Com este livro Os Últimos Navios do Império, o Arqt. Telmo Gomes aumenta a sua produção de pinturas sobre navios históricos portugueses, que Edições Inapa tem publicado desde 1995, constituindo uma colecção única com os livros-albuns Navios Portugueses - Séc. XIV a XIX, Embarcações Portuguesas e Navios Portugueses no Oriente. O autor afirma : «Os navios como as pessoas têm alma, e perdura depois através dos tempos, como uma recordação...».
E são essas recordações que com este livro propomos relembrar. Eles foram protagonistas das pequenas histórias,gloriosas umas,tantas vezes dramáticas outras,que aqui narramos; são pedaços das suas «vidas» abnegadamente, servindo a Marinha de Portugal.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Livros - Os Últimos Navios do Império
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Livros - Mocidade Portuguesa
Durante décadas, em Lisboa, na Avenida da Liberdade, e um pouco por todas as ruas das cidades portuguesas, jovens rapazes desfilavam orgulhosos, de bandeira em punho, exibindo a sua inconfundível farda verde e caqui. A Pátria, Deus e Salazar - o homem que criou a Mocidade Portuguesa (MP) com o objectivo de efectuar a «formação integral» da juventude, com vista a moldar «homens de carácter». Os novos homens para um Estado Novo. A MP, organização tutelada pelo Estado durante aproximadamente quatro décadas (de 1936 a 1974), em pleno Salazarismo, enquadrou a juventude em idade escolar, obrigatoriamente entre os 7 e os 14 anos, voluntariamente até à idade da incorporação militar. Criada à imagem e semelhança de organizações de juventude de outros paises europeus. De norte a sul do país, a MP organizou paradas, acampamentos e sessões de ginástica.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Leituras no pós 11/9, para compreender o mundo actual
A procura da verdade é urgente mas cada vez mais difícil. A mundividência empacotada que as televisões e os jornais nos oferecem e fazem entrar á força casa dentro está adulterada; o excesso de informação dos dias de hoje é um novelo infinito de teorias de tudo para todo o gosto. Podemos, dada a finitude da vida humana, não ser capazes de aceder a verdades metafísicas (se é que elas existem) mas tal não se aplica a factos efectivos. Acreditamos na capacidade mas acima de tudo no direito que temos para aceder á verdade empírica acerca dos factos históricos, sociais, económicos e políticos que determinam e condicionam directamente a forma como vivemos e encaramos o mundo.
Para quem deseja saber um pouco mais acerca dos mecanismos conspirativos pelos quais toda a humanidade é hoje controlada, e para que nenhuma teoria da conspiração corra o risco de incorrer em devaneios ociosos, recomendo a leitura de quatro livros essenciais:
"ADMIRÁVEL MUNDO NOVO” de Aldous Huxley,1932:
Obra de ficção onde o autor descreve uma sociedade futurista que reflecte o seu desencanto com o mundo industrializado. Huxley, lança o alerta para a potencial ameaça que o progresso tecnológico representa para os direitos civis mais básicos dos indivíduos. Pensámos que nem mesmo Huxley, alguma vez previu que as profecias que imaginou em 1932 para o ano de 2500, começariam a realizar-se tão rapidamente. O mundo novo descrito por Huxley é um mundo sem valores humanos fundamentais, os indivíduos são criados em série e todos ocupam o lugar que lhes foi atribuído numa sociedade mecanizada. Em 1949, Huxley afirmava: “Na próxima geração, acho que os senhores do mundo descobrirão que o condicionamento infantil e as narcopsicoses são mais eficazes como instrumentos de governo do que os garrotes e os calabouços (...) e que a avidez de poder pode ser saciada tão cabalmente se através da indução, se conseguir que as pessoas amem a sua escravidão...”
“1984” de George Orwell,1945:
Nesta obra de ficção, escrita em 1945, Orwell descreve um estado futurista onde uma sociedade hiper vigiada não conhece o conceito de liberdade. Esta obra inspirou o famoso reality show televisivo “BigBrother” onde um grupo de pessoas se submete á vigilância permanente de todos os seus actos. Num olhar atento pela conjectura hodierna facilmente se percebe a relação directa entre a disseminação do medo global e a progressiva perda das liberdades individuais em nome da segurança. Com isto fica claro que “1984” não é um mero romance de ficção política mas a expressão da inteligência visionária de George Orwell. Um alerta para todos. Obrigatório.
“DESMANTELAR A AMÉRICA” (Ensaios de Lisboa) de Oswald le Winter, 2001:
Oswald le Winter, para além das inúmeras missões que cumpriu como espião para o governo dos Estados Unidos, trabalhou para a CIA entre 1965 e 1995. Foi chefe do ITAC na NATO e ascendeu a major-general no Exército. Em 1988 denuncia os crimes da CIA e em 1998 é condenado á prisão por alegada fraude numa operação conjunta entre a CIA, o FBI e o MI-6. Está exilado em Lisboa desde 2000. No final de 2001, publica exclusivamente em língua portuguesa “Desmantelar a América”, com seis edições em apenas dois meses. Ao contrário das obras de Orwell ou Huxley, esta obra de Oswald não é ficcional mas sim reveladora das tramas reais com que actualmente os “senhores do mundo” manipulam a nossa vida nas suas mais variadas dimensões. “Desmantelar a América” expõe os mecanismos essenciais das agências governamentais dos Estados Unidos para a protecção e expansão de um Império em que, os valores éticos da Constituição democrática apenas servem de pele de cordeiro para encobrir um lobo voraz.Entre as inacreditáveis revelações deste livro, o destaque vai para a acusação da implicação da CIA no caso Camarate e para a teoria sobre a participação dos serviços secretos americanos na execução dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001. De leitura Obrigatória.
