Terminado o prazo de entrega de candidaturas às próximas Eleições Legislativas, o PNR informa que apresentou listas nos seguintes círculos (seguidos do respectivo Cabeça-de-Lista):
- Aveiro - Maria Marques;
- Beja - Simão Varandas;
- Braga - Pedro Frade;
- Bragança - Carlos Marques;
- Castelo Branco - João Vaz;
- Coimbra - Vítor Ramalho;
- Évora - João Coutinho;
- Faro - Rui Roque;
- Leiria - João Amaral;
- Lisboa - Pinto Coelho;
- Portalegre - Caetano Ferreira;
- Porto - Alberto Lima;
- Santarém - Humberto Oliveira;
- Setúbal - Duarte Branquinho;
- Viana do Castelo - André Leite;
- Viseu - Teresa Póvoas;
- Madeira - Vasco Leitão;
- Fora da Europa - Luís Fernandes.
No âmbito das Eleições Autárquicas, apresentou listas para as seguintes Câmaras Municipais (seguidas dos respectivos Cabeças-de-Lista):
- Cascais - Isabel Coutinho;
- Lisboa - Pinto Coelho.
E às seguintes Assembleias Municipais (seguidas dos respectivos Cabeças-de-Lista):
- Faro - Rui Roque;
- Lisboa - Vasco Leitão.
O PNR apresentou ainda candidaturas às seguintes Freguesias (seguidas dos respectivos Cabeças-de-Lista):
- Estoril (Cascais) - João Coutinho;
- Marvila (Lisboa) - Joaquim Santos;
- Santo Condestável (Lisboa) - José Craveiro Lopes;
- São João de Brito (Lisboa) - Duarte Branquinho.
Para a apresentação de todas as candidaturas foi necessária a colaboração directa de cerca de 300 pessoas, às quais deixamos a nossa mensagem de agradecimento, em especial ao nosso Presidente José Pinto-Coelho, que se empenharam nesta enorme tarefa, de recolha de certidões, elaboração e entrega de listas, etc., processo extremamente burocrático e penoso para aqueles que não orbitam nos partidos do sistema.
Também por isso, mas por muito mais, é agora necessário apresentar a todos os portugueses a alternativa de Oposição Nacional, encabeçada pelo PNR - Partido Nacional Renovador.
PNR - Comissão Política, Quarta-feira, 20 de Agosto de 2009.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
PNR entrega listas de Oposição Nacional - 2009
Marcadores: PNR
quinta-feira, 11 de junho de 2009
PNR - "Perguntas mais frequentes"
1. COMO SE DEFINE O PNR?
2. QUAL A POSIÇÃO DO PNR NO ESPECTRO POLÍTICO PORTUGUÊS?
3. O NACIONALISMO É UMA IDEOLOGIA XENÓFOBA E VIOLENTA?
4. O PNR CONSIDERA-SE UM PARTIDO EXTREMISTA OU RADICAL?
5. A IMIGRAÇÃO É A CAUSA DE TODOS OS MALES?
6. OS IMIGRANTES SÃO NECESSÁRIOS PARA FAZER CERTOS TRABALHOS?
7. OS IMIGRANTES GERAM RIQUEZA?
8. OS PORTUGUESES TAMBÉM NÃO SÃO UM POVO EMIGRANTE?
9. ENTÃO QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DA IMIGRAÇÃO?
10. O PNR É UM PARTIDO RACISTA?
11. PORQUE SE AFIRMA O PNR CONTRA A GLOBALIZAÇÃO SE ESTA É INEVITÁVEL?
12. O PNR É ANTI-EUROPA?
1. COMO SE DEFINE O PNR?
O PNR é um partido político pró-pátria, pró-família, e pró-vida.
Pró-pátria porque tem uma concepção do mundo baseada na existência e cooperação de pátrias diferentes vivendo cada uma segundo os seus próprios costumes.
Pró-família porque é na defesa da instituição família que está a sobrevivência e o futuro de cada povo.ró-vida porque deve ser defendida uma cultura da vida, numa sociedade em harmonia com a natureza, contrária às políticas actuais que promovem uma cultura de morte, baseada no individualismo e na promoção do comportamento destrutivo (droga, aborto, lobi-gay, etc).
O PNR afirma-se nacionalista, entendendo que a Nação é o prolongamento natural da família.
A nossa casa é Portugal!
2. QUAL A POSIÇÃO DO PNR NO ESPECTRO POLÍTICO PORTUGUÊS?
O PNR é o único partido político português que se afirma nacionalista.
