segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Campanha Feminina contra Homossexuais

Vamos a enviar às nossas mulheres, esposas, companheiras, namoradas!
Há que promover este movimento tão nobre, voluntarioso e generoso!
Vamos apoiar o mulherio nesta campanha mais que justa!!!
Irritadas com a explosão da onda gay no mundo inteiro, as mulheres finalmente foram à luta e lançaram uma campanha mundial com a distribuição em massa desta t-shirt.

domingo, 23 de agosto de 2009

Lembrar Manuel Maria Múrias

"Basta! Portugal não é uma quinta, nem nós somos só os seus seareiros. Portugal somos todos nós, intelectuais e cavadores de enxada, patrões e operários, os que morreram e os que estão para vir, homens e mulheres na sucessão dos séculos, caminho do futuro! Sendo Direita, assumimo-nos frontalmente como força destinada à Vitória. Somos mais e somos melhores! Nem aqui, nem além-mar em África, pactuámos com o inimigo. Continuamos em guerra começada em 1961. Perdermos muitas batalhas, mas enquanto um de nós for vivo e puder falar, manteremos na alma, marcada a fogo e sangue, a certeza inabalável de que vamos salvar Portugal!"

Manuel Maria Múrias, Editorial no Semanário "A Rua", década de 70

Activista dos direitos dos animais procurado pelo FBI

Daniel Andreas San Diego, de 31 anos, natural de São Francisco (EUA) e fanático activista de organizações defensoras dos "direitos dos animais" (quem diria?...), especialista em informática e que se gaba de ser super-vegetariano, não ingerindo nenhum alimento com produtos animais, integra desde Abril desde ano a lista dos terroristas mais procurados pelo FBI, a par do famoso Osama Bin Laden, do egípcio Ayman al-Zahawiri (suspeito nº 2 da Al-Qaeda) ou Adam Gadahn, da mesma organização.
Daniel San Diego é suspeito de atentados bombistas perpetrados contra empresas onde se diz serem feitos testes em animais. O FBI tem indícios de que foi ele o autor dos atentados contra as empresas Chiron e Shaklee, na Califórnia, em Agosto e Setembro de 2003. San Diego terá actuado por acreditar que as referidas empresas produziam produtos testados com animais.
Daniel San Diego está há seis anos em fuga e o FBI acredita que a publicidade internacional provocada pela sua inclusão, em Abril de 2009, na lista dos mais procurados terroristas do mundo, pode dar um novo impulso às buscas.
Fica cada vez mais provado que este tipo de gentalha, organizações de defesa de animais e afins, a par com as organizações de defesa do ambiente e organizações de defesa dos paneleiros, são os neo-terroristas e os neo-comunistas, uma nova forma de activismo de esquerda, muito militante e organizado e que é preciso denúnciar e combater por todas formas possíveis e necessárias.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

PNR entrega listas de Oposição Nacional - 2009

Terminado o prazo de entrega de candidaturas às próximas Eleições Legislativas, o PNR informa que apresentou listas nos seguintes círculos (seguidos do respectivo Cabeça-de-Lista):

- Aveiro - Maria Marques;
- Beja - Simão Varandas;
- Braga - Pedro Frade;
- Bragança - Carlos Marques;
- Castelo Branco - João Vaz;
- Coimbra - Vítor Ramalho;
- Évora - João Coutinho;
- Faro - Rui Roque;
- Leiria - João Amaral;
- Lisboa - Pinto Coelho;
- Portalegre - Caetano Ferreira;
- Porto - Alberto Lima;
- Santarém - Humberto Oliveira;
- Setúbal - Duarte Branquinho;
- Viana do Castelo - André Leite;
- Viseu - Teresa Póvoas;
- Madeira - Vasco Leitão;
- Fora da Europa - Luís Fernandes.

No âmbito das Eleições Autárquicas, apresentou listas para as seguintes Câmaras Municipais (seguidas dos respectivos Cabeças-de-Lista):
- Cascais - Isabel Coutinho;
- Lisboa - Pinto Coelho.

E às seguintes Assembleias Municipais (seguidas dos respectivos Cabeças-de-Lista):
- Faro - Rui Roque;
- Lisboa - Vasco Leitão.

O PNR apresentou ainda candidaturas às seguintes Freguesias (seguidas dos respectivos Cabeças-de-Lista):
- Estoril (Cascais) - João Coutinho;
- Marvila (Lisboa) - Joaquim Santos;
- Santo Condestável (Lisboa) - José Craveiro Lopes;
- São João de Brito (Lisboa) - Duarte Branquinho.

Para a apresentação de todas as candidaturas foi necessária a colaboração directa de cerca de 300 pessoas, às quais deixamos a nossa mensagem de agradecimento, em especial ao nosso Presidente José Pinto-Coelho, que se empenharam nesta enorme tarefa, de recolha de certidões, elaboração e entrega de listas, etc., processo extremamente burocrático e penoso para aqueles que não orbitam nos partidos do sistema.
Também por isso, mas por muito mais, é agora necessário apresentar a todos os portugueses a alternativa de Oposição Nacional, encabeçada pelo PNR - Partido Nacional Renovador.

PNR - Comissão Política, Quarta-feira, 20 de Agosto de 2009.

Sócrates....O Ditador !!! Por António Barreto

Sócrates....O Ditador !!!
por António Barreto

Único senhor a bordo tem um mestre e uma inspiração.
Com Guterres, o primeiro-ministro aprendeu a ambição pessoal, mas,
contra ele, percebeu que a indecisão pode ser fatal, ao ponto de, com
zelo, se exceder.
Prefere decidir mal, mas rapidamente, do que adiar para estudar.
Em Cavaco, colheu o desdém pelo seu partido.
Com os dois e com a sua própria intuição autoritária, compreendeu que
se pode governar sem políticos.
Onde estão os políticos socialistas ?
Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são
responsáveis pelo seu passado?
Uns saneados, outros afastados.
Uns reformaram-se da política, outros foram encostados.
Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão.
Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro.
Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas
empresas que dependem do Governo.
Manuel Alegre resiste, mas já não conta.
Medeiros Ferreira ensina e escreve.
Jaime Gama preside sem poderes.
João Cravinho emigrou.
Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção,
que o socialismo ainda existe.
António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão.
Almeida Santos justifica tudo.
Freitas do Amaral, "ofereceu-se, vendeu-se" e reformou-se !
Alberto Martins apagou-se.
Mário Soares ocupa-se da globalização.
Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores.
João Soares espera.
Helena Roseta foi à sua vida independente.
Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância.
O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado.
Os sindicalistas quase não existem.
O actual pensamento dos socialistas resume-se a uma lengalenga
pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do
governo e da luta contra o défice.
O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso
do que a meditação budista.
Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento
público esteve, como hoje, tão adverso e tão farto da política e dos
políticos. Sem hesitar, apanhou a onda.
Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates.
Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião,
mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento.
Mas nada de essencial está em causa.
Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente.
As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino são pura diversão.
Não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada
têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o
primeiro-ministro.
É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais.
Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o
incomodou realmente.
Mas tratava-se, politicamente, de uma questão menor.
Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo
estava sob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá.
O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário, Crispado, Despótico,
Irritado, Enervado, Detestando ser contrariado.
Não admite perguntas que não estavam previstas ou antes combinadas.
Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber.
Tem os seus sermões preparados todos os dias.
Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de
informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação.
O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade,
nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na
teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob
seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um
funcionário que se exprimiu em privado.
O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive,
feito já de medo e apreensão.
A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de
cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa.
A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação.
As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm
de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações.
Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e
sem oposição à altura, Sócrates trata de si.
Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns
interesses económicos, Sócrates governa.
Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de
secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas
últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do
Estado.
Nomeia e saneia a bel-prazer.
Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos.
É possível.
Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De
incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta
de carinho dos portugueses pela liberdade.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Aljubarrota, aniversário da batalha

AO CONDESTÁVEL DE PORTUGAL

Em nome da minha geração

Não me consumo na vigília ardente
das armas, lendo e orando, nem destroço
Entre pendões, enamorado e moço
As hostes inimigas, frente a frente

Céptico olhar, o meu; calmo e descrente
De altas visões de místico alvoroço
Ando no mundo...sou de agora. Posso
Ser, quando muito, como toda a gente

Ah, não habita em mim a voz lendária
De outras idades...nem com a mão segura
Empunho o gládio! Mas o sonho antigo

Voga sempre na brisa incerta e vária,
Paira indeciso sobre a terra impura
E em cada coração busca um abrigo.

