunda versão do produto.' Pelos vistos, o jornalista Filipe Caetano foi o único a fazer um trabalhinho de investigação em vez de reproduzir o comunicado de imprensa do Governo.
A ideia é destruir os esforços de Negroponte para o OLPC.
O criador do MIT Media Lab criou esta inovação, o portátil de 100 dólares...A Intel foi um dos parcceiros até ver o seu concorrente AND ser escolhida como fornecedor. Saiu do consórcio e criou o Classmate, que está a tentar impor aos países em desenvolvimento.
Sócrates acaba de aliar-se, SEM CONCURSO, à Intel, para destruir o projecto de Negroponte. A JP Sá Couto, que ja fazia os Tsumanis, tem assim, SEM CONCURSO, todo o mercado nacional do primeiro ciclo.
Tudo se justifica em nome de um número de propaganda política terceiro-mundista.
Para os pivots (ex-jornalistas?) Rodrigues dos Santos ou José Alberto Carvalho, o importante é debitar chavões propagandísticos em vez de fazer perguntas.
Se não fosse a blogosfera - que o ministro da propaganda Santos Silva ainda não controla - esta propaganda não seria desmascarada. Os jornalistas da imprensa tradicional têm vindo a revelar-se de uma ignorância, seguidismo e preguiça atroz.

quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Livros - PORTO DO GRAAL

«Irrompendo do inconsciente dos povos, os mitos são as ‘notícias’ que nos chegam dos arquétipos inexprimíveis (...).»
Lima de Freitas

Lima de Freitas, pintor, escritor e ensaísta, foi, sem dúvida, um homem que esteve muito à frente do seu tempo e uma das personalidades mais notáveis do século XX português. Frontal a transmitir as suas ideias e reflexões sobre a sociedade moderna e a rica tradição mítico-espiritual portuguesa, ou mitolusista, se quisermos empregar o neologismo criado por ele próprio, nunca deixou de chamar a atenção para a existência da «Alma Lusa». Porém, não foi um nostálgico do passado, mas sim, protagonista efectivo na emergência do Novo Paradigma e no estudo da relação do «Portugal invisível» com a Europa telúrico-espiritual e com outras tradições culturais da humanidade.


«Tudo o que a Revolução Francesa e, depois, o Positivismo de Augusto Conte e as teorias marxistas nos trouxeram tende a dissolver-se no dealbar da Nova Era. Esse mote que viciou, escravizou a mentalidade dos homens do Poder, embotando--lhes a capacidade de se identificarem com o Povo que também são, (...) há-de esbater-se (...) na poderosa muralha dos Mitos Lusos. (...)(...) Portugal não tem razão para se envergonhar perante as restantes nações da Europa. Pelo contrário, temos muito para ensinar-lhes, para dar-lhes. Isso é um pouco o Império do Espírito Santo. [A Missão a cumprir] tem a ver com as nossas qualidades maiores: a fraternidade humana que temos arreigada; a ideia de universalidade; o desenho do Quinto Império (...).»
Lima de Freitas

quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Anti-Moderno pois claro

Sou um homem do século XIX e não do século XXI, o que não quer dizer que seja menos atento que os actuais.
Proclamo-me anti-moderno, a modernidade apenas trouxe regressão e miséria, infelicidade e analfabetismo, basta olhar a vida e a actualidade por outro prisma, senão repara
em, o que é que a modernidade trouxe de bom? Podem dizer imensas coisas, desde a saude á educação, eu penso exactamente o contrário, não é mais feliz quem vive mais mas sim quem vive melhor e mais feliz com a vida que conhece, e por isso quem antigamente vivia apenas 50 anos e morria de cancro sem saber que o tinha morria mais feliz do que aquele a quem lhe é diagnosticado um cancro e passa os próximos 2 ou 3 anos nos hospitais a fazer tratamentos dolorosos com tudo o que isso acarreta em termos familiares e pessoais, dor, angustia, impotencia, para no fim morrer de igual forma e muitas vezes de maneira pouco digna, é a morte antes da morte.
A modernidade trouxe-nos o fundamentalismo ecologico derivado á loucura poluidora mundial que por sua vez deriva do capitalismo selvagem.
As saudades que eu tenho de ver os antigos da minha terra, hoje infelizmente quase todos mortos, passarem na minha rua com as suas carroças de bestas a caminho das suas hortas de onde retiravam o sustento do dia a dia, couves, batatas, alhos, cebolas, feijão e fruta, num cantinho o sitio dos animais, um porco ou dois na engorda juntamente com a criação de galinhas, coelhos, codornizes e pombos, o homem era independente e feliz nesses tempos porque em ultimo caso não dependia de patrões para comer, não tinha créditos a pagar no fim de cada mês, não tinha preocupações com empréstimos e podia apreciar as coisas boas da vida enquanto enrolava um cigarro de onça no fim de cada dia na conversa de taberna entre iguais a bebericar um copo de vinho da região ou um medronho caseiro sem a fiscalização da ASAE.
Hoje em dia se deixarmos um qualquer miúdo de 30 anos sem trabalho e sem rendimentos de qualquer espécie ele ou vai roubar, mendiga ou morre de fome ou doença relacionada, tudo porque nem sabe cultivar para comer.
Sou anti-moderno porque defendo tradições ancestrais completamente incompativeis com os actuais padrões do politicamente correcto.
A modernidade trouxe-nos uma educação que raia as fronteiras do absurdo, no país onde á apenas 40 anos se aprendia em 4 anos a ler e escrever correctamente o português, onde se aprendia a geografia nacional e mundial, onde se aprendia matemática para a vida, onde se aprendia moral e bons custumes, a escola era de onde saiam os homens e mulheres formados para a vida em apenas 4 anos, aprendia o burro e o inteligente, o rico e o pobre, basta pensar nisto e olhar a rebaldaria que é hoje a escola portuguesa para vermos que regredimos alguns séculos na educação dos nossos filhos, daqui a 30 ou 40 anos não teremos pessoas válidas para governar este pobre país, a educação actual é uma anedota, os professores, que deveriam ensinar e educar, estão atolados em papelada e borucracia, não há tempo para ensinar nada a ninguém, foram transformados em bodes espiatórios da incapacidade do (des)governo em formar e educar as nossas crianças, as velhas escolas do Estado-Novo, com toda a sua simbologia e formalismo foram transformadas em réplicas ridiculas dos modelos estrangeiros, clones de sistemas que não são os nossos, décadas de desenvolvimento de um sistema escolar com provas dadas foram simplesmente deitados fora pelo cano abaixo, nem os próprios edificios escaparam a esta febre transformadora liderada há muitos anos pelos Socialistas onde Sócrates é o expoente máximo da doutrina anti-escolar, os lindos edificios escolares do Estado-Novo têm sido vendidos e cedidos ao desbarato, não raras vezes a estrangeiros que os transformam e separam da sua traça arquitectónica tradicional e tão caracteristica, outros têm sido cedidos a organizações esquerdistas de ambientalistas e outros grupos anarquicos, é como passar uma esponja sobre a memória colectiva de várias gerações de portugueses e portuguesas, é como entregar a milhões de pessoas um atestado de incompetência geral.

As ovelhas negras

Eu penso que o PNR, embora tivesse mais por onde pegar, faz bem em recordar ás pessoas o problema da imigração e faz bem em promover desta forma o debate sobre o tema, embora á partida se a ideia tem origem no PNR fica logo condicionada.
Não devemos fazer de um tema simples uma ideia complexa, Portugal tem as portas escancaradas e qualquer um cá entra com os mais diversos prepósitos, desde roubar a servir de econderijo provisório todas as intenções são válidas, aos olhos dos estrangeiros o país serve para tudo nos dias que correm.
As fronteiras deviam ser fechadas e deviamos sair da porcaria que é o chamado espaço schengen, só a pronúncia disto me dá azia, é claro que isto nunca será possivel com este (des)governo, e não concordo com a ideia que alguns imigrantes fazem falta a Portugal, só faz falta quem está, e se querem lamentar a falta de alguem lamentem-se dos portugueses que já morreram por causas directamente relacionadas com a imigração legal e ilegal.
A permanencia de estrangeiros em território português é devassa das tradições nacionais, é causa de desemprego na directa relação em que podemos pensar que um posto de trabalho ocupado por um estrangeiro podia ser ocupado por um português, mas isso já é causa de mais discussão porque o português actual não quer um trabalho, quer um emprego, o que são coisas diferentes.
Mas o problema da imigração tem diferentes pontos de vista, visto da província onde me encontro, com muito orgulho por sinal, o problema tem de ser visto se forma diferente daquela que é vista nas grandes cidades, um pouco por todo o país o estrangeiro imigrante tem vindo a impôr-se ostensivamente ás populações locais de forma gradual mas objectiva, como que programada, o caso dos Alemães no interior é um caso exemplar desta forma de integração forçada a que me refiro, com eles vieram um sem número de problemas e vivencias tóxicas e desconhecidas para as populações do interior português, é a droga cultivada, é a indumentária diferente, o aspecto fisico diferente, é a cultura anglo-saxónica que tem uma componente tolerante que eu considero prejudicial e contra natura ás origens e cultura portuguesas.
Nos ultimos anos o estrangeiro tem vindo, pouco a pouco, a deixar o isolamento da serra para se imiscuir nas vilas e aldeias, como?, comprando casas tradicionais já no interior das aldeias e lugares do interior para a seguir construir o que lhes apetece sobre as ruinas daquelas que já foram casas de felizes familias portuguesas, onde é que fica a arquitectura tradicional portuguesa nesta situação?
Por quanto tempo mais temos de levar com estas aberrações em cima? Isto está a tornar-se um autêntico cavalo de Troia que tem de ser travado o quanto antes, penso que devemos todos, nos nossos contactos diários com os estrangeiros, transmitir um sentimento de mau estar pela sua presença, tratá-los mal, tratá-los de forma a que sintam que não gostamos deles, que sintam que não são bem vindos no nosso país.
O caso dos africanos então é de gritar aos céus, pensar que fizeram uma guerra terrorista contra nós nas nossas províncias ultramarinas para nos expulsar e agora vêm para cá como se nada fosse com eles é qualquer coisa de absurdo e intoleravel.
Por tudo isto eu apoio a iniciativa do PNR, embora como eu já disse antes, haveria mais por onde se pegar no estado em que o país está.

segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Liga dos Últimos - Identidade e Resistência

Depois de ter visto no passado fim-de-semana as queixas ao Provedor do Telespectador da RTP por causa do programa "A Liga dos Ultimos", não posso deixar de afirmar o meu apoio e admiração pelo referido programa e repudiar todas as criticas efectuadas e o tempo de antena dado a algumas pessoas para expressarem os seus fracos argumentos contra os conteúdos exibidos no programa.

O objectivo primeiro é dar a conhecer as equipas de futebol que estão nos últimos escalões, que não têm nem os jogadores, nem os orçamentos dos grandes clubes e que sobrevivem à custa da carolice dos jogadores, dos dirigentes e dos sócios das colectividades, mas para além disso o programa tem o mérito de ir mais além, mostra a realidade pura e dura da interioridade e vivências portuguesas, das suas reais personagens, portugueses e portuguesas fora dos grandes centros urbanos, as festas, as romarias, as tradições, as bebedeiras, a paixão, a resistência, a sobrevivência, este é o nosso Portugal, é real e existe, neste aspecto o programa presta um serviço público que até á presente data eu ainda não tinha visto na televisão pública.
Há pouco tempo, o sociólogo da treta, António Barreto, escreveu uma crónica para o Jornal Público onde referia que não gostava do programa pois achava que ridicularizava e desprezava as pessoas das aldeias, os pobres, os menos capazes, os rurais. Ora muito bem, António Barreto foi autor de uma série de programas que mostravam o nosso país tal como ele era há décadas atrás e como ele é actualmente, focando a evolução e a alteração dos modos de vida dos portugueses, sinceramente não vejo onde melhorámos, ora a ser critico, António Barreto devia começar por criticar a pseudodemocracia e a padidocracia em que vivemos que cavou um fosso abismal entre o litoral e o interior, entre o urbano e o rural.
"A Liga dos Últimos" é uma visão que temos do Portugal de hoje, não do Portugal do Sócrates, daquele que o PS nos quere impingir como inevitável, mas sim do Portugal real. E é a única visão realista que nos é dada a conhecer pelas televisões. Os telejornais, os únicos onde ainda existe alguma referência, apenas afloram casos pontuais de ocorrências fugazes.
É importante existir um programa como a “Liga dos Últimos” onde acima de tudo se mostra o que é Identidade e Resistência.

sábado, 20 de Setembro de 2008

Reflexão diária

Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos, outros porém, antes mesmo de os ouvirmos já sabemos que são mesmo burros



sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Leituras no pós 11/9, para compreender o mundo actual

A procura da verdade é urgente mas cada vez mais difícil. A mundividência empacotada que as televisões e os jornais nos oferecem e fazem entrar á força casa dentro está adulterada; o excesso de informação dos dias de hoje é um novelo infinito de teorias de tudo para todo o gosto. Podemos, dada a finitude da vida humana, não ser capazes de aceder a verdades metafísicas (se é que elas existem) mas tal não se aplica a factos efectivos. Acreditamos na capacidade mas acima de tudo no direito que temos para aceder á verdade empírica acerca dos factos históricos, sociais, económicos e políticos que determinam e condicionam directamente a forma como vivemos e encaramos o mundo.
Para quem deseja saber um pouco mais acerca dos mecanismos conspirativos pelos quais toda a humanidade é hoje controlada, e para que nenhuma teoria da conspiração corra o risco de incorrer em devaneios ociosos, recomendo a leitura de quatro livros essenciais:

"ADMIRÁVEL MUNDO NOVO” de Aldous Huxley,1932:
Obra de ficção onde o autor descreve uma sociedade futurista que reflecte o seu desencanto com o mundo industrializado. Huxley, lança o alerta para a potencial ameaça que o progresso tecnológico representa para os direitos civis mais básicos dos indivíduos. Pensámos que nem mesmo Huxley, alguma vez previu que as profecias que imaginou em 1932 para o ano de 2500, começariam a realizar-se tão rapidamente. O mundo novo descrito por Huxley é um mundo sem valores humanos fundamentais, os indivíduos são criados em série e todos ocupam o lugar que lhes foi atribuído numa sociedade mecanizada. Em 1949, Huxley afirmava: “Na próxima geração, acho que os senhores do mundo descobrirão que o condicionamento infantil e as narcopsicoses são mais eficazes como instrumentos de governo do que os garrotes e os calabouços (...) e que a avidez de poder pode ser saciada tão cabalmente se através da indução, se conseguir que as pessoas amem a sua escravidão...”