Quer isto dizer que é o único partido que defende os interesses nacionais acima dos interesses sectários, e para o qual cada Nação, enquanto Nação, constitui um valor supremo.
O PNR não é de direita nem de esquerda, antes situa-se acima dessas dicotomias parciais e divisionistas.
Nem esquerdas, nem direitas: os Portugueses primeiro.
3. O NACIONALISMO É UMA IDEOLOGIA XENÓFOBA E VIOLENTA?
Não. O nacionalismo atribui valor a cada Nação enquanto tal. Por isso, os nacionalistas, se exigem o respeito à sua Nação, devem igual respeito às demais nações e afastam de si qualquer tentação imperialista, expansionista ou colonialista.
Pelo contrário, insistem na defesa da soberania e independência dos povos, que são por vezes ameaçadas por conflitos fronteiriços e pela corrida aos recursos naturais.
4. O PNR CONSIDERA-SE UM PARTIDO EXTREMISTA OU RADICAL?
Não. O PNR pretende intervir na sociedade através da discussão pública e participando na vida política.Ao invés, o sistema é que adopta uma posição extremista em relação ao PNR, impedindo-o de participar em paridade com outros partidos e deturpando as suas ideias e propostas.
O PNR congrega pessoas de várias tendências, idades e estratos sociais, desde o patriota orgulhoso da herança dos seus antepassados, ao cidadão-comum interessado em mudar a situação actual do país, até ao simpatizante preocupado com o futuro de Portugal e dos Portugueses.
É o bastante para serem bem acolhidos no seio do nacionalismo.O PNR congrega, não divide.
5. A IMIGRAÇÃO É A CAUSA DE TODOS OS MALES?
Não. O PNR entende que cada povo pode enriquecer a sua cultura através do contacto com outros povos ou civilizações. Mas expressa igualmente a sua preocupação com as tendências mundialistas e multiculturais, das quais a imigração é apenas uma das faces, e que constituem uma ameaça à identidade, independência, e segurança nacionais.
Migrações sempre existiram e sempre existirão, nós somos contra as políticas que promovem a invasão imigrante, não contra o imigrante.
O PNR bate-se contra a imigração desregulada, contra a importação de mão-de-obra barata, contra o nivelamento por baixo dos salários, contra o aumento da criminalidade, contra a proliferação de guetos e zonas de não-direito, contra o aumento do desemprego.
O PNR aponta o dedo aos governantes, que não se importam com os portugueses mas sim com o seu próprio umbigo, e que são responsáveis pelas políticas suicidas que estão a destruir Portugal.
6. OS IMIGRANTES SÃO NECESSÁRIOS PARA FAZER CERTOS TRABALHOS?
Não. Antes de mais, se as profissões indiferenciadas fossem remuneradas com justiça haveria muitos portugueses interessados em segui-las, como sempre houve. Aliás, o facto dos portugueses fazerem esses trabalhos lá fora é prova disso, mas se são pagos miseravelmente é porque há quem se sujeite a eles por qualquer preço, o que faz com que o nível salarial baixe cada vez mais.
Efectivamente, os imigrantes que partem desesperadamente à procura de uma vida melhor vão mentalizados para aceitar quaisquer tipo de condições, ficando à mercê de uma nova forma de escravatura e de multinacionais sem escrúpulos, que são quem realmente beneficia das políticas imigracionistas, não o próprio imigrante.
7. OS IMIGRANTES GERAM RIQUEZA?
Não, geram tanta riqueza como outra pessoa qualquer, mas regra geral o imigrante ainda beneficia das benesses custeadas pelos portugueses e que lhes são dadas pelos governos, subservientes do mundialismo e capitalismo selvagem que alimenta as suas negociatas.
Os imigrantes podem contribuir para o aumento do PIB, mas isto se não forem incluídas as despesas que a presença deles em Portugal implica, e que fazem com que eles na verdade contribuam para o empobrecimento do Estado.
Junte-se ao valor do défice os milhões que já foram, e ainda são, gastos com habitação social, rendimentos mínimos, abonos a famílias que não param de crescer, recrutamento de polícias para vigiar certos bairros, custos com serviços prisionais, subsídios de desemprego, assistência hospitalar e sanitária, cursos profissionais e de língua portuguesa, etc., etc., tudo isto custa muitos milhões aos contribuintes.
8. OS PORTUGUESES TAMBÉM NÃO SÃO UM POVO EMIGRANTE?
Sim. Mas, antes de mais, os Portugueses que habitam em território nacional não podem ser constituídos reféns dos que, por motivos pessoais ou materiais, demandaram para outros países.