João Cabral do Nascimento

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Aconteceu, 25 anos atrás

Los Angeles, 12 de Agosto de 1984, Carlos Lopes, um português franzino com 37 anos deixava a concorrência para trás e conquistava a medalha de ouro na Maratona Masculina Olímpica, a bandeira nacional subia ao mais alto mastro do estádio olímpico e o Hino Nacional fazia-se ouvir, por entre as brumas da memória este pequeno rectângulo de conquistadores continuava vivo.
Aconteceu, há 25 anos, quando os atletas nacionais ainda eram portugueses de raça e de sangue....

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Poderes ocultos movimentam-se nos bastidores

PNR - Partido Nacional Renovador :A censura continua!

Está em curso uma campanha dentro do circo que já é campanha para a legislativas, o BE à muito que tinha lançado o repto, o PS respondeu afirmativamente, primeiramente através das organizações mais juvenis do partido, depois, gradualmente outros sectores até chegar ao programa de governo, o (des)governante Pinócrates disse até recentemente num encontro de charme com bloggers, que a sua geração, (a dele), tinha tratado mal os homossexuais, logo vêem os admiradores dizerem que é coragem política, que é justiça, que é o raio que os parta, dou por mim a admirar o regime de Teerão, onde a Homossexualidade é crime punido com enforcamento
É caso para perguntar: Será que chegará o dia em que será obrigatório pegar de marcha-atrás na nossa Pátria?

«Dia 31 de Julho, o presidente do PNR, José Pinto-Coelho, foi convidado pelo canal de televisão TVI24 para participar num debate sobre a decisão do Tribunal Constitucional de rejeitar o pedido de casamento entre duas lésbicas. O tema do programa, ou a pergunta que serve de mote, é "concorda com o casamento de pessoas do mesmo sexo?". No convite, a TVI24 informava que estaria presente o advogado das fulanas, a defender o ponto de vista das próprias, e que "do outro lado" estaria o presidente do PNR, como representante do único partido político português que defende a família como célula base da comunidade e se afirma contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quando Pinto-Coelho, que aceitou o convite, já se encontrava à porta dos estúdios da TVI, foi informado que já havia outro convidado para defender esse ponto de vista e que portanto a sua participação tinha sido... cancelada. Esta situação, só por si, já seria grave e inadmissível, mas ao observar o dito "debate" constata-se que afinal não havia outro convidado nenhum e, mais uma vez, a única opinião permitida foi a politicamente correcta. Confirma-se, mais uma vez, que o PNR - Partido Nacional Renovador - incomoda muita gente e que é a verdadeira OPOSIÇÃO NACIONAL ao sistema - cujos partidos, nesta e noutras matérias, defendem todos uma ideia parecida - sem excepção»

Fonte: http://www.terraportuguesa.net/2009/07/tal-historia-da-liberdade-de-expressao.html

terça-feira, 28 de julho de 2009

Livros - "Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola"

Pré-publicação do livro "Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola"

O pai desapareceu em angola há 34 anos. A filha investigou e escreveu um livro que revela uma rede de prisões clandestinas E uma lista oficial de nomes de portugueses desaparecidos.

“Quiseram correr com os brancos de Angola", a afirmação é de Leonor Figueiredo nesta entrevista ao Correio da Manhã

Segundo esta entrevista, este livro vai publicar uma lista inédita, do MNE (Ministério dos Negócios Estrangeiros), com mais de duas centenas de nomes de portugueses desaparecidos em Angola e que que Portugal entregou Angola ao MPLA muito mais cedo do que se pensava. Cerca de meio ano antes.

Segundo a jornalista e autora: «As autoridades portuguesas estiveram lá, na última etapa, como se não estivessem. Se formos ver o que se passou, eles fizeram muito pouco pelos portugueses que lá estavam e que sempre lá estiveram. Viam-nos quase como se não fôssemos portugueses, mas como os brancos que “se meteram” com os movimentos. Tiveram o mérito da ponte aérea – com muita ajuda estrangeira. Angola foi abandonada, com portugueses dentro. E as coisas têm que ter dignidade. Admiro os países que trazem para a pátria os seus mortos de guerra e lhe conferem essa dignidade. Em Portugal é o contrário. Ainda temos corpos de soldados portugueses da I Guerra Mundial na Europa e ainda há corpos de soldados portugueses nas ex-colónias africanas. O Estado português não dignifica os seus mortos. E portanto não se dignifica a si próprio.»

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Livros - Os Últimos Navios do Império

Com este livro Os Últimos Navios do Império, o Arqt. Telmo Gomes aumenta a sua produção de pinturas sobre navios históricos portugueses, que Edições Inapa tem publicado desde 1995, constituindo uma colecção única com os livros-albuns Navios Portugueses - Séc. XIV a XIX, Embarcações Portuguesas e Navios Portugueses no Oriente. O autor afirma : «Os navios como as pessoas têm alma, e perdura depois através dos tempos, como uma recordação...».
E são essas recordações que com este livro propomos relembrar. Eles foram protagonistas das pequenas histórias,gloriosas umas,tantas vezes dramáticas outras,que aqui narramos; são pedaços das suas «vidas» abnegadamente, servindo a Marinha de Portugal.

Porque as conspirações existem...

O homem nunca foi à Lua". Dizer isso certamente chama a atenção, da mesma forma que o rumor semelhante de que nenhum avião caiu no Pentágono em 11 de Setembro, que diga-se de passagem, faz muito mais sentido e parece-se mais com a verdade do que dizer que efectivamente um avião se despenhou mesmo contra as paredes do Pentágono, mas essa é outra história.

Visto que já existem outras páginas de qualidade na internet desmentindo o rumor espúrio, nesta referência vamos-nos limitar a abordar apenas dois elementos relacionados à questão:

Recentemente o website moontruth.com divulgou um sensacional vídeo mostrando o que seria um teste para a futura fraude realizada pela NASA. Quatro anos antes de 1969 lá estava um astronauta descendo as escadas de um módulo lunar dizendo as palavras "Um pequeno passo para um homem, um gigantesco...".

De repente, acontece um erro e o que parecia estar sendo transmitido em directo da Lua revela-se estar sendo filmado em estúdio. É um erro de gravação, é apenas um actor vestido com roupas espaciais.

O vídeo se espalhou pela internet, principalmente pelos blogs, entusiasmando muitos que já acreditavam na 'farsa da Apollo'. Mas bastava qualquer pessoa investigar o domínio moontruth.com para descobrir que estava registrado pela heterodoxa empresa de propaganda 'The Viral Factory'.

Já na página de entrada descobri ao que a empresa se propõe:

"Comunicação viral é claramente uma enorme oportunidade para fazer sua marca crescer. Acerte em cheio e a recompensa será enorme. Seus consumidores espalharão sua mensagem por você, a velocidades impressionantes para uma quantidade fenomenal de pessoas. Erre e sua proposta cuidadosamente montada irá pouco além da caixa de entrada dos directores de marketing."

A incompreensível destruição dos projectos do Saturno V
Mesmo entre entusiastas dos avanços aeroespaciais circula o rumor de que os projetos do colossal foguete Saturno V que levou as missões Apollo, até hoje o maior foguete lançador já construído, teriam sido destruídos pelos americanos.

Até o autor desta referência já levou a sério o rumor, a versão que ouvi dava conta de que isto teria sido feito pela NASA para impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias para o desenvolvimento do vaivem espacial. Outras versões dos rumores (ao que parecem, mais comuns) dizem que os projectos foram destruídos pelo Congresso americano para evitar que 'caíssem em mãos erradas'.

Em 1996 John Lewis escreveu em seu livro Mining the Sky que havia procurado pelos projectos do Saturno V há alguns anos e concluído que teriam sido "perdidos".

Finalmente, em 2000, Paul Shawcross, do escritório do Inspector Geral da NASA ,desmentiu o boato. Ele respondeu que os projectos do foguete lançador Saturno 5 estão armazenados em microfilme no Marshall Space Flight Center, e que "os Arquivos Federais na Geórgia também teriam mais de 2.900 pés cúbicos de documentos relacionados ao lançador".