“1984” de George Orwell,1945:
Nesta obra de ficção, escrita em 1945, Orwell descreve um estado futurista onde uma sociedade hiper vigiada não conhece o conceito de liberdade. Esta obra inspirou o famoso reality show televisivo “BigBrother” onde um grupo de pessoas se submete á vigilância permanente de todos os seus actos. Num olhar atento pela conjectura hodierna facilmente se percebe a relação directa entre a disseminação do medo global e a progressiva perda das liberdades individuais em nome da segurança. Com isto fica claro que “1984” não é um mero romance de ficção política mas a expressão da inteligência visionária de George Orwell. Um alerta para todos. Obrigatório.


“DESMANTELAR A AMÉRICA” (Ensaios de Lisboa) de Oswald le Winter, 2001:
Oswald le Winter, para além das inúmeras missões que cumpriu como espião para o governo dos Estados Unidos, trabalhou para a CIA entre 1965 e 1995. Foi chefe do ITAC na NATO e ascendeu a major-general no Exército. Em 1988 denuncia os crimes da CIA e em 1998 é condenado á prisão por alegada fraude numa operação conjunta entre a CIA, o FBI e o MI-6. Está exilado em Lisboa desde 2000. No final de 2001, publica exclusivamente em língua portuguesa “Desmantelar a América”, com seis edições em apenas dois meses. Ao contrário das obras de Orwell ou Huxley, esta obra de Oswald não é ficcional mas sim reveladora das tramas reais com que actualmente os “senhores do mundo” manipulam a nossa vida nas suas mais variadas dimensões. “Desmantelar a América” expõe os mecanismos essenciais das agências governamentais dos Estados Unidos para a protecção e expansão de um Império em que, os valores éticos da Constituição democrática apenas servem de pele de cordeiro para encobrir um lobo voraz.Entre as inacreditáveis revelações deste livro, o destaque vai para a acusação da implicação da CIA no caso Camarate e para a teoria sobre a participação dos serviços secretos americanos na execução dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001. De leitura Obrigatória.

“DEMOCRACIA E SECRETISMO” ( Mais Ensaios de Lisboa) de Oswald le Winter, 2002:
Oswald le Winter volta á carga para dizer o que não foi dito em “Desmantelar a América”.Na Segunda parte das crónicas de Lisboa, são desvendados pormenores inéditos acerca dos atentados de Oklahoma e dos assassinatos de John F. Kennedy, Malcom X e Martin Luther King. A tese que atribui á administração Bush a execução do11 de Setembro é aqui reforçada com argumentos sóbrios e de inegável validade. Na descrição da capacidade holística do sistema ECHELON e do funcionamento dos satélites espiões, são expostos factos que elevam de vez George Orwell ao panteão dos visionários. Porque razão os Estados unidos são o maior supermercado de armas biológicas? Quem lucra com os assassinatos dos direitos civis no ocidente? Qual o interesse real da guerra da América ao Islão? Quais os portugueses que pertencem á poderosa Sociedade Bildberg? Para conhecer a resposta a esta e a outras perguntas, leiam o livro!

Ler atentamente cada um destes livros é ampliar a consciência, é abrir os olhos para lá das aparências e dos factos superficiais! É ser politicamente incorrecto.
A liberdade passa pela informação e a ignorância é uma forma de submissão ao sistema vigente.





quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

11/9, Sete anos depois, verdade ou mentira?


Num tempo de fraude universal dizer a verdade é um acto revolucionário.
George Orwell

O maior e mais opressivo império na terra é o império anglo-americano. Por este queremos significar o Império Britânico, do qual os Estados Unidos da América são uma parte. Foram os homens de negócios judeus do Império anglo-americano que estabeleceram e têm mantido os Grandes Negócios como um meio de explorar e oprimir os povos de muitas nações. Este facto aplica-se particularmente às cidades de Londres e Nova Iorque, a fortaleza dos Grandes Negócios. Este facto é tão manifesto na América que existe um provérbio a respeito da cidade de Nova Iorque que diz: "os judeus são donos dela, os católicos irlandeses governam-na, e os americanos pagam as facturas."
Em A Declaração de Factos da Sociedade Torre de Vigia em 1933 na Alemanha Nazi
Carroll Quigley: The Anglo-American Establishment