Além disso, é preciso ter em conta ainda que a maior parte dos emigrantes portugueses instalou-se em países europeus, como a França, a Alemanha ou a Suíça, não pondo em causa os costumes e os aspectos civilizacionais dos países de acolhimento.
E é preciso notar também que outros países, como os Estados Unidos, são desde sempre países de imigração. Não é esse o caso de Portugal.
9. ENTÃO QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DA IMIGRAÇÃO?
Uma das primeiras coisas que um governo do PNR faria seria acabar com as actuais políticas de imigração e inverter os actuais fluxos migratórios, que empurram o português para o estrangeiro e atraem os estrangeiros para Portugal, substituíndo os naturais por imigrantes.
Para isso, obviamente, seria necessário denunciar os acordos de Shengen e restaurar imediatamente as fronteiras, apostando num maior controlo das mesmas para combater a criminalidade e a imigração ilegal.
O PNR meteria imediatamente em marcha um programa de repatriamento de imigrantes indigentes, que nada produzem ou que cometem crimes.
10. O PNR É UM PARTIDO RACISTA?
Não. O racismo é uma doutrina que assenta na superioridade de uma raça sobre as outras. Ora, os nacionalistas são os únicos que verdadeiramente respeitam as diferenças entre raças, povos e nações, e que pretendem que estas não desapareçam.
O PNR condena o terror das agressões racistas, verbais ou físicas, e de que são vítimas muitos portugueses no seu dia-a-dia.
O que o PNR pretende é tão-só assegurar aos Portugueses o direito a viverem e a trabalharem numa pátria soberana e próspera, em segurança e liberdade.
11. PORQUE SE AFIRMA O PNR CONTRA A GLOBALIZAÇÃO SE ESTA É INEVITÁVEL?
A chamada globalização é responsável pela dissolução de identidades, culturas, soberanias, fronteiras, pátrias e bandeiras, e em última análise é a palavra que melhor define o mundialismo vigente, ou seja o modelo de destruição das nações posto em prática pela Nova Ordem Mundial.
A chamada direita capitalista e liberal vende-nos a ideia de que globalização é progresso económico, o que é falso, já que esta é responsável, entre muitas outras coisas, pela deslocalização dos centros de decisão que arrastam consigo para o estrangeiro as fábricas e empresas.
A chamada esquerda revolucionária reformulou o seu discurso, apresentando-se agora «por uma alter-globalização», ou globalização alternativa, que defende o multiculturalismo e a mundialização responsável pela degradação do nosso nível de vida.
Ambas, esquerdas e direitas, são inimigas da nação, e o PNR é a única força política que se opõe verdadeiramente à globalização, que é um monstro de duas cabeças: capitalista e multicultural.
A globalização não é inevitável e o seu avanço pode ser contrariado com políticas económicas e sociais que privilegiem e defendam o Nacional, e o PNR é o único partido político português que o propõe.
12. O PNR É ANTI-EUROPA?
Não. Repudiamos energicamente o super-estado federalista, os acordos de Schengen que aboliram fronteiras, o centralismo da moeda única, os acordos de política agrícola e pesca comum, os subsídios ao desmantelamento da nossa indústria e à não-produção.
Defendemos a amizade e cooperação entre os diversos povos e estados europeus, não a sua fusão, submissão ou dissolução.
As nações da Europa podem entender-se em determinadas matérias, nomeadamente em áreas como a investigação científica, a cooperação cultural ou militar, mas não queremos privar os povos europeus da sua soberania e liberdade, colocando o seu destino nas mãos de banqueiros e eurocratas.
Nós não somos uma província de Bruxelas, somos uma Nação com 900 anos de História que tem das mais antigas fronteiras do mundo.
http://www.pnr.pt/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=61&Itemid=103
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Eleições Europeias - Números, Análise e PNR
Vistas da provincia onde me encontro, no país de verdade, onde as pessoas ainda são simples, tradicionais e vivem segundo regras diferentes da vida das grandes cidades e zonas urbanas, estas eleições, no entanto, foram vividas de igual forma e passaram completamente ao lado da vida da maioria, com abstenções altissimas, demonstrando mais um vez que o povo, a grande massa dos eleitores está a borrifar-se para a Europa e para este tipo de eleições, consideram-nas apenas uma luta pelos 22 "tachos" disponiveis e afastam-se completamente da participação efectiva da escolha dos "tachos" e sua distribuição partidária.