Shawcross notou contudo que "o problema em recriar o Saturno 5 não é encontrar os desenhos, é encontrar os fornecedores que podem prover as peças de meados dos anos 60, e o facto de que as bases de lançamento e prédios de construção de veículos foram convertidos para o vaivem espacial, assim você não tem de onde lançar [o Saturno 5]. Quando se tiver refeito o projecto para se ajustar às peças disponíveis hoje e remodificar as bases de lançamento, pode simplesmente ter começado com um projecto completamente novo".

Para saber mais
- Are Apollo Moon Photos Fake?
- The hoax of the Moon hoax
- Michael Shermer´s brilliant "Moon Hoax"
- Saturn 5 Blueprints Safely in Storage

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Beja e a descaracterização crescente das Cidades portuguesas

É conhecida a obra do Sr. Pinócrates como Engº Cívil, todos nos lembramos de ver os magníficos projectos arquitectónicos saídos da pena de tão ilustre Engº formado nessa escola de Referência que foi a Universidade Independente.
Pois é, não sei se isso está a influenciar o trabalho de outros Engºs e Arquitectos ligados de alguma forma ás obras do regime Pinócrates, mas o que sei é que na capital do Baixo Alentejo, minha querida cidade de Beja, estão a ser construidos alguns mamarrachos dignos de nota, alvo de criticas e merecedores de lágrimas.
Como se não bastasse as obras do malfadado, absurdo e ridiculo programa Polis, que veio descaracterizar a cidade no seu coração, veja-se, por exemplo, o resultado das tristes obras do Jardim do Bacalhau e Praça Diogo Fernandes, agora é no recinto do Hospital e na Escola Secundária D. Manuel I que a polémica reside.
Segundo o Jornal Público "a construção de um pavilhão polidesportivo coberto na Escola Secundária D. Manuel I e de um novo hospital de dia para doentes oncológicos na cidade de Beja está a merecer forte contestação do executivo municipal e até de alguns dirigentes da organização local do Partido Socialista, tendo como justificação a "má" qualidade arquitectónica dos edifícios. (...) Luís Miranda, que já foi deputado na Assembleia da República, insurgiu-se contra as "vergonhas" arquitectónicas que estão a ser instaladas pelo Governo na capital do Baixo Alentejo. (...)
Também a construção do novo hospital de dia destinado a doentes oncológicos mereceu uma apreciação ainda mais crítica de Luís Miranda, que comparou o novo equipamento a um "palheiro", caracterização que vingou na opinião pública da cidade.
Se os fins são nobres e necessários, já as devidas susceptibilidades e arquitectura locais deviam ser tidas em conta, as criticas chovem de todos os quadrantes políticos na cidade, o que deve querer dizer alguma coisa.
Uma coisa que eu acho interessante neste tipo de obras sociais, as populações nunca são ouvidas, aqueles para quem estas infraestruturas são construidas não são vistos nem achados neste tipo de situações, são sempre apanhados de surpresa e apenas com o desenrolar das obras se apercebem
dos crimes arquitectónicos praticados um pouco por todo o país desde há 35 anos, descaracterizando as nossas vilas e cidades.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Diferenças que fazem toda a diferença


i

quarta-feira, 8 de julho de 2009

A Nossa Saudação

A nossa saudação é a dos antigos romanos. Um gesto largo, franco, sem reservas, inspirador de confiança e amizade.
Braço ao alto!
A mão estendida a indicar o caminho, não a si, egoisticamente, mas para que os outros o sigam também.
Mão aberta que não teme a luta porque dia a dia pratica a verdade de que dá testemunho.
A Saudação Romana é um gesto em que o braço é levantado para a frente recto, com a palma da mão para baixo. O braço é levantado às vezes paralelamente para cima ou para à terra
A saudação romana, no qual a saudação de Hitler foi também baseada, foi usada em muitos países diferentes para muitas finalidades diferentes antes da Segunda Guerra Mundial. Por exemplo, a Saudação de Bellamy, usada como garantia de fidelidade nos Estados Unidos no século XIX, e no século no inicio do século XX, era uma versão da saudação romana com algumas similaridades à saudação nazi. A saudação de Bellamy foi abandonada desde 1942 por causa dessa similaridade. O mesmo aconteceu com à maioria das outras formas de saudações romanas ao redor do mundo.
Braço ao alto, Saudação de de Paz, antítese do murro fechado do Partido Socialista, promessa de ódio e violência.

Verdades e mentiras do 'Magalhães' em livro

Luís Cabrita quer lançar uma obra que conte toda a história do pequeno computador do regime

A história do computador Magalhães vai ser contada em livro. O autor é um gestor que promete contar todos os segredos do polémico computador. Leia em Executivos sem Gravata .

Luís Cabrita, presidente da Prológica, ( a Prológica integra o consórcio Youtsu que, com a JP Sá Couto, distribui os computadores em Portugal e no estrangeiro), andou meses a coligir dados sobre o computador do regime. No final, escreveu um livro que se chamará "A verdade da mentira do Magalhães".

Recentemente, foi entrevistado na sede da Prológica, em Carnaxide, para o tema de capa da edição da Exame que está agora nas bancas (com o título "O que é nacional no Magalhães) contou que já recebeu mais de dois mil emails desde que o Magalhães chegou ao mercado nacional. Muitos protestam contra algo que os desgostou, outros elogiam e, revela, outros tantos mandam mensagem simplesmente porque não conseguiram efectuar o pagamento no mês em que era suposto e que, por dificuldades económicas, solicitam um novo prazo para pagar o equipamento.

Enfim, os temas são mil e um e Luís Cabrita quer colocar tudo em livro. E já tem título "A verdade da mentira do Magalhães"

Tem potencial para best-seller.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Musica - The Snow Fell - Tribute to Skrewdrivers

Homenagem a todos os que combateram e morreram na terrível frente Russa lutando por um ideal que continua vivo, hail!!!

Versão dos Rahowa


He sat in a room
in a square of the color of blood.
He'd rule the whole world
if there was a way that he could.
He'd sit and he'd stare
at the minreds on top of the towers.
For he was a beast
as he hatched his new plans to gain power.

(chorus)
And the snow fell
covering the dreams and ideals.
And the snow fell
freezing the blood and the wheels.
And the snow fell
they had to keep worm for survival.
And the snow fell
defeating the beast's only rival.

They took the old roads
that Napoleon had taken before.
They fought as a force as a light
against the darkness in a holy war.
One day they were looking around
and the sun was shining on the cold flowers.
The next day they were freezing to death
in the snow and the ice cold showers.

(chorus)

Then came the deadly roads
back from the stairs of their retreat.
The cold racked their bodies
but worse was the pain of defeat.
Many people who had hailed them once
now turned and looked away.
These people now knew
that the beast was on it's way.

(chorus)

You finally came back
to the borders of your fatherland.
Now enemies came
traitors everywhere at hand.
Many people who had fought and died
knowing that they had to win.
It still sickens my heart
to see the picture of the red flag in Berlin.

(chorus)

sábado, 27 de junho de 2009

Son Of Britain...Saga

Porque é bom recordar.....



sexta-feira, 26 de junho de 2009

Deus meu......

terça-feira, 23 de junho de 2009

Musica - Confront "Fall from Grace"



For all the things that you ever said
For all the lies that you built up in my head
It's my time for revenge
I cared to try but I don't care anymore
I'm understanding
So I'll leave my bleeding heart for you on your door
What seems to me are the fallacies
From a story that at one time I believed
Will I wake from this dream?