“DEMOCRACIA E SECRETISMO” ( Mais Ensaios de Lisboa) de Oswald le Winter, 2002:
Oswald le Winter volta á carga para dizer o que não foi dito em “Desmantelar a América”.Na Segunda parte das crónicas de Lisboa, são desvendados pormenores inéditos acerca dos atentados de Oklahoma e dos assassinatos de John F. Kennedy, Malcom X e Martin Luther King. A tese que atribui á administração Bush a execução do11 de Setembro é aqui reforçada com argumentos sóbrios e de inegável validade. Na descrição da capacidade holística do sistema ECHELON e do funcionamento dos satélites espiões, são expostos factos que elevam de vez George Orwell ao panteão dos visionários. Porque razão os Estados unidos são o maior supermercado de armas biológicas? Quem lucra com os assassinatos dos direitos civis no ocidente? Qual o interesse real da guerra da América ao Islão? Quais os portugueses que pertencem á poderosa Sociedade Bildberg? Para conhecer a resposta a esta e a outras perguntas, leiam o livro!
Ler atentamente cada um destes livros é ampliar a consciência, é abrir os olhos para lá das aparências e dos factos superficiais! É ser politicamente incorrecto.
A liberdade passa pela informação e a ignorância é uma forma de submissão ao sistema vigente.
Marcadores: 11 de Setembro, Leituras
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Livros - Reconquista Cristã
O Museu Militar e a Ésquilo edições e multimédia vão proceder ao lançamento do livro «Reconquista Cristã – Nas Origens de Portugal» da autoria de Pedro Gomes Barbosa, historiador e coordenador de história medieval da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, que terá lugar no Museu Militar, largo dos Caminhos de Ferro (em frente à estação de St.ª Apolónia), em Lisboa, terça-feira, 22 de Abril, às 18h30.
A apresentação estará a cargo do Prof. Doutor Hermenegildo Fernandes, medievalista e docente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O Coronel Manuel Ribeiro de Faria, director do Museu Militar, presidirá à sessão.
Pedro Gomes Barbosa
In «Nota Prévia»
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Livros - As Novas Censuras
As técnicas de manipulação de informação empregues quotidianamente sob os nossos olhos são múltiplas e extraordinariamente inteligentes.
Aplicam-se a toda a cadeia de informação. Primeiro, há que esconder a verdade. Se a verdade aparecer, há que fazer pressão sobre os mediadores capazes de a substituir, ameaçá-los, aterrorizálos, seduzi-los, comprá-los.
Se a verdade for difundida pelos media, há que controlar o impacte sobre a opinião e tudo fazer para que não seja ouvida e, sobretudo, para que não crie um emoção popular. Através de exemplos concretos, que narra com a inspiração de um jornalista talentoso, Paul Moreira traça um retrato impressionante deste universo da desinformação.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Livros - Cecília Supico Pinto
Em 1961, Cecília Supico Pinto criou o Movimento Nacional Feminino. Uma organização independente do Estado que congregava as mulheres portuguesas no apoio moral e material aos soldados que lutavam nas antigas colónias portuguesas.Durante treze anos, Cecília Supico Pinto multiplicou-se em viagens entre a metrópole e as «províncias ultramarinas», ameaçadas pelos movimentos independentistas. Cilinha, como era conhecida, vestiu o camuflado, dormiu em tendas de campanha, esteve debaixo de fogo e embrenhou-se no mato de África, mesmo quando um acidente a obrigou a andar com um pé engessado e de muletas. Tudo em nome de uma missão. Na bagagem levava rações de combate, recordações e histórias pitorescas para contar aos soldados portugueses.Casada com Luís Supico Pinto, homem forte do regime de António Oliveira Salazar, Cilinha uma líder carismática. Salazar, «um verdadeiro príncipe», apreciava a sua alegria, ria-se das suas anedotas, admirava a sua frontalidade e escutava os seus conselhos.Hoje, Cecília Supico Pinto prefere refugiar-se no anonimato, mantendo, contudo, um olhar atento sobre a actualidade. Dona de uma memória invejável, abre nesta biografia as portas da sua vida.
sábado, 12 de janeiro de 2008
Livros - Tratado das Alcunhas Alentejanas
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Livros - Mengele
Josef Mengele tinha um sonho: o aperfeiçoamento da espécie humana, melhorada através da ciência, como forma de alcançar o domínio supremo de uma raça superior. Para o capitão médico, responsável pelo campo de concentração nazi de Auschwitz de 1943 a 1945, este era, acima de tudo, um acto de dever para ser levado a cabo com total disciplina. Com um simples aceno de mão ou um movimento seco do bastão, Mengele seleccionava os prisioneiros chegados a Auschwitz: os que deviam trabalhar até à morte, os que seriam imediatamente gaseados ou os que serviriam de cobaias para as suas investigações médicas. Sem qualquer compaixão, Mengele efectuava as mais terríveis experiências com seres humanos, transformados em autênticas cobaias. A sua particular obsessão eram os gémeos. Depois de cinco anos de investigação, com acesso exclusivo e irrestrito a mais de cinco mil páginas de escritos íntimos de Mengele e fotografias inéditas, Gerald L. Posner e John Ware retratam a vida deste homem, do nascimento à morte. Separando os factos das lendas que existem sobre o mais famoso médico nazi, os autores recriam a vida do homem que se tornou na verdadeira personificação do mal; o «Anjo da Morte» de Auschwitz. Apesar de todos os esforços para o capturar, Mengele passou 35 anos da sua vida em fuga. Depois de muitas notícias sobre a sua eventual morte, faleceu aos 68 anos, no Brasil. Sem nunca ter sido julgado pela Justiça e sem nunca ter manifestado quaisquer remorsos pelos seus actos.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Leituras - O Soldado Político
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