Num país de 9.601.744 inscritos para votar, apenas compareceram ás urnas 3.557.240, o que prefaz uma abstenção de 6.044.504 (62,95%) do universo possivel de eleitores (segundo a RTP)
Ora isto é ridiculo quando pensamos nos partidos do sistema e na suas declarações televisivas, com o PSD estupidamente embriagado por uma parca e ridicula "vitória", o PS a guardar a vingança para depois, claramente já a pensar nas legislativas, o PCP eternamente vitorioso, o BE a ser tratado novamente com a maior das benevolências pela comunicação social, fazendo multiplas declarações exibidas em directos sucessivos como se de um comicio se tratasse, e o CDS respirando de alivio porque as sondagens e projecções se enganaram novamente e os betinhos da Largo do Caldas lá conseguiram manter os dois madatos.
Se pensarmos que o PSD obteve apenas 1.127.128 votos e o PS 945.362, num pais de 9.601.744 eleitores, isto é uma palhaçada e as eleições nem deviam ser legitimadas, aliás, se querem eleições, ao menos que sejam obrigatórias no voto, ou seja, um cidadão, um voto, obrigatório por lei, assim é que devia ser, mas essa é outra discussão.
Quanto aos pequenos partidos, nada de novo, total indiferença, como se não existissem.
Abastendo-me de falar de alguns deles, remeto-me directamente ao meu partido, o PNR, que obteve nestas eleições, de tão grande abstenção, uma significativa subida no número de votantes, em relação ás legislativas de 2005.
Em Fevereiro de 2005, ultimo acto eleitoral em Portugal, sem contar os referendos, o PNR obteve 9.374 votos, ( 0,16%), nestas Europeias, encabeçadas exemplarmente pelo Humberto Nuno de Oliveira, o PNR obteve 13.029 votos, (0,37%), o que é, quanto a mim, notável para um pequeno partido como o PNR, sem os recursos nem a simpatia dos grandes meios de comunicação social, que são aberta e abjectamente parcias em relação ao bloco central (PS e PSD) e alguns mesmo, declaradamente anti-PNR.
Não sei qual as conclusões que o partido, a sua direcção e orgãos directivos vão retirar destes resultados, mas quando a mim, simples eleitor, simpatizante e votante do PNR, é para mim uma alegria a subida do número de eleitores e quero endereçar a partir daqui os meus parabéns ao Humberto Nuno de Oliveira, que quanto a mim, e já o tinha referido antes, foi impecável e inteligentemente escolhido para encabeçar esta lista ao Parlamento Europeu e que fez uma boa campanha, uma excelente campanha, muito digna, muito limpa, esclarecedora quanto ás ideias do partido no que á Europa diz respeito, porque era disso que se tratava, e não a politica de sargeta, confusa, sem ideias, ideológicamente parecida, baixa e deselegante, que os grandes partidos conduziram e que nos entra pela casa dentro através dos noticiários.
Um abraço Humberto, de um camarada alentejano, bem haja, que com a sua coragem, verticalidade, honestidade, intlectual e ideológica, foi a grande revelação destas eleições e marcou a diferença nos debates e entrevistas onde apareceu.
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terça-feira, 2 de junho de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
O Saudosista apoia o Humberto e o PNR
Na linha do Ultimo Reduto, do Estado Novo, do Alma Pátria do Cidade do Sossego, do Pena e Espada, do Área Nacional e depois do pensamento expresso no próprio Reverentia Lusa - o Saudosista tambem apoia a candidatura nacionalista de Humberto Nuno Oliveira ao Parlamento Europeu
Bem estruturada, pensada e posta em práctica esta condidatura pode ser uma "pedrada no charco", ou melhor, no pântano em que Portugal se encontra enterrado.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
As ovelhas negras
Eu penso que o PNR, embora tivesse mais por onde pegar, faz bem em recordar ás pessoas o problema da imigração e faz bem em promover desta forma o debate sobre o tema, embora á partida se a ideia tem origem no PNR fica logo condicionada.
Não devemos fazer de um tema simples uma ideia complexa, Portugal tem as portas escancaradas e qualquer um cá entra com os mais diversos prepósitos, desde roubar a servir de econderijo provisório todas as intenções são válidas, aos olhos dos estrangeiros o país serve para tudo nos dias que correm.
As fronteiras deviam ser fechadas e deviamos sair da porcaria que é o chamado espaço schengen, só a pronúncia disto me dá azia, é claro que isto nunca será possivel com este (des)governo, e não concordo com a ideia que alguns imigrantes fazem falta a Portugal, só faz falta quem está, e se querem lamentar a falta de alguem lamentem-se dos portugueses que já morreram por causas directamente relacionadas com a imigração legal e ilegal.