As I fall from grace
These are times I'd like erased
As I fall from grace
You stand by in the corner
While my life fades

I gave you all that I had to give
You took it all
Now I'm standing here alone outside in the cold
There was the train but ya ran away
Ya think ya lost me but you'll always find a way
To destroy my day

As I fall from grace
These are times I'd like erased

You never said you cared
That's all we needed to repair
And broke the ties that time
And it's all over this time

For all the things that you ever said
For all the lies that you built up in my head
It's my time for revenge

As I fall from grace
These are times I'd like erased
As I fall from grace
You stand by in the corner
While my life fades

As I fall from grace
These are times I'd like erased

You never said you cared
That's all we needed to repair
And broke the ties that time
And it's all over this time

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Livros - Nuno Álvares Pereira

Foi graças à vontade política de Nuno Álvares Pereira, ao seu génio militar e à sua integridade que os portugueses, na grande crise do século XIV, conseguiram derrotar as forças de D. João de Castela.
E foi ele quem guardou a nação independente, preparando-a para o novo tempo português de navegação e expansão além-mar.
Mas o que sabemos desta grande figura da nossa História que nas últimas décadas caiu no esquecimento? Quase 600 anos após a sua morte, a canonização solene em Roma do Santo Condestável de Portugal não deixou de causar espanto e de levantar velhas questões. Pode um chefe de guerra chegar aos altares? Pode um santo ser guerreiro e um guerreiro ser santo? Nuno Álvares Pereira mostra-nos que sim. E não por um qualquer arrependimento tardio, por uma troca aparentemente súbita e em fim de vida da cota de malha pelo hábito de monge: entre as intrigas da corrupta corte fernandina e o poder e a glória da Casa de Avis, nas horas difíceis da revolução de Lisboa e nas batalhas de Aljubarrota, Atoleiros e Valverde que marcaram a Guerra da Independência, S. Nuno de Santa Maria sempre procurou ser, no espírito e na letra, o cavaleiro perfeito, indo contra muito daquilo que, na guerra e na paz, era regra no tempo.

terça-feira, 16 de junho de 2009

A Criança que calou uma audiência

quinta-feira, 11 de junho de 2009

PNR - "Perguntas mais frequentes"

1. COMO SE DEFINE O PNR?
2. QUAL A POSIÇÃO DO PNR NO ESPECTRO POLÍTICO PORTUGUÊS?
3. O NACIONALISMO É UMA IDEOLOGIA XENÓFOBA E VIOLENTA?
4. O PNR CONSIDERA-SE UM PARTIDO EXTREMISTA OU RADICAL?
5. A IMIGRAÇÃO É A CAUSA DE TODOS OS MALES?
6. OS IMIGRANTES SÃO NECESSÁRIOS PARA FAZER CERTOS TRABALHOS?
7. OS IMIGRANTES GERAM RIQUEZA?
8. OS PORTUGUESES TAMBÉM NÃO SÃO UM POVO EMIGRANTE?
9. ENTÃO QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DA IMIGRAÇÃO?
10. O PNR É UM PARTIDO RACISTA?
11. PORQUE SE AFIRMA O PNR CONTRA A GLOBALIZAÇÃO SE ESTA É INEVITÁVEL?
12. O PNR É ANTI-EUROPA?

1. COMO SE DEFINE O PNR?
O PNR é um partido político pró-pátria, pró-família, e pró-vida.
Pró-pátria porque tem uma concepção do mundo baseada na existência e cooperação de pátrias diferentes vivendo cada uma segundo os seus próprios costumes.
Pró-família porque é na defesa da instituição família que está a sobrevivência e o futuro de cada povo.ró-vida porque deve ser defendida uma cultura da vida, numa sociedade em harmonia com a natureza, contrária às políticas actuais que promovem uma cultura de morte, baseada no individualismo e na promoção do comportamento destrutivo (droga, aborto, lobi-gay, etc).
O PNR afirma-se nacionalista, entendendo que a Nação é o prolongamento natural da família.
A nossa casa é Portugal!

2. QUAL A POSIÇÃO DO PNR NO ESPECTRO POLÍTICO PORTUGUÊS?
O PNR é o único partido político português que se afirma nacionalista.
Quer isto dizer que é o único partido que defende os interesses nacionais acima dos interesses sectários, e para o qual cada Nação, enquanto Nação, constitui um valor supremo.
O PNR não é de direita nem de esquerda, antes situa-se acima dessas dicotomias parciais e divisionistas.
Nem esquerdas, nem direitas: os Portugueses primeiro.

3. O NACIONALISMO É UMA IDEOLOGIA XENÓFOBA E VIOLENTA?
Não. O nacionalismo atribui valor a cada Nação enquanto tal. Por isso, os nacionalistas, se exigem o respeito à sua Nação, devem igual respeito às demais nações e afastam de si qualquer tentação imperialista, expansionista ou colonialista.
Pelo contrário, insistem na defesa da soberania e independência dos povos, que são por vezes ameaçadas por conflitos fronteiriços e pela corrida aos recursos naturais.

4. O PNR CONSIDERA-SE UM PARTIDO EXTREMISTA OU RADICAL?
Não. O PNR pretende intervir na sociedade através da discussão pública e participando na vida política.Ao invés, o sistema é que adopta uma posição extremista em relação ao PNR, impedindo-o de participar em paridade com outros partidos e deturpando as suas ideias e propostas.
O PNR congrega pessoas de várias tendências, idades e estratos sociais, desde o patriota orgulhoso da herança dos seus antepassados, ao cidadão-comum interessado em mudar a situação actual do país, até ao simpatizante preocupado com o futuro de Portugal e dos Portugueses.
É o bastante para serem bem acolhidos no seio do nacionalismo.O PNR congrega, não divide.

5. A IMIGRAÇÃO É A CAUSA DE TODOS OS MALES?
Não. O PNR entende que cada povo pode enriquecer a sua cultura através do contacto com outros povos ou civilizações. Mas expressa igualmente a sua preocupação com as tendências mundialistas e multiculturais, das quais a imigração é apenas uma das faces, e que constituem uma ameaça à identidade, independência, e segurança nacionais.
Migrações sempre existiram e sempre existirão, nós somos contra as políticas que promovem a invasão imigrante, não contra o imigrante.
O PNR bate-se contra a imigração desregulada, contra a importação de mão-de-obra barata, contra o nivelamento por baixo dos salários, contra o aumento da criminalidade, contra a proliferação de guetos e zonas de não-direito, contra o aumento do desemprego.
O PNR aponta o dedo aos governantes, que não se importam com os portugueses mas sim com o seu próprio umbigo, e que são responsáveis pelas políticas suicidas que estão a destruir Portugal.
6. OS IMIGRANTES SÃO NECESSÁRIOS PARA FAZER CERTOS TRABALHOS?
Não. Antes de mais, se as profissões indiferenciadas fossem remuneradas com justiça haveria muitos portugueses interessados em segui-las, como sempre houve. Aliás, o facto dos portugueses fazerem esses trabalhos lá fora é prova disso, mas se são pagos miseravelmente é porque há quem se sujeite a eles por qualquer preço, o que faz com que o nível salarial baixe cada vez mais.
Efectivamente, os imigrantes que partem desesperadamente à procura de uma vida melhor vão mentalizados para aceitar quaisquer tipo de condições, ficando à mercê de uma nova forma de escravatura e de multinacionais sem escrúpulos, que são quem realmente beneficia das políticas imigracionistas, não o próprio imigrante.

7. OS IMIGRANTES GERAM RIQUEZA?
Não, geram tanta riqueza como outra pessoa qualquer, mas regra geral o imigrante ainda beneficia das benesses custeadas pelos portugueses e que lhes são dadas pelos governos, subservientes do mundialismo e capitalismo selvagem que alimenta as suas negociatas.
Os imigrantes podem contribuir para o aumento do PIB, mas isto se não forem incluídas as despesas que a presença deles em Portugal implica, e que fazem com que eles na verdade contribuam para o empobrecimento do Estado.
Junte-se ao valor do défice os milhões que já foram, e ainda são, gastos com habitação social, rendimentos mínimos, abonos a famílias que não param de crescer, recrutamento de polícias para vigiar certos bairros, custos com serviços prisionais, subsídios de desemprego, assistência hospitalar e sanitária, cursos profissionais e de língua portuguesa, etc., etc., tudo isto custa muitos milhões aos contribuintes.

8. OS PORTUGUESES TAMBÉM NÃO SÃO UM POVO EMIGRANTE?
Sim. Mas, antes de mais, os Portugueses que habitam em território nacional não podem ser constituídos reféns dos que, por motivos pessoais ou materiais, demandaram para outros países.
Além disso, é preciso ter em conta ainda que a maior parte dos emigrantes portugueses instalou-se em países europeus, como a França, a Alemanha ou a Suíça, não pondo em causa os costumes e os aspectos civilizacionais dos países de acolhimento.
E é preciso notar também que outros países, como os Estados Unidos, são desde sempre países de imigração. Não é esse o caso de Portugal.

9. ENTÃO QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DA IMIGRAÇÃO?
Uma das primeiras coisas que um governo do PNR faria seria acabar com as actuais políticas de imigração e inverter os actuais fluxos migratórios, que empurram o português para o estrangeiro e atraem os estrangeiros para Portugal, substituíndo os naturais por imigrantes.
Para isso, obviamente, seria necessário denunciar os acordos de Shengen e restaurar imediatamente as fronteiras, apostando num maior controlo das mesmas para combater a criminalidade e a imigração ilegal.
O PNR meteria imediatamente em marcha um programa de repatriamento de imigrantes indigentes, que nada produzem ou que cometem crimes.

10. O PNR É UM PARTIDO RACISTA?
Não. O racismo é uma doutrina que assenta na superioridade de uma raça sobre as outras. Ora, os nacionalistas são os únicos que verdadeiramente respeitam as diferenças entre raças, povos e nações, e que pretendem que estas não desapareçam.
O PNR condena o terror das agressões racistas, verbais ou físicas, e de que são vítimas muitos portugueses no seu dia-a-dia.
O que o PNR pretende é tão-só assegurar aos Portugueses o direito a viverem e a trabalharem numa pátria soberana e próspera, em segurança e liberdade.

11. PORQUE SE AFIRMA O PNR CONTRA A GLOBALIZAÇÃO SE ESTA É INEVITÁVEL?
A chamada globalização é responsável pela dissolução de identidades, culturas, soberanias, fronteiras, pátrias e bandeiras, e em última análise é a palavra que melhor define o mundialismo vigente, ou seja o modelo de destruição das nações posto em prática pela Nova Ordem Mundial.
A chamada direita capitalista e liberal vende-nos a ideia de que globalização é progresso económico, o que é falso, já que esta é responsável, entre muitas outras coisas, pela deslocalização dos centros de decisão que arrastam consigo para o estrangeiro as fábricas e empresas.
A chamada esquerda revolucionária reformulou o seu discurso, apresentando-se agora «por uma alter-globalização», ou globalização alternativa, que defende o multiculturalismo e a mundialização responsável pela degradação do nosso nível de vida.
Ambas, esquerdas e direitas, são inimigas da nação, e o PNR é a única força política que se opõe verdadeiramente à globalização, que é um monstro de duas cabeças: capitalista e multicultural.
A globalização não é inevitável e o seu avanço pode ser contrariado com políticas económicas e sociais que privilegiem e defendam o Nacional, e o PNR é o único partido político português que o propõe.

12. O PNR É ANTI-EUROPA?
Não. Repudiamos energicamente o super-estado federalista, os acordos de Schengen que aboliram fronteiras, o centralismo da moeda única, os acordos de política agrícola e pesca comum, os subsídios ao desmantelamento da nossa indústria e à não-produção.
Defendemos a amizade e cooperação entre os diversos povos e estados europeus, não a sua fusão, submissão ou dissolução.
As nações da Europa podem entender-se em determinadas matérias, nomeadamente em áreas como a investigação científica, a cooperação cultural ou militar, mas não queremos privar os povos europeus da sua soberania e liberdade, colocando o seu destino nas mãos de banqueiros e eurocratas.
Nós não somos uma província de Bruxelas, somos uma Nação com 900 anos de História que tem das mais antigas fronteiras do mundo.

http://www.pnr.pt/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=61&Itemid=103

quarta-feira, 10 de junho de 2009

10 de Junho - Exaltação Patriótica - O Ser Português...

Ser português é ser etnicamente e culturalmente português, é falar a nossa língua, é comer bacalhau com todos ao Domingo, é conduzir à direita, e negar a existência de raças.
É ser do Benfica e afirmar que o Eusébio é português, é ter um B.I. enorme que se dobra todo, é poder votar em referendos que não servem para nada,
É ter um Martunis indonésio que rapidamente se torna "símbolo nacional" apenas porque se afogou num Tsunami com a camisola do Deco, é andar há décadas a ser roubado e enganado pelos políticos mas quando há eleições pensar que "isto agora vai mudar"
É ir ao shopping no fim-de-semana com o fato de treino Nike da feira do relógio, é ouvir um sociólogo qualquer dizer na televisão que o cozido à portuguesa é um prato tradicional judaico-muçulmano e acreditar apesar de ser um prato à base de carne de porco, é ler livros da Margarida Rebelo Pinto e dizer aos amigos que "farto-me da ler", é ter pena porque o Mantorras não foi ao consulado português pedir um passaporte para jogar na "selecção de todos nós", é apitar no sinal de trânsito mal muda para verde mas desatinar com o taxista que faz o mesmo
É queixar-se da invasão económica espanhola mas não dar importância ao facto de haver mais pretos e brasileiros cá do que produtos espanhóis, é ver na TV que em Auschwitz morreram 6 milhões de judeus mais os 6 milhões de ciganos e 6 milhões de jeovás e acreditar piamente deixando cair uma lágrima
É estar atolado de neve na Serra da Estrela e culpar o Estado de não lhe ir levar correntes para as rodas, é não acreditar que o Paulo Portas e o Herman José sejam panascas e jurar que o Carlos Cruz é inocente "porque apresenta bem", é pagar 100 contos de renda durante uma vida para comprar casa e não ligar ao facto dos pretos receberem casas de borla há 30 anos e ainda reclamarem, é pagar 5 contos por um bilhete de futebol ou pela descodificação do Sexy Hot mas refilar sempre que as associações de protecção animal pedem uma esmola
É acreditar que ser homossexual não é uma doença mas sim "uma opção sexual", é dizer que o PREC e o COPCON são sinónimos de liberdade, é gastar milhões em estádios e ver velhotes com reformas de miséria ou em dificuldades nas farmácias, é saber que há portugueses a serem assassinados na África do Sul e não ligar nenhuma mas meter lenços brancos na janela pelos timorenses ou acender velas pelo Tsunami.
É ver o Povo português ser constantemente roubado por gangues de pretos, brasileiros, romenos ou ucranianose e continuar a duvidar que seja racismo, é ir ao hospital e estar 6 horas à espera para lhe receitarem um placebo ou um medicamento à conta do qual o médico vai ganhar umas férias, é o culpado do acidente ser o carro que tem o arranjo mais caro, é ver a pesca e a agricultura a acabar e as fábricas a fechar e ainda achar que a UE tem sido porreira em mandar milhões para os Torres Coutos e outros mais
É ver a bófia a multar traiçoeiramente nas auto-estradas apesar de ser lá que há menos acidentes, fazer Street Racing e picanços autorizado nos Subarus, Audis e BMWs e mesmo assim achar que pode ser para reduzir a sinistralidade, é imaginar o Carnaval do Rio como o tradicional e original, é achar que os sindicatos defendem os trabalhadores portugueses apesar destes concordarem com a vinda de mais imigrantes
É receber menos que os outros cidadãos europeus e pagar o mesmo por serviços piores e mesmo assim acreditar quando ouve dizer que tal se deve a uma crise passageira que se agravou mundialmente, ou ao défice, é acreditar que os juízes têm 3 meses de férias porque trabalham durante esse período, é achar que cabo-verdianos e angolanos têm mais a ver connosco do que espanhóis e italianos, é ver suspeitos de pedofilia serem recebidos com palmas no Parlamento e continuar a tolerar e a acreditar nos políticos, é aceitar que os imigrantes são indispensáveis para produzir riqueza e aumentar a natalidade
É ir à bruxa e alterar a sua vida consoante o que esta lhe diz, é nunca ter ido ao estrangeiro mas afirmar peremptoriamente e a toda a hora que "isto só em Portugal", é colocar a hipótese do CDS ser de extrema-direita "porque o Mário Soares assim o disse", é compreender os GNR que decapitam suspeitos de roubo em Sacavém por serem toxicodependentes mas criticar ferozmente os que espancam assassinos na Cova da Moura por serem pretos, é acreditar que se o Le Pen ganhar em França "os portugueses vão sofrer imenso", é acreditar nos "estudos científicos" que aparecem sempre que é necessário justificar algo anormal, é afirmar com aparente convicção "não sou racista" mas não querer que a filha case com um preto ou recusar morar num bairro africano, é ter uma TV que sempre que fala no Hitler ou no III Reich só apresenta imagens de guerra ou documentários sobre judeus
É ter simpatia pela "firmeza do Sócrates" só porque ele tem ar de duro e arrogante, é acreditar que os judeus foram perseguidos ao longo de toda a História "apenas por serem diferentes" ou por capricho de alguém, é acreditar nos comunas que dizem ter havido fascismo em Portugal, é ver o vizinho ser assaltado e fingir não ver ou dizer "não é nada comigo", é fazer comentários exaltados explicando que "os nacionalistas são extremistas e perigosos" mas não fazer a mínima ideia do que é a ETA ou as FP25, etc, etc, etc...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Eleições Europeias - Números, Análise e PNR