A permanencia de estrangeiros em território português é devassa das tradições nacionais, é causa de desemprego na directa relação em que podemos pensar que um posto de trabalho ocupado por um estrangeiro podia ser ocupado por um português, mas isso já é causa de mais discussão porque o português actual não quer um trabalho, quer um emprego, o que são coisas diferentes.
Mas o problema da imigração tem diferentes pontos de vista, visto da província onde me encontro, com muito orgulho por sinal, o problema tem de ser visto se forma diferente daquela que é vista nas grandes cidades, um pouco por todo o país o estrangeiro imigrante tem vindo a impôr-se ostensivamente ás populações locais de forma gradual mas objectiva, como que programada, o caso dos Alemães no interior é um caso exemplar desta forma de integração forçada a que me refiro, com eles vieram um sem número de problemas e vivencias tóxicas e desconhecidas para as populações do interior português, é a droga cultivada, é a indumentária diferente, o aspecto fisico diferente, é a cultura anglo-saxónica que tem uma componente tolerante que eu considero prejudicial e contra natura ás origens e cultura portuguesas.
Nos ultimos anos o estrangeiro tem vindo, pouco a pouco, a deixar o isolamento da serra para se imiscuir nas vilas e aldeias, como?, comprando casas tradicionais já no interior das aldeias e lugares do interior para a seguir construir o que lhes apetece sobre as ruinas daquelas que já foram casas de felizes familias portuguesas, onde é que fica a arquitectura tradicional portuguesa nesta situação?
Por quanto tempo mais temos de levar com estas aberrações em cima? Isto está a tornar-se um autêntico cavalo de Troia que tem de ser travado o quanto antes, penso que devemos todos, nos nossos contactos diários com os estrangeiros, transmitir um sentimento de mau estar pela sua presença, tratá-los mal, tratá-los de forma a que sintam que não gostamos deles, que sintam que não são bem vindos no nosso país.
O caso dos africanos então é de gritar aos céus, pensar que fizeram uma guerra terrorista contra nós nas nossas províncias ultramarinas para nos expulsar e agora vêm para cá como se nada fosse com eles é qualquer coisa de absurdo e intoleravel.
Por tudo isto eu apoio a iniciativa do PNR, embora como eu já disse antes, haveria mais por onde se pegar no estado em que o país está.
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
O PNR faz falta - Inscreve-te
A campanha "O PNR faz falta" visa garantir a inscrição de novos militantes no mais curto espaço de tempo. Os partidos políticos foram notificados pelo Tribunal Constitucional para provarem no prazo de 90 dias que têm pelo menos 5 mil militantes, sob pena de serem extintos nos termos da Lei n.º2/2003, de 22 de Agosto. Trata-se de uma lei injusta, que tende a calar a voz incómoda dos pequenos partidos. É uma medida imposta pelos partidos ditos grandes e fiscalizada agora pelos juízes conselheiros escolhidos por aqueles.
Apesar disso, o PNR tudo fará para angariar no prazo estipulado o número de filiados em falta. O partido tem registado um forte crescimento nos últimos meses. Diariamente chegam à sede novas propostas de adesão. Assim, com vista a atingir o número estipulado, a direcção do partido põe agora em marcha uma campanha nacional de novas adesões, sem pagamento de jóia e com isenção de quotas.
O nosso partido representa um número crescente de portugueses. Estamos seguros de que o PNR faz falta ao debate político. É a única voz que se ergue de forma clara em defesa da independência nacional contra a corrupção e os tratados reformadores. O PNR pretende apresentar aos Portugueses em 2009 um renovado programa político, com um conjunto de propostas para as diferentes áreas, da segurança à cultura, da política externa à saúde e à educação. Mais ninguém estará disposto a fazê-lo nos termos e com as soluções que o PNR apresentará. Propostas portuguesas para um Portugal português. Isto pode ser reconhecido mesmo por simpatizantes de outros partidos que, em defesa da livre expressão de ideias, se opõem à extinção judicial de um partido cada vez mais activo na vida portuguesa e no qual se revêem milhares de compatriotas.
Por isso, pedimos o empenho e a mobilização de todos. A meta das 5 mil inscrições está perfeitamente ao nosso alcance. Assim todos se mobilizem, assinem e levem a assinar a Proposta de Adesão, aqui.
Fonte
Marcadores: PNR