Vistas da provincia onde me encontro, no país de verdade, onde as pessoas ainda são simples, tradicionais e vivem segundo regras diferentes da vida das grandes cidades e zonas urbanas, estas eleições, no entanto, foram vividas de igual forma e passaram completamente ao lado da vida da maioria, com abstenções altissimas, demonstrando mais um vez que o povo, a grande massa dos eleitores está a borrifar-se para a Europa e para este tipo de eleições, consideram-nas apenas uma luta pelos 22 "tachos" disponiveis e afastam-se completamente da participação efectiva da escolha dos "tachos" e sua distribuição partidária.
Num país de 9.601.744 inscritos para votar, apenas compareceram ás urnas 3.557.240, o que prefaz uma abstenção de 6.044.504 (62,95%) do universo possivel de eleitores (segundo a RTP)
Ora isto é ridiculo quando pensamos nos partidos do sistema e na suas declarações televisivas, com o PSD estupidamente embriagado por uma parca e ridicula "vitória", o PS a guardar a vingança para depois, claramente já a pensar nas legislativas, o PCP eternamente vitorioso, o BE a ser tratado novamente com a maior das benevolências pela comunicação social, fazendo multiplas declarações exibidas em directos sucessivos como se de um comicio se tratasse, e o CDS respirando de alivio porque as sondagens e projecções se enganaram novamente e os betinhos da Largo do Caldas lá conseguiram manter os dois madatos.
Se pensarmos que o PSD obteve apenas 1.127.128 votos e o PS 945.362, num pais de 9.601.744 eleitores, isto é uma palhaçada e as eleições nem deviam ser legitimadas, aliás, se querem eleições, ao menos que sejam obrigatórias no voto, ou seja, um cidadão, um voto, obrigatório por lei, assim é que devia ser, mas essa é outra discussão.
Quanto aos pequenos partidos, nada de novo, total indiferença, como se não existissem.
Abastendo-me de falar de alguns deles, remeto-me directamente ao meu partido, o PNR, que obteve nestas eleições, de tão grande abstenção, uma significativa subida no número de votantes, em relação ás legislativas de 2005.
Em Fevereiro de 2005, ultimo acto eleitoral em Portugal, sem contar os referendos, o PNR obteve 9.374 votos, ( 0,16%), nestas Europeias, encabeçadas exemplarmente pelo Humberto Nuno de Oliveira, o PNR obteve 13.029 votos, (0,37%), o que é, quanto a mim, notável para um pequeno partido como o PNR, sem os recursos nem a simpatia dos grandes meios de comunicação social, que são aberta e abjectamente parcias em relação ao bloco central (PS e PSD) e alguns mesmo, declaradamente anti-PNR.
Não sei qual as conclusões que o partido, a sua direcção e orgãos directivos vão retirar destes resultados, mas quando a mim, simples eleitor, simpatizante e votante do PNR, é para mim uma alegria a subida do número de eleitores e quero endereçar a partir daqui os meus parabéns ao Humberto Nuno de Oliveira, que quanto a mim, e já o tinha referido antes, foi impecável e inteligentemente escolhido para encabeçar esta lista ao Parlamento Europeu e que fez uma boa campanha, uma excelente campanha, muito digna, muito limpa, esclarecedora quanto ás ideias do partido no que á Europa diz respeito, porque era disso que se tratava, e não a politica de sargeta, confusa, sem ideias, ideológicamente parecida, baixa e deselegante, que os grandes partidos conduziram e que nos entra pela casa dentro através dos noticiários.
Um abraço Humberto, de um camarada alentejano, bem haja, que com a sua coragem, verticalidade, honestidade, intlectual e ideológica, foi a grande revelação destas eleições e marcou a diferença nos debates e entrevistas onde apareceu.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Mistério !!

É caso para perguntar: Para onde foi o resto??


terça-feira, 2 de junho de 2009

O melhor candidato



Humberto Nuno de Oliveira

A Doutrina do Choque

É realmente deprimente ver como toda a gente, a população em geral, se deixou surpreender nos últimos dias e semanas por parte das TVs e restantes meios de comunicação social tendo por tema a chamada Gripe A ou Gripe Suína.
O presidente do México dirigiu uma mensagem á nação mexicana dizendo que a nova estripe de Gripe era uma pandemia e que o vírus era novo e incurável, mais disse que já havia causado vários mortos, de imediato toda a gente diz e faz: não comam carne de porco, não vão á escola, ao cinema, paralisem o país.....mas ninguém disse: Não tenham medo! Como poderiam dizer isso quando é exactamente o medo que procuram.
Pesquisando um pouco fora do gritante pânico mediático e histérico que se formou nas TVs e etc, podemos encontrar que o vírus afinal é o mesmo que apareceu faz uns anos na Ásia, ficou conhecido como Gripe Asiática, e apenas se tratou de uma cortina de fumo para encobrir a grave situação económica que se vivia na Ásia nessa altura.
A situação no México é similar, na mesma altura do comunicado do presidente de México, o senado mexicano estava aprovando uma iniciativa que propõe uma lei para legalizar as drogas, para legalizar o porte de doses mínimas de marijuana, cocaína, ópio, cristal e outras drogas, perdoem-me a falta de atenção, mas nos noticiários mexicanos ninguém falou nisto, que esta lei seria posta para aprovação na câmara dos deputados dia 28 ( Esta es la nota del periodico milenio) http://www.milenio.com/node/204108


Nada de grave não é verdade? Pois outra das leis que foi aprovada foi a “Lei da Policia Federal” com a qual se legalizam e aprovam, entre outras coisas, o seguinte:
-A utilização de agentes policiais sem uniforme em casos em que envolva e justifica investigação (Bravo! Policias á paisana, civis armados, mais assalto à mão armada e mais sequestros impunes)
-A escuta das chamadas telefónicas (adeus privacidade)
-A Polícia Federal vai agora ser capaz de intervir e reter e-mails, se for necessário
-Á polícia são dadas todas as facilidades para a solicitar às empresas privadas informações pessoais de clientes para fins de investigação
-A Corporação policial levará a cabo actividades de vigilância, identificação, monitorização e acompanhamento do público em sites da Internet, a fim de evitar comportamento criminoso. (Ou, mais precisamente para evitar golpes, passeatas, movimentos civis, e assim por diante. Não esqueçamos que o centenário da revolução está mesmo ao virar da esquina)


Esta nota esta disponivel aqui: http://sdpnoticias.com/sdp/contenido/2009/04/23/382531
Além disso, a 18 de Abril de o Fundo Monetário Internacional aprovou um crédito de 47,000 milhões de dólares solicitados pelo governo do México para enfrentar a crise, 47,000,000,000 dólares ou seja, U $ 658.000.000.000 de pesos mexicanos, dentro um ano, isto significa que se houvesse a dívida externa, e actualmente há, é grande, mas, como sempre, quem paga é o povo, mas voltando ao assunto, os noticiários apenas deram a notícia, para não mencionar o risco de um tal empréstimo nem o que significa ou a magnitude que este tem em afectar a população mexicana.E a última razão para se ter criado uma psicose por uma doença curável é esta: O presidente Obama fez uma visita ao México em 16 de Abril, do que é que se falou? Alguns dizem que se falou de segurança nacional, a verdade é que Obama chegou a fazer um acordo (O Comando do Norte) em que aceita que os militares dos E.U.A. possam entrar México e gradualmente assumir o território dos poços de petróleo e reservas dos aquíferos. Merda! Nem ele próprio António López de Santa Anna!!

Tudo isso pode muito bem ter sido a causa de algumas marchas, encerramentos rodoviários, manifestações civis, tumultos armados pelos Narcotraficantes, mas tudo foi apanhado e parado pela curiosamente oportuna Gripe Suína, que foi oportuna, já que as agências governamentais (sindicatos) não funcionaram, as pessoas não vão para as ruas e por implicação para não comentar nada. A única coisa que podia fazer era ficar em casa sem nenhuma outra opção sem ser ligar a TV todos os 15 minutos para ver se havia algum lugar onde pudesse evitar a gripe, e cada 2 ou 3 horas por noticiários dando sempre as mesmas notícias.

É uma epidemia ou terrorismo de Estado? O seguinte vídeo explica mais ou menos o que estamos a viver nestes momentos:

Procurem por: SHOCK DOCTRINE, No You Tube

Recordam-se do Chupacabras, isto faz tudo parte da mesma cadeia de informação….

sábado, 23 de maio de 2009

Comissão Europeia considera Magalhães ilegal

Via SOL:


Todos os programas ligados ao Plano Tecnológico da Educação, do qual o Magalhães é o mais emblemático, estão em causa. Para a Comissão Europeia, o Governo português não agiu de modo transparente, porque as empresas foram tratadas de modo desigual.
Benefícios exclusivos para:
- Intel
- Microsoft
- JP Sá Couto
Dizem as notícias que o Governo nega ter sido condenado pela Europa. É normal… foi acusado e não condenado… de onde virá esta arte de aparentar negar um facto negando-se outro numa frase 100% verdadeira.

«A Comissão Europeia (CE) considera que Portugal infringiu as leis comunitárias da concorrência ao adjudicar por ajuste directo, e não por concurso público, todos os programas governamentais ligados ao Plano Tecnológico da Educação. Está em causa a distribuição gratuita ou a preços reduzidos de mais de um milhão de computadores a alunos e professores – incluindo os 500 mil ‘Magalhães’ que o Executivo de José Sócrates prometeu distribuir pelos alunos do 1.º Ciclo.
As conclusões da Comissão liderada por Durão Barroso são preliminares e fazem parte da chamada fase pré-contenciosa da acção. Esta foi instaurada por incumprimento de Portugal da directiva 2004/18/CE (norma que regula a contratação pública na UE, de forma a assegurar a livre circulação de bens e serviços no Mercado Único Europeu). O processo nasceu de uma queixa apresentada pela empresa Accer na Direcção-Geral do Mercado Interno.»

Livros - À Unha!...Os Forcados

O autor deste livro, também ele um antigo forcado, faz a história da festa brava, desde as suas origens mais remotas à actualidade.
As praças de touros, as técnicas utilizadas para as «pegas» e uma relação exaustiva e minuciosa de todos os grupos de forcados.
Trata-se de um álbum de glórias para os aficionados, ilustrado com 235 fotografias históricas.

Revestidos em tela de seda com ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura.
A edição especial tem acabamento em tela de seda, com ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura.
Todos os exemplares desta edição são numerados e assinados pelo editor.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Livros - Guerra Colonial , As Razões de Salazar

Lançamento de Livro de autoria de José Lemos Vale
"Guerra Colonial: As Razões de Salazar"
Dia 24 de Maio, pelas 16 Horas
Na Livraria Bertrand do Centro Comercial Dolce Vita, em Coimbra

Marcha da MP, Compromisso Solene

Peito altivo, voz firme, o filiado marcha orgulhoso ao lançar ao vento o seu hino predilecto que é, ele próprio, um programa de acção: - os nossos passos dirigem-se para a construção do Portugal novo, «Torres e torres erguendo» - esbarramos no caminho com o Ódio, a Mentira, o desinteresse….Que importa! – Continuaremos «rasgões, clareiras abrindo» - promessa da velha fronde lusitana, somos o «Tronco em flor que estende os ramos – e a nossa canção anuncia o amanhecer de um Portugal melhor. O Portugal com que sonha a «Mocidade que passa»
No discurso de abertura da primeira reunião de dirigentes da MP, nas instalações do Conservatório Nacional, Nobre Guedes garantia que: «a Mocidade Portuguesa não pretende fazer dos seus filiados um corpo de exército de soldadinhos de chumbo – mas educá-los na admiração das virtudes militares e dar-lhes as condições e resistência física, como as de resistência moral, para poderem ser bons soldados, sempre que a Pátria precise utilizá-los nesta nobre função»

«Filiados da M.P.! Ides afirmar pública e solenemente o vosso propósito de servir os ideais que vos guiam!
Dizei:
- Jurais consagrar a vossa vida à consolidação e ao engrandecimento do Império Português aquém e além mar?
Resposta: Sim!
- Jurais empenhar todos os esforços para cumprir devotadamente os vossos deveres de cristãos e portugueses?
Resposta: Sim!
- Jurais fidelidade aos vossos chefes enquanto vos conduzirem no caminho do trabalho, do dever e da honra?
Resposta: Sim!
- Estais dispostos a lutar sempre para obter mais e melhor por Portugal?
Resposta: Sim! Mais e melhor por Portugal!»

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Teorias da Conspiração

Fala-se de crise, fala-se de bancos na falência, de multinacionais a negociar com governos, em jeito de ultimato, trocando manutenção de postos de trabalho por uns "míseros" milhões em ajudas. As bolsas crasharam, estamos em recessão, estamos em depressão... os bancos centrais dão ordens de impressão de mais uns milhares de fotocópias de algo a que perversamente chamamos de dinheiro... que pelos vistos, tal manobra faz desvalorizar o seu próprio valor - uau, que tenacidade - o petróleo, bem escasso, mal contabilizado nessas contas - ora acaba amanhã, ou acabou ontem ou afinal dura mais 100 anos - continua entre sacos de plástico e poliéster a alimentar os motores - sem evolução - que dele dependem, ninguém no Mundo lhes quer alternativas, gastam muito ? Melhor. Poluem muito e as manifestações já chateiam? Ok, inventamos um catalisador e obrigamos desde o princípio dos anos 90 a usarem-no em todos os veículos novos. Simples, rápido e facilmente ultrapassada a questão.
No carro temos tudo (têm os outros, vaidosos, porque eu continuo a usar os velhinhos carros dos anos 70 e 80), GPS, ar condicionado, bancos aquecidos com massagem, vidros eléctricos, Xénon, DVD, computador de bordo que nos diz quanto temos no depósito, quanto podemos gastar, quanto estamos a gastar, quando temos de ir a oficina, que a luz do stop está fundida, mas… no meio de tanta tecnologia e cérebros de engenheiros queimados, a tecnologia que nos move, e que nos obriga a continuar a abastecer e a gastar os mesmos 6 a 8 litros aos 100Km, essa continua imutável... engraçado, certas coisas realmente não evoluem... deve ser estigma, coitadinho do motor de combustão...
Mas voltando à vaca morna, o preço do petróleo subiu muito - no póquer chama-se de bluff - apertou-se a teta até doer, e depois torceu-se só para deixar marca... afinal, sem entrar em grandes dissertações, parece que estava a ser “alavancado”, agora baixou, muito, estabilizará nos 100 Dólares daqui a uns tempos (para mais tarde confirmar/eu avisei), a pandemia da gripe das aves era iminente, era um facto, era indesmentível, ia acontecer diziam os sábios de bata branca, subiram os preços, a loucura generalizou-se, puff, fez-se fumaça, não se viu fogo... a crise do arroz, 2 quilos por pessoa no supermercado, a triplo do preço, puff... quantos lotes (toneladas) querem hoje ?
Não vivemos em castelos, já não existem cruzadas, mas tal como cantava a cançonetista, precisamos - urgentemente - de um herói... ou de um oftalmologista... digo eu (em regime de bitaite...)

Os jornalistas e o efeito "Bola de Neve"

Actualmente de tudo se faz uma tempestade, nasce um arrufo. Facilmente se destrói o prazer. Facilmente se aponta o dedo, dificilmente se esquece o amor, a paz, mas facilmente se apanha uma pedra, e atira-se, apenas para ver se parte alguma coisa e os cacos que pode produzir, é a outra versão de atirar barro á parede para ver se pega....... e para ouvir o barulho que faz ao estilhaçar as simples vidraças que envolvem os outros... que nos envolve a todos... que nós somos...
Parecemos todos fortes, queremos todos parecer demasiado fortes, demasiado perfeitos, demasiados únicos, quando nos devíamos preocupar apenas em sermos felizes, na partilha dos afectos, entremeados de alguns rasgos de ironia e mau humor (muito), para dar tempero, mas ter como finalidade o prazer dos bons momentos, da cumplicidade, da convivência, custará tanto sermos felizes com pequenos gestos ? Não falo apenas de amor, falo de pessoas, de relações, de minutos, de tempo... falo de magoar e assumir o erro, pedir desculpa (desde que seja de forma sincera, não importa o número de vezes, todos nos erramos)... falo de honestidade... falo de verdade e respeito...
Esticamos sempre um pouco mais, só para ver se sai mais sangue, se sai mais dor das nossas almas, como se o mal que trazemos cá dentro nos saísse do corpo com esses devaneios furiosos contra os outros... mas não sai, só acumula ainda mais, e afasta-nos de quem no fundo mais queremos, de quem mais nós gostamos, como se estivéssemos por vezes sedentos de saber até que ponto podemos contar com eles... mas ninguém, por mais que goste de nós, por mais que nos estime, aguenta festas meigas de mãos cardadas... Jornalistas, curiosa gente esta que habita este planeta... curiosa gentalha em que nós (alguns) acreditamos cegamente, mas continuamos a ser o que somos, que sempre seremos...........somos como somos, não inventem mais!!



quinta-feira, 14 de maio de 2009

Navios Portugueses - Classe Vouga

VOUGA (V) D 334 25 - 01 - 1933/03 - 06 - 1967
LIMA (L) D 333 25 - 05 - 1933/16 - 10 - 1965
TEJO (T) D 335 04 - 05 - 1932/09 - 02 - 1965
DOURO (DR)D 332 16 - 08 - 1935/ ?? -12 - 1959
DÃO (D) D 331 27 - 07 - 1934/29 - 09 - 1960

Foram construídos os dois primeiros em Inglaterra, nos estaleiros Yarrow, e os restantes na Soc. de Construções Navais em Lisboa. Dois outros construídos em Portugal, foram vendidos à Colômbia após serem completados. Os navios desta classe foram modernizados nos anos cinquenta.

DESLOCAMENTO 1588 tons.
DIMENSÕES 96 * 9,5 * 5,7 metros
ARMAMENTO 4 peças de 120 mm : 3 de 20 mm; 2 calhas lança bombas; 2 reparos quádruplos. de tubos lança – torpedos; MINAS :40
PROPULSÃO 2 grupos de turbinas a vapor de 33 000 H.P. - 2 veios = 36 nós
GUARNIÇÃO 184 homens

Classe VOUGA Alterações

ARMAMENTO 2 peças de 120 mm ; 1 dupla e três simples de 40 mm; 3 de 20 mm: 1 reparo quádruplo de tubos lança - torpedos ; 1 SQUID A/S; 2 calhas lança bombas
RADARES: 1 de aviso aéreo MLA - 1 B , 1 de navegação, 1 de controle de tiro
SONARES: ASDIC


A Morte e o Suicidio

O facto de alguém se matar não é errado, da mesma forma como alguém não se matar também não é errado. Isso pode parecer confuso, mas decorre do simples fato de que moral não existe. Isso pode parecer estranho, mas pode ser explicado facilmente da seguinte forma: valores não existem. Isso pode, agora, parecer ilegal, mas não se pode alegar a inexistência das leis, visto que estão devidamente e concretamente registadas – em blocos branquinhos de celulose ecologicamente correcta fatiada em dimensões e gramaturas oficiais – na forma de símbolos linguísticos tradicionais da cultura vigente no espaço geográfico dominado por certa população de hominídeos civilizados. Livros dessa natureza dizem, baseados em valores que não existem, o que não podemos fazer se nós, que não somos livres, quisermos permanecer livres – isto é, obedecer do lado de fora da cadeia. Sua finalidade última é determinar, geralmente em Times New Roman tamanho 12, os parâmetros para a vida em sociedade, ou seja, para a moral, para o bem... [inutilia truncat] O raciocínio circular pára aqui – se alguém quiser continuar rodopiando legalmente em filosofias relativistas até induzir o vómito, nihil obstat. Isso pode parecer estranho, mas podemos negar sua existência com um porém concreto: não existem leis, mas somente comportamentos legislados. Morrer ou se matar, apesar de corresponderem à mesma realidade objectiva, são coisas distintas subjectivamente. Se o suicídio fosse errado em si mesmo, ao cortarmos os pulsos, o sangue, em vez de jorrar, nos daria uma lição de moral. A morte não é moralmente condenável apenas por ser biologicamente inevitável. Portanto, se matar não é errado, mas está errado, e isso basicamente se explica assim: um macaco manda, o outro treme. Que general permitiria que seu exército se matasse antes da guerra? Aquele que não tem poder de sê-lo, visto que é impossível um general sem exército. A lógica da moral contra o suicídio tem duas faces: os líderes o proíbem para poderem continuar no controle, como sempre foi, visto que, mesmo depilados, permanecemos uma macacada hierárquica. Mas por que os controlados, quotidianamente, anonimamente, seguramente, proíbem-se uns aos outros o suicídio? Pelo mesmo motivo que há denúncias anónimas de roubo de chocolate no supermercado. Como são proibidos, mas não podem se vingar da opressão de seus líderes – e essa impotência lhes corrói –, a vingança se desvia para seus iguais: – punam todos os imorais, todos os criminosos de si mesmos, todos os monstros covardes que fizerem o que não posso fazer, que realizam a paz que não posso ter! Formigas orquestradas, dividindo a labuta de carregar folhas de civilização ao formigueiro. Se houvesse três carregando uma folha, mas uma delas a soltasse, aumentando o esforço das outras duas, estas encarnariam prontamente, cheias de rancor e inveja, aquilo que mais detestam: e a oprimiriam até que se tornasse tão desgraçada quanto elas próprias, e continuasse a carregar a folha indefinidamente, rumo a uma morte natural. Essa é a outra face da moral contra o suicídio. Uma miséria de escravos democráticos. Há excepções, mas estão no corredor da morte.

domingo, 10 de maio de 2009

Morte, Existencialismo e Absurdo

Os existencialistas defendem, muitas vezes, que as nossas vidas são absurdas, na medida em que vivemos na certeza de que um dia serão ceifadas pela morte. Se encararmos a nossa condição com exactidão, teremos de reconhecer a ausência de sentido de esperança, e que é inevitável que as nossas vidas terminem no nada. A questão que obviamente se levanta é se, perante a falta de sentido da vida, devemos cometer suicídio. Olhamos para o mundo procurando sinais da existência de sentido, mas o mundo permanece silencioso. O problema em torno do suicídio prende-se com a negação da liberdade que este implica, uma tentativa de escapar ao dilema trágico em que nos encontramos, e com a rejeição da possibilidade de se procurar afirmar a nossa dignidade face á morte. É necessário estabelecer valores num mundo que, em si próprio, não os possui. O suicídio aceita o absurdo como final e universal. Não somos obrigados a condicionar o nosso futuro devido à omnipresença da morte. A experiência do absurdo permite-nos experimentar, em simultâneo, a nossa condição de seres únicos, dignos e livres.
Frequentemente, argumenta-se que, se deus não existe, se não existe a imortalidade, a vida é absurda. Camus(1955) apresenta muito bem esta ideia, contrastando o modo como gostamos de encarar o mundo (ordeiro, moral, e racional) com a realidade de um mundo frio e insensível. Nagel (1971) enfatiza este ponto ao observar que empenhamos imensos cuidados e esforços nos nossos projectos, apenas para descobrir que os resultados podem ser decepcionantes e que, a longo prazo, nem sequer existem resultados, uma vez que acabamos por morrer. Este tipo de percepção cria frequentemente uma situação em que o suicídio se apresenta como uma solução tentadora. Porém, muitos filósofos criticam esta ideia por não considerar, com seriedade suficiente, a necessidade de desenvolvermos uma atitude audaz, apesar do absurdo da nossa situação. Ou seja, o facto de os nossos projectos poderem resultar em nada não implica necessariamente que deixemos de tentar realizá-los, pois não deixa de ser excitante tomar a decisão de fazer alguma coisa, apesar de se saber que o fim último da acção é transitório. Para muitos existencialistas, o reconhecimento do absurdo é isto mesmo: percebe-se a futilidade da acção e, ao mesmo tempo, age-se como se continuar a agir ou parar de agir fosse igualmente absurdo, e, no caso do suicídio, deixar de agir de todo.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Os Estudantes é que sabem

Fotografia tirada dia 3-04-2009, no cortejo da queima das fitas , em Coimbra.

Os estudantes é que sabem...




quinta-feira, 7 de maio de 2009

Manifestação pela defesa da Festa Brava no Campo Pequeno


"Sou Português, Sou Aficionado"

Hoje, dia 7 de Maio, no Campo Pequeno 1ª Grande Manifestação a Favor da Festa Brava em Portugal, com o mote "Sou Português, Sou Aficionado".
Pede-se então a todos os aficionados que estejam presentes no Campo Pequeno, afim de mostrarmos todos juntos que a Festa dos Toiros está para durar...e mostrar que mais do que nunca a aficion portuguesa está unida e decidida em defender a tradição dos toiros em Portugal.
Esta manifestação conta com o apoio da AMVAT (Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas), ANGF (Associação Nacional de Grupos de Forcados), APCTL (Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide), APET (Associação Portuguesa de Empresários Taurinos) e SNTP (Sindicato Nacional de Toureiros Portugueses).